Reclamações públicas

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L. P.
17/07/2024

Encomenda paga não segue para

Exmos. Senhores, Em 14/07/2024 comprei-vos, através do vosso site, um/uma Advance Urinary Feline - Formato : Saco de 8 Kg por 55,34 €. A referência da encomenda é 817024. Em 17/07/2024, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Até porque nem sequer iniciaram a preparação da encomenda! Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida
L. A.
17/07/2024

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 02/06/2024 adquiri uma camisola, pelo valor de 31,48€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme informado na altura com o vendedor, o prazo de entrega seria até ao dia máximo de 25 dias úteis, ao dia de hoje passaram 33 dias úteis . Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos por e-mail e obtive a resposta de que o bem já estava para entrega. Acontece que o código de rastreio que indicaram, é apenas um código de emissão de guia, após contacto com a transportadora, fui informada que a encomenda ainda não saiu do remetente. Entretanto deixaram de responder aos meus emails. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a devolução do valor pago, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos. Raquel Soares

Encerrada

Encomenda não recebida, não cancelada e não devolução do dinheiro

Exmos. Senhores, Em 15 de Maio de 2024 comprei-vos, através do vosso site, um/uma ANDRE TAMPA SANITA PP BRANCO por 17.89€. A referência da encomenda é ARPT2024/043091. Contudo, e dentro do prazo legal para o efeito, cancelei a encomenda, como é meu direito. Recebi, entretanto, a vossa comunicação de 7 de Junho de 2024 em que me negavam o exercício deste meu direito, e transmitiam que não me devolveriam o valor que paguei. Não aceito esta posição de modo algum, e exijo a restituição imediata do preço que paguei, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
H. X.
17/07/2024

Garantia Recusada para Fones

Exmos. Senhores, Bom dia. Gostaria de recorrer ao meu direito de acionar e usufruir da garantia do produto que comprei. No dia 8 de abril comprei, através do portal de vendas online da FNAC, o artigo "Auscultadores Bluetooth JBL Tune 510 | Rosa ( Auscultadores Hi Fi )", número da encomenda 1PBFT3PPM71RY. Fui utilizar o mesmo normalmente, e ao colocá-lo na minha cabeça, sem fazer nenhuma força extra ou forçar demais o objeto, o arco se partiu (e posso afirmar que tenho um tamanho de cabeça dentro da normalidade). Posso afirmar que o produto veio de fábrica com alguma fragilidade ou rachadura na parte do arco que se partiu, porque possuo um outro fone preto da JBL idêntico a esse, porém com fio, que já uso há mais de um ano, sem nenhum problema ou defeito. Contactei o setor responsável na FNAC, que me disse que nada poderiam fazer e que a responsabilidade deveria ser inteira da empresa parceira. Então, através do portal da FNAC, contactei a equipe de apoio da empresa parceira (Digital Depot - https://www.digitaldepot.co.za/) para me orientar sobre como acionar a garantia, e recebi uma resposta negativa do fornecedor, que alega que o produto se partiu por atos de mau-uso do mesmo, mesmo que eu tenha afirmado que não foi o que ocorreu. Independente disso tudo, pelo que pesquisei, por lei, aqui em Portugal “O comprador não precisa de provar que o defeito já existia no momento da entrega do artigo. Para acionar a garantia, basta apresentar o talão de compra (fatura). Mas há algumas exceções. No caso de bens móveis (novos e recondicionados), se o defeito se manifestar no terceiro ano de garantia, o consumidor tem de provar que aquele já existia à data da compra. No caso de bens usados, a presunção de conformidade também é de dois anos. Contudo, caso a garantia tenha sido reduzida por acordo entre as partes para 18 meses, a presunção é de um ano (ou seja, findo o primeiro ano, o consumidor tem de provar que o defeito já existia). Tratando-se de bens com elementos digitais, a presunção de falta de conformidade é, por norma, de dois anos.” (informação retirada do site da Deco Proteste). Logo, como a compra do fone foi realizada em 09 de abril de 2024, o produto ainda se encontra, pela lei, dentro do período de garantia ao qual não é obrigatória a comprovação que o defeito já existia no momento da entrega do artigo - por mais que eu esteja afirmando que o mesmo tenha, sim, ocorrido. Outra informação retirada do site da Deco Proteste: “Responsabilidade por produtos defeituosos: Se, durante o período de garantia legal, o produto vendido se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou não funcionar como publicitado, o vendedor é responsável. Em alguns países, essa responsabilidade também pode recair sobre o fabricante ou importador.” Além disso, acabamos por nos encontrar em um impasse no qual temos como critérios de análise a minha palavra, como cliente, contra um protocolo padrão praticado pelo fornecedor baseado em uma "impressão". Nesses casos, até onde sei, a verdade alegada pelo cliente deve prevalecer e ser respeitada. Se for necessário, envio fotos do produto partido. Ainda estou no aguardo de novas orientações por parte da DIGITAL DEPOT, que me ofereceu um reembolso parcial de 40% (ou seja, 15,60), porém não aceitei, afim de recorrer a decisão negativa e ter meus direitos, como consumidor, respeitados. Cumprimentos.

Encerrada
H. X.
17/07/2024

Garantia Recusada para Fones

Exmos. Senhores, Bom dia. Gostaria de recorrer ao meu direito de acionar e usufruir da garantia do produto que comprei. No dia 8 de abril comprei o artigo "Auscultadores Bluetooth JBL Tune 510 | Rosa ( Auscultadores Hi Fi )", número da encomenda 1PBFT3PPM71RY. Fui utilizar o mesmo normalmente, e ao colocá-lo na minha cabeça, sem fazer nenhuma força extra ou forçar demais o objeto, o arco se partiu (e posso afirmar que tenho um tamanho de cabeça dentro da normalidade). Posso afirmar que o produto veio de fábrica com alguma fragilidade ou rachadura na parte do arco que se partiu, porque possuo um outro fone preto da JBL idêntico a esse, porém com fio, que já uso há mais de um ano, sem nenhum problema ou defeito. Contactei o setor responsável na FNAC, que me disse que nada poderiam fazer e que a responsabilidade deveria ser inteira da empresa parceira. Então, através do portal da FNAC, contactei a equipe de apoio da empresa parceira (Digital Depot - https://www.digitaldepot.co.za/) para me orientar sobre como acionar a garantia, e recebi uma resposta negativa do fornecedor, que alega que o produto se partiu por atos de mau-uso do mesmo, mesmo que eu tenha afirmado que não foi o que ocorreu. Independente disso tudo, pelo que pesquisei, por lei, aqui em Portugal “O comprador não precisa de provar que o defeito já existia no momento da entrega do artigo. Para acionar a garantia, basta apresentar o talão de compra (fatura). Mas há algumas exceções. No caso de bens móveis (novos e recondicionados), se o defeito se manifestar no terceiro ano de garantia, o consumidor tem de provar que aquele já existia à data da compra. No caso de bens usados, a presunção de conformidade também é de dois anos. Contudo, caso a garantia tenha sido reduzida por acordo entre as partes para 18 meses, a presunção é de um ano (ou seja, findo o primeiro ano, o consumidor tem de provar que o defeito já existia). Tratando-se de bens com elementos digitais, a presunção de falta de conformidade é, por norma, de dois anos.” (informação retirada do site da Deco Proteste). Logo, como a compra do fone foi realizada em 09 de abril de 2024, o produto ainda se encontra, pela lei, dentro do período de garantia ao qual não é obrigatória a comprovação que o defeito já existia no momento da entrega do artigo - por mais que eu esteja afirmando que o mesmo tenha, sim, ocorrido. Outra informação retirada do site da Deco Proteste: “Responsabilidade por produtos defeituosos: Se, durante o período de garantia legal, o produto vendido se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou não funcionar como publicitado, o vendedor é responsável. Em alguns países, essa responsabilidade também pode recair sobre o fabricante ou importador.” Além disso, acabamos por nos encontrar em um impasse no qual temos como critérios de análise a minha palavra, como cliente, contra um protocolo padrão praticado pelo fornecedor baseado em uma "impressão". Nesses casos, até onde sei, a verdade alegada pelo cliente deve prevalecer e ser respeitada. Ainda estou no aguardo de novas orientações por parte da DIGITAL DEPOT, que me ofereceu um reembolso parcial de 40% (ou seja, 15,60), porém não aceitei, afim de recorrer a decisão negativa e ter meus direitos, como consumidor, respeitados. Cumprimentos.

Resolvida
J. B.
17/07/2024

Produto em reparação a mais de 5 meses

Exmos. Senhores, Em 28.03.2023 adquiri, um/uma KM5520 FOOD PREPARATION por 141,30. A referência da encomenda é 2262313372. Sucede que este apresenta defeito: Não está a bater em condições, em nível máximo está lento. Comuniquei-vos de imediato o problema, para que procedessem à reparação e o artigo está disponível na autorizada desde 02.02.2024, com ordem de serviço 020432. O artigo encontra-se na vossa posse desde 02.02.2024, mas até agora já se passaram mais de 90 dias sem que me devolvessem o artigo reparado, segundo a assistência por falta de peças, entrei em contacto por e-mail para questionar sobre uma resolução e pedem-me para entrar em contacto com a assistência, enquanto a assistência pede-me para entrar em contacto convosco. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
L. T.
17/07/2024

Devolução não reembolsada - entregue a 28/06 na loja

Exmos. Senhores, No dia 28/06/2024, realizei uma devolução de um artigo no valor de 249 € na loja física Massimo Dutti, localizada no Fórum de Coimbra. No comprovativo de devolução informa que a devolução estará na conta do cliente no máximo de 5 dias após este ato, no entanto, até a data de hoje 17/07/2024, não tenho este valor creditado na minha conta. Ontem, dia 16/07/2024 entrei em contato via telefónica a expor a situação e foi-me informado que em sistema o valor estava como devolvido, pelo que solicitei um comprovativo de transação para o meu banco. Enviaram-me uma nota de crédito que em lado algum, comprova a transferência. Disseram-me que tinha de me deslocar ao banco, pois não podiam fazer mais nada. Questionei o banco com este comprovativo e já me confirmaram não existir qualquer movimento por parte da Massimo Dutti nem com este montante. Solicito a vossa ajuda na resolução deste assunto. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
D. S.
17/07/2024

Encomenda não recebida

Fiz uma encomenda com o número SOW24/20087 realizado no dia 30/05/2024. No site de acompanhamento da encomenda diz que a data prevista de entrega era no dia 11/06/2024 e até hoje nada, A encomenda apenas de encontra no estado “confirmado”, não tendo ainda recebido notificação que tenha sido enviada. Após inúmeros emails e chamadas continuo sem reposta.

Encerrada
F. J.
16/07/2024

IKEA - Reclamação sobre a encomenda nº 1442353905 - falta de stock

Ao Serviço de Atendimento ao Cliente IKEA Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à encomenda online de nº 1442353905, realizada no dia 20-06-2024, cuja a data agendada para a recolha foi agendada para o dia 13-07-2024, quase um mês depois da compra. No dia 13-07-2024, no dia em que me dirigi ao local para levantar a encomenda recebi um SMS a informar que o pedido seria parcialmente cancelado devido à falta de stock de duas unidades de uma estante. Ao levantar a outra parte da encomenda, fui informado que, devido à data da recolha, já não havia, naquele momento, as quatro unidades disponíveis, apenas duas delas, uma vez que clientes que levantaram suas encomendas antes de mim levaram grande parte do stock existente. Considero esta situação inaceitável, uma vez que a compra foi realizada previamente, precisamente para garantir todas as unidades necessárias. Contudo, o critério utilizado pela IKEA Portugal não levou em consideração a data da compra, mas sim a data do levantamento, o que resulta numa má gestão de stock e prejudica os clientes que, como eu, realizaram o pedido e o respetivo pagamento antecipadamente. Recebi uma nota de crédito relativamente às duas estantes que estavam com o preço promocional de 29,99€ cada unidade. No entanto, após o término dos saldos, o preço da estante subiu para 69,99€ a unidade. Exijo que a minha encomenda seja mantida ativa até que o stock seja renovado e que o valor promocional de aquisição seja respeitado. Ainda, que realizem a respetiva entrega em minha casa, gratuitamente, já que paguei por um serviço de transporte privado para ir ter comigo e transportar o total das encomendas e naquele dia voltei para casa com uma encomenda parcial. Aguardo uma resposta rápida e positiva a esta reclamação, e que a IKEA tome as medidas necessárias para resolver este problema de forma justa e adequada, assegurando que os direitos do consumidor sejam respeitados. Com os melhores cumprimentos, Fernando Júnior

Encerrada
M. M.
16/07/2024

Encomenda Não Recebida

Exmos. Senhores, Em24/06/2024 comprei-vos, através do vosso site, um/uma Bolsa interior Shad XOIB36 SH36 por 33,83€. A referência da encomenda é SOW24/22935. Em 16/07/2024, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada

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