Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Obrigado a pagar para acompanhar menor de idade
Fiz reserva de voo na Ryanair para dois passageiros, sendo um menor de idade, minha filha. Aquando do check in online foram atribuídos lugares separados no avião. Recorri ao apoio da Ryanair e foi- me dito que não tinha alternativa senão pagar para reservar lugar ao lado da minha filha, e que tinha mesmo de o fazer porque um menor não pode viajar sozinho! Acho inconcebível que por viajar com menor seja obrigatório a pagar mais para ter a minha filha menor junto de mim! Tive de gastar 33,50€ para ida e regresso para selecionar os lugares e ainda por cima colocaram a menor na zona com lugares mais caros para onde tive de me mudar! Tudo nesta companhia aérea é feito para cobrar valores extra!
Encomenda nao entregue
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao serviço de entrega da transportadora DPD, associado à encomenda com o número de tracking 13840121280798, feita através da plataforma Wallapop, com entrega prevista para o dia 09/07/2025. No seguimento da encomenda, o tracking indicava que esta se encontrava "em distribuição" às 09h59 do dia 9 de julho. Estive em casa praticamente todo o dia e, nos períodos em que estive ausente, esteve sempre alguém presente no local indicado para a entrega. Contudo, pelas 18h39, o tracking foi atualizado com o código 402 – retorno a armazém para entrega, e, surpreendentemente, apenas 11 minutos depois (às 18h50), surgiu no sistema uma POD (prova de entrega) com uma assinatura ilegível (um simples risco) e um comentário com o meu nome. Não recebi a encomenda, nem fui contactado, nem foi deixado qualquer aviso ou tentativa de entrega. Esta situação é grave e levanta sérias dúvidas quanto à veracidade da referida prova de entrega. Não é a primeira vez que ocorrem atrasos e falhas de comunicação por parte desta transportadora, mas esta situação ultrapassa todos os limites aceitáveis, com um alegado retorno a armazém seguido de uma "entrega" fictícia.
Drive on Holidays Provided Dangerous Tires – Refuses to Reimburse €480 After Authorizing Replacement
We rented a vehicle from Drive on Holidays in Porto and discovered—after a tire burst on the highway—that the tires were in life-threatening condition. Upon inspection by a certified tire shop, all four tires were found to be structurally damaged and dangerously worn down. We were told it was unsafe to continue driving. The rental company authorized us to replace all four tires due to the critical condition, and we paid €480 out of pocket. They confirmed by phone and email multiple separate times that we would be reimbursed. However, it’s now been over three weeks, and despite repeated follow-ups: • Our calls are being declined; • WhatsApp messages are ignored; • On one occasion, they told us reimbursement would happen upon vehicle return—but after we returned it, they suddenly said it’s not possible. The tires were not roadworthy, posing a serious risk to our safety and others. We lost an entire vacation day replacing them and spent €480—money that was promised to be refunded and still hasn’t been. This is an unacceptable and dangerous failure of duty from a professional rental company. We request immediate intervention so our expenses are reimbursed, and action is taken to prevent others from being put at similar risk.
Não recebi o que encomendei e não me devolvem o dinheiro
Exmos. Senhores, A 03/07/2025 recebi uma encomenda da Primor no valor de 42,64€, onde supostavamente deveriam estar 2 (DOIS) items. No entanto, dentro da caixa só estava UM DOS ITEMS que encomendei, e faltava um (no valor de 19,99€). Já efetuei vários contactos (ticket 1874932 de dia 04/07) junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que a encomenda saiu inteira das vossas instalações e que não houve nenhum erro. Pediram-me fotos da caixa e enviei as fotos da caixa onde podiam ver o peso em gramas. Não deitei a caixa fora caso sejam necessário provas de que NÃO RECEBI O ITEM QUE PAGUEI. Eu não sei se foi nas VOSSAS instalações ou na transportadora que alguém violou a minha encomenda - mas eu VOLTO A REPETIR que a minha encomenda NÃO CHEGOU NA SUA TOTALIDADE. Eu encomendei e PAGUEI por dois items e só chegou 1 (UM). Não sei se alguém DA VOSSA EMPRESA, que ao embalar a encomendar e depois de pesar retirou um dos items da caixa, ou se foi a transportadora. Mas a encomenda chegou a mim VIOLADA. Eu encomendei e PAGUEI por dois items e só recebi 1. Vocês ficaram-me com 19,99€ e nunca me enviaram o que paguei. Vão às câmaras de vigilância ver quem empacotou, comparem o peso em gramas, façam o que quiserem. Mas eu não recebi um dos items e exijo o meu dinheiro de volta.
Vítima de fraude
Exmos. Senhores, Venho por este meio comunicar que fui vítima de fraude relativamente à subscrição do serviço Netflix associado à minha conta Vodafone. Desde março de 2025, alguém acedeu indevidamente à minha conta Netflix, alterou o e-mail associado e, desde então, não consigo aceder nem cancelar o serviço. Tenho continuado a ser cobrado mensalmente por um serviço do qual não usufruo há vários meses, apesar de não ter qualquer controlo sobre a conta. Adicionalmente, também não consigo aceder à HBO Max, que está ou esteve associada à minha conta Vodafone. Gostaria de saber se esta situação pode estar relacionada com a mesma fraude ou com algum problema técnico resultante do acesso indevido. Dada a situação, exijo: O cancelamento imediato do serviço Netflix associado à minha conta; A devolução dos valores cobrados desde março de 2025, uma vez que se trata de um uso fraudulento do serviço; A verificação do acesso e funcionamento do serviço HBO Max; A criação de um ticket de suporte ou bilhete de acompanhamento para que possa seguir o estado do processo até à sua resolução. Fico a aguardar uma resposta urgente e a devida regularização da situação. Com os melhores cumprimentos
campanha Festival de Verão / saldo em cartao
Exmos. Senhores, No passado dia 28 de Junho ao abrigo da campanha Festival de Verão que ocorreu de sexta 27 de Junho a domingo 20 de Julho de 2025 adquiri um corta relva BESTGREEN REF 3505390095317 pelo valor de 249€ (fatura anexo). Esta campanha previa a devolução do IVA em cartão, para utilização deste valor até dia 13 de Julho. Nesse mesmo dia fiz o cartão, o qual me foi atribuido com o número 3250390230001448579 (foto anexo). Hoje dirigi-me ao Bricomarché de Famões pois tinha feito a encomenda de uma ventoinha nebolizante e mais um conjunto de material. No momento em que estou na caixa para pagamento os artigo, fui informado que o cartão não tinha qualquer quantia associada, e que não havia sido carregados quaisquer dados no mesmo. A sugestão que me foi dada, foi entrar em contato com a loja de compra para regularizar a situação e eu poder usar o saldo. Acontece que fiz 36 tentativas de chamada (hoje:12/07/2025) para a vossa loja, as quais sem qualquer sucesso. Tendo em conta que a campanha para utilização do IVA termina já amanhã (13/07/2025) e não tendo uma forma de poder usar o valor, solicito da vossa parte uma resolução para o tema em epigrafe por forma a conseguir usufruir das condições de compra. Cumprimentos.
Sem pedido nem reembolso
No passado sábado, pedi pela glovo um pedido de McDonald's e outro de burguer King, o de McDonald's entretanto chegou mas o do burguer King nunca chegou, mas que dava como recebido. Prontamente, liguei para o estabelecimento do burguer King a pedir esclarecimentos no qual estes me disseram para falar com o suporte da glovo. No suporte da glovo disseram me que iriam passar para uma equipa especializada e responderam me hoje a dizer que não irão reembolsar o meu pedido. No qual nunca cheguei a receber o pedido nem o dinheiro.
Encomenda não entregue por cancelamentos consecutivos da transportadora
Exmos., Senhores, No dia 30 de junho de 2025 realizei a encomenda de um combinado LG e um microondas no vosso site online, aproveitando a campanha sem IVA e a rapidez anunciada no site, nomeadamente, a promessa de entrega em 24h. Além da encomenda de um novo combinado comprado na vossa loja, solicitei também a recolha do equipamento antigo (Frigorífico combinado), para a recolha desse equipamento foi-me exigido que o mesmo fosse desligado e livre de quaisquer líquidos para que a recolha fosse efetuada, o equipamento foi desligado no dia 1 de julho de 2025 de forma a garantir que no prazo de entrega do novo equipamento, prometida pela loja que o mesmo estava nas condições exigidas, pelo que me encontro sem frigorifico com todos os inconvenientes que essa situação causa, nomeadamente o perecimento de alimentos e os prejuízos económicos daí resultantes. No dia 2 de julho fui contactada pelo vendedor com a informação de que só receberia o produto no dia 9 de julho de 2025, o que configura uma violação das condições contratuais, uma vez que era assumido pelo vendedor a entrega do produto 24h após a confirmação da encomenda, pelo que não só a encomenda no dia 9 de julho se mostra extemporânea face ao prazo assumido pelo vendedor bem como o contacto efetuado no dia 2 de julho. Foi solicitado ao vendedor a entrega num prazo pós-laboral por diversas vezes assumido pelo vendedor que se fixa no período compreendido entre as 18h e as 20h. De todas as vezes que contactei o serviço de apoio ao cliente do vendedor, este não se mostrou diligente na resolução de toda esta situação, isto é, a entrega dos produtos comprados e a recolha do produto antigo. De recordar que, desde o dia 1 de julho de 2025 que me encontro sem frigorífico uma vez que era condição de recolha do antigo equipamento que o mesmo se encontrasse desligado e devidamente limpo (tal como disposto no ponto 10 - Recolha do Usado, dos termos e condições da Rádio Popular), acreditando que o novo equipamento seria entregue em 24h, como prometido. Nesse sentido considero que os meus direitos como consumidora foram violados. Atendendo ao ponto 7 - “Entrega de Encomenda” dos termos e condições da Rádio Popular, é expresso que no caso de encomendas de grande porte (mais de 20kg) como é o caso, é descrito que a mesma pode ser feita entre as 14 e as 20h, não se compreende assim a falta de diligência do apoio ao consumidor do supracitado vendedor para com a cliente na entrega do equipamento num período horário por esta solicitado, nomeadamente, entre as 18h e as 20h, pois, é o horário em que a entrega será efetuada com sucesso. Tendo em conta que o equipamento e o serviço de recolha do equipamento antigo foram feitos na loja online da Rádio Popular, aplicam-se à presente relação contratual além das disposições referente à Defesa do Consumidor previstas na Lei 24/96, de 31 de julho as disposições previstas no DL. 24/2014, de 14/02 (Contratos Celebrados à Distância e Fora do Estabelecimento Comercial). Desde logo, o art.º 9.º, n.º 1 da Lei 24/96, de 31 de julho estabelece que o consumidor tem direito à proteção dos seus interesses económicos, imponde-se nas relações jurídicas de consumo a igualdade material dos intervenientes, a lealdade e a boa fé, nos preliminares, na formação e vigência dos contratos, ora, na presente relação contratual é por demais evidente a violação do princípio da boa fé e da lealdade, na medida em que em todos os contactos efetuados ao apoio ao cliente, demonstraram-se infrutíferos e muitas vezes desagradáveis, na medida em que o responsável pelo atendimento não se demonstrou diligente na resolução da situação tendo até desligado o telefone num desses contactos. Num outro contacto foi a consumidora informada de que entrariam em contacto, tal não aconteceu até ao presente momento. Estabelece o artigo 19.º, n.º1 do DL. N.º 24/2014 de 14/02 estabelece que salvo acordo em contrário entre as partes, o fornecedor de bens ou prestador de serviços deve dar cumprimento à encomenda no prazo máximo de 30 dias, a contar do dia seguinte à celebração do contrato, ora, na situação descrita o prazo acordado entre as partes eram as 24h sugeridas pelas empresa, pelo que a não entrega do equipamento nesse período dá lugar a incumprimento contratual e consequente resolução do contrato celebrado com obrigação da parte do fornecedor dos bens à restituição dos valores pagos previsto no n.º 2 do art.º 19.º do DL n.º 24/2014 de 14/02. Tendo em conta a situação descrita e aos normativos violados pela Rádio Popular venho por este meio reiterar que seja acordado entre as partes um dia e hora para que se possa proceder à entrega do novo equipamento e recolha do antigo, caso assim não suceda ver-me-ei obrigada a recorrer aos meios alternativos de resolução de litígios, onde além da restituição dos valores em dívida pela parte da Rádio Popular, será também requerida a reparação dos danos patrimoniais resultantes do prazo em que me encontro sem frigorifico. Aguardo resposta. Joana Pereira
DAZN Portugal - Promoção “2 meses grátis” enganosa — fidelização escondida até 2026
Exposição Senhores, Aderi à plataforma DAZN através de uma promoção que anunciava "2 meses grátis" no dia 8 de julho. Não consegui assistir o jogo que queria e pedi o cancelamento do serviço com menos de 24h. Após fazer o cancelamento, recebo a mensagem de que o serviço estaria disponível até o fim do contrato, que teria duração de 1 ano e que seriam cobradas mensalidades até o fim do contrato. Porém, no ato da subscrição não havia qualquer indicação clara e visível de fidelização obrigatória. Esta condição não foi apresentada de forma transparente no momento da adesão. A comunicação da campanha induz o consumidor em erro ao destacar o benefício dos “2 meses grátis” sem esclarecer o compromisso de 12 meses, portanto rejeito o argumento de que “os termos estavam disponíveis”, pois não estavam destacados nem claros durante o processo de subscrição. Considero esta prática enganosa e abusiva, e solicito: 1. O cancelamento imediato da subscrição; 2. A anulação de qualquer obrigação de pagamento futura é anual; 3. Um compromisso da empresa para rever a transparência da sua comunicação promocional em Portugal. Ainda em conformidade com o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que rege os contratos celebrados à distância, tentei exercer o meu direito de resolução dentro do prazo de 14 dias. Fui, contudo, informada da suposta obrigação de cumprir um período de fidelização de 12 meses, com pagamentos até julho de 2026. Rejeito veementemente essa imposição, com base em dois fundamentos claros: Falta de Informação Pré-Contratual: Em nenhuma fase do processo de adesão fui informada de forma explícita e destacada sobre a perda do direito de livre resolução com o início da execução do serviço, conforme exige a lei. Incumprimento do Dever de Confirmação: Não recebi qualquer confirmação do contrato celebrado em suporte duradouro (e.g., e-mail), o que, por si só, prolonga o meu direito de resolução. Nestes termos, e ao abrigo da legislação em vigor, exijo o cancelamento imediato e sem quaisquer penalizações do referido contrato. Recuso o pagamento integral do plano anual. Na ausência de uma resolução no prazo de 5 dias úteis, darei seguimento a este processo através de uma reclamação formal junto da Direção-Geral do Consumidor, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e de outros meios legais ao meu dispor. Sem outro assunto,
Encomenda não recebida / ausência resposta
Bom dia. Realizei a compra de um conjunto de mesa mais cadeiras no site Tugaenvios. Paguei por mbway no dia 29 de junho no valor de 32€ e até ao momento não recebi o artigo nem fatura do pagamento. Não consigo contactar ninguém responsável. Não respondem aos emsils enviafos e o telemóvel está inativo. Tudo me leva a crer que foi uma burla. Com os melhores cumprimentos, Susana Martins
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
