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Segunda Via de Fatura Negada
Olá, Tenho uma TV eSmart 32 Polegadas, oferecida pela Vodafone. Foi 1º vez a assistencia e voltou com outro problema. Ao pedir 2º via de fatura, foi me negada e disseram que tem de recorrer a marca, entretanto, a a marca não existe suporte em Portugal. Ao telefone mandam-me a loja e quando vou a loja, mandam-me ligar ao telefone. É um descaso brutal já fui 6 vezes a loja, cada vez que vou a loja tenho de andar a gastar gasóleo por 1 hora. Quero a fatura ou documento que possa dar entrada na garantia.
Recusa de Cancelamento de Contrato Dentro do Prazo de Livre Resolução (Contrato com DAZN)
Para: DAZN Limited DECO Proteste Reclamante: IOMM (iniciais) Data da Reclamação: 14 de julho de 2025 Descrição dos Factos: No dia 9 de julho de 2025, celebrei um contrato de subscrição para o serviço de streaming DAZN. No dia 14 de julho de 2025, dentro do prazo legal de 14 dias, tentei exercer o meu direito de livre resolução, conforme estipulado no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância. A empresa invoca a cláusula 5.8 dos seus Termos e Condições para recusar o cancelamento, a qual afirma que o utilizador renuncia ao seu direito de resolução ao iniciar a transmissão de conteúdo. Fundamentação da Reclamação: A referida cláusula 5.8 é manifestamente abusiva e, por conseguinte, nula, à luz da legislação portuguesa e europeia de defesa do consumidor. O direito de livre resolução é um direito imperativo e irrenunciável, concebido para proteger o consumidor em contratos celebrados à distância. De acordo com a lei, a perda deste direito pelo início da execução do serviço só é válida se o consumidor der o seu consentimento prévio e expresso para o início da execução e, simultaneamente, reconhecer que perde o seu direito de livre resolução com esse início. A simples aceitação de termos e condições gerais, que contêm uma cláusula de renúncia genérica, não cumpre estes requisitos legais. A imposição desta cláusula constitui uma prática comercial desleal, que viola os direitos que me assistem enquanto consumidora. Pedido: Face ao exposto, e com o apoio da DECO Proteste, venho solicitar: O reconhecimento do meu direito de livre resolução e o cancelamento imediato e sem quaisquer encargos do contrato de subscrição com a DAZN. O reembolso integral de todos os montantes pagos, no prazo máximo de 14 dias, conforme determina a lei. Que a DAZN seja instada a remover ou a alterar a cláusula 5.8 dos seus Termos e Condições por ser contrária à lei e lesiva para os consumidores em Portugal. Agradeço a vossa intervenção na resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida após cancelamento de contrato
No passado dia 25 de junho fiz um pedido de cancelamento de gás natural porque tinha trocado o único equipamento a gás que tinha em casa (um esquentador) por um termo-acumulador a eletricidade. No pedido de cancelamento informaram-me que tinha de esperar até 3 de junho para recolherem o contador de gás. No dia 3 de julho ninguém veio recolher o contador de gás. Fiz uma reclamação e informaram-me que não teria de pagar mais gás (consumos e tarifa de acesso à rede) posterior a 35 de junho. No dia 13 de julho recebo uma fatura a cobrarem-me consumos de gás e tarifa de acesso à rede posteriores a dia 3 de julho. Isto é um roubo. Se pedi para cancelar o serviço. Se nem tenho equipamentos a Gás em casa, porque é que tenho e pagar? Os senhores da Galp culparam a Lisboa Gás pelo sucedido. Contudo, não compreendo porque é que a Lisboa Gás não ter recolhido o contador é um problema meu. A Galp cobra INDEVIDAMENTE o clientes que pedem o cancelamento do serviço. Pagar por um serviço que já rescindimos não faz sentido e é um roubo. Após mais um contacto com a Galp em que pedi para me emitirem uma nova fatura até 25 de Junho, informaram-me que teria de continuar a pagar até ao técnico recolher o contador de gás. Então, se o técnico apenas recolher o contador de gás em 2026 eu terei de continuar a pagar o serviço?! Como é que isto é sequer legal?
Prazo de entrega extrapolado
Exmos. Senhores, Em 13/04/2025 adquiri um Sofá chaise longue esquerda natural BLOOM, pelo valor de 769,30 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada no prazo de 45 dias úteis. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços nos dias 30/04, 24/06 e 08/07 e obtive a resposta de que o bem seria despachado no dia 03/07, mas até então não o recebi e nem obtive retorno de meu último contato. Cumprimentos.
Reembolso de cobrança duplicada
Exmos senhores, no dia 02/07/2025 as 14h36, fui efetuar o pagamento do almoço que eu e meu esposo fizemos no restaurante Il Duca em Paris, na morada 26, rue Yvonne le Tac 75018. O almoço ficou em 45,40€ onde havíamos realizado a reserva pela aplicaçao THE FORK, no momento do pagamento o The fork nos deu a opçao de pagar pela aplicaçao, o qual fizemos, e ao apresentar para a proprietaria do restaurante o pagamento feito pela plataforma do The fork, a mesma disse que nao valia o pagamento por lá e que deveriamos pagar por Multibanco, o que foi feito, pois ela informou que a plataforma THE FORK faria a devoluçao, mas o que até o momento nao ocorreu, dessa forma, pagamos duas vezes o almoço que fizemos no restaurante, fizemos a tentativa de estorno com a aplicaçao The Fork mas eles nos responderam por email que nao há o que fazer pois nao conseguem falar com o restaurante e nao tiveram retorno, dessa forma nos orientaram que procurassemos o restaurante, o que fica impossível pois moramos em Portugal. Segue anexo do email que eles nos devolveram sem a resoluçao do caso, anexo tambem o recibo do pagamento que fizemos no restaurante através do multibanco e anexo tambem do print da aplicaçao The fork que pagamos pela aplicaçao.
Devolução da encomenda
Exmos. Senhores, Em 30.06.2025 comprei-vos, através do vosso site, um vestido Longo Fía Flows por 59,94€. A referência da encomenda é BL57811. Em 30.06.2025, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Brinde não recebido
Boa tarde, desde Maio que estou à espera do brinde da Deco Proteste (PT1117051 - Meu Presente). Já reclamei duas vezes, até ao momento sem sucesso. Cumprimentos
Serviço não efetuado
No dia 11-07-2025, conformeb v/Fatura FRE OFRB04/3260, adquiri por 50 euros, duas viagens que segundo o folheto turístico que nos foi entregue, no momento, comportava a ida a 4 ilhas, tendo a viagem sido feita só a duas, o que no final contestámos junto da receção, Sra Christine Heitzmann, a quem informámos que iamos reclamar, por nos sentirmos enganados.
Encomenda não entregue
Exmos. Senhores, Em(01/07/2025 adquiri um JRL Máquina de corte profissional Cordless JRL FF2020C , da marca Officialaltacosmetica , pelo valor de 140 €. O pagamento foi efetuado no momento por MBWay. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (3/4 (Dias Úteis). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei várias chamadas, que seria entregue entre dia 11/07 ou 14/07 e obtive a resposta de que o bem está para entrega, mas sem resposta! Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Por favor não comprem nada nesta loja! É puro burlo e engano pela a loja realmente oficial. Cumprimentos.
Recusa de transferência de titularidade de crédito automóvel
Venho por este meio apresentar queixa contra a Cofidis, na sequência de várias tentativas de resolução de uma situação de crédito automóvel, relativamente ao qual sou 2.ª titular. O crédito em questão foi adquirido para um veículo que, na prática, é utilizado e pago pelos meus pais, sendo o meu desejo sair como co-titular, mantendo-se o crédito ativo, mas com a alteração de titularidade para os meus pais, que sempre suportaram os encargos do mesmo. Contactada a Cofidis, foi-me indicado que a única forma de me desvincular seria através de: -Liquidação total do crédito, ou -Um pedido de novo crédito em nome dos meus pais, para pagamento do atual. Ora, esta solução implica novos encargos e juros adicionais para a mesma operação, quando seria possível tecnicamente dar continuidade ao crédito existente com alteração de titularidade, mediante nova análise de risco aos novos propostos titulares. Considero esta postura abusiva e sem razoabilidade, obrigando a custos desnecessários para os clientes quando o contrato em vigor poderia prosseguir sem interrupções, apenas com alteração de titularidade, não colocando em causa a segurança do crédito para a instituição, uma vez que os pagamentos continuam a ser efetuados pelos mesmos responsáveis. Solicito que esta situação seja analisada, considerando que a recusa injustificada de alteração de titularidade configura uma prática que penaliza desnecessariamente o consumidor, sendo uma forma indireta de obrigar ao pagamento de novos juros e comissões para uma operação que poderia ser resolvida de forma justa e transparente. Aguardo a vossa análise e resposta
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