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Medicare - Anulação de pseudo contrato n.º 45100267964
Em fevereiro deste ano fui contactado telefonicamente para subscrição de seguro Medicare Platinium Mais. Por simpatia e respeito a quem ligou, respondi ao que me questionaram, mas como pretendia falar sobre o assunto com a minha esposa, pedi para me mandarem as condições por email. Verifiquei que a minha esposa e filha tinham seguros de saúde das empresas onde trabalham, e que também eu tinha um outro seguro ativo. A Medicare envio as condições foram-me enviadas por e-mail e respondi não ter interesse na subscrição do seguro, e não as devolvi assinadas. Fui recebendo avisos de cobrança por email a que respondi sempre que não tinha aceitado o seguro. Por cada email enviado a informar que o seguro não foi subscrito recebo chamadas repetitivas e inconvenientes, brincando com o meu tempo e paciência, que de tão esgotada, já me obrigo a não atender nº desconhecidos, tal a perseguição pois a Medicare insiste em não corroborar com a lei e tenta vencer pelo cansaço. Repito que a marca não tem qualquer tipo de assinatura minha, o que invalida o contrato supostamente existente. Juridicamente estou protegido pelo Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços“. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam a anulação deste pseúdo-contrato bem como a retirada dos meus dados da base de dados da Medicare ao abrigo do RGPD s suspensão total de contatos telefónicos. Mário Silva
Order is not received and refund is not given
Dear Sir or Madame, I ordered the service from Dr.online.pt website, medical check up for exchanging a foreign driver's licence.bon 14 October 2024. I was told that iit would be done in 15 minutes and was told to pay 35 euros and I did. However after I paid, one of the staff told me that the service could not be delivered because there was a problem with IMT system or a cyber attack. I asked for the refund but the company has not replied and never give methe refund. If you need information, feel free to contact me. Please help and advise. Best Regards, Korakot Pajaroensuk (Kora)
Cobrança Indevida Fatura
Exmos. Senhores, Fui a Cuf de Torres Vedras no dia 04/11 para atendimento permanente pois estou grávida e estava com dores fortes do lado esquerdo do útero. O Dr Carlos Alberto me atendeu e disse que não havia a possibilidade de me passar para nenhuma ginecologista obstetra pois não tinha disponibilidade na unidade. Ele fez uma carta me encaminhando para Cuf Descobertas. Realizei o pagamento no valor de 87,50 euros na CUF de Torres Vedras no qual fui informada pelo Dr que eu NÃO precisava pagar novamente pela consulta na Cuf descobertas. No dia 05/11 passei na consulta na Cuf descobertas atendimento permanente e me cobraram o valor de 104 euros. Os dois funcionários que me atenderam na recepção assim que eu cheguei me disseram QUE EU NÃO PRECISAVA PAGAR. Mas no final quando eu sai da consulta fui confirmar com outro funcionário e ele disse que eu tinha que pagar. Agora a CUF descobertas está alegando via e-mail que a outra CUF de Torres Vedras tem que anular a fatura NO QUAL EU JÁ PAGUEI e eu tenho que pagar a fatura da CUF descobertas. NÃO TEM SENTINDO ALGUM O QUE ESTÃO ALEGANDO. Como vão anular uma fatura na qual eu já paguei?? A CUF Torres Vedras diz que esse procedimento não existe. Que a CUF descobertas tem que anular a fatura. OU SEJA, cada CUF diz uma coisa diferente. QUE ABSURDO! E eu sou a maior prejudicada nesse história. Já informei que me RECUSO a pagar. Cada CUF diz uma informação diferente a maior prejudicada nessa história SOU EU! É o MEU DINHEIRO QUE ESTÃO A BRINCAR. Fico no aguardo da CUF DESCOBERTAS ANULAR ESSA FATURA NO VALOR DE 104 euros que me foi cobrada INJUSTAMENTE. Tenho todos os anexos comprovando tudo. A Carta do Dr e o recibo de pagamento Cumprimentos. Julia
Cancelamento de consultas
Exmos. Senhores, No dia 17 de fevereiro de 2024 dirigi-me ao Trofa Saúde Maia para uma consulta de dermatologia com o Dr. Egídio Freitas, que me receitou uma medicação e recomendou marcar consulta passado 6 meses para avaliar os resultados da medicação. Por indicação médica procedi à marcação de nova consulta para o início do mês de agosto. No dia da consulta, fui contactada pelo Trofa Saúde a indicar o cancelamento da mesma a pedido do Dr.. Como pretendia ser avaliada pelo Dr. Egídio, pedi a remarcação da consulta para nova data de acordo com a disponibilidade do mesmo. Deste modo, ficou marcada para o final do mês de Agosto. No mesmo dia da consulta, voltei a ser contactada pelo Trofa Saúde a cancelar a mesma, afirmando que se devia à falta de disponibilidade do Dr. Egídio. Mais uma vez, pedi a remarcação da consulta - desta vez fui informada que o Dr. só teria disponibilidade no dia 5 de Novembro. Aceitei e prossegui com a marcação. Uns dias antes da consulta fui notificada pela app para confirmar a minha presença, a qual confirmei. Para minha surpresa, na tarde de dia 5 fui contactada por chamada telefónica pelo Trofa Saúde a informar o cancelamento da consulta, afirmando que o Dr. apenas voltaria a dar consultas em Fevereiro de 2025. Neste sentido, venho por este meio expor a minha indignação perante esta situação, considerando que os meus interesses enquanto paciente não estão a ser assegurados pelo vosso Hospital pela falta de compromisso do vosso corpo clínico. Questiono de que forma posso dar seguimento ao meu tratamento se o Doutor nunca tem disponibilidade para me observar? Cumprimentos, Valéria Rocha
Crime de omissão
No dia 28 de Outubro acompanhei a minha mãe, Celeste Conceição Ferreira Ricardo, para uma operação às cataratas. Esta operação foi marcada pelo doutor André barata, mas o médico responsável no dia da operação foi Rafael José marques pires. Chegamos às 15 horas onde dirigimos aos serviços de unidade cirurgia. Apartir daqui a minha mãe ficou nas mãos dos profissionais deste serviços. Informaram que iriam telefonar quando operação acabasse. Por volta das 18.50 desloquei-me para a unidade de cirurgia ambulatório onde foi operada. Aqui tive com a minha mãe ainda a andar pelos seus próprios pés. Estava ao lado dela quando me informou que sentia uma dor de cabeça enorme. Foi aqui que chamei a enfermeira que estava de serviço e pedi para tirar a tensão. Então verificou que estava 200/99, e fiquei a saber que 1 hora antes de ser operada a sua tensão estava 164/71 às 16.00. Apartir daqui a enfermeira deu um medicamento para baixar a tensão e mandou me para esperar na sala de espera. Passado mais ou menos 30 minutos chamou-me e perguntou se a minha mãe tinha por hábito de perder a memória e falar de uma forma lenta, eu disse que não e quando a vi já estava encostada e completamente diferente, com a cara mais enchada, olhos e a boca de lado a arrastar a voz, já não conseguia dizer a simples palavra casaco e dizia "cacaco" . Percebi logo que se tratava de um avc ou algo parecido e alertei desse facto, mas as enfermeiras dizeram que estava nervosa e para me acalmar que devia ser da anestesia. Foi aqui que chamaram o anestesista que teve presente na operação. (O nome vai no relatório que ainda não me enviaram) o próprio anestesista verificou que poderia ser efectivamente uma avc. Mas o resto da equipa continuava a mexer na minha mãe como não fosse uma avc. Levantaram-na e tentaram que ela andasse,mas ela nem conseguiu. Apartir daqui deram a alta e dizeram que ali não podiam fazer nada e eu tinha que dirigir às urgências e tirar uma senha para ir à triagem e dar entrada nas urgências. Então foi a correr para as urgências e tirei a senha! Aqui demoraram muito tempo porque não tinham desbloqueado informaticamente a alta da operação às cataratas, fui a correr para junto da minha mãe que se encontrava já numa maca no meio do corredor virada de lado e a vomitar já mais inchada e frustrada mas tentava dizer parq irmos embora. Falei com o médico de serviço, André pina Monteiro Pereira, o qual me disse que nada podia fazer enquanto a ficha não fosse desbloqueada do outro departamento, e como não tinha a ficha dela no sistema das urgências não podia ajudar. Então tive a explicar que ela vinha de dentro do hospital de uma operação às cataratas, mas ele continuava a dizer que não podia fazer nada, nisto tudo a minha mãe já estava a perder os sentidos. Desdas 19.00 até às 21.00 a minha mãe permaneceu no corredor das urgências à espera de ser atendida. Fui obrigada a preencher um formulário para dar consentimento para realizar um tac, só depois é que ela pode fazer o tac, eu só dizia "como é possível colocar as burocracias há frente de uma vida humana" estava incrédula. Finalmente levaram a minha mãe para realizar o tac, deviam ser 21.15. Quando minha mãe voltou do tac já o comportamento dos enfermeiros e do médico foi diferente. Mas ainda queriam levanta-la para vestir e despir mas a enfermeira Bárbara "passou-se" e gritou para não mexerem nela "ela tem de ficar quieta". Aqui chamaram-me e dizeram.que se tratava de um Avc hemorrágico e que ela tinha que ir para uci, mas primeiro tinha de efectuar o pagamento, que no principio eram 750 euros, mas depois o mesmo médico foi ter comigo à recepção e disse que seria operada e aqui o valor passou a ser 4000 euros. Efectuei o pagamento para a minha mãe ir para uci. Apartir daqui deixaram-me sozinha num gabinete sem estar acompanhada deviam ser umas 22.00 e durante este tempo perguntei se podia estar com a minha mãe. por volta das 23.00 dizeram que podia ir ver a minha mãe a uci (unidade de cuidados intensivos). Foi sozinha para este serviço. Quando deixaram entrar vi a minha mãe ligada e entubada a respirar através de bomba de oxigénio. Fiquei em choque. Perguntei se iam operar e dizeram.que o neurocirurgião ainda não tinha chegado mas já tinham chamado. Este só chegou passdo algum tempo. Foi quando ele chamou-me, o doutor Lino Vieira Fonseca, por volta das 00.00 reuniu-se comigo e mais a enfermeira de serviço e informou-me que não ia operar a minha mãe dada a idade 78 anos e pelo facto de já ter tido um avc anterior achou que não devia operar. Este dia terminou desta forma onde estive todo tempo sozinha nesta situação tão complicada, sem apoio de ninguém. No dia seguinte recebo um telefonema da mesmo médico (Lino Vieira Fonseca) a pedir para decidir se devia operar ou não. Se não fosse operada acabava por morrer em horas e se operar se ela sobrevivia mas não sabia qual as sequelas que poderia ficar. Fiquei sem saber o que dizer, senti que estava nas minhas mãos a decisão da vida da minha mãe. Tive que consultar os meus irmãos, mas dizeram que tunha pouco tempo. Então passado ums 10 minutos telefonei a dizer para operar. Nesse dia quando cheguei aos serviços uci a minha mãe encontrava-se em coma enduzido. Tive sozinha uma reunião com 3 médico um era o mesmo da noite anterior (Lino Vieira Fonseca) o outro era Rui e o outro não consegui obter o nome, e informaram que o estado da minha mãe era um diagnóstico muito reservado, aqui o discurso do facto da minha mãe ter 78 anos já não veio à conversa, nem o médico queria bater nesse assunto. Mas questionei, como era possível na noite anterior não era para operar pelo facto de se tratar de uma pessoa de 78 anos e no dia seguinte ser pressionada para ser operada? Depois foram 5 dias ( pagar 980 euros só pelo internamento sem o resto das despesas) . sempre nos serviços unidade de cuidados intensivos, onde vimos a minha mãe a morrer aos poucos e no último de vida é que decidiram falar na hipótese de colocar num quarto onde o valor era mais baixo, e foi aqui que acabou por morrer., no dia 2 de Novembro a minha mãe faleceu. Já fiz o pedido de todos os relatórios desde o dia da operação às cataratas até ao dia da sua morte e até hoje não obtive nenhuma informação, só tenho o papel da alta e da factura do pagamento dos 4000 euros. Como é possível a minha mãe que foi operada e teve este episódio antes da alta e deram a alta, para depois obrigarem a fazer um percurso como ela viesse do exterior e entrasse pela urgências como uma nova doente? Não actuaram e nem usar o corredor AVC. Isto tudo tem um nome crime de omissão e negligência médica por terem operado uma paciente com hipertensão e a tensão alta.
Devolução Inferior ao valor pago
Exmos Senhores, Efectuei uma compra no vosso site,(FMRSKTDEL) a qual foi anulada unilateralmente pela vossa parte (alegando que não podiam entregar na minha área). Contudo o valor da devolução efectuada foi inferior ao que paguei, sendo da vossa responsabilidade os encargos suportados com as tarifas pois unilateralmente quebraram um acordado. Embora seja um valor irrisório, a vossa atitude é pouco ética e repugnável por isso quero a restituição do mesmo. Obrigado Com os melhores cumprimentos Afonso Gouveia
Não houve assistência após compra
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO)Comprámos um aparelho auditivo que um dos audios se avariou numa pequena queda e que ainda estava na garantia, depois de várias tentativas cá veio uma técnica e levou o dito para arranjar e com o jtempo a passar (meses)e vários telefonemas disseram que vinha cá um técnico fazer um molde do ouvido para fazer um novo porque aquele não tinha arranjo. Depois de varias semanas sem dizerem nada e após mais telefonemas recebo a triste notícia de que já não faziam aquele aparelho e que me iam devolver o avariado e claro a garantia já tinha passado (não admira estiveram meses a queimar tempo)e claro disseram que tinham agora uns aparelhos novos e mais modernos que poderia comprar,só que eu estou ainda a pagar por uns aparelhos a módica quantia 4400 euros +pelo empréstimo bancário =5009,56 euros sem nenhum usufruto. Cumprimentos. António Amaral
Reclamação de Procedimentos administrativos e má qualidade no atendimento
Exmos. Senhores, Venho através deste canal expressar minha total insatisfação com o atendimento prestado pelo Hospital Particular da Madeira na segunda-feira, 04/11/2024. Estive duas vezes no Hospital, dia 01/11/2024, ao qual relatei a médica Dra. Cláudia Rocha, os sintomas que levaram-me a procurar atendimento médico, no domingo tive uma piora dos sintomas e apresentei muita dor abdominal o que me fez voltar na ultima segunda feira. Fui atendida por uma médica chamada Yaneth Gonçalves, a dizer que faria TAC para um possível diagnóstico de Colite, Análises de sangue e que eu seria medicada na unidade para alívio dos sintomas descritos. Uma atendente abordou-me a indicar que a Tomografia e as Análises teriam o custo de 180€, infelizmente devido a já ter sido atendida na sexta-feira 01/11/2024 e já ter dispensado 70€ fora os custos de atendimento do dia 04/11/2024, não concordei em pagar 90€ pela tomografia, pois estava desprovida de meios para pagamento para tal. Coletaram as análises e nenhuma medicação foi aplicada, continuei a sentir dores na barriga e mal estar. Aguardei os resultados das análises e retornei ao consultório médico para conclusão do diagnóstico, que já havia me sido dito na sexta-feira, mas confirmado desta vez por um PCR algum tipo de infecção viral, em nenhum momento meu estado era grave, eu não estava internada e tampouco precisei da internação hospitalar mesmo a sentir dores e incómodos. Tendo assim confirmado o diagnóstico, a médica me prescreveu mais três medicamentos além dos que eu já havia dispensado pelo atendimento anterior e dispensou-me com uma baixa de três dias. No momento do pagamento da consulta, uma rececionista informou-me que eu teria que assinar um termo a indicar que eu me recusei a fazer o tratamento e que por isso teria que ser responsabilizada por isso deixando ali meu registo de negação aos tratamentos indicados pela médica. Não assinei termo algum porque este procedimento é totalmente ilegal da parte do Hospital, como mencionei eu não estava internada, fui ao hospital com meus próprios recursos, sem ambulância ou prestação pública/particular, portanto se a prezada Dra. médica tinha uma suspeita de diagnóstico e eu não podia pagar o tratamento de 90€, a mesma deveria indicar o tratamento em uma prescrição ou documento que me possibilitasse fazer o tratamento em outro estabelecimento, outra questão que coloco é que no momento que a funcionária administrativa falou comigo, informou-me que o valor de 180€ seria relativo às análises e Tomografia, em nenhum momento fui informada que a medicação estava incluída no custo de 180€ e sim as análises, eu não disse ou mencionei que não faria a medicação no hospital, até porque se fui até o local com fortes dores abdominais minha intenção ali era acabar com a minha dor. Conclusão: saí do local com dores, com mal estar, aborrecida com procedimento administrativo ilegal, porque este procedimento não é legal, deixo bem esclarecida esta informação pois, se eu cheguei ao local com dores, com meus próprios recursos, recebi um possivel diagnóstico de Colite e precisaria investigar, era evidente da parte médica uma insistência para a tomografia, por quê no momento em que discordei em pagar, a referida Dra. facultou-me uma prescrição para que eu efetue o procedimento fora do hospital conforme as minhas possibilidades financeiras? Eu não disse que não faria a tomografia, disse que naquele momento não tinha condições financeiras, dando-me o direito de fazer em qualquer outro lado o procedimento solicitado a um preço que eu possa pagar, fica bastante explícito e subentendido o tipo de processo e a forma que tratam os utentes quando trata-se do interesse financeiro da instituição. A rececionista foi mal educada e grosseira comigo, a demonstrar total falta de trato e profissionalismo porque não assinei documento algum a indicar que não fiz os procedimentos "porque não quis" enquanto claramente eu disse que tratava de uma questão financeira pra além desta informação as análises que custavam os tais 90€ não foram cobradas e eu saí do local com a informação de que me recusei a ser medicada, devido à informação completamente divergente dada pelo administrativo. Além de me facultarem uma das facturas que disseram que iam corrigir devido a erro da morada e até o presente momento não recebi o documento por e-mail conforme o combinado. Vocês tratam vidas, cuidam de pessoas, tratem-as com respeito do contrário, rasquem os diplomas médicos e fechem sua bela arquitetura, pois frente aos Centros de Saúde e o Hospital Dr. Nélio Mendonça, o que apenas difere esta instituição é o fato de pagar caríssimo por um péssimo atendimento. Cumprimentos.
Atendimento Kids Place - holmes place Oeiras
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar o meu profundo desagrado pela seguinte situação. Sou sócio do Holmes Place há quase 20 anos. Os meus dois filhos, de 4 e 7 anos, são sócios do Holmes Place Oeiras e aderentes do serviço Kids Place e desde os dois anos de cada um frequentam a modalidade que elegeram no clube, e por algumas vezes esse serviço . Nunca houve qualquer problema, apenas dei nota que os funcionários são cada vez mais jovens e menos experientes que os anteriores. Recentemente, por lapso e com o devido pedido de desculpas, no sábado, dia 2 de Novembro tive um atraso de 5 minutos, pois o alerta de fecho daquela atividade não soou e não dei conta como habitualmente . Hoje fui contactado como se fosse um criminoso por terem considerado que haveria "notas "de atrasos /incumprimento de horário e que se voltasse a acontecer as duas crianças ficariam privadas do serviço. Fiquei atónito. A saber: 1. Nos vários anos que foram passando, vi sempre flexibilidade nos horários das crianças,inclusivamente relativa a filhos de funcionários, que por vezes também ficavam depois da hora. 2. Apenas por uma vez tive um atraso de 5 minutos, recente, que foi dirimido com a funcionária com um pedido de desculpas. 3. Este contacto pelo Duty manager não deveria ser feito presencialmente? Essa não deve ser a máxima no contacto com o cliente, e a educação e a sensibilidade de por nao ter gostado da resposta tentar penalizar duas criancas menores? É terceiro mundista Cumprimentos.
Queixa sobre cobrança indevida de seguro e mensalidade no Ginásio Physical
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal contra o ginásio "Physical", localizado em Paços de Ferreira, relativamente à cobrança indevida de uma taxa de seguro e à exigência de pagamento de mensalidade para o cancelamento de adesão. Em Abril de 2024, apresentei uma declaração formal ao ginásio, na qual informava que, devido ao facto de não continuar a trabalhar em Portugal, não teria condições para manter a minha inscrição. O ginásio aceitou a minha declaração e procedeu à suspensão temporária da minha adesão, conforme acordado. No entanto, apesar de ainda não me encontrar a trabalhar em Portugal e de já ter comunicado a minha intenção de não continuar com a adesão, fui surpreendida com a cobrança de 20€ relativos ao seguro, mesmo estando em suspensão e sem utilizar as instalações ou serviços do ginásio. Além disso, agora, com o término do período de suspensão a aproximar-se, o ginásio exige que eu pague a mensalidade para proceder ao cancelamento definitivo da minha inscrição, apesar de ter apresentado uma justificação plausível para o pedido de cancelamento. Considero que a cobrança do seguro durante o período de suspensão, sem usufruto dos serviços, bem como a exigência de pagamento de mensalidade para o cancelamento, são práticas comerciais indevidas e em desacordo com os direitos do consumidor. Assim, venho solicitar a vossa intervenção para: - A devolução do valor cobrado indevidamente pelo seguro, tendo em conta que não usufrui dos serviços durante o período de suspensão e não tenciono retomar a adesão; - O cancelamento da minha inscrição sem a exigência de pagamento adicional, uma vez que apresentei uma justificação válida e legítima para o término do contrato; - A revisão das políticas de cobrança do ginásio, de modo a que situações semelhantes possam ser evitadas no futuro. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta no prazo legalmente estipulado para que esta situação seja resolvida de forma justa. Com os melhores cumprimentos, Marina Barros
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