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Ativação de serviço
Estou a mais de um ano sem conseguir instalar a internet na minha casa, quero cancelar mais estão me cobrando uma taxa muito alta. Pois não consigo instalar ó serviço,
Encomenda nao recebida
Exmos. Senhores, Foi efetuada a encomenda nº 29585761 na loja online da Women’secret, associada ao email martarspinto@gmail.com, com entrega via cacifo Locky CTT no Supercor. No dia 28/05/2026, após receber o código de levantamento dos CTT, dirigi-me ao cacifo. Ao abrir o compartimento, verifiquei que o conteúdo não correspondia à minha encomenda, mas sim a uma encomenda da marca Zara. Procedi à devolução da encomenda da Zara junto da mesma. Contactei de imediato a Women’secret via WhatsApp no dia 28/05/2026, sem obter qualquer solução. Posteriormente recebi um email da marca a questionar se pretendia reenvio ou reembolso. Essa opção foi cancelada pela própria Women’secret, que me solicitou apenas que aguardasse. Até à presente data, 12/06/2026, não recebi a minha encomenda, não obtive reembolso, nem qualquer atualização ou contacto por parte da empresa, apesar de vários avisos enviados, incluindo um último aviso no dia 08/06/2026. Já contatei os CTT e na altura também contactei a Zara procedendo à devolução da encomenda deles. A WS arrasta esta situação no tempo sem uma justificação aparente, dando respostas vagas. Esta situação configura incumprimento do contrato de compra e venda à distância, violando o art. 19º do Decreto-Lei nº 24/2014 de 14 de fevereiro, que obriga à entrega no prazo acordado. Já decorreram mais de 15 dias desde a deteção do erro sem resolução. Exijo o reembolso imediato e integral do valor pago pela encomenda nº 29585761. Reservo-me o direito de recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e exigir indemnização pelos danos e transtornos causados. É inadmissível esta situaçao.
Cobrança indevida por débito direto não autorizado
Exmos. Srs. da DECO Proteste e Apoio ao Cliente do FitnessUP, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o ginásio FitnessUP (unidade do Montijo), devido a uma cobrança abusiva, sem qualquer autorização ou aviso prévio na minha conta bancária, e à total falta de flexibilidade na resolução de um processo de inscrição que nunca foi concluído. O histórico dos factos é o seguinte: 1. No dia 02/06, entrei em contacto com o ginásio através do WhatsApp para obter informações sobre a adesão. No período da manhã, cheguei a fornecer os meus dados para iniciar o que seria o processo de inscrição. 2. Logo de seguida, o colaborador Mateus informou-me que o pagamento inicial teria de ser efetuado numa papelaria ou que poderia ser feito diretamente no ginásio, indicando o valor de 12,26 €. Em nenhum momento o atendente mencionou ou explicou que haveria qualquer tipo de cobrança por débito direto em conta; as únicas opções dadas foram o pagamento na papelaria ou diretamente no balcão do ginásio. 3. Por não concordar em avançar nesses moldes e por conveniência própria, decidi não dar seguimento à inscrição. No mesmo dia (02/06), no período da tarde, o colaborador ligou-me para saber do referido pagamento. Nessa mesma chamada, informei-o explicitamente que tinha desistido e que não ia seguir com a inscrição. 4. Não cheguei a concluir o processo, não assinei nenhum contrato e nunca recebi qualquer documento ou apólice por e-mail. Ou seja, não existe qualquer vínculo contratual entre mim e o FitnessUP. Contudo, no dia 11/06, deparei-me com uma enorme surpresa: foi efetuada uma cobrança de 11,76 € diretamente na minha conta bancária. Este valor, além de não corresponder ao valor inicialmente falado (12,26 €), foi retirado através de um débito direto que nunca foi autorizado, falado ou assinado por mim. Usaram os dados bancários fornecidos na fase inicial para ativar uma cobrança sem a minha autorização e após eu ter comunicado expressamente a minha desistência. Ao tentar resolver a situação, liguei para a receção do FitnessUP do Montijo, onde me indicaram que deveria tratar do assunto por e-mail. Segui as instruções, mas a equipa de apoio respondeu de forma intransigente, exigindo que eu me deslocasse presencialmente a um clube para preencher um formulário e mencionando possíveis “taxas de cancelamento” e “quinzenas pendentes”. Considero esta situação uma prática comercial abusiva grave. Foi realizada uma cobrança na minha conta sem a minha autorização e, além disso, estão a exigir que eu me desloque presencialmente para resolver um problema que surgiu devido a um procedimento interno do próprio ginásio. O que exijo: * O reembolso imediato do valor de 11,76 € cobrado indevidamente na minha conta bancária. * A anulação imediata de qualquer registo, ativação de débito direto ou processo de inscrição em meu nome no sistema do FitnessUP. * A confirmação por escrito de que não existe qualquer dívida ou vínculo contratual. * Que o assunto seja resolvido por via digital, uma vez que todo o contacto inicial e tentativa de resolução foram feitos por meios online. Tenho em meu poder as provas de que a inscrição não foi concluída e os registos de contacto, que anexarei caso seja necessário. Aguardo a devolução do meu dinheiro e a resolução definitiva da situação. Cumprimentos, Gabriele Campos
Atrasos sucessivos nos reembolsos
A MÉDIS incumpre, sistematicamente, os prazos para efeitos de reembolsos. A título de exemplo, uma despesa com medicamentos comparticipáveis pelo SNS, submetida no dia 26/5/2026, ainda não foi, à data de hoje (12/6/2026), reembolsada.
Coala Festival 2026 – obstáculos ao reembolso de cartão cashless
Exmos. Senhores, Venho apresentar a presente reclamação como seguimento e reforço da minha primeira reclamação contra a Fever Up, associada ao caso n.º 15137479, uma vez que, após essa reclamação, foi possível apurar que a entidade responsável pela gestão do sistema cashless do Coala Festival 2026 é a Mundo Propício – Unipessoal, Lda, para a qual a própria Fever me remeteu. Participei no Coala Festival 2026, realizado nos dias 30 e 31 de maio de 2026, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais. No recinto vigorou um sistema de pagamentos integralmente cashless, com utilização obrigatória de cartão, sem alternativa prática de pagamento em numerário para quem pretendesse consumir no interior do festival. No momento da aquisição do cartão foi-me cobrado 1 € pela sua emissão/ativação. Esse valor não foi previamente divulgado de forma clara em qualquer canal oficial acessível antes do evento, nem me foi explicado, no momento da compra, que se trataria de uma “caução” reembolsável. Só mais tarde, já em sede de reclamação, a Mundo Propício passou a afirmar que o valor seria uma caução devolvida mediante entrega do cartão. No final do festival fiquei com saldo remanescente no cartão. A Mundo Propício afirma agora que seria possível pedir o reembolso no próprio festival, mas essa informação nunca me foi transmitida no balcão nem me foi comunicada por qualquer outro meio durante o evento. Pelo contrário, a pouca informação que encontrei online, relativa a edições anteriores, apontava para a abertura posterior de um formulário de reembolso, motivo pelo qual aguardei. Acresce que, até ao momento, a Mundo Propício não me enviou o extrato do cartão cashless com o histórico de movimentos, apesar de eu o ter solicitado expressamente. Esse extrato é indispensável para que eu possa confirmar o valor efetivamente remanescente no cartão e validar o montante a reembolsar, pelo que a sua omissão constitui mais um obstáculo desnecessário à regularização da situação. Conforme se comprova pelos emails em anexo, desde 1 de junho venho colaborando em tudo o que me foi solicitado: aguardei respostas, contactei a Fever por várias vezes, enviei o meu IBAN, forneci os dados do cartão e respondi a todos os pedidos de esclarecimento. Ainda assim, o reembolso não foi efetuado e o processo foi sendo sucessivamente arrastado com novas exigências. Em concreto, a Mundo Propício pediu primeiro o IBAN, depois um comprovativo adicional de IBAN, depois a confirmação do saldo indicado e, por fim, informou que o caso teria de ser encaminhado para o “departamento jurídico”. Ou seja, uma questão simples, devolução do saldo remanescente e do valor de 1 € , foi transformada num processo moroso, burocrático e desgastante para o consumidor. O processo encontra-se, na prática, bloqueado porque a organização se recusa a devolver o valor de 1 €, insistindo em qualificá-lo como “caução” e condicionando a sua restituição à entrega física do cartão no Marquês de Pombal ou à sua utilização numa futura edição do festival. Não aceito essa posição, uma vez que essa condição nunca foi comunicada previamente e constitui uma barreira desproporcional ao reembolso. Entendo, por isso, que estamos perante um conjunto de práticas lesivas dos direitos do consumidor, nomeadamente: – falta de informação prévia clara sobre a cobrança de 1 €; – ausência de informação adequada sobre o reembolso do saldo; – falta de disponibilização do extrato do cartão para validação do montante; – retenção prolongada de valores pertencentes ao consumidor; – imposição de obstáculos sucessivos ao exercício do direito de reembolso; – opacidade na identificação das entidades responsáveis; Assim, solicito à DECO Proteste que considere esta reclamação como continuação do caso inicial n.º 15137479 e que intervenha no sentido de serem assegurados: O envio do extrato do cartão cashless com histórico de movimentos, para confirmação do saldo; O reembolso integral do saldo remanescente no cartão cashless; O reembolso do valor de 1 € cobrado pela emissão/ativação do cartão; A apreciação da legalidade das condições impostas no sistema cashless do Coala Festival 2026; A avaliação da atuação da Fever e da Mundo Propício à luz dos deveres de informação, transparência e respeito pelos direitos do consumidor. Junto, em anexo, os emails trocados com a Mundo Propício, que comprovam a sequência dos factos acima descrita.
Reclamação sobre uma moto roçadora
No dia 26/04/2026 às 10.07.54 horas, comprei uma mota roçadora para limpeza, obrigatória, de um terreno . quando, 3 dias depois quis utilizar a ferramenta constatei que estava avariada. No dia 03/05/2026 dirigi-me com a roçadora para reclamar a avaria. Esperava que perante uma venda de um artigo avariado me trocassem por outra idêntica ou me devolvessem o dinheiro, tal não aconteceu, rececionaram a moto-roçadora dizendo que a iriam enviar para o fabricante e que teria uma informação que no limite seria de 30 dias. A minha indignação é que eu não fui acionar uma garantia por avaria mas pelo facto de me venderem uma ferramenta (nova) já avariada. funcionária que me atendeu, pelo horário em epigrafe deve ser fácil saber quem é, teve uma atitude um pouco arrogante e absolutamente inapropriada. Assim tem esta reclamação o fim de me devolverem em tempo útil ou outra roçadora ou o dinheiro da compra. Carlos Menezes. Reforcei a minha reclamação junto junto do Portal d Queixa , Livro de Reclamações e a resposta da Brico Depôt é que não tenho razão de querer uma máquina nova ou a resolução do contrato. Junto em anexo o reforço da minha queixa junto da Brico Depôt. Julgo estar com razão em querer a substituição da máquina porque comprei uma máquina nova e não uma avariada ou recondicionada. Tenho ou não razão na minha reclamação? Resposta da Brico; Caro/a Carlos A sua reclamação nº ROR00000000045603024 foi marcada como Respondida/Tratada tendo sido atribuída a seguinte resposta: Exmo. Senhor, Acusamos a receção da sua reclamação e lamentamos sinceramente que a sua experiência não tenha sido a melhor. Contudo, após análise da situação exposta, informamos que o pedido de devolução do equipamento e respetivo reembolso não pode ser aceite nas circunstâncias apresentadas. De acordo com o procedimento de pós-venda aplicável e com o disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, a reposição da conformidade do bem através da reparação ou substituição constitui a solução prioritária para situações de não conformidade ou avaria, não resultando automaticamente destas situações o direito à resolução do contrato ou à devolução do valor pago. Importa ainda referir que o equipamento já havia sido anteriormente encaminhado para o serviço de assistência técnica, tendo a análise efetuada sido baseada nas informações então disponibilizadas. Verificámos então que alguns elementos relevantes para o correto enquadramento e diagnóstico da situação não foram comunicados nesse momento, o que condicionou a avaliação inicial e o processo de resolução. Assim, não se encontram reunidos os pressupostos legais nem as condições previstas nos nossos procedimentos para proceder à devolução do equipamento e respetivo reembolso. Mantemo-nos, naturalmente, disponíveis para analisar qualquer informação adicional pertinente e para dar continuidade ao acompanhamento do processo através dos canais de assistência técnica adequados. Apresentamos as nossas sinceras desculpas pelo sucedido e esperamos poder voltar a merecer a sua confiança numa próxima visita. Com os melhores cumprimentos, Brico Depôt Portugal, S.A. Avalie o tratamento desta resposta aqui (válido por 72 horas).
Falta de envio de fatura e relatório técnico após pagamento de serviço
No dia 06/06/2026, contactei o número 916 791 593 através do website canalizadores24h.com para solicitar um serviço de canalização urgente. Após o contacto inicial, fui posteriormente contactado por um suposto técnico através do número 968 171 844, que recolheu informação sobre o problema e indicou um orçamento no valor de 265€, com a indicação de que o pagamento seria realizado após a emissão de fatura e documentação técnica relativa ao serviço. Foi igualmente indicado que o valor incluía a emissão de um relatório técnico detalhado da intervenção, necessário para efeitos de apresentação à seguradora. O pagamento foi efetuado no valor total de 265€ via MB Way para o número +351 960 397 524. Após o pagamento, o serviço não foi devidamente documentado nem acompanhado de qualquer relatório técnico. Não foi emitida fatura. A documentação prometida, nomeadamente o relatório técnico necessário para efeitos de seguro, não foi entregue, impossibilitando a apresentação do sinistro à minha seguradora. Foram também realizadas tentativas de contacto posteriores: - envio de 3 emails sem qualquer resposta - nova tentativa de contacto telefónico recente, onde foi indicado que a situação seria resolvida, sem que tal tenha ocorrido até ao momento Em nenhum momento foi fornecida identificação clara da empresa responsável, número de identificação fiscal ou identificação completa dos intervenientes.
Violação do Direito de Livre Resolução e Falta de Clareza Contratual — DAZN Portugal
Violação do Direito de Livre Resolução e Falta de Clareza Contratual — DAZN Portugal Descrição da Queixa: Aderi online ao serviço de streaming da DAZN Portugal. Entre 2 a 5 dias após a adesão, aderi no dia 10 e pedi para cancelarem no dia 11, até dia 15 insistindo. contactei o apoio ao cliente da marca para exercer o meu Direito de Livre Resolução (Decreto-Lei n.º 24/2014) e cancelar o serviço por livre vontade. As razões prendem-se com a falta de acesso a conteúdos prometidos (jogos em falta) e pelo facto de as informações do plano estarem em inglês na plataforma, o que me induziu em erro quanto às condições contratuais. A empresa recusou o cancelamento dentro do prazo legal dos 14 dias, alegando uma fidelização anual disfarçada de plano mensal ("Annual - Pay Monthly"). Fui coagido com a informação de que os débitos seriam sempre efetuados e o sistema informático da DAZN bloqueou as minhas tentativas de alteração de dados de pagamento (rejeitando cartões virtuais). Exijo o cancelamento imediato e definitivo de qualquer contrato com a DAZN Portugal sem qualquer custo ou penalização, visto ter agido estritamente dentro do prazo legal de arrependimento de 14 dias. Vou anexar as fotos como provas.
Encomenda não recebi mda
No dia 20/03/2025 efetuei uma encomenda de um top Amadeus e um top Rosas. Após a realização da compra, não recebi qualquer e-mail de confirmação da encomenda nem qualquer informação sobre o seu processamento. Decorrido o prazo de envio indicado pela empresa (20 dias úteis), a encomenda continua por entregar. Além disso, enviei dois pedidos de esclarecimento à empresa, tendo o último sido enviado em 08/05/2025, sem que até à presente data tenha obtido qualquer resposta.
Enganador
Exmos Senhores Publicitam que o Fundo Ambiental ajuda na passagem de carro a combustão para carro elétrico e que é só fazer candidatura. Experimentem lá fazer a candidatura 😁 Conseguiram? Pois é! Não dá. Pois não.
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