Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. G.
27/04/2026

Reclamação por Atraso de Voo com Perda de Ligação

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um voo operado pela companhia SATA Azores, no percurso Pico – Lisboa, com hora prevista de partida às 17h50 dia 11 de abril de 2026. O referido voo sofreu um atraso significativo, tendo partido apenas às 19h00, o que resultou numa chegada a Lisboa pelas 22h40. Este atraso comprometeu a nossa ligação subsequente. Ao chegarmos à porta de embarque indicada para o voo de ligação, o painel informativo indicava ainda a existência de 5 minutos até ao encerramento do embarque. No entanto, ao chegarmos à referida porta, foi-nos recusado o embarque, tendo sido encaminhados para o balcão/loja de apoio da SATA. Importa salientar que o local de atendimento que nos foi indicado para apoio já se encontrava encerrado no momento em que ali nos dirigimos, impossibilitando qualquer assistência presencial. Após contacto telefónico com o serviço de apoio ao cliente, foi-nos apresentada como única solução a remarcação do voo para o dia seguinte às 16h00. Acresce que esta solução nos foi comunicada já a uma hora tardia, quando as alternativas disponíveis eram extremamente limitadas, agravando ainda mais os transtornos causados. Esta alternativa era manifestamente inviável, uma vez que colocava em causa os nossos compromissos profissionais, sendo necessário estarmos no nosso destino final (Portimão) ainda no próprio dia. Acresce ainda que não nos foi prestado qualquer apoio por parte da companhia, nomeadamente no que respeita a alojamento, alimentação ou assistência, mesmo perante a possibilidade de termos de pernoitar. Perante esta ausência de apoio, fomos obrigados a encontrar soluções pelos nossos próprios meios, recorrendo a transportes públicos e suportando todos os custos associados. Face ao exposto, consideramos que a situação descrita resulta de uma falha imputável à companhia SATA Azores, tendo-nos causado prejuízos e transtornos consideráveis. Assim, vimos por este meio solicitar o devido reembolso das despesas incorridas e a respetiva compensação pelos danos causados, nos termos da legislação aplicável. Aguardamos uma resposta célere a esta reclamação. Anexos: despesas da Rede Expressos; bilhetes dos voos; custos adicionais, nomeadamente o prolongamento do estacionamento da viatura por mais um dia. Com os melhores cumprimentos, Patrícia Gonçalves

Em curso
F. F.
27/04/2026
monticristo

ir a oficina tres vezes no espaço de 15 dias com o mesmo problema

Exmos. Senhores. Desde o mês de Novembro de 2025 tenho indo com a viatura Fiat Punto ,matricula 17-SZ-78 com a dicriçao de avaria no Tablet de informação do carro ( mandar controlar motor ) quando deixei o carro na oficina fui informado que era preciso fazer revisão ,4 meses depois a mesma avaria deixei novamente o carro em fevereiro na oficina informação do diagnóstico da oficina ,precisa de limpar o filtro de partículas aceito a reparação 15 dias depois a mesma avaria no tablet ( mandar controlar motor ) carro vai novamente para diagnóstico ,conclusão mudar válvula Egr carro esteve mais 15 dias na oficina de 13 de Abril a 27 de Abril disseram me para ir levantar carro estava reparada avaria ,depois de andar com o carro 1km voltou novamente a informação ( mandar controlar motor) voltei novamente a oficina colocaram carro no aparelho de diagnostico)conclusão o precisa do interruptor de pressão de óleo

Encerrada
M. A.
27/04/2026

Ryanair -

Reclamo e solicito o assumir de responsabilidade, pelas despesas que tive extra, dada a tomada de decisão por um representante da Ryanair. O que aconteceu foi o seguinte, no dia 17/abril, deslocava-me de Portugal - Lisboa para Palermo, com escala em Valência, pela Ryanair. Quando chegámos a Valência, no metro do aeroporto para Xátiva fui assaltada e fiquei sem documentos e dinheiro. Nas horas seguintes por indicação das autoridades contatei a Embaixada e o Consulado de Portugal em Espanha para solicitar o Documento de viagem única, tal como tinha sido imposto pela funcionária no balcão da Ryanair no aeroporto, depois de relatada a situação. A funcionária informou que eu só poderia continuar a viagem com a apresentação do Documento de viagem única, na hora do embarque. Os serviços da Embaixada e Consulado atenderam prontamente a esta solicitação, tendo-se comprometido a emitir o documento em tempo útil do vôo. O que aconteceu. Esta informação foi transmitida posteriormente à funcionária que estava no balcão e assegurei, que à hora do embarque, eu teria o documento solicitado para apresentar. Tal como aconteceu! Na porta de embarque apresentei: o Documento de viagem única, o Cartão de Cidadão digital e o registo de ocorrência de queixa na Direção Geral da Polícia de Valência. Nesse momento a responsável pelo embarque não se mostrou disponível nem empática com a situação, não ouviu e recusou-se a ler o documento oficial do Consulado e a analisar os documentos apresentados. Manifestando eu o meu descontentamento com a situação, solicitei que fosse chamado a supervisora e a polícia, pedido que foi recusado. Desta situação resultou que a funcionária não permitiu o meu embarque, referindo ainda que o meu nome já não constava da lista de passageiros, tendo sido retirado, mesmo antes de eu me apresentar na porta de embarque com os documentos solicitados pela equipa da Ryanair em Valência. Eu viajava numa equipa de quatro técnicos superiores a representar a minha entidade profissional, para um curso do programa ERASMUS+ em Palermo, a iniciar no dia 19/abril. Posto isto vi-me impossibilitada de acompanhar a equipa de trabalho e por estar sem documentos, sem dinheiro e sem uma alternativa de resolução da situação pela Ryanair, fiquei na companhia de uma colega de curso, que não embarcou nesse vôo, dada a situação preocupante, desprotegida e insólita. Esta tomada de decisão por parte da responsável de embarque da Ryanair originou a necessidade de alojamento nessa noite em Valençia, para mim e para a minha colega, deslocações e a compra de novos voos para Portugal, para vir buscar o passaporte, e um novo vôo de Portugal para Palermo, de forma a conseguir cumprir o compromisso assumido com a minha entidade patronal e com a entidade formadora. É incompreensivel a falta de compreensão e manifestação de empatia e sensibilidade por um cidadão, num país estrangeiro, em situação de crise resultante de toda a situação descrita em epígrafe. Acresce que eu já vinha a voar desde Lisboa, pela Raynair e que estava a fazer a escala para continuar a viagem, pela companhia. Sabiam que eu estava no avião e a fazer aquela paragem, para continuar viagem e chegar ao destino final. Acresce que apresentei toda a documentação solicitada a tempo do embarque. Perante este cenário que descrevo torna-se incompreensível e não concordo com a tomada de decisão da Ryanair, que considero desonesta, desleal, leviana, irresponsável, despropositada e infundada. Solicito a melhor atenção e análise sobre esta ocorrência. Melhores cumprimentos

Em curso
J. C.
27/04/2026

Encomenda não recebida

Boa noite, Fiz uma encomenda no dia 02/04/2026 com previsão de entrega a 07/04/2026. Achando estranho porque já era dia 10/04 e a encomenda continuava com o estado "em entrega" e sempre como não recebida na GLS, liguei para a GLS onde indicaram nunca ter recebido a encomenda para entregar. Tenho tentado contactar com a deporvillage tanto através do canal no site, como por email, mas sem sucesso. Hoje é dia 27/04 e não tenho a encomenda, não tenho resposta e não consigo anular a encomenda ou pedir o reembolso.

Em curso
I. M.
27/04/2026

Litígio com IKEA – falhas sucessivas em projeto de cozinha e prejuízos associados

Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a um litígio com o IKEA, no âmbito da aquisição e instalação de um projeto de cozinha (processo n.º 9435413). Ao longo de todo o processo verificaram-se diversas falhas, nomeadamente: - erros de planeamento inicial; - omissão de artigos essenciais no momento da venda (tampos de bancada, gavetas preparadas para receber lava loiça, etc.); - fornecimento de peças desnecessárias e, em simultâneo, falta de componentes fundamentais; - necessidade de múltiplas intervenções e contactos para tentativa de regularização; - atrasos sucessivos na montagem e conclusão da cozinha, além de peças descontinuadas; - cozinha vendida como "completa" mas com artigos em falta, cujos custos tive que suportar. Foram apresentadas reclamações tanto no Livro de Reclamações eletrónico como presencialmente. No entanto, a resposta obtida por parte do IKEA revelou-se incompleta, não refletindo o histórico total da situação, e após envio de comunicação adicional (follow-up), não foi prestada qualquer resposta. Importa ainda salientar que a conclusão da cozinha só foi possível porque tomei a iniciativa de encontrar soluções alternativas, não tendo a situação sido resolvida de forma eficaz pelo IKEA em tempo útil. Face aos sucessivos atrasos e falhas no fornecimento, e à necessidade de concluir a instalação com urgência, fui obrigada a assumir diretamente a gestão e os custos associados à resolução do problema, de forma a evitar prejuízos ainda maiores. Neste contexto: - realizei múltiplas deslocações à loja de Loures, sendo residente no Pinhal Novo; - suportei custos de combustível e portagens; - tive constrangimentos com a equipa de montagem externa, contratada e paga, cuja intervenção ficou condicionada pelas falhas no fornecimento; - a cozinha permaneceu inutilizável durante um período prolongado. Estas circunstâncias não resultaram de uma opção voluntária, mas sim da necessidade de mitigar uma situação criada por falhas sucessivas no processo de venda, fornecimento e acompanhamento. Apesar das várias diligências efetuadas, a situação não foi devidamente resolvida de forma integral e estruturada, tendo os prejuízos sido suportados por mim. Assim, venho solicitar o vosso apoio na análise e mediação deste caso, com vista à obtenção de uma solução justa, incluindo a apreciação e eventual compensação/restituição dos prejuízos suportados. Com os melhores cumprimentos, Irina Monteiro

Em curso
B. D.
27/04/2026

UBEREATS – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma

ASSUNTO: Exposição – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma Uber Eats Exmos. Senhores, Venho, pela presente, expor uma situação que, embora tenha ocorrido no meu caso concreto, levanta sérias preocupações quanto a uma possível prática generalizada por parte da plataforma Uber Eats, com impacto potencial em milhares de consumidores em Portugal. No meu caso, foi efetuada uma encomenda que incluía 10 unidades de pudins proteicos de caramelo. Durante a preparação do pedido, a quantidade foi unilateralmente reduzida para 3 unidades, tendo posteriormente a plataforma recusado qualquer reembolso ou compensação, alegando que o pedido foi “ajustado”. Este exemplo concreto serve apenas para ilustrar um problema mais profundo: a possibilidade de a plataforma permitir alterações ao pedido após aceitação e pagamento, utilizando depois essas mesmas alterações como fundamento para recusar a devolução de valores relativos a bens não entregues. Caso este procedimento seja sistemático, estamos perante uma situação potencialmente muito grave, na medida em que poderá configurar uma prática que permite a retenção indevida de valores pagos por consumidores, em larga escala, beneficiando quer a plataforma, quer os seus parceiros comerciais. Acresce que a Uber Eats não disponibiliza, de forma clara e eficaz, meios de contacto diretos que permitam ao consumidor exercer plenamente os seus direitos, nomeadamente: inexistência de um contacto telefónico de apoio ao cliente acessível; inexistência de um endereço de email funcional para resolução de litígios; utilização de sistemas automatizados que impedem uma análise real e individualizada das reclamações. Na prática, o consumidor fica sem um canal efetivo para reclamar, contestar ou obter resolução, o que é, em si mesmo, contrário aos princípios básicos da defesa do consumidor e da transparência nas relações comerciais. Entendo que nenhuma entidade a operar em Portugal deveria poder fazê-lo sem garantir: mecanismos reais e acessíveis de contacto com o consumidor; processos transparentes de resolução de litígios; cumprimento integral das obrigações contratuais assumidas no momento da compra. Face ao exposto, considero que esta situação poderá configurar: . violação dos direitos dos consumidores; . prática comercial desleal; . eventual retenção indevida de valores pagos; . funcionamento de um modelo que, na ausência de controlo efetivo, pode permitir prejuízos massificados aos consumidores. Assim, venho solicitar à DECO: . A análise desta prática numa perspetiva geral e não apenas individual; . A eventual intervenção junto da plataforma Uber Eats; . A avaliação da necessidade de atuação pública ou coletiva em defesa dos consumidores; . Orientação sobre os mecanismos mais eficazes para reagir a este tipo de situações. . Junto prints comprovativos do caso concreto, como exemplo ilustrativo da prática descrita: . pedido completo . ajuste feito na altura da preparação do pedido – pudim proteico caramelo de 10 para 3 unidades . Minha entrada na ajuda dizendo os produtos que estão em falta . Resposta automática de bloqueio de reclamação, de reembolso e de possibilidade de resolução Com os melhores cumprimentos, Bruno de Carvalho

Em curso
E. C.
27/04/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma cobrança indevida de bagagem efetuada no Aeroporto de Dublin, no voo FR652 da Ryanair, referência/boarding pass I36V9Q. No portão de embarque, fui instruído a medir a minha bagagem de cabine. Tratava-se exatamente da mesma mala de desporto que utilizei no voo de ida (Lisboa–Dublin), sem qualquer problema. A mala não estava cheia e poderia facilmente ser comprimida para cumprir as dimensões permitidas. No entanto, não me foi permitido ajustá-la nem colocá-la no medidor para comprovar a conformidade, tendo-me sido apenas indicado que era “oversized”. Quando questionei a situação e solicitei verificar corretamente o tamanho ou retirar itens se necessário, foi-me dito: “Sir, if you don’t pay now, you’re going to lose your flight”, num tom claramente coercivo. Como me encontrava entre os últimos passageiros a embarcar e me senti pressionado, acabei por ceder. Nesse momento, um funcionário retirou-me o cartão de crédito da mão e procedeu à cobrança de 60€ sem a minha aprovação ou confirmação explícita. Verifiquei ainda que outros passageiros com bagagens visivelmente maiores estavam a embarcar sem qualquer problema, o que levanta sérias dúvidas quanto à consistência e equidade na aplicação das regras. Após a cobrança, solicitei um recibo, o qual me foi recusado. Fui novamente abordado de forma intimidatória: “Sir, do you want to stay in Dublin?” Face ao exposto: Foi-me negada a possibilidade de comprovar o cumprimento das regras de bagagem; Fui sujeito a pressão/coerção sob ameaça de perder o voo; Foi-me cobrado o valor de 60€ sem autorização adequada; Foi-me recusado um comprovativo/recibo da transação; Solicito, assim, o reembolso integral do valor de 60€, bem como um esclarecimento formal sobre os procedimentos adotados no controlo de bagagem no portão de embarque. Caso a situação não seja resolvida com a devida brevidade, reservarei o direito de escalar a reclamação para as entidades competentes de defesa do consumidor e aviação. Com os melhores cumprimentos, Eduardo Carona eduardo.carona@gmail.com

Em curso
L. P.
27/04/2026

Manutenção de laptop

Comprei um laptop pela digiplanet (ainda na garantia)Porém o mesmo começou a apresentar problemas (desliga sozinho,tela azul...)A dias tento ligar e não me atendem ( a gravação diz para ligar em horário comercial,mesmo eu ligando de manhã ou a tarde )Me dirigi até o escritório deles e não havia ninguém no escritório ou no galpão.Ja tentei enviar email e não me respondem.Preciso de resolução já que estou a necessitar do mesmo!

Em curso
J. M.
27/04/2026

Encomenda com cor errada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma compra efetuada numa loja da Worten. No dia 13/04/2026, dirigi-me à loja da Worten no Leiria Shopping, em Leiria, com a intenção de adquirir um Apple Watch Series 11 42mm, na cor cinza claro. Como o artigo não se encontrava disponível em loja, foi realizada uma encomenda em loja por um colaborador. No dia 15/04/2026, aquando do levantamento do produto, verifiquei que o artigo entregue corresponde à cor cinza escuro, diferente da cor expressamente solicitada no momento da compra. De imediato manifestei a minha intenção de proceder à troca pelo artigo correto ou devolução, tendo essa possibilidade sido recusada em loja. Apresentei também reclamação no Livro de Reclamações e aguardei contacto durante cerca de duas semanas, período no qual não utilizei o produto. Posteriormente(27/04/2026), fui contactada para informarem de que não seria possível proceder à troca ou devolução, com base numa alegada política interna, o que não considero aceitável, uma vez que: O produto entregue não corresponde à cor solicitada no momento da compra. A encomenda foi efetuada por um colaborador da loja, com base no pedido apresentado. Não se trata de arrependimento, mas sim de falta de conformidade do produto face ao solicitado. Nos termos da legislação de defesa do consumidor, situações em que o produto não corresponde ao que foi acordado configuram falta de conformidade, devendo ser assegurada a reposição da conformidade, nomeadamente através da substituição ou resolução. Face ao exposto, solicito a resolução da situação através de: Troca pelo Apple Watch Series 11 42mm na cor cinza claro, conforme solicitado inicialmente, ou Devolução integral do valor pago Aguardo a resposta positiva, para resolução do problema.

Encerrada
J. L.
27/04/2026

Erro admitido pela loja mas sem solução para o cliente

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação grave ocorrida com a Worten, envolvendo venda enganosa, contratação indevida de um seguro incompatível com o meu perfil, incumprimento das condições contratadas e recusa da empresa em corrigir o erro que reconhece ter cometido. 1. Aquisição do equipamento e do seguro (julho 2024) Em julho de 2024 adquiri um iPhone numa loja Worten. No mesmo momento foi-me vendido um seguro Premium, após explicação detalhada do vendedor sobre as suas vantagens face ao seguro “normal”. As características que me foram comunicadas e que motivaram a minha escolha foram: - Tratamento do sinistro em 72 horas; - Entrega de um vale pelo valor pago pelo equipamento em caso de sinistro; - Ausência de co‑pagamentos; - Prémio mensal de 21,49€, valor que paguei regularmente durante quase dois anos. 2. Ativação do seguro (abril 2026) Quando tive necessidade de acionar o seguro: - Foi-me exigido um co‑pagamento de 100€, apesar de vários funcionários da Worten afirmarem que o seguro Premium não tem co‑pagamento; - Só paguei esse valor porque era a única forma de avançar com o processo; - Não recebi qualquer contacto dentro das 72 horas prometidas. 3. Descoberta do erro na contratação Após deslocação à loja, fui informada de que o seguro que tenho afinal não é Premium, mas sim um seguro B2B, destinado a empresas e incompatível com um NIF pessoal. Ou seja: - Foi-me vendido um seguro errado; - O produto contratado não corresponde ao produto apresentado e escolhido; - O seguro B2B não poderia sequer ter sido contratado em meu nome. A própria loja reconheceu o erro e assumiu tratar-se de um erro de venda. 4. Tentativas de resolução em loja Durante cerca de uma semana desloquei-me diariamente à loja, onde: - Confirmaram repetidamente que eu tinha razão; - Admitiram que a solução correta seria emitir um vale pelo valor do equipamento; - Informaram que não tinham autonomia para resolver e que teria de escalar para reclamações. 5. Reclamação formal e resposta da Worten Apresentei reclamação no Livro de Reclamações. Apesar de reconhecerem o erro, a Worten respondeu: - Que nada pode fazer porque passaram mais de 14 dias desde a contratação; - Que a “solução” é levantar um telemóvel recondicionado que chegou à loja. Esta resposta é inaceitável, porque: - O erro é da Worten, não meu; - O prazo de 14 dias não pode ser usado para justificar um erro de venda cometido pela própria empresa; - Paguei durante quase dois anos por um seguro Premium que nunca tive; - Fui colocada num seguro inadequado, incompatível e com condições inferiores. 6. Inconsistências graves entre a Worten e a seguradora A seguradora informou-me várias vezes que o meu telemóvel estava em reparação. Contudo, a Worten afirma que o equipamento que chegou é recondicionado e não é o meu. Isto levanta questões sérias: - Porque motivo fui informada de que o meu equipamento estava em reparação se o que chega é um recondicionado? - Porque recebo comunicação de “equipamento reparado” quando não houve reparação? - Porque demorou uma semana entre a suposta decisão de reparação e a chegada de um recondicionado? Estas contradições demonstram falta de transparência, má gestão do processo e informação enganosa. 7. Pedido de devolução dos valores pagos pelo seguro Solicitei a devolução dos valores pagos, uma vez que: - Nunca usufrui do seguro Premium que me foi vendido; - Fui colocada num seguro B2B que não corresponde ao produto apresentado; - O acionamento do seguro errado não legitima a cobrança de um produto que nunca existiu nos termos contratados. A Worten recusou, alegando que “usufrui do seguro” porque chegou um telemóvel recondicionado — argumento que não corresponde à realidade do contrato que me foi vendido. 8. Conclusão e pedido à DECO A Worten: - Reconhece o erro; - Recusa-se a corrigi-lo; - Apresenta uma solução insuficiente e desrespeitosa; - Ignora os meus direitos enquanto consumidora. Solicito a intervenção da DECO para: 1. Garantir a correção do erro de venda cometido pela Worten; 2. Obter a devolução dos valores pagos pelo seguro que nunca correspondeu ao produto contratado; 3. Garantir uma solução justa e proporcional ao prejuízo causado, incluindo a reposição das condições do seguro Premium que me foi vendido ou compensação equivalente (ex.: vale pelo valor do equipamento, conforme reconhecido pela própria loja). Agradeço desde já a atenção dispensada.

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