Reclamações públicas

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G. C.
05/06/2025

Taxa abusivas de Portagens

Exmos. Senhores, Me chamo Gabriel Cruz dos Santos, sou português e resido no Brasil. Em julho de 2024 estava em viagem em Portugal onde aluguei um carro pala empresa SIXT que me deixou tranquilo que os valores referente as portagens nas estrada seriam debitados do meu cartão de crédito ao final na entrega do veículo a locadora. Me surpreendi agora com uma carata de cobrança da empresa Vialivre onde gastei de portagens USD 10,51 e estão me cobrando USD 184,00 de taxas administrativas. Valor extremamente abusivo. E pedem ainda que o pagamento seja feito via transferência bancária SWIFT, ao invés de cartão de crédito que me geraria mais taxas bancárias e dificuldade para realizar o pagamento. Isso me soa como uma estratégia de endividar o cidadão português. Não cobram na hora pelos USD 10,50 , deixam o tempo passar para cobrar mais caro. E enviam uma carta de cobrança com um valor absurdo ameaçando: "NÃO IGNORE ESSA CARTA, será transferido a um cobrador de dívidas. " Quero pagar pelas portagens de forma justa sem essa taxa de 17.530,1% sobre o valor devido. Cumprimentos.

Encerrada
E. F.
05/06/2025

Encomenda desaparecida (outra vez com a GLS)

Prezados(as) da equipa Sklumm, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à entrega de uma encomenda recente realizada convosco e efetuada através da transportadora GLS — com a qual, infelizmente, vocês continuam a trabalhar apesar de um serviço claramente negligente e inaceitável. Esta é já a segunda ocorrência grave com a GLS em apenas uma semana. Desta vez: A entrega foi anunciada apenas na manhã do mesmo dia, o que não me permitiu estar presente; Foi registada como “entregue com sucesso” às 13h28, Sem qualquer contacto telefónico, Sem qualquer informação sobre quem recebeu a encomenda, Sem fotografia nem qualquer prova de entrega. Trata-se de uma violação grave do dever de entrega segura e transparente, conforme previsto no: Código Civil Português, Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), E na Diretiva Europeia 2011/83/UE, relativa aos direitos dos consumidores. Dado que a vossa empresa: Cobra 30€ por este tipo de entrega, E continua a trabalhar com um serviço logisticamente incompetente e abusivo, Considero inaceitável a vossa posição e, por isso, solicito o seguinte imediatamente : Reembolso integral da encomenda entregue de forma irregular, caso o produto não chegue às minhas mãos de forma comprovada; Cancelamento imediato da 2.ª encomenda (ainda não expedida), com reembolso total, dado que recuso receber qualquer produto entregue pela GLS, empresa cuja conduta pretendo denunciar formalmente à DECO e à ASAE; Caso não receba resposta rápida e satisfatória, avaliarei iniciar um processo formal por prática abusiva e prestação de serviço enganosa. Aguardo uma resposta urgente e uma resolução imediata.

Resolvida

Reclamação – Pedido de Resolução do Contrato e Reembolso Total (recusa após Livro de Reclamações)

Exmos. Senhores, No dia 11/12/2022, adquiri na loja Rádio Popular um aspirador robot Xiaomi Mi Vacuum Mop, tendo também contratado uma garantia extra para prolongar a proteção do equipamento. Desde a compra, o equipamento foi já sujeito a duas reparações, estando atualmente pela terceira vez devolvido como "reparado", mas continua a apresentar avarias recorrentes, revelando falta de conformidade. Dada a repetição dos defeitos, o incómodo causado, e a quebra de confiança na fiabilidade e durabilidade do produto, recusei nova reparação e solicitei a resolução do contrato, com reembolso total do valor pago, incluindo a garantia extra. Apresentei esse pedido no Livro de Reclamações. No entanto, o mesmo foi indeferido pela Rádio Popular, com recusa em proceder à devolução do valor, apesar do disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos dos consumidores em caso de bens com defeito ou falta de conformidade. Reitero que: O produto já apresentou diversas avarias desde a aquisição; Foi repetidamente intervencionado tecnicamente; A falta de conformidade é evidente e persistente; O consumidor tem direito à resolução do contrato em caso de não conformidade repetida, nos termos da lei. Face à recusa da empresa em respeitar os meus direitos legais, venho por este meio apresentar reclamação formal junto deste Centro de Arbitragem. Aguardo resposta dentro de 5 dias.

Encerrada
T. M.
05/06/2025

Publicidade enganosa na campanha IVA Zero

Exmos. Senhores, No dia 2 de junho adquiri uma máquina de lavar loiça LG DF355FP na loja Worten das Amoreiras aproveitando a campanha promocional “IVA Zero”, que, segundo a comunicação da marca, consistia num desconto correspondente ao valor do IVA (23%). O preço da máquina durante a campanha era de 528,44€, sendo anunciado como resultado da aplicação do desconto à base de 649,99€. No entanto, verifiquei hoje, já após o término da campanha, que o preço da mesma máquina permanece em 528,44€, o que significa que o desconto aplicado não correspondeu a uma redução real baseada na dedução do IVA, mas sim a uma redução comum de preço, continuando agora disponível nas mesmas condições e sem qualquer menção à campanha. Sinto-me enganada a enquanto consumidora, pois a campanha “IVA Zero” induziu-me a crer que estaria a usufruir de uma oportunidade limitada, com um benefício exclusivo, o que claramente não corresponde à verdade. Solicito: 1. O reembolso da diferença entre o preço pago (528,44€) e o valor que seria efetivamente o resultado da aplicação do IVA zero sobre o preço atual (isto é, 528€ - 23% = 429€ aproximadamente); 2. Ou, em alternativa, uma justificação clara e fundamentada da manutenção do preço após a campanha; 3. A averiguação desta prática por parte das entidades competentes, uma vez que pode configurar publicidade enganosa, conforme o previsto no Decreto-Lei n.º 57/2008. Cumprimentos.

Encerrada
C. C.
05/06/2025
POTENTIAL SURPRISE

CPCV anulado sem explicação

Exmos. Senhores, No dia 18 de Abril iniciei comunicações com um dos vossos agentes imobiliários, neste caso da JLL para a eventual compra de um imóvel sito em Alcácer do Sal, num empreendimento designado OLIVE GREEN e que irá supostamente iniciar construção em Agosto do corrente ano. Entusiasmada, fui aconselhada pelo mesmo agente a ir visitar rapidamente o imóvel ou o mesmo seria vendido rapidamente, pois a concorrência iria ser muita. Assim o fiz e no Domingo seguinte, mais propriamente, Domingo de Páscoa, interrompi o convívio familiar para me deslocar da Ericeira a Lisboa e de lá prosseguir para Álcacer, tendo estado dentro dos terrenos com a planta e lá escolhi o andar que eu queria comprar, dentro das minhas disponibilidades financeiras. O processo continuou a decorrer, fui disponibilizando todos os elementos que me pediram por parte da JLL, recibos de vencimento, identificação pessoal, etc, até que dia 06 de Maio recebi finalmente o CPCV para analisar. Respondi passado alguns dias com duas questões pertinentes, às quais o vendedor respondeu que aguardava a resposta do promotor POTENTIAL SURPRISE . Á falta de resposta, certifiquei-me diversas vezes se estava tudo bem e a resposta era que estavam a aguardar, mas que estava tudo garantido. No dia 22 de Maio recebo uma comunicação agressiva do agente imobiliário dizendo que "o promotor não vai responder a mais questões, o promotor tem 10 clientes em espera para os apartamentos t0, eu sugeria agendar data de assinatura do CPCV com a possível brevidade". Embora sem qualquer resposta a nenhuma das minhas perguntas, continuei a confiar e decidiu-se que o CPCV iria ser assinado dia 03 de Junho pois eu ia estar uns dias fora e só nesse dia poderia tirar a manhã no trabalho. No dia 26 de Maio, o agente pede para eu lhe ligar urgentemente e refere que já não vou assinar CPCV nenhum pois o promotor desistiu de mim e ia vender a casa a terceiros em lista de espera. Fiquei revoltada, sinto-me enganada, sinto-me magoada com o que me fizeram e fica desde já público que esta situação não é de todo profissional da vossa parte, já para não dizer INUMANA. Será que se pode fazer o que os senhores fizeram? É legal andar a brincar com a vida das pessoas?? Após consulta do email da POTENTIAL SURPRISE na net, constatei que não existe qualquer email associado...pelo que recorri ao portal do empreendimento onde me aparece a vossa empresa METLIVING.... Que grande confusão que isto tudo foi. Até ver já contei 3 empresas aqui envolvidas e nenhuma se responsabilizou pelo que andam a fazer aos clientes. Atentamente, Cláudia Pires

Encerrada
C. C.
05/06/2025
JLL Residential

CPCV anulado sem explicação

Exmos. Senhores, No dia 18 de Abril iniciei comunicações com um dos vossos agentes imobiliários para a eventual compra de um imóvel sito em Alcácer do Sal, num empreendimento designado OLIVE GREEN e que irá supostamente iniciar construção em Agosto do corrente ano. Entusiasmada, fui aconselhada pelo mesmo agente a ir visitar rapidamente o imóvel ou o mesmo seria vendido rapidamente, pois a concorrência iria ser muita. Assim o fiz e no Domingo seguinte, mais propriamente, Domingo de Páscoa, interrompi o convívio familiar para me deslocar da Ericeira a Lisboa e de lá prosseguir para Álcacer, tendo estado dentro dos terrenos com a planta e lá escolhi o andar que eu queria comprar, dentro das minhas disponibilidades financeiras. O processo continuou a decorrer, fui disponibilizando todos os elementos que me pediram, recibos de vencimento, identificação pessoal, etc, até que dia 06 de Maio recebi finalmente o CPCV para analisar. Respondi passado alguns dias com duas questões pertinentes, às quais o vendedor respondeu que aguardava a resposta do promotor POTENTIAL SURPRISE . Á falta de resposta, certifiquei-me diversas vezes se estava tudo bem e a resposta era que estavam a aguardar, mas que estava tudo garantido. No dia 22 de Maio recebo uma comunicação do agente imobiliário dizendo que "o promotor não vai responder a mais questões, o promotor tem 10 clientes em espera para os apartamentos t0, eu sugeria agendar data de assinatura do CPCV com a possível brevidade". Embora sem qualquer resposta a nenhuma das minhas perguntas, continuei a confiar e decidiu-se que o CPCV iria ser assinado dia 03 de Junho pois eu ia estar uns dias fora e só nesse dia poderia tirar a manhã no trabalho. No dia 26 de Maio, o agente pede para eu lhe ligar urgentemente e refere que já não vou assinar CPCV nenhum pois o promotor desistiu de mim e ia vender a casa a terceiros em lista de espera. Fiquei revoltada, sinto-me enganada, sinto-me magoada com o que me fizeram e fica desde já público que esta situação não é de todo profissional da vossa parte, já para não dizer INUMANA. Será que se pode fazer o que os senhores fizeram? É legal andar a brincar com a vida das pessoas?? Atentamente, Cláudia Pires

Encerrada

compra auto com defeito de fabrico

Exmos. Senhores, Em 10 Fev 2023 adquiri uma viatura PEUGEOT à empresa SANTOGAL modelo 308 SW matricula AB-97-NZ no valor de € 21.000,oo euros Desde aquela data que senti um barulho anormal interno proveniente do motor. Desloquei-me em diversas ocasiões à Santogal e fui informado que se trata de um defeito de fabrico. Tenho uma estimativa de reparação feita pela Santogal no valor de € 7.117,31 euros. que a empresa se recusa a assumir. Gostaria de saber se é possivel exigir da empresa a sua reparação ou em alternativa o recurso aos tribunais . Posso enviar todos os documentos que solicitarem. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
F. S.
05/06/2025
LUIS MANUEL RODRIGUES DE SOUSA & FILHOS LDA

Venda de Veículo Usado com Vícios Ocultos e Má-Fé Comercial

Venho por meio desta apresentar uma reclamação formal contra a empresa LUIS MANUEL RODRIGUES DE SOUSA & FILHOS, LDA, com NIF 511151306, representante oficial da marca Benelli na Região Autónoma da Madeira, devido a graves irregularidades na venda de um veículo usado que configuram violação dos direitos do consumidor e má-fé comercial. ,Adquiri junto ao referido estabelecimento um motociclo usado, modelo Benelli BN 302 S, matrícula AD 37 TO, conforme documentado na fatura simplificada FS.2023/1441. Desde o primeiro momento de utilização, o veículo apresentou graves defeitos mecânicos que impossibilitaram o seu uso normal e seguro. A motocicleta demonstrava falhas constantes no motor, paragens súbitas em via pública e dificuldade em manter rotação estável, mesmo em percursos curtos. É importante destacar que, apesar de ter comunicado imediatamente estes problemas ao vendedor, a única solução apresentada foi a possibilidade de troca por um veículo novo, condicionando-me assim a uma nova despesa. Esta postura é manifestamente abusiva e contrária aos direitos do consumidor, pois a solução adequada seria a resolução do contrato com reembolso total do valor pago, nos termos do Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. A situação tornou-se ainda mais grave quando, após múltiplas tentativas de reparação que totalizaram mais de 10 meses de inatividade do veículo e um custo adicional de 300 euros por minha conta, os problemas persistiram. Chama-se a atenção para o facto de que a motocicleta nem sequer atingiu 1.000 quilómetros de utilização efetiva sob a minha posse, tendo permanecido a maior parte do tempo parada ou em oficina. Mais grave ainda foi a informação, obtida através de um mecânico da própria empresa, de que os problemas estavam associados a um uso anterior intensivo por parte de uma pizzaria, o que demonstra claramente que o stand tinha pleno conhecimento dos vícios do veículo e os omitiu dolosamente no ato da venda. Esta conduta configura violação de múltiplas disposições legais, nomeadamente o Artigo 913.º do Código Civil relativo a vícios ocultos, o Artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 sobre o dever de informação, e o Artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 67/2003 relativo à garantia legal em bens usados. Além disso, representa uma clara violação dos princípios da boa-fé e lealdade comercial que devem reger as relações de consumo. Face ao exposto, exijo formalmente a resolução imediata do contrato de compra e venda com reembolso integral do valor de 1.950,00 euros e a indemnização das despesas no valor de 300 euros incorridas em reparações inúteis. Por práticas comerciais desleais divulgarei publicamente o caso através dos meios de comunicação social e redes sociais, como forma de alerta a outros potenciais consumidores. Junto anexos comprovativos, incluindo a fatura original, declaração emitida pelo stand e registos de todas as intervenções de reparação realizadas. Agradeço desde já a atenção dispensada a este grave assunto e coloco-me à disposição para fornecer quaisquer informações adicionais que se mostrem necessárias. Com os melhores cumprimentos, Filipe Dionísio

Encerrada
L. T.
04/06/2025

encomenda nao recebida e sem data de entrega

Prezados, Venho por meio deste expressar minha insatisfação revolta e desilusão com a experiência que tive com a minha compra realizada no dia 02 de junho de 2025 através do site da Worten. Realizei a compra de uma arca vertical, efetuando o pagamento total,   encomenda nrº  64711655 ,com previsão de entrega para o dia seguinte, 03 de junho de 2025. Para garantir o recebimento, o  meu marido solicitou um dia de férias na empresa. No entanto, por volta das 12h do referido dia, recebemos uma mensagem informando que a entrega não seria possível e que deveríamos aguardar um novo reagendamento. Aguardei até às 18h, sem receber qualquer contato ou solução por parte da Worten. Então,  o meu marido entrou em contato com a linha 210155222, onde foi informado que deveria aguardar contato, pois nada mais podiam fazer naquele momento. No dia 04 de junho, fomos até uma loja da Worten no Norteshopping, onde gentilmente tentaram ajudar. Após contato com superiores, fomos informados de que a encomenda teria sido "picada" no entreposto, mas, por não caber na carrinha de transporte, ela teria sido deixada no mesmo local. No entanto, a transportadora indicava que a encomenda já tinha sido carregada, o que não condiz com a realidade, já que, na prática, ela continuava  no entreposto. Ficamos aguardar novas orientações, sem qualquer contato efetivo da empresa. Hoje, por volta das 21h,  contactamos novamente a Worten, e após cerca de 30 minutos de espera, fomos informados de que a entrega não poderia ser realizada com celeridade, que o processo iria demorar e que o valor já havia sido devolvido, cancelando a encomenda. Gostaria de expressar minha insatisfação, pois além de ter efetuado o pagamento à vista por um produto que nunca recebi, perdi um dia de férias á espera por uma entrega que nunca aconteceu. Além disso, investi tempo e dinheiro em ligações para tentar resolver a situação, sem sucesso. Diante do exposto, questiono como uma empresa que se apresenta como certificada e que faz publicidade enganosa, prometendo entregas em dois dias, pode continuar a enganar e lesar clientes dessa forma. Espero uma resposta rápida e uma solução definitiva para o meu caso. Segue em anexo comprovativo da encomenda bem como do dia da entrega.

Encerrada
V. C.
04/06/2025

Insatisfação com o serviço pós venda

Boa tarde. Venho por meio deste mostrar a minha indignação com o stand de carros Rubeste Car, situado em Praceta Augusto Moura Júnior, 9500-665 Ponta Delgada. Em abril de 2024 adquiri a viatura Peugeot 3008. Aquando das informações, foi me dito que o carro não poderia ser entregue no dia porque iriam mudar o óleo e fazer a troca dos filtros. Até ai, tudo bem, desde que ficasse tudo em condições. Passadas algumas semanas o carro começou a dar problema: “falta de óleo”. Mas como assim? Não tinham ficado mais um dia com o carro para resolver isso? Lá foi o carro para a oficina (escolhida por eles!) e tinha que ser sempre quando eles quisessem. O carro voltou e supostamente era para estar ok, mas não! No dia 20/08/2024, entrei novamente em contato com eles pq o carro apresentava o mesmo problema. Foi aí que disse que a próxima vez ele iria diretamente para a Peugeot e por conta deles. Verifiquei a vareta do óleo e está tinha duas cores, como é possível? Não sei, mas eles lá disseram que estava tudo bem. No dia 22/08 foi deixado lá o carro e no dia 23/08 estava pronto. O carro ficou lá até dia 27/08 porque precisei viajar e não tinha ninguém para ir busca-lo (mas ficou na rua sem lhes causar qualquer prejuízo!). Peguei o carro e segui a vida. Dia 13/10, a andar na via rápida para sair na Relva, o carro foi perdendo a força e ficou ali mesmo nos Valados. Chamei o reboque e enviei diretamente a Peugeot (em pleno domingo!) só recebi resposta da Peugeot no dia 17/10, entrei em contato com a Rubeste a dizer que já tinha os orçamentos e os enviei por e-mail. Mas a resposta deles é quase sempre a mesma “a gerência não se encontra na ilha esta semana”. No dia 21/10 me comunicaram a dizer que já tinham entrado em contato com a Peugeot e que iam avançar apenas com o que era coberto pela garantia (otimo! Pois sempre foi esse o combinado!) nesse tempo tive que alugar um carro porque precisava ir trabalhar e levar crianças para a escola, eles nem quiseram saber da despesa. No dia 05/12 vira o disco e toca o mesmo! A luz acende novamente, entramos em contato e recebemos um “vamos passar a informação à gerência e assim que possível entraremos em contato!” Responderam no dia 09/12 a dizer qual a oficina para levar o carro, lá fomos nós… No dia 14/01 a mesma situação: luz acesa, falta de óleo! No dia 15/01 disseram para levar a viatura para a oficina e perguntei como seria com carro de substituição e eles disseram que não tinham nada disso disponível. No dia 18/01 mandei para a Peugeot (depois de lhes avisar imensas vezes que era para lá que ia o carro senão voltasse em condições. No dia 22/01 responderam a dizer que não iam entrar em contato com a Peugeot pq não levamos na oficina que eles escolheram. O carro ficou lá desde esse dia e no dia 12/02 fui busca-lo para então leva-lo a oficina marcada por eles. Eles disseram que iam agendar e diziam alguma coisa. Nunca mais disseram nada. No dia 18/02 ao ligar o carro, ele apresentou a mensagem: “defeito do motor: parece o veículo”, foi enviada foto para eles e disseram que já tinham entrado em contato com a oficina. No dia 21/02 disseram que estava marcado só para o dia 03/03 para deixar lá o carro. Marcaram diagnóstico na Peugeot. No dia 06/03 ainda não sabiam nada. No dia 11/03 entraram em contato e disseram que o diagnóstico da Peugeot apresentou que existem componentes no motor que não estão em conformidade e que teriam de abrir o morto. Agora vai! Não, não foi! Nos cederam uma viatura inferior à nossa (até aí tudo bem, o importante é ter transporte!). Estou a lhes pedir a garantia desde então e até hoje nunca mandaram, alegam que o departamento de contabilidade ainda não enviou! No dia 16/04 entrei em contato e eles não sabem nada da viatura. No dia 06/05 fui à oficina AUTO CORDEIRO nos Valados e o carro encontrava-se no mesmo lugar desde março!! No dia 07/05 disseram que no dia 02/05 a oficina entrou em contato com eles para dar o orçamento e dizer que o tinham aceite e que as peças iam ser encomendadas. No dia 09/05 entrei em contato porque a viatura de cedência que nos deram tinha os pneus carecas, fora de validade, rachados e em péssimas condições e a resposta? “Não temos cá a gerência!” tendo que ir para o stand no dia 12/05 após a nossa reclamação e ainda perguntaram se já tinha tentado colocar ar nos pneus e eu disse que já tinha tentado assoprar, mas que não havia resultado….foram trocados e continuam a perder ar. Os travões em péssimo estado! Quando travamos, o carro treme todo que parece que vai se desfazer. Fui à oficina e lá me disseram que não me podiam dar informação sobre a viatura sem a autorização da Rubeste! Estou há 3 meses sem o MEU carro e não me dizem nada! Já passaram todos os prazos previsíveis pela lei e não dizem nada! Melhores cumprimentos vitor correia

Resolvida

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