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Cobrança indevida e renovação automática não autorizada da subscrição eDreams Prime
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a eDreams relativamente à cobrança indevida de uma subscrição eDreams Prime. No dia 04/10/2025, verifiquei que foi debitado o valor de 7,99 € referente a uma renovação automática da subscrição Prime, sem que tivesse recebido qualquer aviso prévio sobre o fim do período experimental, nem prestado consentimento explícito para a renovação. Após detetar o débito, acedi à minha conta e procedi ao pedido imediato de cancelamento. No entanto, fui informado de que a subscrição permaneceria ativa durante um ano, com pagamentos mensais de 7,99 € até outubro de 2026, o que considero totalmente inaceitável, uma vez que nunca autorizei essa renovação anual nem qualquer débito recorrente. Esta situação configura cobrança não autorizada e violação do dever de informação, em desconformidade com o Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, e com o artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor. Acresce que, de acordo com os Termos e Condições da eDreams Prime, na secção 4.2 – Direito de Rescisão, o consumidor tem direito a rescindir a subscrição no prazo de 14 dias a contar do início do período Prime (ou do período experimental, se aplicável), sem necessidade de apresentar motivo. Nesse contexto, exerci esse direito dentro do prazo legal, devendo ser-me reembolsado o valor cobrado. Solicito formalmente: O cancelamento imediato e definitivo da subscrição eDreams Prime; O reembolso integral do valor de 7,99 € já debitado; A garantia de que não serão efetuadas novas cobranças mensais associadas a esta subscrição; A confirmação escrita de que o serviço se encontra cancelado. Já apresentei igualmente reclamações formais no Livro de Reclamações Eletrónico e no Portal da Queixa, aguardando agora uma resposta e resolução célere por parte da eDreams. Caso não haja resposta adequada no prazo legal, reservo-me o direito de encaminhar o caso às entidades competentes de defesa do consumidor.
burla de hotel
Exmos Senhores, Fiz uma reserva no site da Edreams, no qual tenho a subscrição prime, para uma estadia de 2 noites no Hotel Borsalino no Porto de 09/09 a 11/09. A minha reserva foi de um quarto standard (nº de reserva: #23837129875). Ao chegar, fomos levados para um "anexo" atrás do edifício do hotel e foi-nos dito que seria ali o nosso quarto. As condições eram deploráveis e nunca este edifício foi descrito nas imagens do site da Edreams. Fomos então falar com o funcionário da receção que ignorou por completo o nosso problema, não mostrou compreensão e a sua resposta imediata foi que a única solução seria pagarmos 73€ adicionais para ficarmos noutro quarto. Devido às más condições do hotel não o queríamos fazer, mas a funcionária recusou dar-nos um reembolso. Neste ponto, fizemos uma chamada para a Edreams e explicámos a situação antes de fazer qualquer tipo de cancelamento. O funcionário da Edreams que nos atendeu disse-nos que se quiséssemos podiamos cancelar a estadia e preencher uma queixa e pedido de reembolso no site da Edreams e que com evidência fotográfica seríamos elegíveis para tal. Portanto, foi o que fizemos, submetemos uma reclamação com bastantes evidências obvias de que o quarto/ edifício não correspondiam às fotos do site e desde então já foram feitas inúmeras trocas de email e chamadas para a Edreams de onde o resultado contradiz completamente o que nos foi dito na primeira chamada que fizemos. Inclusive, chegaram a pedir-nos a fatura do alojamento de substituição que marcámos, mas a última resposta que obtivemos da Edreams foi que contactaram com o hotel e este recusa-se a fazer um reembolso e por isso não há nada que a Edreams possa fazer. Quero que a Edreams tome responsabilidade pelo erro do próprio site, visto que neste não constam fotos do edifício e quartos onde fomos colocados, sendo por isso este um problema da responsabilidade da Edreams e que me seja feito o reembolso do hotel Borsalino ou da despesa adicional que tive em marcar um alojamento de substituição.
Cancelamento de reserva de aluguer de automóvel e falta do reembolso
Exmos. Srs. No dia 2/9/2025 através do site da empresa RYANAIR efetuei uma reserva de aluguer de automóvel para levantamento e devolução no Aeroporto de Ponta Delgada desde o dia 21/9 até 27/9. A reserva foi confirmada com o número 627162993 e o respetivo pagamento de foi efetuado. Posteriormente no dia 4/9 recebo um email da Ryanair Car Hire a cancelar a reserva mas no mesmo dia foi-me debitado na minha conta bancária o valor de €106,46 pela empresa Rentalcars.com Após vários contactos com a respectiva empresa foi-me dito que o respetivo valor estava bloqueado pelo meu banco mas que no prazo máximo de 10 dias úteis o valor seria desbloqueado e o reembolso efetuado. Como passado já quase um mês e o reembolso não foi feito . voltei a contactar a rentalcars e foi-me dito que estavam a analisar a situação e para eu enviar um email com o o comprovativo do pagamento para uma email que pelos vistos nem sequer existe, que era reservations@rentalcars.com, porque o email vem devolvido dizendo que não existe. A comunicação com o operador que atende o telefone é muito difícil , pois trata-se de um operador de lingua brasileira que parece não entender e não dá nenhuma resposta concreta à situação. A verdade é que pela dificuldade de comunicação com esta empresa e pelas desculpas constantes já estou a começar a acreditar que se trata de burla pelo que solicito a vossa ajuda na resolução desta situação, não pelo valor em causa mas para evitar que situações idênticas se repitam pois estas empresas não são absolutamente nada transparentes e credíveis e devem ser investigadas. Junto comprovativo bancário do pagamento e e-mails da empresa. Grato pela atenção dispensada. Carlos Gonçalves
Worst hospitality ever!!
This was not only the first stop of a two-week trip—it was also our very first visit to Portugal, a country we had long looked forward to experiencing. Sadly, the distressing events during our stay severely impacted our impression of Portugal and left my wife emotionally shaken for the remainder of our travels. What should have been a joyful introduction became a deeply unsettling experience, to the point that we now feel reluctant to return. 1. Misleading Advertising and Accessibility Issues The hotel listing clearly stated that elevator access was available. However, upon arrival, we were assigned a room that required climbing two flights of stairs. We were traveling with two 25kg suitcases, and this misrepresentation caused immediate physical strain and frustration. When we requested a room change, the front desk staff informed us that no alternatives were available. This misleading claim broke our trust in the hotel from the outset. 2. Severe Safety Breach On 17 September, we left our room early with the cleaning sign clearly displayed. Upon returning around 5 PM, we found the floor-to-ceiling window wide open, facing an accessible back balcony. The room was in a mess, and we were alarmed by the possibility of a break-in. We immediately contacted the front desk staff, Fabio, who visited the room and struggled to lock the window. He offered no explanation for the condition of the room and casually claimed that “no one could have entered,” without checking CCTV footage or advising us to inspect our belongings. There was no concern for our safety, no urgency, no accountability. He simply promised maintenance would fix the window the next day. We were so concerned that we filed a written incident report at the front desk—clearly stating what had happened. But even that wasn’t enough. On 18 September, we returned to the room to find the window wide open again. Though the room had been cleaned, the security risk remained unresolved. We contacted the front desk again, and Denise arrived but was also unable to secure the window. Her response was disturbingly indifferent: she repeatedly stated that there was “nothing she could do” because the manager and maintenance staff were off-duty. She even suggested that we stay in the room all night to prevent a break-in. We were left feeling unsafe and helpless. We considered relocating to another hotel, but due to limited availability, we had no choice but to endure another sleepless night. To make matters worse, while we were at the front desk that same evening, another guest reported that the electrical box in her room had burnt out and requested a room change. Denise gave her the same dismissive response: “There’s nothing I can do.” This pattern of neglect raises serious concerns about the hotel’s commitment to guest safety. 3. Unprofessional Conduct and Staff Dishonesty On 19 September, we requested to speak with the hotel manager, Andreia, upon returning from breakfast. She arrived with a defensive attitude, claiming the window had been opened for ventilation and that her staff had found no issue. I explained that both Fabio and Denise had failed to secure the window and that we had spent three nights in a room with compromised security. I reminded her of the written report we had submitted. She refused to acknowledge it. Andreia repeatedly interrupted me, refused to listen, showed me an extremely rude attitude and ultimately said, “If you have to go, just go! I am not talking to you anymore.” This level of disrespect and hostility from a hotel manager is appalling. She refused to provide her business card directly and told us to retrieve it from the front desk. What was even more disturbing was that, in front of Andreia, the staff began lying outright. They claimed they had cleaned the room and found no issue with the window—statements that directly contradicted what we had witnessed and what they had told us earlier. It was clear they were trying to protect themselves rather than tell the truth. Watching hotel staff lie in front of their manager, while she accepted their version without question, was deeply insulting and unacceptable. 4. Deliberate Delay and Missed Transportation Andreia was fully aware that we had a scheduled transportation to catch. Yet she deliberately dragged the conversation by locking herself in the staff room, refusing to resolve the issue efficiently or respectfully. Her stalling tactics left us with no time to bargain or escalate the matter further, and as a result, we missed our transportation. This added further stress and financial burden to an already traumatic experience. This was not merely a case of poor service—it was a complete breakdown of basic hospitality, safety standards, and professional conduct. We felt vulnerable, dismissed, and disrespected throughout our stay. The emotional toll on my wife was significant, and the experience cast a shadow over the rest of our trip. As first-time visitors to Portugal, this experience has unfortunately discouraged us from considering a return in the future.
REEMBOLSO NAO EFETUADO
Exmos. Senhores. Venho por este meio expor a minha situação com a Agência Abreu do Cascais shopping. Apesar de já vos ter contactado e ter pedido várias vezes a vossa atenção para o vosso incumprimento, até agora não obtive nenhuma resposta da vossa parte à minha reclamação . No dia 2 de Agosto de 2025 desloquei-me à loja para cancelar a viagem por motivos alheios, no qual foi me informado pela funcionária que teria de ser feito por email. Cancelei a viagem no dia 3 de Agosto 2025, foi-me informado pela Agência Abreu que com o cancelamento eu teria direito ao reembolso no valor de 162€. Até à presente data ainda não recebemos nenhuma quantia. Gostaria que alguém da agência Abreu tivesse uma atitude séria e responsável para a resolução deste problema, uma vez que há alguém que está no meio desta situação que não teve responsabilidade nenhuma, perante eu, como cliente. Obrigado
Recomendações falsas e falta de assistência
O meu nome é Gonçalo Castelão Teixeira e venho apresentar uma reclamação formal relativa à viagem organizada pela agência de viagens, Top Atlântico a Cuba, entre 12 e 22 de setembro de 2024. A experiência foi profundamente insatisfatória e demonstrou uma grave negligência e incompetência por parte da agência, tanto na informação prestada como na gestão das expectativas, transparência e qualidade dos serviços vendidos. A Top Atlântico recomendou e vendeu um hotel descrito como “5 estrelas” e “um dos melhores de Havana”, que se revelou claramente abaixo do anunciado: instalações degradadas, falta de higiene, presença de baratas, sanitas entupidas com refluxo de águas sujas e elevadores avariados durante várias horas, sem comunicação adequada aos hóspedes. Além disso, houve falhas graves de organização: Transfer coletivo vendido como se fosse privado, nunca foi mencionado como colectivo e teve atrasos significativos; Ausência total de acompanhamento por parte da agência durante o percurso; Falta de resposta eficaz perante problemas reportados; A Top Atlântico demonstrou um modelo de negócio ineficaz e obsoleto, limitando-se a revender serviços sem qualquer responsabilidade direta sobre a execução, transferindo culpas para operadores locais que desconhecem o contrato e não têm poder de decisão. Este comportamento viola os direitos do consumidor e contraria o dever de intermediação responsável que se exige a uma agência de viagens. O cliente paga à agência para ter garantias, e não para ser abandonado quando surgem falhas. Face a esta experiência, considero o serviço prestado enganoso, negligente e desprovido de valor acrescentado. Solicito a intervenção da entidade competente para análise do caso e medidas que garantam a responsabilização da Top Atlântico e a proteção dos consumidores. Gonçalo Castelão Teixeira
preço constante na vitrine diferente do preço cobrado
Exmos Senhores Venho pelo presente expor a situção hojes desloquei eu com mais uma pessoa a loja da Cex Glicínias Plaza, cita na Rua Dom Manuel Barbuda e Vasconcelos, piso 0 loja 36, com o intuito de vender um equipamento e adquirir outros. Chegados à loja entregamos o equipamento para retoma e escolhemos o equipamento a adquirir, que se encontrava dentro de uma vitrine fechada pelos colaboradores. Após um primeiro equipamento que verificamos não reunir as condições optamos por um outro, cuja etiqueta marcava o valor de 500€. Enquanto fomos jantar, o equipamento de retoma foi avaliado e o equipamento escolhido foi guardado. chegados à loja fomos informados que estava tudo correcto com o equipamento dado pela retoma e que por tanto o valor seria o acordado, 278€. Quando vamos para efectuar o pagamento o funcionário verifica que o preço que constava no computador era diferente do que aquele que estava acordado. chamou a colega que afirmou que o preço do equipamento era de 560€ e que nada podia fazer. descontentes com a situação solicitamos o livro de reclamações, o qual demorou em chegar porque ainda ligou para a sua superiora e esta por sua vez para o gerente. passados uns 7 ou 8 mim apresentaram o livro de reclamações e informaram que o preço era efctivamente os 560€. Após iniciar a reclamação solicitei a identificação do funcionário que me foi negada dizendo que não podiam facultar os dados pessoais e que apenas me poderiam dar o nº 796. apresentei queixa por escrito, com o número 37170077. 1 a qal me foi entregue com desdém e sem ser devidamente preenchida pela entidade. Só agora, ao chegar a casa reparei que não tinha os dados da entidade e que eu não havia posto data. acho inconcebível esta atitude, em primeiro lugar porque o produto se encontrava dentro de uma vitrine fechada pelos colaboradores da empresa . em segundo lugar a atitude da Senhora também deixou muito a desejar, impedindo que o colega disse o nome, quando deveriam estar identificados. gostaria de ressaltar que o rapaz, o qual o nome não foi facultado se desfez em pedido de desculpas, dizendo que estavam ha pouco tempo nesta loja e que erros acontecem. como eu necessitava do PC para trabalhar acabei por adquirir pelos mais 60€, mas penso que este valor foi cobrado indevidamente. Grato
Cobrança não autorizada
Venho, por meio desta, manifestar minha insatisfação e solicitar providências quanto a duas situações extremamente desagradáveis ocorridas com os serviços prestados pela eDreams. 1. Cobrança não autorizada de subscrição anual no valor de €89,99: Fui surpreendido com a cobrança da subscrição anual no valor de €89,99, sem que eu tivesse autorizado ou solicitado a renovação desse serviço. Tal prática fere os direitos do consumidor, configurando cobrança indevida conforme os princípios do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Reforço que não houve nenhum aviso prévio nem consentimento explícito para esta renovação automática. 2. Problema no check-in (Reserva nº 23906320153): No dia 18/09/2025, dia anterior à viagem deveria de ter recebido o cartão de embarque uma vez que foi selecionado no momento da compra o check-jn automático, no entanto, tal não aconteceu. 3.Canais de comunicação: Hoje dia 03/10/2025 tentei contactar a Edreams com o objetivo de resolver a situação, mas tal não foi possível pois ninguém atende o telefone após vários minutos de espera. Dessa forma, solicito formalmente: • O reembolso integral do valor cobrado indevidamente da subscrição anual de €89,99; Anexo os comprovantes necessários, incluindo faturas e recibos. Caso não haja retorno ou solução adequada no prazo máximo de 10 (dez) dias, reservo-me o direito de encaminhar a reclamação aos órgãos de defesa do consumidor competentes e, se necessário, acionar judicialmente a empresa para reparação dos danos sofridos. Aguardo uma resposta urgente e a devida resolução dos problemas relatados. Atenciosamente, Paula Costa
Reembolso não efetuado
No dia 22 de Janeiro efectuei uma compra de uma viagem no site da mytrip , que posteriormente foi cancelada! Após alguns problemas com eles foi me informado que o meu reembolso seria efectuado no dia 24 de abril ! no entanto até ao momento não recebi nenhum reembolso e estão constantemente a dizer que estão à espera que a TAP lhes devolva o dinheiro para me pagarem!
Edreams prime subscrição indevida
Na passada terça-feira, dia 30 de Setembro, adquiri uma viagem para oferecer ao meu marido. Escolhi a viagem através da edreams porque tinha um desconto superior ao site da companhia aérea em questão. Acontece que ontem, dia 1 de Outubro recebo um email a informar-me que usei um desconto indevidamente pois quebrei a cláusula em que só poderia usar a oferta prime uma vez que foi supostamente já utilizada em 2023 e que assim sendo teria que pagar a subscrição anual de 89,99€! Hoje recebo outro email a forçar o pagamento de forma a evitar um “impacto na minha reserva” e a dizer que a minha reserva foi sinalizada?! Se não podia utilizar o dito desconto deviam ter bloqueado e informado o consumidor que tal não seria possível no momento de selecionar o dito desconto, agora aceitar e cobrar posteriormente 89,99€ é enganoso!! Eu não pretendo pagar este valor e não quero agora ter receio que me cancelem a minha viagem de quase 600€!!! Enviei e-mail e tentei ligar várias vezes sem sucesso! Quero que esta situação fique resolvida o quanto antes. Obrigada
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