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Cobrança indevida por dano na viatura que não foi realizado por mim
Aluguei uma viatura comercial à empresa Klass Wagen (via Carjet) por um dia (47€) e não subscrevi o seguro total (que tanto me tentaram vender presencialmente, uma tremenda pressão) em que poderia entregar o carro e não seria sujeito a vistoria final. Talvez porque não fiz esse seguro extra no valor de 133€ , alegaram que eu não devolvi a minha carrinha na mesma forma como me foi entregue e me cobraram 510€ por um dano que não existia antes. Aliás, isso está comprovado no documento de entrega, em que entreguei tal como o recolhi (não indicaram na imagem do croqui qualquer dano adicional), possivelmente para voltarem a cobrar ao próximo. Indicaram que na devolução da viatura matrícula BS-47-SV, referente à reserva LIS-21147444330527, foi-me imputado um “dano” que não existiu durante o meu período de utilização (01/09/2025 a 02/09/2025). Ressalvo que não houve vistoria conjunta no ato da recolha, não me acompanharam na mesma e nem me foi apresentado relatório de levantamento com descrição e fotografias do estado inicial do veículo devidamente assinado. Tirei várias fotografias antes, mas não tirei à traseira, onde dizem que fiz um risco. Cobraram-me 510 euros (no dia 30/09/2025) indevidamente e contra a minha indicação contrária por um risco que não foi, claramente, feito por mim e nem por terceiros (impossivel, dado o local onde a carrinha esteve guardada). Desejo ser ressarcido desse montante.
Reembolso
Péssima viagem de regresso de Benidorm. para Portugal. Eis a minha critica. Péssima viagem de regresso de Benidorm para Portugal no dia 13 Setembro de 2025. Vou apresentar as minhas criticas pois na viagem eu pedi explicações a nossa assistente a qual me respondeu que o deveria fazer a Empresa 7X7. Outros passageiros já o fizeram , assisti a um passageiro que abordou o condutor queixando se da péssima viagem que estávamos a fazer. E este Sr. profissional respondeu ao passageiro que se não quisesse continuar a viagem que poderia ficar ali. (Isto é uma resposta de um verdadeiro profissional !!!.. Se eu tivesse numa empresa minha um funcionário assim, seria despedido na hora. A minha critica atrasada deve se a que eu queria em primeiro lugar informar a Excelente funcionária da empresa que me vendeu a reserva. Após consultar o Decreto-Lei nº 17 - 2018 - de 8 de março. Peço uma redução do preço ou a uma indemnização por serviços de viagem não terem sido executados corretamente. (igualmente para as outras pessoas referente á mesma reserva: Resposta da Senhora da empresa 7X7. Relativamente ao pedido de compensação cumpre-nos informar que não encontramos motivo algum para tal, uma vez que. todos os serviços foram cumpridos, desde o alojamento no regime escolhido no hotel, assim como os restantes, sendo que as viagens de autocarro foram igualmente efetuadas sem qualquer avaria ou atraso, sendo as mesmas efetuadas em autocarros de turismo e devidamente licenciados para tal. Eu A minha reclamação nada tem a ver com Hotel, nem atraso de horário nem de avaria de auto carro , mas sim por um péssimo serviço prestado pelo forma como foi feita a viagem (péssima) 7X7 Como referido não temos qualquer compensação a prestar. De referir só e apenas que em mais de 70 clientes que viajaram nesse mesmo dia e autocarro não existe mais nenhuma reclamação. Eu Esta senhora da empresa 7X7 (arrogante) e muito mas mesmo muito mal informado pois na verdade houve mais queixas sem ser a minha. Esta senhora deve consultar o Sr. condutor assim como a assistente. E que estes lhe digam a verdade nada mais que a verdade. Eles foram abordados durante a viagem da péssima viagem que devido as péssimas condições do auto carro. M. N.
Direitos Nao Respeitados
Exmos. Senhores, No dia 22 de Agosto de 2025, efectuei através da plataforma Rentalcars.com uma reserva de aluguer de viatura junto da vossa empresa, Drive on Holidays, com o número 698744148, para o período de 23 a 25 de Agosto, no valor total de 51,87 €. Contudo, ao dirigir-me à loja para levantar o veículo, foi-me recusada a entrega do mesmo pelo facto de não aceitarem o meu cartão de débito para o pagamento do depósito de segurança de 1.600 €, apesar de eu ter oferecido a possibilidade de proceder ao pagamento integral através desse mesmo cartão. Informaram-me que apenas seria aceite cartão de crédito, sendo que, nessa ocasião, o meu cartão de crédito não estava funcional. Diante desta limitação, solicitei a extensão da reserva em mais um dia, uma vez que, de acordo com as condições apresentadas, a partir de três dias de aluguer o valor do depósito diminuía, tornando possível o pagamento através de débito. A minha solicitação foi negada, sob o argumento de que apenas a Rentalcars.com poderia proceder a tal alteração. Contactando a plataforma, fui totalmente informado do contrário, ou seja, que a responsabilidade de estender a reserva era exclusivamente da Drive on Holidays. Perante esta situação, fui colocado num impasse injustificável: cada parte negava a sua responsabilidade. Para não ver a minha viagem prejudicada, fui obrigado a efectuar uma nova reserva, no valor de 162,47 €, suportando assim custos muito mais elevados e absolutamente desproporcionais em relação à reserva original. Chamo a atenção de V. Exas. para o enquadramento legal aplicável em Portugal: 1. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de Julho, com as alterações subsequentes): 1. O artigo 4.º, n.º 1, alínea b) consagra o direito à protecção dos interesses económicos do consumidor. 2. O artigo 9.º refere que o consumidor tem direito a que os contratos sejam executados de boa-fé e com respeito pelo equilíbrio entre as partes. 2. Para além disso, nos termos do Decreto-Lei n.º 17/2018, de 8 de Março, que estabelece o regime jurídico do contrato de utilização de veículos sem condutor, o locador (empresa de rent-a-car) é a entidade responsável pela execução e gestão integral do contrato de locação, incluindo qualquer alteração, prorrogação ou extensão do aluguer, uma vez que é quem detém e explora o veículo. Ora, a recusa em proceder a uma simples extensão da reserva, aliada ao facto de me terem forçado a suportar custos acrescidos perante a mesma finalidade (o aluguer do veículo), configura uma violação clara destes direitos, tanto mais que houve manifesta falta de diligência e de cooperação da vossa parte. Assim, considerando os meus direitos enquanto consumidor, solicito a V. Exas. o reembolso proporcional dos montantes pagos em excesso, ou seja: 1. Valorizando um aluguer de 3 dias com base no valor inicial de 51,87 € (cerca de 17,29 €/dia); 2. Procedendo ao reembolso da diferença em relação ao valor total de 162,47 € pago pela segunda reserva forçada. Peço a este respeito uma resolução célere e justa da situação. Junto em anexo a documentação comprovativa da reserva e dos pagamentos efectuados. Sem outro assunto de momento, aguardo a vossa resposta com a máxima urgência. Com os melhores cumprimentos, Luiz Moreira NIF 302 791 370
Taxa Cobrada indevidamente - Uber one
Apresento a minha total insatisfação com a marca Ubereats. No passado dia 2 de outubro, ao realizar uma compra, foi -me sugerida a adesão gratuita durante 30 dias ao Uber One. Tendo sido atribuída novamente esta promoção, fui dissuadida a aderir. No entanto, verifiquei no meu extrato que foram debitados os 4,99€. Ao expor a situação, foi-me sempre indicado que lamentavam mas como já tinha aderido anteriormente, no ano de 2023, não poderia ser reembolsada. Tendo havido algum erro técnico na aplicação, o cliente não tem culpa e a marca deverá assumir as responsabilidades. Já realizei algumas compras nesta marca e nunca me tinha acontecido tal situação. Uma falta de respeito para com o cliente. Perante total desconsideração, assumo que isto será uma prática recorrente da marca. Atenção às promoções sugeridas.
anúncio enganoso
No dia 12/09/2025, desloquei-me à Quinta da Malhada – Vale do Paiva, ao abrigo da experiência “Estadia Rústica em Casa de Xisto”, adquirida através da Odisseias (reserva n.º H246591482951). Ao chegar ao local, verifiquei que o alojamento disponibilizado não correspondia às fotografias nem à descrição publicitada pela Odisseias. As imagens do anúncio mostravam uma casa T1 de xisto rústica, bem decorada e comodidades específicas. No entanto, o alojamento atribuído era completamente diferente, sem as características ou qualidade apresentadas. De imediato tentei contactar o host, tanto por chamada como por mensagem, sem qualquer resposta. Mais tarde, o próprio host confirmou por escrito que as imagens usadas na plataforma da Odisseias eram “meramente foto de capa”, e que disponibilizam qualquer T1 livre, independentemente das condições apresentadas no anúncio, visto ser um lote de 5 moradias Face à ausência de correspondência entre o publicitado e o efetivamente prestado, entrei em contacto com o apoio ao cliente da Odisseias a pedir um reembolso total da experiencia. Após vários contactos, recebi uma resposta a indicar que “nada poderia ser feito”, justificando-se com os Termos e Condições da empresa — onde alegam que as fotografias são “meramente ilustrativas”. Posteriormente, ofereceram-me apenas um código promocional de 50 €, o que não resolve o prejuízo sofrido nem substitui o meu direito ao reembolso. Esta situação configura uma violação do dever de informação e publicidade enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 303/83 (artigos 7.º e 12.º), bem como uma não conformidade contratual ao abrigo da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96).
Cobrança indevida
Venho por este meio expor uma cobrança de 89 euros feita pela empresa Edreams sem nenhum consentimento. Nunca me afiliei a este serviço. Tive de cancelar meu cartão bancário por achar que a cobrança tinha sido alguma burla , quando descobrir que foi uma cobrança feita por esta empresa que elevou ter feito uma subscrição, sendo que nunca a fiz. Ainda mais sendo depois de um ano. Nem se utilizo esta plataforma pra viagens . Espero que possam me reembolsar
Uber Eats - Promoção não cumprida
Recebi uma promoção da Uber Eats que caso fizesse 3 pedidos superiores a 12€ recebia 12€ em créditos Uber One para pedidos. Ora cumpri as condições mas na página da promoção aparece que só fiz 2 pedidos. Gostaria que corrigissem a situação. Obrigado
Incompetência, ignorância e abusos
Briga de hóspedes, sanitário com defeito, criança de 7anos de calcinha, maus tratos, ameaça de expulsão. Tentei dialogar, mais a própria administradora disse que isso e normal, solicitei o reembolso dos dias que falta vai vencer 18/10/25. E necessário a secretárias (turismo e órgão competentes) intervir. Os administradores estão a debocha das leis em Portugal e cabe uma análise do proprietário do imóvel que deixa a empresa símbolo & tribo administrar o imóvel. Notei cumplicidade ou conivência. ATENÇÃO autoridades
Reclamação por Falta de Segurança, Transparência e Incumprimento Contratual no Vitor's Plaza
Folha de reclamação 25816633 No dia 23/08/2025, os ocupantes do apartamento contiguo ao nosso, estiveram aos gritos e murros na parede. Fizemos um pedido à recepção do hotel, reportando o sucedido, para intervirem por forma a que o ruído terminasse. Um funcionário do hotel deslocou-se a essa habitação e o ruído parou, tendo recomeçado após cerca de 20 minutos. Hoje, dia 24/08/2025, às 0:30, os ocupantes dessa habitação (B-308), ao passarem no corredor de acesso aos quartos, bateram com violência na porta do nosso apartamento (B-306), repetidamente, e fugiram para a sua habitação. Foram por nós confrontados do sucedido, tendo ameaçado agredir-nos. Pedimos a intervenção imediata do hotel, no sentido de que estas pessoas fossem expulsas do mesmo. Folha de reclamação 25816634 Para nossa surpresa, o hotel informou que não poderia proceder dessa forma, uma vez que a habitação (B-308) era de um privado. Insistimos para que a polícia fosse chamada, uma vez que nós eramos clientes do hotel, a nossa integridade física, sendo que estamos acompanhados dos nossos filhos menores, doi e permanecia posta em causa. Além das ameaças de agressão, os indivíduos estavam alcoolizados, consomem drogas recreativas, e a sua varanda é colada à nossa, podendo ser facilmente transposta. O hotel apenas tem autoridade sobre os seus apartamentos e o que conseguiu fazer, foi apenas deslocar um funcionário ao local para fala com as pessoas da habitação (B-308). Não estão garantidas as nossas condições de segurança. Ainda durante a madrugada, pedimos Folha de reclamação 25816635 ao hotel que nos encontrasse uma solução que nos permitisse permanecer no local, noutra habitação, sendo que não foi possível darem-nos essa solução. Não existindo qualquer garantia do hotel, que nós estaríamos protegidos, apesar dos nossos pedidos, não nos foi possível dormir com receio pela nossa integridade física e dos nossos filhos. Efectuamos marcação noutra unidade hoteleira, de outro grupo, uma vez que não nos sentimos seguros e não sabemos que outros utentes se encontram neste espaço, e que não estejam sob responsabilidade do hotel. Nada nos garante que outros particulares possam ter quaisquer outros comportamentos e que o hotel não possa agir por não estarem ao abrigo das suas regras. Hoje, 24/08/2025, por volta das Folha de reclamação 25816636 10:00, desloquei-me à recepção e requeri ser recebido por alguém da direcção ou administração, por forma a informar que pretendo ser ressarcido da totalidade do valor da estadia, que efectuei já marcação noutro local e que irei realizar o check-out hoje. O director não se encontra no local, pelo que esta informação foi transmitida ao director pela recepcionista. Às 10:15, o director Carlos Conceição, através da recepcionista, propôs a entrega de um voucher com o valor remanescente da estadia, noutro local do grupo, com a duração de um 1 ano, ou a devolução de 50% do valor remanescente em dinheiro. Recusei ambas as soluções e não recebi mais qualquer comunicação por parte da direcção. Não houve preocupação com o seu cliente, nem Folha de reclamação 25816637 interesse em falar comigo para ficar a par do que sucedeu, com maior detalhe. Pedi à recepção cópia do relatório da ocorrência da madrugada, mas recebi a resposta que não é possível partilharem documentos internos. Deixo esta queixa no livro de reclamações físico do hotel, mas irei efectuar a mesma queixa no livro electrónica bem como junto da DECO-proteste e do turismo de Portugal, no limite a solução será seguir para um julgado de paz. Existe falta de transparência e informação prévia, onde esteja claro, mesmo durante e após a reserva e à chegada que o complexo, que se identifica na estrada e na entrada do complexo por “Vitor’s Plaza”, inclui quartos particulares Folha de reclamação 25816638 não geridos pelo estabelecimento, e sobre os quais não têm qualquer autoridade. Esta omissão, viola o dever de informação, pois em momento ou local algum esta informação é anunciada, pois o complexo é anunciado como uma unidade homogénea. Desta forma, não há capacidade de garantir que a tranquilidade quer a segurança, uma vez que não tem autoridade para intervir eficazmente, no caso concreto, em situação de ruído excessivo ou ameaças por parte dos ocupantes desses quartos. Esta situação viola o princípio do contracto de alojamento, pois não estão garantidos o repouso e segurança dos hóspedes, conforme o regime dos empreendimentos turísticos. Uma vez que não existiu na altura solução para expulsarem os outros ocupantes, não verificamos existirem Folha de reclamação 25816639 condições para nos colocarem a nós noutra habitação, estando a nossa integridade física e psicológica colocada em causa, ainda durante a madrugada fomos obrigados a incorrer em despesas adicionais, marcando a restante estadia noutra unidade, forçando-nos a sair do local onde tínhamos as nossas férias planeadas. Como conclusão, temos um prejuízo concreto e as férias estragadas, exigindo assim não apenas o reembolso total dos dias não usados, mas também pelas despesas da estadia total, referentes aos dias 20 a 24. Exigimos também compensação pelo transtorno do impacto nas férias, bem como pelas despesas suplementares, uma vez que estamos perante um incumprimento grave, numa solução de alojamento proporcional e equivalente. Data Hora 24/08/2025 11:20
Pack Fugas com Jantar - Publicidade Enganosa
Adquiri um pack “Fugas com Jantar” da Odisseias, que anuncia claramente no mapa impresso na embalagem do produto 14 alojamentos no Algarve e 14 no Alentejo, com 1 noite + jantar incluído (fotografia comprovativa em anexo). Sou residente no Algarve e, ao tentar reservar através da área de cliente da Odisseias, para as datas de 8 a 9 de novembro, deparei-me com uma situação inaceitável: não existe qualquer alojamento com jantar incluído disponível na região do Algarve ou Baixo Alentejo nos próximos meses, apenas estadias com pequeno-almoço (que o próprio site da Odisseias vende isoladamente a preços inferiores). Testei ainda várias outras datas entre novembro de 2025 e abril de 2026 (época baixa), sem qualquer sucesso — continuam a não surgir opções que incluam noite + jantar, tal como anunciado no pack. Ou seja, o produto foi adquirido com base em informação que não corresponde à realidade, com 0 opções nas regiões indicadas, configurando publicidade enganosa e violação dos direitos do consumidor. Já expus a situação à Odisseias por e-mail, mas as respostas recebidas foram totalmente genéricas, alegando que: “Por vezes, devido às datas e valores diários dos parceiros, os serviços como o jantar ou o spa podem ser retirados para minimizar o valor de upgrade... Numa grande parte de parceiros é possível colocar o jantar como extra.” Ora, esta explicação é inaceitável, pois o produto é vendido explicitamente como “1 noite + jantar incluído”, não como uma estadia base com extras pagos. Assim, solicito: - A disponibilização de uma experiência no Algarve ou Baixo Alentejo, exatamente nas condições anunciadas (“1 noite + jantar”); ou, em alternativa, - O reembolso total ou crédito equivalente ao valor pago (74,99 euros). É de extrema importância que sejam tomadas as medidas necessárias para que a empresa não continue a publicitar e comercializar experiências que não estão efetivamente disponíveis.
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