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Reward não entregue
Realizei uma compra de dias num alojamento, numa viagem que realizei em maio de 2025, que garantia um reward/cash back de uma percentagem do valor pago após a estadia. Dia 11/06, recebi um email a dizer que já estava pronto para usar. No entanto, chego à aplicação e nada. No mesmo dia contactei o apoio ao cliente e desde então, não me resolveram nada, só se procedem mais reclamações e mais emails a dizer que já está tudo em ordem embora na minha conta apareça tudo a zeros e lhes envie prints disso mesmo. Após reclamações consecutivas: 5/07, 07/07, 20/07 descartam a responsabilidade, ou dizem estar tudo ok, ou remetem ainda para o alojamento que nada tem haver com o sucedido. Se soubesse que seria assim não teria comprado nesta plataforma, fazem publicidade enganosa.
reembolso de 2000€
Carta Oficial – Pedido Urgente de Intervenção da DECO em Caso de Reembolso de Fundos por ESC Online Assunto: Falha na Devolução de Fundos – Pedido de Intervenção Urgente para Resolução do Caso Exmos. Senhores, Venho por este meio recorrer à vossa ajuda, na qualidade de consumidor lesado, em virtude de uma situação que tem me causado graves prejuízos financeiros e emocionais. Estou a enfrentar um impasse com o ESC Online, que se recusa a devolver a quantia de 2.000€ que foi indevidamente depositada na sua plataforma por um menor de idade. A situação iniciou-se em 25 de julho de 2025, quando o meu enteado de 15 anos, sem o meu consentimento, acedeu ao meu telemóvel pessoal e efetuou dois depósitos no valor de 1.500€ e 500€, totalizando 2.000€. Esses depósitos foram usados para jogar na referida plataforma de apostas. Desde o momento em que tomei conhecimento das transações, entrei em contacto com o ESC Online em várias ocasiões, solicitando o reembolso desses valores, uma vez que o jogo online é proibido a menores de idade, conforme estabelece a Lei nº 66/2015 – Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online. No entanto, apesar de já ter enviado seis e-mails para o casino, não obtive resposta satisfatória. Envolvi também as entidades competentes, como a SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos) e a ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), mas até à presente data não houve qualquer resolução do problema. O ESC Online, que é operado pela Estoril Sol Digital S.A., empresa registada em Portugal com o NIF 513 683 836, com sede na Rua Melo e Sousa, Nr. 535, Bloco 2-A, 2765-253 Estoril – Portugal, e titular das licenças de jogo n.º 003 e n.º 008 emitidas pelo SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos), além de não ter procedido à devolução dos valores, não tomou as devidas medidas para evitar o acesso de menores de idade à sua plataforma. Reforço que, embora reconheça a negligência de não ter ativado medidas de segurança no meu dispositivo, a responsabilidade pela proteção dos menores e pelo cumprimento das normas legais no âmbito do jogo online é da própria plataforma. Dado o caráter urgente e a gravidade da situação, que tem causado enormes dificuldades financeiras à minha família, venho solicitar à DECO, enquanto entidade protetora dos direitos dos consumidores, que tome as medidas cabíveis para interceder junto do ESC Online, com vista a garantir o reembolso imediato da quantia de 2.000€, conforme a legislação em vigor. Fundamentação Legal: Lei nº 66/2015 – Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online: Art. 23.º: Proibição do jogo online para menores de idade. Art. 33.º: Exigência de mecanismos de controlo de acesso por parte das plataformas. Código Civil, Art. 1309.º: Anulabilidade dos atos praticados por menores não emancipados. Acredito que a vossa intervenção será essencial para a resolução deste caso, dado o impacto significativo que tem tido na minha vida e nas minhas finanças pessoais. Estou à disposição para fornecer toda a documentação que possa ser necessária para o seguimento deste processo, incluindo: Comprovativos das transações realizadas no ESC Online; E-mails enviados ao casino e às entidades competentes; Relatórios médicos sobre o estado de saúde do menor envolvido; Qualquer outro documento relevante para a análise do caso. Agradeço imensamente a vossa atenção e apoio. Espero que este pedido seja tratado com a máxima urgência e que, com a vossa ajuda, se consiga restabelecer os meus direitos como consumidor, com a devolução dos montantes indevidamente pagos à plataforma. Com os melhores cumprimentos, Paulo Jorge Rodrigues Fernandes 📧 paulojorge22223@hotmail.com 📞 [Inserir contacto] 📅 30 de julho de 2025
Retirada de dinheiro da conta sem nenhuma assinatura feita
No dia 30/07/25 foi me debitado na minha um valor de 89,99€ por parte da EDreams sendo que já não é a primeira vez e já apresentei queixa e continuam a tirar o dinheiro quando não faço viagens nem muito menos utilizo aplicação. Agradecia a devolução do valor pois não tenho que ficar sem esse dinheiro e uma falta de respeito tirar sem qualquer aviso até. Carla Graça
Estadia sem condições
No dia 3 de Julho fiz uma reclamação ao Masa Hotel Campo Grande devido à nossa estadia no dia 23 de Março deste ano (anexos 1 e 2). Pois trata se de uma queixa de um dos quartos onde ficamos que apresentava uma anomalia na tubagem do sistema do ar condicionado, que, através de uma fenda no teto, mesmo ao fundo das camas escorria e pingava água, inundando o pavimento (enviei fotos e vídeo). Recebi resposta no dia 12 de Julho (anexo 3) e deram a reclamação como tratada. Como é obvio, eu não concordei e respondi (anexo 4). O MASA hotel respondeu no dia 24 de Julho (anexo 5) e é simplesmente ridículo e inaceitável a maneira como tratam um cliente/hóspede/consumidor! Na verdade, os senhores são péssimos profissionais. Portugal e os Portugueses merecem mais e melhor, mais atenção e respeito, melhor prestação de serviços e profissionalismo. Afinal os senhores nem dizem o que sabem, nem sabem o que dizem, como se o consumidor Português não tivesse os seus direitos protegidos por lei. Pois pimeiro dizem que foi efetivamente uma anomalia e que o problema residiu em um dos hospedes dos quartos superiores ter deixado a água a trasvazar do lavatório e que passou água para os quartos inferiores, na resposta seguinte já disseram que ocorreu uma anomalia devido ás fortes chuvas, algo que é mentira pois nunca houve chuvas fortes nesses dias e por mais que tivesse havido fortes chuvadas nos dias anteriores ao dia 23 de Março, como os senhores afirmam, era impossível que as mesmas tivessem “descido” do telhado 5 ou 6 andares (o hotel tem 7 ou 8 andares) e provocassem inundações no 2º andar do hotel e, muito menos através do teto, como mostram as fotografias. O que me move, não é na realidade o valor pago pelo quarto, mas, sim a injustiça e o tratamento mostrado pelos senhores em resolver a situação e, ignorarem completamente os direitos do consumidor, aliás como já deixei bem explicado na minha queixa/reclamação. Querem resolver a situação com um Voucher para uma noite, válido durante 3 meses e dentro da disponibilidade, mas eu expliquei que moro no estrangeiro e não sei quando virei a Portugal de novo. Pedi uma indemnização no valor da estadia do quarto e não aceitaram! Como é possível uma entidade prestadora de serviços num País como Portugal e, numa cidade como Lisboa, inventar e caluniar desta forma um cliente que, apenas, e tão só, está exigindo que os seus direitos enquanto consumidor sejam respeitados? Estão a levantar falsos testemunhos contra a minha pessoa, o que não admito de forma alguma. Eu cumpri que enquanto cliente, o Masa Hotel terá que cumprir também as suas obrigações. Quem aqui está aqui a infringir é o Masa Hotel e não eu, como pessoa de bem que me prezo de ser, sempre cumpri com os meus compromissos e, mais uma vez também cumpri para com o Hotel Masa, cumpri, respeitei o Hotel, os seus funcionários e paguei a fatura que me apresentaram para pagar. Eu cumpri, o Masa Hotel que cumpra e respeite a lei também.
Exigencia de pagamento taxa de ativação de bilhete que foi cancelado por erro da própria KLM
Exmos Senhores, Boa tarde, Venho ao vosso contato comunicar e solicitar apoio devido a uma irregularidade cometida pela companhia KLM relativamente a uma viagem ida e volta que, fiz nas das datas de 20/4 (AMS/OPO) e depois a 3/5 (OPO/AMS). A minha reserva tinha o numero WF45N5. A KLM respondeu no passado dia 10/6 á reclamação feita com o numero C- 9418935, dizendo que não pode devolver o valor da taxa que exigiu ser paga a 3/5 no valor de €150 para reativação do bilhete eletronico, devido a ter nos seus registos a informação de que o passageiro Francisco Machado não embarcou no voo KL1575 de 20 de abril e por consequência a sua mala foi descarregada do porão e com isto encerrou o processo. Respondi a esta decisao, opondo-me á mesma e solicitando que a mesma fosse re-aberta e encaminhada para superiores e que fosse aberta uma investigação, para atestar a veracidade dos acontecimentos,porque: A verdade é que embarquei no voo KL1575 da KLM no passado dia 20/4, sendo o meu bilhete eletrônico e identificação controlados na porta de embarque e na entrada do avião; Depois de já estar dentro do avião, sentado no meu lugar, uma das hospedeiras de bordo chamou pelo meu nome, de forma a perceber se eu me encontrava dentro do avião, achei estranho, no entanto, imediatamente chamei a hospedeira de bordo e confirmei que estava ali. Fiz a viagem e aterrei no aeroporto Francisco Sá Carneiro por volta das 15h30 do dia 20/4. Após isto, aconteceram varias situações que me causaram imenso transtorno, como por exemplo a minha mala de porão que tinha despachado no aeroporto de Schipol ter sido retirada do avião e não ter vindo nesse voo KL1575 e ter ficado em Amesterdão. Fiz todos os procedimentos possiveis e que me competiam, nomeadamente reclamar diretamente no aeroporto Francisco Sá Carneiro a não chegada da mala e também com a companhias aérea, toda esta situação fora do normal. Se algum passageiro não embarcou naquele voo, esse passageiro não fui eu. Porque eu sim, embarquei e fiz a viagem. Notem ainda e como também informado á companhia aérea, nesse mesmo voo, vinham outros passageiros que me conhecem e podem testemunhar assim como eu embarquei e fiz a viagem que a companhia aérea KLM diz que não fiz. No dia 3/5 á chegada ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, para fazer check in e despachar a minha mala de porão para fazer a minha viagem de regresso a Amsterdao, fui surpreendido com a informação de que o meu bilhete eletronico referente á minha viagem de 3/5 estava cancelado. A justificação apresentada foi de que o passageiro não realizou a primeira viagem da respetiva reserva, ou seja a 20/4 e por consequência a segunda viagem foi automaticamente cancelada. Fiquei deveras surpreendido, e sem entender o que se passou para que a minha viagem de regresso estivesse cancelada. Foi-me dito que a unica forma de conseguir fazer a viagem, seria pagar uma taxa de €150 para reativação do meu bilhete e aconselhado a apresentar reclamação com a companhia aérea. Assim procedi, apresentei reclamação á companhia KLM no mesmo dia, ou seja, 3/5 com explicação de todos os factos, enviando toda a documentação. No passado dia 10/6 recebi a resposta da companhia a informar que se recusa a devolver a taxa ilegalemente exigida pois os seus registos dizem que o passageiro não embarcou no voo KL1575 do dia 20/4. Não sendo verdade, tenho contestado continuamente a decisão da companhia, no entanto o serviço de apoio ao cliente da mesma mantém a sua decisão e mostra recusa em abrir uma investigação para verificar o que realmente aconteceu. Foi feita uma reclamação diretamente á ANAC com o numero E16727-202506, que tomou as respetivas diligências e de acordo com as ultimas atualizações que tenho recebido por email da KLM surtiu algum efeito, só que infelizmente, pelo que percebi através da linha de apoio da KLM, não é o desejado. A KLM enviou no passado dia 22/07 e hoje email a informar que processaram um reembolso (em sequência do processo de reclamação instaurado pela Anac), mas apos contactar a linha de apoio ao cliente fui informado de que o valor a ser processado é de €83,73. Não aceito de todo que por um erro da companhia aérea, eu tenha de ser prejudicado e não ser reembolsado do valor total de €150 da taxa de ativação do bilhete. Como consumidor acredito que tenho direitos e preciso de ajuda para junto da entidade prestadora do serviço e causadora de todo o problema, se consiga que no minimo me devolvam o valor indevidamente cobrado (€150). Tem de haver alguma forma de a companhia aérea assumir o erro e as suas responsabilidades sobre esta situação.
Reclamação e pedido de reembolso – Atividade de mergulho na Arrábida não realizada
No dia 10 de julho de 2025, o meu namorado comprou através do site Yumping dois batismos de mergulho na Serra da Arrábida, num total de 158€. No dia 27 de julho, acedeu novamente ao site para marcar a data da atividade. O site permitiu a marcação, enviou um e-mail de confirmação da data escolhida e forneceu o contacto da pessoa responsável pela realização do mergulho. Entrámos em contacto com a pessoa indicada, mas esta informou-nos que não tem qualquer ligação com o site Yumping, que não presta essa atividade através da plataforma e que muitas outras pessoas têm passado pela mesma situação. Segundo nos foi dito, trata-se de uma burla recorrente. Ou seja, o site Yumping está a vender atividades que não existem ou não têm fornecedor ativo, o que é extremamente grave. Neste momento exigimos o reembolso total, já que o serviço não foi prestado e há evidências claras de que se trata de publicidade enganosa e má-fé comercial. Aguardamos uma resposta rápida e a resolução desta situação. Caso contrário, iremos avançar com denúncia às autoridades competentes e entidades de defesa do consumidor.
Cobrança indevida após período experimental + falta de resposta
Exmos Senhores, No dia 27 de junho de 2025, fui surpreendida com a cobrança de €89,99 referente à subscrição anual do serviço eDreams Prime, que teria sido ativado após um período experimental gratuito. Solicitei o cancelamento e reembolso logo nos primeiros dias, ainda dentro do prazo legal de arrependimento de 14 dias, e não usei nenhum benefício Prime após a cobrança. Enviei dois e-mails para o suporte oficial (prime@contact.edreams.com), mas até a presente data não obtive qualquer resposta. Considero esta prática abusiva e peço o apoio da DECO para garantir o cancelamento da subscrição e o reembolso integral do valor cobrado. Obrigada desde já pelo apoio.
Artigos em falta e trocados
No domingo 27/07/25, através da UBER EATS. fiz um pedido ao PIZZA HUT penafiel, uma Pizza CheeseHam, pão alho, batatas Country e bebida. Ao receber o pedido, as batatas estavam a faltar, abro a PIZZA, e vem uma totalmente diferente. Entrei em contacto diretamente com PizzaHut mas descartaram, disseram que tinha que ser com a Uber. Começo a minha tentativa de resolução, suporte emite um reembolso de 5.00€, pelo artigo em falta. E a Pizza ? Que é o mais caro. Não consegui comer. Tentei várias vezes falar com suporte, sem sucesso, não resolvem e encerraram a reclamação, tentei Instagram, mas disseram que já tinha reclamado no suporte não deram continuidade. Necessito de uma solução para isto, não vou pagar um item que não consumi.
Taxa extra em malas de cabine
No dia 26, viajámos na Vueling desde Lisboa até Barcelona (escala) com destino a Menorca. Em Lisboa tudo correu bem, em Barcelona obrigaram a pagar taxa extra das malas dos meus filhos, que retirando as rodas cumprem as medidas exigidas. Paguei 60€ extra de cada mala, num total de 120€. Solicito que me ajudem a recuperar o valor. A pessoa que estava na porta de embarque mal falou para mim e foi super antipatica, sem qualquer empatia pelos clientes.
Sem reserva no hotel pago
Fiz uma reserva de um hotel com a Logitravel , dia 26/07 , a reserva era para dia 29/07 , três noites a beira mar em Sesimbra. No dia 27/07 liguei para o hotel para confirmar a reserva . Fui informada que não tinha nenhuma reserva em meu nome . Perguntaram com quem tinha feito a reserva e o dia que tinha feito . Disseram -me como foi feita recentemente podia ainda não estar no sistema . Mandaram ligar ao outro dia . Entretanto fiz um email para a Logitravel a relatar a situação , uma vez que só estão disponíveis de segunda a sexta feira das 9h 00 às 19h00. Liguei para hotel dia 28/07 continuava a não haver reserva em meu nome ..liguei para a Logitravel disseram-me que estavam a averiguar o incidente por causa do email e que junto no hotel estavam a verificar . Que tinha que aguardar . Sendo, que a reserva que paguei era para o dia a seguir . Tenho um habitação secundária no norte , vim para a minha casa dia 28/07 em Lisboa de propósito porque tinha pago a estadia em Sesimbra . Tinha que saber para me organizar. Diasseram- me que as reservas da Logitravel , junto do hotel do mar tem que ser feitas com 7 dias de antecedência . Se havia essa situação porque é que estavam com disponibilidade no site e porque me cobraram o dinheiro que foi tirado na hora. A senhora disse que tinha que aguardar . Voltei. Ligar a resposta era aguardar . As 17h 19 do dia 28/08 recebi um email a informar que não conseguiram a reserva junto do hotel que paguei e enviaram uma proposta com 2 hotéis no centro de Lisboa , para eu aceitar um deles . Eu não paguei um hotel no centro de Lisboa , paguei um hotel em Sesimbra a beira mar. Moro no distrito de Lisboa porque quê que quereria ir para o centro de Lisboa . Respondi ao email . E liguei novamente por volta das 18h30 porque resposta ao email nenhuma . Toda a situação tem vindo a causar stress ,angústia e desilusão, estávamos contentes por ir passar esses dias a Sesimbra principalmente às criancas. Se não tivesse pago estes dias em Sesimbra , ia continuar as férias na casa do norte , com piscina . Lamentável a situação . Neste momento quero o meu dinheiro e deviam indeminizar pelos danos causados A Logitravel não cumprui pelo que paguei . Sinto - me burlada .
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