Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Reclamações recentes
KLM - Voos cancelados, falta de assistência e despesas extra
Exmos. Senhores Venho, por este meio, apresentar reclamação e solicitar apoio na resolução de um conflito com a companhia aérea KLM (Air France KLM), relativo a cancelamentos sucessivos, ausência total de assistência e recusa indevida de reembolso de despesas, no âmbito do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Identificação do processo Reserva: YJYA9K Passageiros: Mafalda Claro, Igor Simão, Bruna Lebre e Eduardo Cláudio Voo: KL1587 (Amesterdão–Lisboa) Datas relevantes: 2 a 4 de janeiro de 2026 No dia 2 de janeiro de 2026 viajámos de Praga para Amesterdão no voo KL1358, com ligação para Lisboa no voo KL1587. Em Praga, a KLM obrigou-nos a despachar os trolleys por alegada falta de espaço na cabine, garantindo que seguiriam para Lisboa. Já dentro do avião recebemos a notificação de cancelamento do voo de ligação para Lisboa e a remarcação para 3 de janeiro às 21:15h ou seja 24horas depois. Em Amesterdão Schiphol não nos foi prestada qualquer assistência. Não foi disponibilizado alojamento, nem refeições, nem comunicações, nem transporte. O apoio ao cliente não atendia e os postos da KLM encerraram, sem que fosse apresentada solução. Perante a inexistência de balcões em funcionamento e a ausência de orientação, procurámos trabalhadores da KLM no aeroporto e, numa abordagem a funcionárias que se afastavam, foi-nos transmitido que o hotel seria suportado por nós e que depois seria reembolsado. Na prática, ficámos entregues a nós próprios. Pagámos alojamento, alimentação e transportes. No dia 3 regressámos ao aeroporto e o voo remarcado foi primeiro atrasado e depois cancelado. A KLM remarcou-nos para 5 de janeiro às 21:15h ou seja 48h depois, data incompatível com as nossas obrigações profissionais, mantendo-nos sem bagagem, roupa e artigos de higiene. No dia 4 voltámos ao aeroporto para tentar recuperar a bagagem, sem sucesso. Mais grave ainda, a remarcação de 5 de janeiro acabou por ser novamente cancelada e adiada para 7 de janeiro e, posteriormente, cancelada e adiada para 8 de janeiro. Ou seja, se não tivéssemos encontrado alternativa por meios próprios, teríamos sido forçados a permanecer de 2 a 8 de janeiro sem bagagem e sem condições mínimas, suportando diariamente custos de alojamento, alimentação e transportes, sempre sem assistência. Para conseguirmos regressar a Portugal e evitar faltar ao trabalho, tivemos de alugar uma viatura e deslocar-nos de Amesterdão Schiphol até Paris Orly, onde comprámos novos bilhetes na TAP, incorrendo em custos adicionais elevados. Apenas recebemos a bagagem no dia 7 de janeiro, na sequência de reclamação apresentada, sendo incompreensível ter sido repetido que a bagagem seguiria “nos próximos voos” quando esses voos estavam constantemente a ser cancelados. Enquadramento legal e direitos violados A situação descrita enquadra-se no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Em particular: 1. Artigo 9.º, dever de assistência, incluindo refeições e bebidas em proporção com o tempo de espera, alojamento quando necessário, transporte entre aeroporto e alojamento e comunicações. Esta obrigação é autónoma e não depende do reembolso do bilhete nem da existência de seguro. 2. Artigo 8.º, direito ao reembolso e ao reencaminhamento. Relevante também o direito ao reencaminhamento em data posterior da conveniência do passageiro, sujeito à disponibilidade de lugares, não podendo a companhia impor sucessivas remarcações que, na prática, prolongam indefinidamente a espera e obrigam a novas noites pagas pelo passageiro. 3. Artigos 5.º e 7.º, relativos ao cancelamento e indemnização aplicável, quando devido. 4. Artigo 14.º, dever de informação sobre direitos dos passageiros. Após reclamação junto da KLM, foi-nos respondido que teriam “cumprido as obrigações” oferecendo o reembolso de um voo, recusando o reembolso das despesas de alimentação e alojamento com o argumento de já existir uma solicitação de reembolso dos bilhetes, remetendo-nos para o segurador de viagem para “custos ou perdas indiretas”. Entendemos que esta posição é ilegal, por confundir ou ignorar o dever de assistência e o reembolso de despesas necessárias decorrentes da ausência de assistência, que são responsabilidade direta da transportadora ao abrigo do artigo 9.º. O valor da indemnização referida pela companhia, além de não cobrir os custos efetivamente suportados, não substitui o reembolso das despesas necessárias, que decorrem de uma obrigação autónoma. O que pretendemos, em primeiro lugar, é o reembolso integral das despesas comprovadas que fomos obrigados a suportar devido à ausência de assistência. Solicito o apoio da DECO para: 1. Intervir junto da KLM no sentido de serem reembolsadas, integralmente e para cada um dos quatro passageiros, todas as despesas necessárias e proporcionais suportadas por falta de assistência, incluindo alojamento, alimentação, transportes locais, deslocações entre aeroporto e hotel, aluguer de viatura e bilhetes TAP. 2. Acompanhar a regularização dos restantes direitos aplicáveis, incluindo reembolso dos voos não utilizados e cancelados e, quando aplicável, a indemnização prevista no Regulamento. Agradeço a vossa ajuda com caráter de urgência.
Mala não entregue
Boa noite Fiz uma reclamação da minha mala perdida pela Klm no dia 3 janeiro com pir AMSKL15702 em nome Leonardo Soares até hoje dia 15 de Janeiro ainda não fui contactado, Liguei á klm no dia 9 ás 13h44 em que fui informado que a mala tinha chegado no dia 8 janeiro ao 12h que teria de aguardar pela chamada ou e-mail para ser levantada ou encaminhada para uma morada até hoje nada e voltei a ligar dia 13 de Janeiro às 16h49 que me informaram que não têm nenhum registo da mala e que nem à registo da chamada do dia 9 se eu autorizei a gravação através do número 963189332 que é da minha mãe a tentar resolver o assunto. Será que por mail me resolvem o assunto? Nem sequer me facultam o mail e já nem as chamadas porque é canalizada para outros meios Mala é necessário na holanda (Goes)
falta de esclarecimento ao cliente
tenho uma reserva na KLM. Enviei um email para portugal@klm.com no qual relatei uma situação e pedi esclarecimento. A resposta foi totalmente vazia e a duvida permaneceu. Enviei novo email, RECLAMANDO DA FALTA DE ATENÇÃO E DESCASO COM O CLIENTE e sequer me responderam
Malas nao chegaram ao destino
Bom dia Na viagem de volta, de Wroclaw para Lisboa, com transfer em Amsterdam, pois nossas malas ficaram em Amsterdam e não viajaram conosco até Lisboa. Depois de apresentar uma queixa no aeroporto, demorou tres dias ate chegarem a casa dos meus pais, sendo que eu nao pode levar as minhas comigo devolta para o meu trabalho, Suecia, onde nao pode levar as minhas malas e o que tinha dentro delas, coo o meu equipamento de trabalho onde tive de comprar outro, assim como produtos de limpeza higienica e roupa. No caso dos meus pais, tiveram de ficar sem medicação durante dois dias e comprar produtos de higiene e roupa. Para piorar a situação, todas as malas chegaram com estragos; de 4, 3 com rodadas, ficando estas sem elas ou partidas. Agora vou ter de comprar novas malas, pois estou na Suécia sem elas e, além disso, estão estragadas. Já fiz também a reclamação na própria KLM, sob o número C-10231057, pedindo 500 euros de indenização. Cumprimentos Rafael
Exigencia de pagamento taxa de ativação de bilhete que foi cancelado por erro da própria KLM
Exmos Senhores, Boa tarde, Venho ao vosso contato comunicar e solicitar apoio devido a uma irregularidade cometida pela companhia KLM relativamente a uma viagem ida e volta que, fiz nas das datas de 20/4 (AMS/OPO) e depois a 3/5 (OPO/AMS). A minha reserva tinha o numero WF45N5. A KLM respondeu no passado dia 10/6 á reclamação feita com o numero C- 9418935, dizendo que não pode devolver o valor da taxa que exigiu ser paga a 3/5 no valor de €150 para reativação do bilhete eletronico, devido a ter nos seus registos a informação de que o passageiro Francisco Machado não embarcou no voo KL1575 de 20 de abril e por consequência a sua mala foi descarregada do porão e com isto encerrou o processo. Respondi a esta decisao, opondo-me á mesma e solicitando que a mesma fosse re-aberta e encaminhada para superiores e que fosse aberta uma investigação, para atestar a veracidade dos acontecimentos,porque: A verdade é que embarquei no voo KL1575 da KLM no passado dia 20/4, sendo o meu bilhete eletrônico e identificação controlados na porta de embarque e na entrada do avião; Depois de já estar dentro do avião, sentado no meu lugar, uma das hospedeiras de bordo chamou pelo meu nome, de forma a perceber se eu me encontrava dentro do avião, achei estranho, no entanto, imediatamente chamei a hospedeira de bordo e confirmei que estava ali. Fiz a viagem e aterrei no aeroporto Francisco Sá Carneiro por volta das 15h30 do dia 20/4. Após isto, aconteceram varias situações que me causaram imenso transtorno, como por exemplo a minha mala de porão que tinha despachado no aeroporto de Schipol ter sido retirada do avião e não ter vindo nesse voo KL1575 e ter ficado em Amesterdão. Fiz todos os procedimentos possiveis e que me competiam, nomeadamente reclamar diretamente no aeroporto Francisco Sá Carneiro a não chegada da mala e também com a companhias aérea, toda esta situação fora do normal. Se algum passageiro não embarcou naquele voo, esse passageiro não fui eu. Porque eu sim, embarquei e fiz a viagem. Notem ainda e como também informado á companhia aérea, nesse mesmo voo, vinham outros passageiros que me conhecem e podem testemunhar assim como eu embarquei e fiz a viagem que a companhia aérea KLM diz que não fiz. No dia 3/5 á chegada ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, para fazer check in e despachar a minha mala de porão para fazer a minha viagem de regresso a Amsterdao, fui surpreendido com a informação de que o meu bilhete eletronico referente á minha viagem de 3/5 estava cancelado. A justificação apresentada foi de que o passageiro não realizou a primeira viagem da respetiva reserva, ou seja a 20/4 e por consequência a segunda viagem foi automaticamente cancelada. Fiquei deveras surpreendido, e sem entender o que se passou para que a minha viagem de regresso estivesse cancelada. Foi-me dito que a unica forma de conseguir fazer a viagem, seria pagar uma taxa de €150 para reativação do meu bilhete e aconselhado a apresentar reclamação com a companhia aérea. Assim procedi, apresentei reclamação á companhia KLM no mesmo dia, ou seja, 3/5 com explicação de todos os factos, enviando toda a documentação. No passado dia 10/6 recebi a resposta da companhia a informar que se recusa a devolver a taxa ilegalemente exigida pois os seus registos dizem que o passageiro não embarcou no voo KL1575 do dia 20/4. Não sendo verdade, tenho contestado continuamente a decisão da companhia, no entanto o serviço de apoio ao cliente da mesma mantém a sua decisão e mostra recusa em abrir uma investigação para verificar o que realmente aconteceu. Foi feita uma reclamação diretamente á ANAC com o numero E16727-202506, que tomou as respetivas diligências e de acordo com as ultimas atualizações que tenho recebido por email da KLM surtiu algum efeito, só que infelizmente, pelo que percebi através da linha de apoio da KLM, não é o desejado. A KLM enviou no passado dia 22/07 e hoje email a informar que processaram um reembolso (em sequência do processo de reclamação instaurado pela Anac), mas apos contactar a linha de apoio ao cliente fui informado de que o valor a ser processado é de €83,73. Não aceito de todo que por um erro da companhia aérea, eu tenha de ser prejudicado e não ser reembolsado do valor total de €150 da taxa de ativação do bilhete. Como consumidor acredito que tenho direitos e preciso de ajuda para junto da entidade prestadora do serviço e causadora de todo o problema, se consiga que no minimo me devolvam o valor indevidamente cobrado (€150). Tem de haver alguma forma de a companhia aérea assumir o erro e as suas responsabilidades sobre esta situação.
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