Reclamações públicas
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Cancelamentos consecutivos
Exmos. Senhores, Em (28/12 /23 adquiri, no vosso estabelecimento, dois vouchers com o valor total de 279,98 euros para efetuar o salto em paraquedas dos quais nunca aconteceram por cancelamentos consecutivos da vossa parte ,venho por este meio reclamar e solicitar o reembolso do valor já pago à vossa empresa pelo serviço nunca prestado . Num segundo contacto, conforme a conversa telefónica, venho pedir o reembolso de dois saltos em nome de António Sousa com o n• 231219514 e de Iolanda Pereira com o n• 231219515, devido aos 3 cancelamentos consecutivos que tem nos causado despesas extras desnecessárias peço a vossa melhor atenção para a resolução da situação da vossa parte. Fundamentação Legal: Nos termos da legislação portuguesa aplicável à defesa do consumidor: O Decreto-Lei n.º 24/2014, nomeadamente o artigo 4.º e o artigo 8.º, consagra o direito do consumidor à resolução do contrato em caso de incumprimento ou impossibilidade de execução por parte do fornecedor, com consequente reembolso do valor pago. A cláusula que prevê que “os vouchers não são reembolsáveis” não pode prevalecer neste caso, uma vez que a não prestação do serviço é da responsabilidade do fornecedor, sendo tal cláusula considerada abusiva, nos termos dos artigos 19.º, 21.º, 22.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho). O artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 também prevê que, em caso de resolução do contrato por incumprimento, o fornecedor deve proceder ao reembolso no prazo máximo de 14 dias. Acresce ainda que, conforme o Regulamento (UE) 2011/83 relativo aos direitos dos consumidores, transposto para o ordenamento jurídico português, o consumidor não pode ser prejudicado por cláusulas que restrinjam os seus direitos legais de resolução em caso de incumprimento. Pedido: Face ao exposto, solicito o reembolso imediato e integral dos valores pagos pelos dois vouchers acima identificados para o IBAN que foi enviado para geral@skydive-maia.com. Caso não seja dada resposta favorável no prazo máximo de 10 dias úteis, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente: Direção-Geral do Consumidor Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo Provedoria de Justiça Plataformas públicas de reclamação e avaliação de serviços Certo da vossa melhor atenção, e aguardando uma resposta célere e positiva, Melhores cumprimentos
Voucher não utilizado
Foi-me oferecido um voucher para salto de paraquedas na skydive da Maia. Depois de vários cancelamentos por motivos alheios à minha vontade (questões meteorológicas e tráfego aéreo), percebo hoje que a referida empresa fechou portas. Como fica agora a questão do dinheiro gasto no voucher? Não serão obrigados a devolver o valor? Como proceder neste momento?
Cancelamento vouchers
No seguimento de uma compra de 4 saltos de paraquedas em dezembro 2024, ao qual tem sido cancelados por 3 anos consecutivos. Consegui uma vez entrar em contato com a empresa em que referi o pedido de reembolso, onde me informaram que o meu pedido estaria na mão da direção e enviei o iban para a transferência. Tentativas de contacto posteriores, tanto por chamada telefónica ( mais de 50x)como por via e-mail com a entidade, que não foram correspondidas. Deslocações ao estabelecimento que deparei me com as portas fechadas. Várias queixas em sites oficiais e sem sucesso.
Suspeita de burla de venda de vouchers sem prestação de serviço.
Venho apresentar queixa por suspeita de burla contra a empresa Skydive Maia, relativa à venda de vouchers para saltos de paraquedas. O voucher foi adquirido em 2022. Desde então, tentei reiteradamente usufruir do serviço, tendo os agendamentos sido sempre cancelados pela empresa, sem posterior remarcação efetiva. Alegadamente estaria na lista de casos urgentes, o que nunca se verificou. Apesar de sucessivos contactos, nunca me foi prestado o serviço nem devolvido o valor pago. O pedido de reembolso foi recusado, a justificação dada foi de que o voucher foi comprado em promoção e por isso não podiam reembolsar, entretanto a empresa cessou atividade, existindo múltiplos relatos públicos de lesados na mesma situação. Considero ter sido induzida em erro, penalizada e sem qualquer contrapartida, motivo pelo qual apresento a presente queixa para efeitos de investigação criminal.
ENCERRAMENTO DA EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS SEM AVISO AOS CLIENTES COM VALES A AGUARDAR UTILIZAÇÃ
Adquirimos 4 vouchers para os saltos de paraquedas e fizemos a primeira marcação para dia 18/11/2023. Perto da data, recebi um email a dizer que não era possível realizar os saltos devido às condições climatéricas! Entretanto, reagendámos + 4 vezes, sempre por indisponibilidade da SKYDIVE, para as datas: 24/02/2024 / 20/10/2024 / 15/03/2025 e 12/07/2025. Acabo de saber que o Skydive da Maia está fechado permanentemente e não fui informada de que não teria, nem o salto, nem a devolução do dinheiro! Como é lógico, deveríamos ser estornados dos valores em questão, uma vez que nunca conseguimos efectuar os saltos por impossibilidade / indisponibilidade da empresa. Trata-se, portanto, de uma falta de respeito para com os clientes e de profissionalismo.
Pedido não entregue
Bom dia Ontem pelas 18:26 fiz compras no Intermarché no valor de 53,15€. Na aplicação constava a morada do meu trabalho, só reparei depois das compras feitas e tentei alterar a mesma sem sucesso pois a plataforma não o permite. Entrei em contacto com os parceiros de entrega (que eram 3,não entendi o porquê), a pedir que deixassem o pedido na morada correta, enviei a morada por mensagem. Ainda entrei em contacto com um dos parceiros de entrega que me disse que não poderia ir à Ramada (morada correta). Necessitava do pedido para ontem uma vez que tenho crianças. Aguardei e qual o meu espanto quando me deparo com uma foto na aplicação da Uber eat a dizer que o pedido tinha sido entregue, ( fotografia enviada para a aplicação com o pedido no chão das escadas do centro de saúde onde trabalho e cuja morada estava na aplicação. Sendo um edifício público tem seguranças que rececionam todos os pedidos pelo que no mínimo deveria ter sido entregue aos mesmos. É lógico que entrei em contacto com eles para que fossem recolher o pedido e não estava lá nada. Cabe-me o direito de pensar que os 3 parceiros ficaram com o pedido. Sinto que fui literalmente roubada. Agradeço que me resolvam / ajudem com esta situação pois coloca-se o fim de semana e com crianças em casa sem os produtos de que necessito para eles como hão-de convir, torna-se complicado. O consumidor fica sempre prejudicado quer de uma forma quer de outra. Quem ficou com o pedido? Onde foi parar? Voltou para o Intermarché? Atentamente Aida Sousa
BURLA I PEDIDO DE REEMBOLSO
Descrição Eu comprei bilhetes pela E-Dreams para fazer uma viagem a Londres. Para aproveitar os "bons preços", eu usufrui da subscrição gratuita de 30 dias ao E-Dreams Prime. Na semana anterior ao cancelamento, minha cidade foi fustigada pela tempestade Kristin e ficamos vários dias sem comunicação. No entanto, eu viajei no dia 29/01 e no dia 30/01, tentei contacto milhões de vezes com essa empresa diretamente de Londres, em dia útil, para os números indicados no site e para outros também e a linha estava sempre indisponível. Perdi 9 horas do meu dia a tentar cancelar a tal da assinatura e nada. Me dei conta de que esse cancelamento, aparentemente fácil, não passou de um embuste. Qualquer pessoa que queira cancelar essa tal assinatura, não encontra o local para o fazer no site e não consegue falar de jeito nenhum nos números de contacto fornecidos: +351 707 782 829 e +34 934 920 533 8 (inclusive aos sábados). Tentei abrir um ticket no site ainda em Londres, na área de formulário https://customercare.edreams.com/pt-PT/support/tickets/new e, para minha surpresa, era obrigatório colocar o número de reserva para fazer a reclamação. Eu coloquei o tal número e não foi aceite, coloquei o número do bilhete e também não foi aceite. COLOQUEI TODOS OS NÚMEROS POSSÍVEIS E IMAGINÁVEIS e nada foi aceite. Ou seja, é impossível fazer contacto com essa empresa e é impossível cancelar a assinatura. Ainda hoje tentei ligar e esperei muito tempo na linha e tal como aconteceu durante a minha viagem, não consegui falar com NINGUÉM. INFELIZMENTE, ESTAMOS PERANTE UM CASO CLARO DE MÁ FÉ durante o período de teste gratuito da assinatura, tentei proceder com o respectivo cancelamento dentro do prazo. Contudo, isso não foi possível fazê-lo de nenhuma maneira, visto que tentei todos os meios e não encontrei nenhuma opção clara ou acessível para cancelamento de assinatura, conforme indicado em seus termos. FIZERAM UMA COBRANÇA INDEVIDA PORQUE EU NÃO TIVE O DIREITO DE CANCELAR A ASSINATURA. POR ISSO, EXIJO O REEMBOLSO DO MEU DINHEIRO. Cuidado com a E-DREAMS. Me senti verdadeiramente lesada, enganada, vítima de uma empresa que para mim, passou para a lista negra. Burlou uma vez e perdeu para sempre!
insistencia Reclamação Antonio Reis
Em Novem bro paguei uma viagem, para o Inicico de Maio no valor de 499 euros, na empresa GO On Travel-Honorable Dream Transp Turisti Unip Lda com sede em R. Alto da Fonte nr 78, 3080-237 Figueira da Foz, apesar dos diversos contatos nunca foi confirmada a reserva, a pagina do Facebook da empresa foi removida, e nao atendem o contato disponivel (916675733), soube agora que a empresa abriu falencia. Assim pretendo ser resarcido do valor pago. Solicito a Deco apoio neste sentido
Reclamação formal – pedido de reembolso – vouchers
Venho por este meio uma reclamação contra a entidade Skydive Maia - Clube e Centro de Pára-quedismo, NIF 51002140 Em 2023 comprei um salto de paraquedas com a empresa Skydive Maia. Desde então, a atividade tem sido sucessivamente cancelada por motivos alheios à minha vontade, sem que até ao momento tenha sido apresentada uma solução definitiva. A primeira marcação foi cancelada devido ao aumento de tráfego aéreo, alegadamente provocado pelo crescimento do turismo na cidade do Porto. Posteriormente, procedi a nova remarcação, a qual foi novamente cancelada devido às condições meteorológicas, por não reunirem os requisitos de segurança. Voltei a remarcar pela terceira vez e, poucos dias antes da data prevista para o salto, fui informado de que toda a atividade no local da Maia tinha sido temporariamente cancelada. Foi ainda comunicado que a agenda se encontra encerrada por tempo indeterminado, com o objetivo de reorganizar todos os saltos anteriormente adiados, não sendo apresentadas quaisquer datas alternativas. Após vários cancelamentos sucessivos ao longo de um período prolongado, considero que a prestação do serviço contratado não está a ser cumprida, causando transtornos, frustração e falta de confiança numa eventual concretização futura da atividade. Face ao exposto, solicito a resolução desta situação, nomeadamente através do reembolso do valor pago, uma vez que não existe, neste momento, qualquer garantia de realização do serviço em prazo razoável.
Condições para uso de voucher de desconto
Exmos Senhores, Possuo um voucher de desconto de 100€ nas unidades do Grupo Pestana e um outro a ser usado em duas noites durante a semana ou uma noite se for ao fim de semana. Estou a tentar marcar a minha estadia e a deparar-me com vários problemas: - Em primeiro lugar, fui informada que, para as datas que queria (durante a semana), já não disponham de quartos clássicos sendo que teria que ficar em quartos de nível superior, logo o meu voucher para duas noites não cobria o valor, eu teria que pagar a diferença; - Depois, fui informada que não poderia usar o 2.º voucher, o de desconto de 100€, numa terceira noite porque não deixam acumular vouchers; - Por último, fui informada que, se quisesse usar o voucher de 100€ noutra noite, noutra data, também não poderia porque, para o usar, teria que marcar, no mínimo, duas noites seguidas. Se é certo que tudo isto não duvido que esteja mais do que descrito nas letras pequenas do rol de condições impostas para a utilização de vouchers quando os mesmos são adquiridos, questiono-me se a imposição destas condições é legítima? É legal que não permitam a utilização de vouchers em dias seguidos? É legal que não permitam marcar só uma noite se esta for gozada com uso de um voucher mas permitam se ele não existir?
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