Reclamações públicas
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Liquidificador liberta partículas metálicas
Adquiri diretamente no website da Cecotec Portugal um liquidificador Power Black Titanium 2200MAX Smooth (Ref. 04393), em 14/01/2024. Recentemente, o equipamento começou a libertar pequenas partículas metálicas durante a utilização, que acabam por contaminar os alimentos. Não me é possível identificar se as partículas provêm das lâminas, do rolamento ou de outro componente interno, mas o aparelho deixou de reunir condições de utilização em segurança, motivo pelo qual interrompi imediatamente a sua utilização. Antes de apresentar esta reclamação, tentei recorrer aos canais oficiais de assistência da Cecotec. No entanto, não consegui submeter o pedido: * no site da Cecotec Portugal, o sistema não permite selecionar corretamente o modelo do equipamento; * no site da Cecotec Espanha, não é possível concluir o pedido porque a minha morada em Portugal não é aceite. Perante a impossibilidade de utilizar os canais disponibilizados pela empresa, enviei um pedido de assistência por e-mail e aguardo uma resposta. Considero que um liquidificador com cerca de dois anos e meio de utilização não deve libertar partículas metálicas para os alimentos durante uma utilização normal, tratando-se de uma situação incompatível com a qualidade e segurança que um consumidor legitimamente espera de um produto desta natureza. Solicito que a Cecotec proceda à resolução da situação ao abrigo da garantia legal, através da reparação ou substituição do equipamento, indicando igualmente um canal de assistência funcional para consumidores em Portugal.
garantia recusada
Exmos. Senhores, Em 23-03-2026 adquiri um SMART #1 BRABUS por 48.609,61. A referência da encomenda é 6817350 de 23-01-2026 Sucede que este apresenta defeito _Auto pilot: de 120 para 20kms/horas em tragem brusca sem obstaculo. ocorrencia em varias ocasiões, pondo em risco os veiculos vindo de tras, o vendedor Alexandre da SmartSantogal de sete rios, denomino como ajuda a condução, acho que é mais uma das opões incluido no veiculo que nao fonciona. Radar e sensores de estacionamento, mesma situação funciona as vezes, sem real ajuda no estacionamanto, mas uma opção disfuncional. mais um bloqueio nas opções o que impede a sua configuração, constatado com a vendedora Alexandra Por fim dia 15-05-2026 o autohold e travões não foncionaram a 20kms/horas precipitando o veiculo por um precipicio, rebocado para oficina de sete rios, onde permanece desde essa data Comuniquei-vos de imediato o problema, em 22-05-2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia para o carro consultar anexo, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 7 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. José paralta gerente Estimaprestigio Unipessoal Lda
Reclamação pela conduta dos seguranças do Lidl da Estação de Sete Rios
Exmos senhores , Venho deixar uma reclamacao que fiz diretamente a CP Portugal por escrito via email, e que lamentavelmente nao tive qualquer resposta e , que a circulação de comboios esta cada vez pior o que voltei a sentir me mal novamente mais uma criança. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às condições de transporte nos comboios da Linha de Sintra, situação que se tem tornado cada vez mais preocupante e insustentável. Trabalho em Benfica e, ao final do dia, tenho de me deslocar para ir buscar o meu filho à escola. No entanto, diariamente deparo-me com comboios completamente lotados, ao ponto de não existir espaço suficiente para os passageiros se movimentarem ou sequer respirarem com algum conforto. Em várias ocasiões, não consigo entrar no primeiro nem no segundo comboio devido à elevada afluência de passageiros, sendo obrigada a apanhar um terceiro comboio igualmente sobrelotado. Viajo frequentemente com o meu filho de 5 anos e somos constantemente sujeitos a empurrões para permitir a entrada de mais passageiros. Já cheguei a ficar magoada devido a estas situações. Além disso, a falta de ventilação e de ar condicionado torna a viagem extremamente desconfortável, levando-me, por mais do que uma vez, a sentir-me mal, com tonturas e quase a desmaiar. Gostaria de saber que medidas estão previstas para resolver este problema, que considero inadmissível. Não é aceitável que os passageiros viajem em condições que colocam em risco a sua saúde e segurança, especialmente quando transportam crianças pequenas. Questiono ainda: se um dia eu desmaiar dentro de um destes comboios, quem ficará responsável pelo bem-estar e segurança do meu filho? Trata-se de uma preocupação legítima que não pode ser ignorada. Solicito uma resposta e, sobretudo, uma intervenção eficaz para melhorar as condições de transporte na Linha de Sintra. Caso esta situação persista sem qualquer solução, verei necessidade de encaminhar esta reclamação para as entidades competentes, incluindo organismos de supervisão e autoridades responsáveis pelos transportes públicos. Com os melhores cumprimentos, Cristina Lima
Reclamação pela conduta dos seguranças do Lidl da Estação de Sete Rios
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento de que fui alvo no supermercado Lidl da Estação de Sete Rios, hoje, por volta das 17h00. Entrei no estabelecimento acompanhada do meu filho, depois de sair de um dia de trabalho extremamente cansativo. Trazia comigo uma lancheira, uma mochila às costas e um saco com compras efetuadas noutro supermercado, uma vez que me tinha esquecido de comprar apenas dois produtos. Assim que entrei, fiz questão, por iniciativa própria, de mostrar o saco das minhas compras a um dos seguranças, um segurança negro. Apesar disso, o mesmo disse-me para fechar o saco para que os produtos que fosse comprar não se misturassem com os que já levava. A forma como fui abordada fez-me sentir imediatamente tratada com desconfiança, como se fosse roubar algo, quando fui eu própria que, de livre vontade, mostrei o conteúdo do saco. Enquanto fazia as compras, deparei-me com um homem do Bangladesh a retirar um frasco de perfume da prateleira e a escondê-lo rapidamente dentro do saco que levava na mão. Quando percebeu que eu tinha assistido à situação, olhou para mim, o que me fez sentir receio de o denunciar naquele momento. Depois de terminar as minhas compras, permaneci cerca de 30 minutos na fila para pagar. Durante esse tempo comecei a sentir-me muito mal, com tonturas, fraqueza e quebras de tensão, sintomas que já tinha sentido ao longo do dia de trabalho. Ainda assim, quando chegou a minha vez, fiz novamente questão de mostrar o saco à funcionária da caixa, demonstrando total transparência. Ao sair do supermercado fui novamente abordada por outro segurança, também ele negro, que exigiu revistar o meu saco. Informei-o de que o mesmo já tinha sido verificado por duas vezes e expliquei que precisava de sair rapidamente porque não me estava a sentir bem e necessitava de me deslocar ao hospital. A resposta que recebi foi: "Já vai", acompanhada de um sorriso de gozo, demonstrando uma enorme falta de respeito pelo meu estado de saúde. Nesse momento, vi sair apressadamente do supermercado o mesmo homem do Bangladesh que tinha visto esconder o perfume. Chamei imediatamente a atenção dos seguranças para essa situação e disse-lhes que deveriam fiscalizar todas as pessoas da mesma forma e não apenas aquelas que escolhem abordar. Para minha surpresa, um dos seguranças respondeu: "Se roubou, é problema dele." Essa resposta deixou-me completamente indignada. Em vez de averiguarem uma situação que lhes foi comunicada, preferiram continuar a tratar-me como suspeita, apesar de eu ter colaborado desde o primeiro momento e de nunca ter ocultado o saco que transportava. Senti-me profundamente humilhada, envergonhada e tratada como uma criminosa perante os restantes clientes e, mais grave ainda, perante o meu filho, que assistiu a toda esta situação. Perante tudo o que aconteceu, considero ter sido alvo de um tratamento discriminatório e sinto que fui escolhida para ser revistada de forma injustificada. Na minha perspetiva, esta atuação configura um comportamento discriminatório e entendo que poderá estar em causa um ato de racismo dirigido à minha pessoa, uma cidadã portuguesa, que apenas entrou naquele supermercado para comprar dois produtos e que colaborou voluntariamente em todos os momentos. Após sair do supermercado, o meu estado de saúde agravou-se ao ponto de ter de ser amparada por uma senhora na estação de comboios, que me deu água e me prestou auxílio para evitar que caísse ao chão. Exijo que esta situação seja devidamente investigada e que sejam tomadas medidas disciplinares relativamente à atuação destes dois seguranças, cuja conduta considero totalmente incompatível com as funções que desempenham. Um cliente não pode ser tratado desta forma, muito menos quando demonstra total colaboração, está acompanhado por uma criança e se encontra visivelmente debilitado. Informo ainda que irei apresentar queixa junto da Polícia de Segurança Pública e formalizar reclamação no Livro de Reclamações, para que esta situação seja devidamente apurada e para que nenhuma outra pessoa tenha de passar pela humilhação que eu vivi.
Fraude e cobrança indevida
Venho por este meio contactar e solicitar pela ajuda do vossos serviços ( da deco PROTESTE) para poder estar a resolver esta situação que está pendente. Desde o ano passado solicitei um pedido de reembolso junto com o cancelamento do serviço que nem se quer foi prestado pela empresa chamada Jobleads, a qual está em dívida comigo ( a me dever um reembolso) num valor de aproximadamente mais de 100€ ( tenho todas as faturas dos débitos que foram feitos em minha conta, através do serviço da PayPal, a qual também não procedeu o meu pedido de reembolso. Agora estou a receber e-mails da PAIR Finance que também está a me cobrar valores absurdos por um serviço que nem usufrui. Por favor pesso pela ajuda e atenção para poder estar a me ajudar a resolver este caso. Com os melhores cumprimentos, André Silva.
Exerço do Direito de Rejeição e Resolução de Contrato – Decreto-Lei n.º 84/2021
Vim por este meio apresentar reclamação e exigir a resolução do contrato de compra e venda referente à máquina de lixar identificada supra, adquirida neste estabelecimento. O equipamento apresentou uma avaria/defeito de funcionamento após cerca de 15 minutos de utilização normal, impossibilitando a sua utilização para o fim a que se destina. A avaria manifestou-se escassos dias após a compra, bem dentro do prazo legal dos primeiros 30 dias após a entrega do bem. Ao dirigir-me à loja para solicitar a devolução do equipamento e o respetivo reembolso do valor pago, foi-me recusada a resolução do contrato, tendo sido imposto o envio do bem para o serviço de garantia para verificação/reparação. Sublinho que esta recusa viola frontalmente o Artigo 16.º, n.º 4, do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que consagra expressamente o Direito de Rejeição do Consumidor. Nos termos do referido diploma legal, quando a falta de conformidade se manifesta nos primeiros 30 dias após a entrega do bem, o consumidor tem o direito de optar diretamente pela resolução do contrato (com reembolso integral do valor) ou pela substituição do produto, não estando obrigado a aceitar a reparação do bem.
Demora em correcção fatura
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a Galp Energia, relativamente a um erro de faturação no fornecimento de gás natural, situação que continua por resolver apesar de já ter apresentado uma reclamação diretamente junto da empresa e de ter efetuado diversos contactos ao longo dos últimos meses. Sou cliente identificado com o NIF 253448042. Recebi uma fatura com um valor extremamente elevado e, após análise da mesma, verifiquei que a origem do problema se encontra na leitura inicial do contador de gás aquando do início do contrato, em julho de 2025. Na faturação emitida, foi incorretamente assumido que o contador de gás se encontrava nos 0 m³, quando tal não corresponde à realidade. Conforme documentação que enviei à Galp, em julho de 2025 o contador registava 886 m³, valor confirmado quer pelo meu anterior comercializador, a G9 Energy, quer pela Lisboa Gás. Adicionalmente, fui informado pela Lisboa Gás de que a leitura desse mês foi comunicada à Galp como 858 m³, através do documento identificado com o número 00000000000000534513. Importa ainda referir que o contador de gás nunca foi substituído, pelo que não existe qualquer fundamento técnico para que tenha sido considerada uma leitura inicial de 0 m³. Apesar de já ter apresentado uma reclamação formal junto da Galp, de ter facultado toda a documentação comprovativa e de ter solicitado a respetiva correção, a situação continua sem qualquer resolução efetiva. Durante este período, tenho apenas sido informado para aguardar, sem que me seja prestado qualquer esclarecimento concreto sobre quando ou como o problema será resolvido. A última comunicação que recebi da Galp sobre este assunto foi uma mensagem SMS datada de 29 de maio, com o seguinte teor: > "Caro Cliente, Mediante a impossibilidade de resposta à sua reclamação, por se tratar de um assunto da competência da Lisboagás, que é o Operador da Rede de Distribuição da sua área, informamos que as questões que nos colocou foram reportadas ao mesmo e estamos ainda a aguardar resposta. Reforçámos a solicitação de brevidade nos esclarecimentos. Caso se mantenha pendente, voltaremos ao seu contacto dentro de 15 dias úteis." Desde essa data, passaram já várias semanas sem que tenha recebido qualquer atualização, esclarecimento ou solução para o problema. Esta situação está a causar-me uma pressão indevida para pagamento de um valor que não corresponde ao meu consumo real, sendo evidente que o prazo para resolução deste erro de faturação ultrapassou largamente o que pode ser considerado razoável. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de me prestar apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, promovendo as diligências necessárias para que a Galp proceda à correção da faturação com base nas leituras reais e documentalmente comprovadas, bem como à regularização de quaisquer valores indevidamente cobrados. Junto a esta reclamação toda a documentação comprovativa já remetida à Galp, bem como os elementos que demonstram as leituras corretas do contador. Com os melhores cumprimentos, Diogo Lopes
Caução não devolvido!
Olá. Desde 2025 que aguardo um retorno da vossa parte. Aluguei um quarto durante alguns meses e, no fim, identificaram alguns danos, os quais corrigi, excetuando uma fronha de almofada que nem me apercebi. No entanto, mesmo após várias tentativas de contacto, ainda não recebi o reembolso do valor que me é devido. Fico com a sensação de que retêm o valor da caução e, no momento da saída, arranjam justificações para não o devolver. Considero esta situação inaceitável.
Recusa de suporte nos custos de devolução sem informação prévia
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Dokio relativamente à encomenda #1709, entregue no passado dia 6 de julho. O produto em questão trata-se de um painel solar de grandes dimensões e peso significativo, que se encontra totalmente novo, sem uso e na embalagem original. Dentro do prazo legal de 14 dias, solicitei o exercício do meu direito de livre resolução do contrato. A Dokio aceitou o pedido de devolução, contudo exige que seja eu a suportar os custos do envio de retorno. Devido ao tamanho e peso do produto, as cotações que obtive para o envio ultrapassam o valor total pago pelo produto. Gostaria de destacar os seguintes incumprimentos legais por parte da empresa: Omissão nas Políticas de Devolução do Site: Analisando os termos e políticas públicas apresentados no site da empresa (disponíveis em [https://dokiopv.com/pages/shipping-return-policy], em momento algum consta de forma clara que, em caso de livre resolução, os encargos de devolução ficam a cargo do cliente, nem é fornecida qualquer estimativa desses custos para produtos volumosos. Inobservância do Decreto-Lei n.º 24/2014 e Diretiva 2011/83/UE: Nos termos do Artigo 6.º, n.º 1, alínea l) e do Artigo 14.º, n.º 2 do Decreto-Lei n.º 24/2014, o consumidor só suporta os custos diretos da devolução se tiver sido explicitamente informado desse encargo antes da celebração do contrato. Quando o fornecedor não cumpre o dever de informação prévia sobre esses custos, estes impendem obrigatoriamente sobre o fornecedor de bens. Ausência de Livro de Reclamações: A empresa opera no mercado europeu e comercializa para Portugal, contudo não disponibiliza o acesso ao Livro de Reclamações (físico ou em formato eletrónico), em clara violação da legislação nacional aplicável aos fornecedores de bens que dirigem a sua atividade a consumidores em território português. Pedido: Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Dokio cumpra a legislação europeia e portuguesa aplicável, procedendo a uma das seguintes alternativas: Fornecimento de uma etiqueta de devolução pré-paga ou recolha do produto na minha morada sem custos acrescidos para mim; Reembolso integral do custo de envio de devolução (mediante apresentação de comprovativo de envio), além do reembolso total do valor pago pelo produto.
Faturas manutenção Peugeot 2008 (matrícula BB-69-IL) anteriores à venda de Julho 2025
Eu, Hermes Morais, venho por este meio apresentar reclamação à empresa Stellantis & You, com o NIF 501456040, por uma questão de pouca clareza do dono do veículo em 2023-2024 e pela Peugeot aparentar não ter uma base de dados completa (consulta de dados por parte da central sem certezas absolutas de que todas as faturas/serviços são carregados/registados no sistema). Foi apresentada em paralelo uma outra reclamação à empres Corlexis Lda com o NIF 514102730 relativa às manutenções do carro impactado. Avancei com o pedido de marcação de manutenção do carro Peugeot 2008 (BB-69-IL) para o presente ano (2026). Deixei o carro na Stellantis Sacavém no dia 20/07/2026 por volta das 11h da manhã.O valor estimado desta manutenção ronda os 200€. Já tinha feito manutenção em Setembro de 2025 (custo de 435,58€ - ver anexo). A venda do carro foi no início de Julho de 2025. A empresa Corlexis Lda., que detém o stand Prestimo automóvel (onde fiz a compra), fez a manutenção em julho de 2025 (custo de 87,10€ - ver anexo). Por que foram feitas duas manutenções no mesmo ano com apenas 2 meses de intervalo? A empresa Stellantis Portugal (Stellantis Sacavém) não conseguia confirmar na base de dados/computador de bordo do carro que foi feita outra manutenção no mesmo ano? É legal este ato? Estas manutenções seguem o plano de manutenções? (Deco proteste preciso que avaliem este ponto sff) Focando no principal problema: Por volta das 16h30 do dia 20/07/2026 recebo uma chamada de Filipa Soares (da Stellantis Sacavém) indicando que a correia pode partir a qualquer momento e que não poderia retirar o carro nas mesmas condições. Solicitou-me a fatura de 2024 de modo a apresentar todas as faturas à marca e então pedir o arranjo à Peugeot. Posto isto, pedi ao Joaquim Neves a fatura em questão. O mesmo apresentou-me a de 2025 (julho) e indicou que ainda estava à espera da de 2024 (fornecida no dia 21/07). Depois de vários contactos (mensagens e chamadas), indicou que as manutenções anteriores foram feitas na Peugeot e que o dono anterior do carro era a Stellantis e que assim de alguma forma conseguiam chegar a essa fatura. A Peugeot (apoio ao cliente) não encontrou qualquer fatura/manutenção na sua base de dados. Com este telefonema não me deram certezas de que tudo estava carregado no sistema, apenas que à data de 21/07/2026 não tinham info de qualquer fatura de manutenção do carro em 2024. Nas conversas com o Joaquim, o mesmo indicou que possivelmente a MSCAR tinha feito a manutenção em 2024. Liguei no dia 21/07/2026 à central MSCAR e não encontraram no sistema a mesma fatura. Liguei de novo à Stellantis e a Filipa indicou-me que precisa da fatura de 2024 e que sem isso não consegue pedir arranjo à marca. Também indicou que Stellantis não era a antiga dona do carro e que não tinha qualquer registo de manutenção do carro em 2024. Posto isto, temos os seguintes cenários para manutenção/fatura 2024: Não foi realizada; Realizada numa concessionária Peugeot mas não carregada no sistema; Realizada numa concessionária que não é da marca; O carro continua no mesmo estado, parado na Stellantis Sacavém à espera de avançar com o arranjo. Ajustei a minha agenda de ontem ao final do dia e de hoje (21/07/2026) por não ter o carro pronto. Com o desenrolar da situação, não sei se o assunto irá começar a ser resolvido amanhã. Pois o Joaquim diz que aguarda a fatura de 2024 e que a MSCAR está em conversações com a Stellantis, mas a Stellantis diz que não foi dona do carro em 2024. Tenho várias informações contraditórias e, posto isto, solicito o auxílio da Decoproteste para resolver a situação. Acrescentar que não tenho um meio de transporte alternativo nestes dias (entre a decisão se há fatura ou não, o pedido e a substituição do kit completo). Qual a empresa responsável por fornecer esse meio de transporte alternativo? Sem mais, Hermes Morais
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