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Reclamacao por cobranca contestada e falta de transparencia
Apresento esta reclamação relativamente à forma como a Prosegur Alarmes geriu a transferência/reinstalação do nosso sistema de deteção de incêndio da The Perfect Blend, Lda. / Ørigem Coffee, em Caldas da Rainha. A Prosegur foi informada de que iríamos deixar as instalações anteriores e de que o sistema teria de ser transferido para a nova morada. Apesar dos nossos pedidos repetidos desde cerca de 20 de abril de 2026, a transferência não foi organizada de forma atempada, clara ou devidamente documentada. Durante esse período, o sistema esteve inativo, mas a Prosegur continuou a faturar mensalidades por um serviço que, na prática, não estava a ser prestado. A Prosegur alega agora que aceitámos um orçamento de 499€ + IVA para a reinstalação. Contestamos esse facto. Não nos foi enviada uma proposta escrita clara para aprovação antes da execução dos trabalhos, nem confirmámos a aceitação por escrito. Quando o técnico compareceu em 02/06/2026, recusei assinar o documento apresentado precisamente porque não tinha sido informado de forma clara e prévia do valor agora reclamado. Este processo também foi diferente de outra transferência semelhante feita pela Prosegur, na qual foi apresentado um orçamento escrito antes de qualquer intervenção. Neste caso, não existiu esse procedimento claro de aprovação escrita. Além disso, em duas ocasiões distintas, dois representantes da Prosegur indicaram valores aproximadamente três vezes inferiores ao montante agora reclamado. A Prosegur não apresentou uma justificação técnica ou comercial clara para esta discrepância. A própria comunicação da Prosegur refere ainda propostas confusas: “Reinstalação Sem Material” por 799€ + IVA, alegadamente incluindo equipamento, e “Reinstalação Com Material” por 499€ + IVA. Esta formulação parece pouco clara e contraditória. Solicitei também acesso às gravações das chamadas, transcrições, registos internos, ordens de serviço e documentos que provem a alegada aceitação do orçamento. Estes elementos não foram disponibilizados de forma prática e acessível. Apesar de a dívida estar formalmente contestada, a Prosegur ameaçou remeter o processo para a INTRUM. Considero esta atuação prematura e inadequada. Solicito que a Prosegur suspenda qualquer cobrança, apresente prova da alegada aceitação, anule/credite as mensalidades cobradas enquanto o sistema esteve inativo, disponibilize os registos e documentos solicitados, e esclareça integralmente os valores reclamados.
Renting através parceria com ACP
Em Abril passado iniciei um processo de Renting através do ACP - sou associado desde 1988 - para o Renting de um Opel Corsa 1,2 T GS cujas condições expostas no site do ACP eram as seguintes entrada inicial de 608€ e 48 mensalidades de 265€. Para meu espanto essa empresa contactou-me a informar que exigiam sempre um depósito de caução de 750€ e ainda uma livrança de caução por mim subscrita que seriam devolvidas no final do contrato. Mais tarde recebi um e-mail com todas as condições exigidas e, para cúmulo diziam que haviam sido negociadas comigo. essas condições para além das duas atrás referidas eram a entrada inicial de 608€ e uma prestação mensal de 443,36€, que remeti de imediato para o ACP. Entreguei cópias dessa situação na v/delegação de Santarém. Como verifiquei que também são vossos parceiros, infelizmente, servir-vos-á de alerta para eventuais situações futuras e da falta de idoneidade dessa empresa que, para mim, não passam de delinquentes pois foi uma clara tentativa de aproveitamento da minha idade já um pouco avançada.
Falta de conduta e valores
É impressionante como numa empresa que fala tanto de transparência e ética, muita coisa parece funcionar à base de cunhas e amizades. Há casais a trabalhar na mesma loja, chefias com relações pessoais dentro dos próprios departamentos, conflitos de interesses evidentes… mas ninguém quer ver. Depois falam tanto do código de conduta, mas na prática parece que só existe no papel. Há team leaders do Customer Relations que andaram — e algumas ainda andam — envolvidas com colaboradores, alguns até comprometidos ou casados. Mensagens em horário de trabalho, aproximações ao chefe de segurança, situações que toda a gente comenta mas fazem de conta que não existem. Depois passam a imagem de santas e profissionais exemplares. As subidas para team leader também levantam muitas dúvidas. Quando existe amizade próxima com quem está em People & Culture, a imparcialidade desaparece completamente. Quem devia garantir justiça e profissionalismo acaba por proteger as amigas e fechar os olhos ao resto. E isso destrói a confiança de qualquer equipa. É uma verdadeira vergonha. Fala-se de valores, respeito e igualdade, mas quem ousa denunciar alguma coisa acaba rotulado, criticado e silenciado. Criam narrativas sobre as pessoas, negam tudo e ainda há chefias cuja função parece ser apenas defender a empresa e fingir que está tudo bem. Vejam as mensagens que os colaboradores têm e chefes de segurança. No fim, quem trabalha honestamente sente que esforço e competência valem menos do que amizades, relações pessoais e jogos internos. Só mentem
Valor em divida, errado
Exmos Senhores, Estão a solicitar cobrança de um valor, há vários meses , que não deveriam cobrar. Peço POR FAVOR ATENÇÃO A ESTE ASSUNTO. Há alguns meses atras eu não tinha qualquer valor em dívida. Não voltei a usar o cartão. Podem explicar-me por favor que valores são estes que continuam a cobrar? Já falei com várias assistentes que me explicaram que tinha havido um erro, disseram para eu não pagar nada, que iam resolver e depois me informar. A última vez que liguei a colega disse que realmente eu não devia nada e ia reportar a situação à supervisora. Porquê continuam a mandar mensagens a solicitar pagamento?? Há mais de um ano que não utilizo o cartão Universo. Aguardo uma explicação com seriedade, Rosa Ferreira
Corte sem aviso previo
Exmos. Senhores, Recebi a vossa fatura n.º 26040222000295199 com prazo limite de pagamento até ao dia 05-05-2026. Por lapso, não efetuei o pagamento e procederam ao corte do serviço, sem qualquer aviso. Como certamente é do vosso conhecimento, a lei obriga-vos a comunicar a existência da dívida com 20 dias de antecedência em relação à data de suspensão do fornecimento do serviço, o que, no caso presente, não aconteceu. Obviamente, e como vos comuniquei,desloquei-me a smas ao dia 02-06-2026 para efetuar pagamento da fatura em atraso, e a taxa de ligação. O reabastecimento foi feito quase de imediato, mas tenho sempre de pagar as taxas de ativação, isto ja é a terceira vez que acontece, nunca existe um pre aviso com a devida antecedencia, mas sim um aviso de corte datado ao dia que é cortada a agua. Sei que não é da vossa responsabilidade alertar o cliente que ainda nao pagou, mas ha parametros a cumprir. Além disso, desde já me reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Frigorífico entregue danificado
Comprei alguns eletrodomésticos no começo de abril e agendei a entrega para dia 26/05, pois a casa estava em obras. Compramos com antecedência para que pudessem chegar a tempo de nos mudarmos. Terça-feira passada, entregaram o frigorífico amassado. Ao contactar a Worten, só diziam lamentar, se recusaram a trocar o equipamento, disseram que a única coisa que poderiam fazer era devolver o dinheiro. Solicitei a devolução do produto e o reembolso do valor, e comprei um frigorífico igual no sábado 30/05, cuja entrega estava agendada para ontem 02/06. Entretanto, recebi um e-mail dizendo que haviam alterado a data de entrega para sábado 06/06, e posteriormente alteraram a data novamente para dia 09/06. Entrei em contacto com a Worten, que novamente não parece ser capaz de resolver nenhum problema e só dizem que lamentam. Essa situação é um escárnio para com o consumidor, pois comprei com antecedência, entregaram o produto com defeito, não são capazes de manter a data de entrega prevista no momento da compra, e ainda se escusam de fazer qualquer coisa para resolver a situação. Preciso do frigorífico para mudar de morada, se soubesse que não manteriam o prazo de entrega, teria comprado em outra loja.
Consumo excessivo de bateria
Celebrei com a empresa Cartrack um contrato de prestação de serviços de localização e monitorização da minha viatura, pelo valor mensal de 15 €, com início a 11 de junho de 2025 e duração prevista de 36 meses. Logo nos primeiros meses de utilização verifiquei que o equipamento instalado apresentava funcionamento defeituoso e consumo de energia totalmente anormal, provocando drenagem constante e rápida da bateria do veículo, mesmo quando este se encontrava parado e desligado. FACTOS E PROVAS APRESENTADAS Confirmação do defeito e danos causados O problema verifica‑se de forma contínua e grave há mais de 6 meses. Fiquei inclusivamente parado na via pública, sem qualquer carga na bateria e totalmente impossibilitado de circular, logo no primeiro dia em que contactei a empresa para dar conta da avaria. Pensando tratar‑se de desgaste natural do componente, suportei a despesa de 240,66 € para substituir a bateria por uma nova e de qualidade, na esperança de resolver a situação. O resultado foi exactamente o mesmo: passadas apenas algumas semanas, o defeito voltou a manifestar‑se com igual intensidade. Fica assim provado de forma irrefutável: a origem do problema é exclusivamente o equipamento fornecido e instalado pela Cartrack, não tendo eu causado qualquer dano, nem utilizado o aparelho de forma incorreta. Incumprimento contratual e violação da lei O serviço contratado não cumpre a finalidade para a qual foi vendido e causa danos efectivos no meu veículo, configurando grave incumprimento das obrigações da empresa. Solicitei formalmente a rescisão imediata do contrato, ao abrigo dos direitos que me assistem por lei. A Cartrack recusou‑se terminantemente a aceitar o pedido, alegando que sou obrigado a manter‑me vinculado até ao final dos 36 meses previstos, negando qualquer responsabilidade pelo defeito do aparelho e pelos prejuízos daí resultantes. Afirmou ainda ser obrigatório deslocar técnicos para efectuar despistes e diagnósticos, mesmo o defeito já estar mais do que comprovado por factos concretos, e recusou reconhecer que não me pode cobrar multas, valores remanescentes ou quaisquer outras taxas nesta situação. Normas legais violadas A conduta da Cartrack contraria directamente o Decreto‑Lei n.º 24/2014, de 16 de Março, designadamente: Artigo 10.º — Obrigação de fornecer equipamentos isentos de defeitos e adequados ao fim contratado, sem causar danos nos bens do cliente. Artigo 11.º — Direito do consumidor a resolver imediatamente o contrato, sem penalidades nem obrigação de cumprir o prazo total, sempre que o serviço apresente defeitos ou cause prejuízos. Artigo 39.º — Nulidade de todas as cláusulas contratuais que obriguem o cliente a permanecer vinculado ou a pagar valores em falta quando a rescisão resulta de incumprimento, defeito ou má qualidade imputáveis à própria empresa. PEDIDOS FORMULAIS Ao abrigo da legislação em vigor e dos estatutos desta Associação, venho solicitar que sejam tomadas as medidas necessárias para: Declarar lícita e plenamente justificada a rescisão do contrato celebrado com a Cartrack, com efeitos imediatos, sem que eu seja obrigado a pagar qualquer multa, penalidade, valor referente aos meses que faltam ou taxa adicional de qualquer espécie, por se tratar de rescisão motivada por incumprimento grave e exclusivo da empresa. Ordenar à Cartrack que proceda de imediato à remoção do equipamento defeituoso instalado na minha viatura, sem me cobrar quaisquer custos de deslocação, mão‑de‑obra ou outra despesa, por ser essa a obrigação legal da prestadora de serviços nos casos de equipamento avariado. Determinar que a Cartrack se abstenha definitivamente de emitir faturas, enviar cobranças ou registar valores como dívida da minha parte, respeitando o que a lei expressamente determina. Confirmar que toda a conduta descrita configura violação do Decreto‑Lei n.º 24/2014 e demais normas de defesa do consumidor, com todas as consequências legais e sancionatórias daí decorrentes.
Cobrança indevida de combustível — valor impossível para o modelo do veículo
Aluguei um veículo na Goldcar Porto (reserva nº 29271788) e fui cobrada indevidamente em 127€ na minha caução. O veículo atribuído foi um Fiat Panda (BT84QC), com depósito de 35 litros. A Goldcar cobrou-me 73€ de combustível + 50€ de multa, alegando que devolvi o veículo sem o depósito cheio. O problema é simples: encher um depósito de 35 litros custa no máximo 61€ ao preço atual da gasolina em Portugal (~1,75€/litro). É fisicamente impossível cobrar 73€ de combustível neste veículo, independentemente do nível do depósito. Contactei a Goldcar por email duas vezes. Na primeira resposta citaram a política de combustível sem responder ao argumento. Na segunda, recusaram o reembolso afirmando que a cobrança estava correta, sem apresentar qualquer prova ou justificação para o valor. Exijo o reembolso dos 127€ cobrados indevidamente.
Motor usado não entregue por parte da Monsieur Moteurs
Exmo. Senhor Gonçalo Laurent. Em 24.04.2027 adquiri um motor usado 169A1000, da marca Fiat, modelo 500 1.3 diesel, pelo valor de 1107€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada rapidamente. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei variadíssimos contactos junto dos vossos serviços (A/c do Sr Gonçalo Laurent através do vosso correio eletrónico geral@monsieurmoteurs.pt) desde o dia 27.04.2026 até dia 21.05.2026) e obtive respostas lacónicas e falsas de que o bem está sempre para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que desejo receber o reembolso do valor 1107€ para o IBAN PT50 0065 0922 00037040004 81 . Cumprimentos.
Encomenda não recebida. Atraso. BURLA
No dia 26/05/2026 efetuei uma compra online na loja FutHub, no valor de 69,90 €, paga por MB Way, referente à encomenda n.º 9036 Apesar do pagamento confirmado, a empresa nunca enviou a encomenda. Verifiquei, ainda, inúmeras reclamações públicas de outros consumidores por situações idênticas, o que indica um padrão de atuação. Solicito: 1. A intervenção da entidade reguladora competente para obrigar a FutHub a cumprir o envio ou a proceder ao reembolso imediato do valor pago. 2. A análise desta conduta reiterada, que pode configurar prática comercial desleal e burla aos consumidores. Junto comprovativo de pagamento MB Way, confirmação de encomenda e prints das conversas com a empresa.
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