Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Tentativa de roubo
No dia 12 de Setembro pelas 22:15 fui alvo de tentativa de assalto a minha tenda onde fizeram um corte na lateral, dirigime ao segurança João para me ajudar e para fazer reclamação, e a resposta dele foi que nao podia fazer nada, não estava ao seu alcance tinha que me dirigir no dia seguinte à recepção. No dia 13 dirigime a recepção e o atendimento foi péssimo, nem sequer tiveram preocupação com o cliente
Devolução valor pago
Exmo(s) Sr(s), Adquiri um produto pela Worten Marketplace (encomenda n. 82181453) a 26/02/2026, com entrega do mesmo a 04/03/2026. A 13/06/2026 iniciou-se o pesadelo. Tive que acionar a garantia por defeito do produto. Apenas recebi o equipamento reparado a 15/07/2026, mais de 30 dias, conforme anuncia a lei. A 18/07/2026 volto a ter que acionar a garantia pelo mesmo defeito, no qual só a 10/08/2026 o recebo, bastante mal embalado. Hoje, a 13/09/2026, volta a acontecer o mesmo defeito e vou para mais uma história interminável. A Worten nunca auxilia no processo, descartando-se de todas e quaisquer responsabilidades. Desde Junho, tive a passadeira uns míseros 30 dias, todo o resto do tempo esteve avariada. Já solicitei o reembolso enumeras vezes e ninguém faz nada. Neste momento esta situação é insustentável, pois encontro-me sem o artigo que comprei, sem o dinheiro investido e sem usufruir daquilo que paguei. Necessito de uma resolução urgente sobre o assunto. Obrigado.
Seguro vida, falta devida rectificação da prestação mensal acordo com capital em dívida em cada ano
Exmos Senhores Venho por este meio e através da minha associação pedir urgentemente a regularização do montante que me têm cobrado a mais por falta do cumprimento da obrigação da entidade bancária fornecer a V.Exas todos os anos o valor do capital em dívida para a respectiva rectificação do valor mensal que como disse me/nos é devido por lei, decreto 222/2009. Sabem V. Exas muito bem desta situação, porque é de lei e se não receberam, devem fazer o pedido á entidade bancária ou atraves do vosso cliente, porque sendo necessário e de lei, não devem, porque o sabem perfeitamente, que a lei o exige e se não for cumprido o vosso cliente é bastante lesado financeiramente. É o caso á mais de 25 anos que V.Exas não o fazem e ainda vieram a subir o montante da prestação. V. Exas poderão ter bons recursos, os vossos clientes, como eu, não certamente. Estamos a falar ai dia de hoje a milhares de euros. Por isso, e em conformidade com a lei, e ser ressarcido dos montantes que estou lesado financeiranente já há muito tempo, pedi á entidade bancária o extrato dos valores em dívida no final de cada um dos anos dos último 25. Para, como a lei o refere, me serem ressarcidos os valores cobrados indevidamente. Pelo que atrás disse, ainda se torna mais grave, que V. Exas tenham colocado á cobrança no dia 01 a prestação de quase 54 € por os 7000€ de capital em dívida e, ou não haver boa cobrança, não voltaram, como o fizeram vastas vezes, a colocar á cobrança pois só previsiono a conta ao dia 05 altura em que as prestações do crédito caiem. Nem mesmo sei porque é que a entidade bancária não fez o pagamento, já o fez algumas vezes, e sabem o meu histórico. Tanto mais que a data de cobrança de V. Exas original, não era o dia 01, mas penso que o dia 03, se não estou engano. Assim V.Exas tomam a atitude, mesmo devendo-me muito dinheiro indevidamente cobrado, como é claro, de não colocarem novamente a pagamento a prestação, situação que o fizeram várias vezes e tudo correu bem. Anularam a apólice unilateralmente, quando o valor recebido é muito superior ao devido. Já receberam em 345 prestações cerca de 18000€. Só devo ao banco 70000€ o que contrasta claramente com os 18000 recebidos. Já pedi ao banco o extrato da dívida em cada ano dos últimos 25 para V. Exas me fazerem a devida rectificação e externo dos milhares de euros recebidos a mais até esta data. Peço a ajuda dos serviços jurídicos da DECO, pois empresas como a vossa e o Millennium sabem que estamos desprotegidos e fazem tudo o que entendem com atropelos á lei sem respeito pelos vossos clientes. SiM, VOSSOS CLIENTES Aguardo resolução urgente e reposição devida da apólice mas com o valor mensal cobrado em consonância com o montante em dívida. É mesmo muito urgente que está situação seja rapidamente regularizada, por todos os motivos expostos e porque estão claramente em falta com a lei. Apresento os meus respeitosos cumprimentos Norberto Reis Associado DECO Contribuinte n° 106238728 Cumprimentos.
Devolução valor pago
Exmo(s) Sr(s), Adquiri um produto pela Worten Marketplace (encomenda n. 82181453) a 26/02/2026, com entrega do mesmo a 04/03/2026. A 13/06/2026 iniciou-se o pesadelo. Tive que acionar a garantia por defeito do produto. Apenas recebi o equipamento reparado a 15/07/2026, mais de 30 dias, conforme anuncia a lei. A 18/07/2026 volto a ter que acionar a garantia pelo mesmo defeito, no qual só a 10/08/2026 o recebo, bastante mal embalado. Hoje, a 13/09/2026, volta a acontecer o mesmo defeito e vou para mais uma história interminável. Desde Junho, tive a passadeira uns míseros 30 dias, todo o resto do tempo esteve avariada. Já solicitei o reembolso enumeras vezes e ninguém faz nada. Neste momento esta situação é insustentável, pois encontro-me sem o artigo que comprei, sem o dinheiro investido e sem usufruir daquilo que paguei. Necessito de uma resolução urgente sobre o assunto. Obrigado.
Produto com avarias
Venho pedi ajuda pois estou tentando devolver um produto que comprei através do marketplace allmobel ficam me empurrando de um para outro e ninguém resolve nada,comprei uma mesa e 6 cadeiras em 07/2026 me entregaram no mesmo mês,como iria está de férias no mês seguinte, portanto só abrir a embalagem no mês 08 foi quando me deparei com a peça avariada e o material da mesa péssima qualidade,nada daquilo que mostram no site, desde então venho enviando vários emails e mensagens tanto para leroy Merlin quanto allmobel e nada de marcarem a retirada do produto e me reembolsar,por isso a reclamação
Resolução de contrato por livre Resolução
Assunto : Resolução de contrato por livre Resolução - Contrato n° 13489 DA Venho por este meio apresentar uma reclamação e exigir o cancelamento do contrato de compra e venda de um aparelho auditivo, realizada no dia 11 de setembro de 2026, numa das vossas unidades móveis, pelo valor total de 5.990 €, já integralmente pago. Senti que fui alvo de uma abordagem de venda extremamente agressiva e sob grande pressão emocional. O vosso comercial colocou-me o aparelho diretamente nos ouvidos, onde permaneceu durante cerca de 4 horas, sem que me fosse dado tempo suficiente para refletir sobre um investimento desta dimensão. Ao abrigo da legislação aplicável, exerço o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. Exijo o reembolso imediato e integral do valor pago. O equipamento está guardado na respetiva caixa e disponível para devolução assim que o montante me for restituído. Espero uma resposta urgente, caso contrário terei de recorrer a outras entidades de defesa do consumidor.
Cancelamento e Devolução do Valor
Exmos. Senhores, Em 4 de Agosto de 2026 comprei-vos, através do vosso site, dois fatos de linho (Carlos Fato de Linho Conjunto Homem Corte Relaxado Verde Militar, Tamanho L e Carlos Fato de Linho Conjunto Homem Corte Relaxado Azul Claro, Tamanho L) por 135.92€. A referência da encomenda é #PT194012 Contudo, e dentro do prazo legal para o efeito, pedi o cancelamento da encomenda no dia 08 de Agosto de 2026, como é meu direito. Recebi, entretanto, a vossa comunicação a 10 de Agosto de 2026 em que me negavam o exercício deste meu direito, e transmitiam que não me devolveriam o valor que paguei, porque a encomenda já se encontrava em transito, o que é mentira, porque a encomenda só se movimentou pela primeira vez no dia 15 de Agosto. O tracking mostrou a encomenda no mesmo armazém na China (Hangzhou General Warehouse-Operation Center) durante 10 dias consecutivos. Não aceito esta posição de modo algum, a encomenda foi devolvida ao remetente e exijo a restituição imediata do preço que paguei, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Reparação do meu automóvel
Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar o vosso apoio jurídico relativamente a um acidente automóvel ocorrido no dia 10/07/2026, no âmbito do processo de sinistro n.º 0030458531, ocorrência n.º 0027155400. Na sequência do acidente, o outro condutor assumiu-se como responsável pelo sinistro e foi preenchida a respetiva Declaração Amigável de Acidente Automóvel. Apesar disso, a reparação do meu veículo foi inicialmente colocada como Danos Próprios, tendo sido aplicada a minha franquia automóvel, situação com a qual não concordo. Na passada sexta-feira, uma funcionária da Generali Tranquilidade informou-me que o perito se equivocou no relatório de peritagem, tendo enquadrado incorretamente o sinistro como danos próprios. Foi-me também comunicado que, devido a esse erro, não sabem quando nem de que forma o processo ficará resolvido. Entretanto, foi marcada uma nova peritagem para o dia 30/09/2026, mas a Generali Tranquilidade cancelou posteriormente essa peritagem. Segundo informação do senhor da Santogal, o valor da reparação do meu veículo é de 1.049 €. Neste momento, devido ao erro ocorrido na peritagem, continuo sem saber quando a reparação será autorizada e quem irá assumir o respetivo pagamento. Já apresentei reclamações junto do Provedor de Justiça, Provedor do Cliente e ASF, mas, até ao momento, não vejo o assunto concluído nem tenho uma solução concreta para a reparação do meu veículo. Assim, venho solicitar à DECO PROteste, se possível, apoio jurídico para resolver esta situação, incluindo orientação sobre a possibilidade de avançar judicialmente contra a seguradora, caso seja necessário, para garantir a reparação do meu veículo e evitar que me seja aplicada uma franquia que resulta de um erro reconhecido pela própria seguradora. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Vânia Filipa de Azevedo Teixeira Processo de sinistro n.º 0030458531 Ocorrência n.º 0027155400
Garantia Recusada
Venho apresentar uma reclamação, em virtude das sucessivas deslocações à Worten pelo incumprimento das obrigações legais de garantia face à reparação de um bem defeituoso.Adquiri um aspirador,que desde o início da sua utilização,apresentou uma desconformidade na autonomia da bateria,com uma duração drasticamente inferior à contratualmente publicitada e garantida pelo fabricante(40min).Perante o defeito,recorri por 3vezes consecutivas aos serviços de assistência técnica da Worten Resolve Loures,gerando os sucessivos processos de reparação WO-35386943, WO-36475454 e,por fim,o processo de reincidência WO-36601385. Nas 2as primeiras intervenções,o equipamento foi devolvido alegando que estaria reparado e em conformidade,mas o defeito persistiu na integra. Na 3a deslocação à loja(processo WO-36601385),solicitei a presença do Chefe/Responsável,que procedeu a um teste empírico e presencial do aspirador na loja. O resultado do teste validou integralmente a minha queixa,ficando formalmente exarado em relatório de loja,no campo descrição do problema:”Re-encidencia do processo:WO-35386943 e WO-36475454. Ficou tecnicamente provado que, mesmo no modo ECO, o aspirador dispõe de apenas 15min de autonomia,em vez dos 40min regulamentares do protocolo técnico do produto. Na sua sequência, o responsável da loja contactou diretamente a delegada comercial da marca BOSCH que,verbalmente,confirmou que o protocolo de leitura e os testes efetuados pela loja estavam corretos e que o equipamento apresentava uma óbvia desconformidade. Em total contradição com a prova produzida em loja,a marca emitiu à posteriori uma resposta formal,recusando a desconformidade e invocando de forma errática as instruções do manual.O fabricante alega que o comportamento é normal baseando-se numa suposta pág. 89(cujo texto está em espanhol e versa sobre assunto totalmente alheio),quando na verdade a informação sobre o produto se encontra na pág.88(espanhol) e na pág. 96(em português).Mesmo analisando a documentação correta em língua portuguesa, confirma-se que a autonomia real do aparelho está muito aquém do legalmente estabelecido e publicitado. A recusa de reembolso ou de substituição do bem por parte da Worten e da Bosch viola gravemente o regime jurídico dos direitos dos consumidores em vigor em Portugal:Decreto-Lei n.º84/2021,de 10 de Dezembro(Regime de Garantia dos Bens de Consumo): -Artigo 15.º:Em caso de desconformidade do bem, o consumidor tem direito à reposição da conformidade através de reparação ou substituição,à redução proporcional do preço,ou à resolução do contrato (reembolso total). -Artigo 18.º(Reparação e Substituição do Bem):A reparação deve ser efetuada gratuitamente,num prazo máximo de 30dias,e sem graves inconvenientes para o consumidor.A reincidência sistemática do defeito após 2 tentativas falhadas,confere ao consumidor o direito imediato de exigir a substituição ou resolução do contrato (reembolso),visto que a reparação se provou ineficaz. O facto do próprio relatório oficial da Worten(WO-36601385) documentar e certificar que o aparelho falhou nos testes de autonomia após sucessivas reparações, constitui prova irrefutável de desconformidade do bem(Artigo 4.ºdo citado diploma).A insistência em manter-me vinculado a um produto defeituoso, utilizando argumentos documentais falsos ou errados(páginas trocadas e manuais noutra língua),configura uma conduta abusiva e de má-fé. Face a isto,atendendo a que o direito à reparação se esgotou pela incapacidade técnica de repor o bem em conformidade após 3processos formais,exijo,ao abrigo do artigo 15.º, n.º 1, alínea c) do Decreto-Lei n.º 84/2021:A resolução imediata do contrato de compra e venda com o consequente reembolso integral do valor pago pelo equipamento.
Artigo com defeito
Exmos. Senhores, No dia 24/06/2026 adquiri uns chinelos Birkenstock EVA na vossa loja Macadi, em Torres Vedras. No dia 03/07/2026 solicitei assistência devido à quebra de uma das fivelas. O artigo teve uma utilização muito reduzida, pelo que considero que o defeito não resulta de desgaste normal nem de utilização indevida. No dia 31/08/2026 desloquei-me à loja para obter informações sobre o processo e fui informada de que não existe qualquer solução para a situação apresentada, uma vez que a marca não assumiu a responsabilidade pelo defeito. Contactei a marca e esta mesma respondeu-me que como tinha adquirido numa loja que não a loja da marca tinha de ser esta a resolver. Esta situação causa-me estranheza, tendo em conta que os chinelos tinham sido adquiridos há poucos dias quando o defeito surgiu e praticamente não tiveram uso. Acresce que fiquei privada da utilização do artigo durante grande parte do verão enquanto aguardava uma resposta ao pedido de assistência. Desta forma, solicito a reapreciação do caso e uma solução adequada para o problema apresentado, bem como o envio, por escrito, da fundamentação da decisão de recusa por parte da marca ou da loja. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Luísa Pires
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
