Reclamações públicas

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C. N.
13/09/2026

Tentativa de roubo

No dia 12 de Setembro pelas 22:15 fui alvo de tentativa de assalto a minha tenda onde fizeram um corte na lateral, dirigime ao segurança João para me ajudar e para fazer reclamação, e a resposta dele foi que nao podia fazer nada, não estava ao seu alcance tinha que me dirigir no dia seguinte à recepção. No dia 13 dirigime a recepção e o atendimento foi péssimo, nem sequer tiveram preocupação com o cliente

Em curso
I. C.
13/09/2026

Devolução valor pago

Exmo(s) Sr(s), Adquiri um produto pela Worten Marketplace (encomenda n. 82181453) a 26/02/2026, com entrega do mesmo a 04/03/2026. A 13/06/2026 iniciou-se o pesadelo. Tive que acionar a garantia por defeito do produto. Apenas recebi o equipamento reparado a 15/07/2026, mais de 30 dias, conforme anuncia a lei. A 18/07/2026 volto a ter que acionar a garantia pelo mesmo defeito, no qual só a 10/08/2026 o recebo, bastante mal embalado. Hoje, a 13/09/2026, volta a acontecer o mesmo defeito e vou para mais uma história interminável. A Worten nunca auxilia no processo, descartando-se de todas e quaisquer responsabilidades. Desde Junho, tive a passadeira uns míseros 30 dias, todo o resto do tempo esteve avariada. Já solicitei o reembolso enumeras vezes e ninguém faz nada. Neste momento esta situação é insustentável, pois encontro-me sem o artigo que comprei, sem o dinheiro investido e sem usufruir daquilo que paguei. Necessito de uma resolução urgente sobre o assunto. Obrigado.

Em curso

Seguro vida, falta devida rectificação da prestação mensal acordo com capital em dívida em cada ano

Exmos Senhores Venho por este meio e através da minha associação pedir urgentemente a regularização do montante que me têm cobrado a mais por falta do cumprimento da obrigação da entidade bancária fornecer a V.Exas todos os anos o valor do capital em dívida para a respectiva rectificação do valor mensal que como disse me/nos é devido por lei, decreto 222/2009. Sabem V. Exas muito bem desta situação, porque é de lei e se não receberam, devem fazer o pedido á entidade bancária ou atraves do vosso cliente, porque sendo necessário e de lei, não devem, porque o sabem perfeitamente, que a lei o exige e se não for cumprido o vosso cliente é bastante lesado financeiramente. É o caso á mais de 25 anos que V.Exas não o fazem e ainda vieram a subir o montante da prestação. V. Exas poderão ter bons recursos, os vossos clientes, como eu, não certamente. Estamos a falar ai dia de hoje a milhares de euros. Por isso, e em conformidade com a lei, e ser ressarcido dos montantes que estou lesado financeiranente já há muito tempo, pedi á entidade bancária o extrato dos valores em dívida no final de cada um dos anos dos último 25. Para, como a lei o refere, me serem ressarcidos os valores cobrados indevidamente. Pelo que atrás disse, ainda se torna mais grave, que V. Exas tenham colocado á cobrança no dia 01 a prestação de quase 54 € por os 7000€ de capital em dívida e, ou não haver boa cobrança, não voltaram, como o fizeram vastas vezes, a colocar á cobrança pois só previsiono a conta ao dia 05 altura em que as prestações do crédito caiem. Nem mesmo sei porque é que a entidade bancária não fez o pagamento, já o fez algumas vezes, e sabem o meu histórico. Tanto mais que a data de cobrança de V. Exas original, não era o dia 01, mas penso que o dia 03, se não estou engano. Assim V.Exas tomam a atitude, mesmo devendo-me muito dinheiro indevidamente cobrado, como é claro, de não colocarem novamente a pagamento a prestação, situação que o fizeram várias vezes e tudo correu bem. Anularam a apólice unilateralmente, quando o valor recebido é muito superior ao devido. Já receberam em 345 prestações cerca de 18000€. Só devo ao banco 70000€ o que contrasta claramente com os 18000 recebidos. Já pedi ao banco o extrato da dívida em cada ano dos últimos 25 para V. Exas me fazerem a devida rectificação e externo dos milhares de euros recebidos a mais até esta data. Peço a ajuda dos serviços jurídicos da DECO, pois empresas como a vossa e o Millennium sabem que estamos desprotegidos e fazem tudo o que entendem com atropelos á lei sem respeito pelos vossos clientes. SiM, VOSSOS CLIENTES Aguardo resolução urgente e reposição devida da apólice mas com o valor mensal cobrado em consonância com o montante em dívida. É mesmo muito urgente que está situação seja rapidamente regularizada, por todos os motivos expostos e porque estão claramente em falta com a lei. Apresento os meus respeitosos cumprimentos Norberto Reis Associado DECO Contribuinte n° 106238728 Cumprimentos.

Em curso
I. C.
13/09/2026

Devolução valor pago

Exmo(s) Sr(s), Adquiri um produto pela Worten Marketplace (encomenda n. 82181453) a 26/02/2026, com entrega do mesmo a 04/03/2026. A 13/06/2026 iniciou-se o pesadelo. Tive que acionar a garantia por defeito do produto. Apenas recebi o equipamento reparado a 15/07/2026, mais de 30 dias, conforme anuncia a lei. A 18/07/2026 volto a ter que acionar a garantia pelo mesmo defeito, no qual só a 10/08/2026 o recebo, bastante mal embalado. Hoje, a 13/09/2026, volta a acontecer o mesmo defeito e vou para mais uma história interminável. Desde Junho, tive a passadeira uns míseros 30 dias, todo o resto do tempo esteve avariada. Já solicitei o reembolso enumeras vezes e ninguém faz nada. Neste momento esta situação é insustentável, pois encontro-me sem o artigo que comprei, sem o dinheiro investido e sem usufruir daquilo que paguei. Necessito de uma resolução urgente sobre o assunto. Obrigado.

Em curso
J. L.
13/09/2026
Leroy Merlin

Produto com avarias

Venho pedi ajuda pois estou tentando devolver um produto que comprei através do marketplace allmobel ficam me empurrando de um para outro e ninguém resolve nada,comprei uma mesa e 6 cadeiras em 07/2026 me entregaram no mesmo mês,como iria está de férias no mês seguinte, portanto só abrir a embalagem no mês 08 foi quando me deparei com a peça avariada e o material da mesa péssima qualidade,nada daquilo que mostram no site, desde então venho enviando vários emails e mensagens tanto para leroy Merlin quanto allmobel e nada de marcarem a retirada do produto e me reembolsar,por isso a reclamação

Em curso

Resolução de contrato por livre Resolução

Assunto : Resolução de contrato por livre Resolução - Contrato n° 13489 DA Venho por este meio apresentar uma reclamação e exigir o cancelamento do contrato de compra e venda de um aparelho auditivo, realizada no dia 11 de setembro de 2026, numa das vossas unidades móveis, pelo valor total de 5.990 €, já integralmente pago. Senti que fui alvo de uma abordagem de venda extremamente agressiva e sob grande pressão emocional. O vosso comercial colocou-me o aparelho diretamente nos ouvidos, onde permaneceu durante cerca de 4 horas, sem que me fosse dado tempo suficiente para refletir sobre um investimento desta dimensão. Ao abrigo da legislação aplicável, exerço o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. Exijo o reembolso imediato e integral do valor pago. O equipamento está guardado na respetiva caixa e disponível para devolução assim que o montante me for restituído. Espero uma resposta urgente, caso contrário terei de recorrer a outras entidades de defesa do consumidor.

Em curso
D. G.
13/09/2026
Alice Lisboa

Cancelamento e Devolução do Valor

Exmos. Senhores, Em 4 de Agosto de 2026 comprei-vos, através do vosso site, dois fatos de linho (Carlos Fato de Linho Conjunto Homem Corte Relaxado Verde Militar, Tamanho L e Carlos Fato de Linho Conjunto Homem Corte Relaxado Azul Claro, Tamanho L) por 135.92€. A referência da encomenda é #PT194012 Contudo, e dentro do prazo legal para o efeito, pedi o cancelamento da encomenda no dia 08 de Agosto de 2026, como é meu direito. Recebi, entretanto, a vossa comunicação a 10 de Agosto de 2026 em que me negavam o exercício deste meu direito, e transmitiam que não me devolveriam o valor que paguei, porque a encomenda já se encontrava em transito, o que é mentira, porque a encomenda só se movimentou pela primeira vez no dia 15 de Agosto. O tracking mostrou a encomenda no mesmo armazém na China (Hangzhou General Warehouse-Operation Center) durante 10 dias consecutivos. Não aceito esta posição de modo algum, a encomenda foi devolvida ao remetente e exijo a restituição imediata do preço que paguei, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
V. T.
13/09/2026
Generalis tranquilidade

Reparação do meu automóvel

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar o vosso apoio jurídico relativamente a um acidente automóvel ocorrido no dia 10/07/2026, no âmbito do processo de sinistro n.º 0030458531, ocorrência n.º 0027155400. Na sequência do acidente, o outro condutor assumiu-se como responsável pelo sinistro e foi preenchida a respetiva Declaração Amigável de Acidente Automóvel. Apesar disso, a reparação do meu veículo foi inicialmente colocada como Danos Próprios, tendo sido aplicada a minha franquia automóvel, situação com a qual não concordo. Na passada sexta-feira, uma funcionária da Generali Tranquilidade informou-me que o perito se equivocou no relatório de peritagem, tendo enquadrado incorretamente o sinistro como danos próprios. Foi-me também comunicado que, devido a esse erro, não sabem quando nem de que forma o processo ficará resolvido. Entretanto, foi marcada uma nova peritagem para o dia 30/09/2026, mas a Generali Tranquilidade cancelou posteriormente essa peritagem. Segundo informação do senhor da Santogal, o valor da reparação do meu veículo é de 1.049 €. Neste momento, devido ao erro ocorrido na peritagem, continuo sem saber quando a reparação será autorizada e quem irá assumir o respetivo pagamento. Já apresentei reclamações junto do Provedor de Justiça, Provedor do Cliente e ASF, mas, até ao momento, não vejo o assunto concluído nem tenho uma solução concreta para a reparação do meu veículo. Assim, venho solicitar à DECO PROteste, se possível, apoio jurídico para resolver esta situação, incluindo orientação sobre a possibilidade de avançar judicialmente contra a seguradora, caso seja necessário, para garantir a reparação do meu veículo e evitar que me seja aplicada uma franquia que resulta de um erro reconhecido pela própria seguradora. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Vânia Filipa de Azevedo Teixeira Processo de sinistro n.º 0030458531 Ocorrência n.º 0027155400

Em curso
J. S.
12/09/2026

Garantia Recusada

Venho apresentar uma reclamação, em virtude das sucessivas deslocações à Worten pelo incumprimento das obrigações legais de garantia face à reparação de um bem defeituoso.Adquiri um aspirador,que desde o início da sua utilização,apresentou uma desconformidade na autonomia da bateria,com uma duração drasticamente inferior à contratualmente publicitada e garantida pelo fabricante(40min).Perante o defeito,recorri por 3vezes consecutivas aos serviços de assistência técnica da Worten Resolve Loures,gerando os sucessivos processos de reparação WO-35386943, WO-36475454 e,por fim,o processo de reincidência WO-36601385. Nas 2as primeiras intervenções,o equipamento foi devolvido alegando que estaria reparado e em conformidade,mas o defeito persistiu na integra. Na 3a deslocação à loja(processo WO-36601385),solicitei a presença do Chefe/Responsável,que procedeu a um teste empírico e presencial do aspirador na loja. O resultado do teste validou integralmente a minha queixa,ficando formalmente exarado em relatório de loja,no campo descrição do problema:”Re-encidencia do processo:WO-35386943 e WO-36475454. Ficou tecnicamente provado que, mesmo no modo ECO, o aspirador dispõe de apenas 15min de autonomia,em vez dos 40min regulamentares do protocolo técnico do produto. Na sua sequência, o responsável da loja contactou diretamente a delegada comercial da marca BOSCH que,verbalmente,confirmou que o protocolo de leitura e os testes efetuados pela loja estavam corretos e que o equipamento apresentava uma óbvia desconformidade. Em total contradição com a prova produzida em loja,a marca emitiu à posteriori uma resposta formal,recusando a desconformidade e invocando de forma errática as instruções do manual.O fabricante alega que o comportamento é normal baseando-se numa suposta pág. 89(cujo texto está em espanhol e versa sobre assunto totalmente alheio),quando na verdade a informação sobre o produto se encontra na pág.88(espanhol) e na pág. 96(em português).Mesmo analisando a documentação correta em língua portuguesa, confirma-se que a autonomia real do aparelho está muito aquém do legalmente estabelecido e publicitado. A recusa de reembolso ou de substituição do bem por parte da Worten e da Bosch viola gravemente o regime jurídico dos direitos dos consumidores em vigor em Portugal:Decreto-Lei n.º84/2021,de 10 de Dezembro(Regime de Garantia dos Bens de Consumo): -Artigo 15.º:Em caso de desconformidade do bem, o consumidor tem direito à reposição da conformidade através de reparação ou substituição,à redução proporcional do preço,ou à resolução do contrato (reembolso total). -Artigo 18.º(Reparação e Substituição do Bem):A reparação deve ser efetuada gratuitamente,num prazo máximo de 30dias,e sem graves inconvenientes para o consumidor.A reincidência sistemática do defeito após 2 tentativas falhadas,confere ao consumidor o direito imediato de exigir a substituição ou resolução do contrato (reembolso),visto que a reparação se provou ineficaz. O facto do próprio relatório oficial da Worten(WO-36601385) documentar e certificar que o aparelho falhou nos testes de autonomia após sucessivas reparações, constitui prova irrefutável de desconformidade do bem(Artigo 4.ºdo citado diploma).A insistência em manter-me vinculado a um produto defeituoso, utilizando argumentos documentais falsos ou errados(páginas trocadas e manuais noutra língua),configura uma conduta abusiva e de má-fé. Face a isto,atendendo a que o direito à reparação se esgotou pela incapacidade técnica de repor o bem em conformidade após 3processos formais,exijo,ao abrigo do artigo 15.º, n.º 1, alínea c) do Decreto-Lei n.º 84/2021:A resolução imediata do contrato de compra e venda com o consequente reembolso integral do valor pago pelo equipamento.

Em curso
L. P.
12/09/2026

Artigo com defeito

Exmos. Senhores, No dia 24/06/2026 adquiri uns chinelos Birkenstock EVA na vossa loja Macadi, em Torres Vedras. No dia 03/07/2026 solicitei assistência devido à quebra de uma das fivelas. O artigo teve uma utilização muito reduzida, pelo que considero que o defeito não resulta de desgaste normal nem de utilização indevida. No dia 31/08/2026 desloquei-me à loja para obter informações sobre o processo e fui informada de que não existe qualquer solução para a situação apresentada, uma vez que a marca não assumiu a responsabilidade pelo defeito. Contactei a marca e esta mesma respondeu-me que como tinha adquirido numa loja que não a loja da marca tinha de ser esta a resolver. Esta situação causa-me estranheza, tendo em conta que os chinelos tinham sido adquiridos há poucos dias quando o defeito surgiu e praticamente não tiveram uso. Acresce que fiquei privada da utilização do artigo durante grande parte do verão enquanto aguardava uma resposta ao pedido de assistência. Desta forma, solicito a reapreciação do caso e uma solução adequada para o problema apresentado, bem como o envio, por escrito, da fundamentação da decisão de recusa por parte da marca ou da loja. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Luísa Pires

Encerrada

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