Reclamações públicas

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M. M.
16/03/2026

Retenção indevida de capital e recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Sou cliente com o Vosso pedido de Referência Nº 973793963. Problema detetado: Data do pedido: 1 de dezembro de 2025 Produto: Xiaomi Redmi 15 5G Valor pago: 148,68€ Estado do pedido: Cancelado antes do envio Reembolso: Não recebido Após semanas de espera pelo produto que comprei e de inúmeros e-mails a solicitar uma resposta, recebi finalmente um e-mail a informar que o produto estava esgotado. Após ter solicitado o estorno, ainda não efectuaram o reembolso na forma de pagamento original e dentro do prazo legal. Em vez de efectuarem o reembolso directamente, enviaram um e-mail alegando "limitações operacionais". Pediram-me para encaminhar o caso para o meu Banco e pedir-lhes que fossem eles a solicitar o reembolso a Vós. A Allzone exige que seja eu, consumidor, a resolver a sua falha através da abertura de um processo de disputa/chargeback junto do meu banco. Esta postura é sem dúvida alguma uma violação dos Direitos do Consumidor e uma tentativa de fuga às responsabilidades legais de reembolso (conforme o DL n.º 24/2014). Apesar de já ter reportado tudo ao meu Banco como solicitaram (há + de 1 mês), continuo sem receber reembolso. Irei apresentar também queixa junto do Centro Europeu do Consumidor, do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, na ASAE e no Ministério Público caso o reembolso não seja efectuado, acrescida de queixa-crime por burla informática/retenção indevida de capital. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Em curso
H. R.
16/03/2026

Furto de Bagagem

Exmos. Senhores, No dia 17/11 viajei de Nazaré para Portimão, com mudança de autocarro em Lisboa – Gare do Oriente, na rota 1012, reserva n.º 3303994716. Tive uma espera de cerca de 1h30 em Lisboa e, durante esse período, trouxe comigo a mala que vinha no porão do primeiro autocarro. À hora da segunda viagem (13h), fui para a zona de embarque e, a pedido do motorista, coloquei a minha mala vermelha (marca AIR, com puxador preto, quatro rodas e interior preto com elásticos vermelhos) no porão do autocarro. A mala estava comigo até esse momento, completamente identificável, e foi o próprio motorista que me instruiu a colocá‑la no porão. Durante o embarque, o porão permaneceu aberto entre 20 e 30 minutos, sem qualquer vigilância, sem controlo de entrada ou saída de bagagem, algo absolutamente inaceitável numa estação tão movimentada como a Gare do Oriente. Quando cheguei a Portimão, a mala já não estava no porão. Fui de imediato falar com o motorista, que confirmou que a mala não se encontrava. Informou-me também que, entre Lisboa e Portimão, apenas parámos em Armação de Pêra e que não abriu o porão por não haver passageiros a sair. Torna-se assim evidente que a mala foi retirada ainda na Gare do Oriente, durante o período em que o porão esteve aberto sem qualquer supervisão. Isto revela uma falha gravíssima da transportadora, que deixou a bagagem dos passageiros totalmente exposta a furtos, sem qualquer medida mínima de segurança. Dentro da mala encontravam-se vários bens pessoais de valor, que passo a descrever: dois pares de jeans Levi’s (um azul e um preto), uma camisola preta Bimba Y Lola, uma sweat preta simples, roupa interior, um casaco de lã, uma camisola de lã, um casaco de couro preto Stradivarius, um gorro verde Carhartt e um saco de cosméticos Chanel contendo vários produtos de marca (creme Avène, creme SVR Cicavit+, base Lancôme, creme de olhos Lancôme, perfume YSL Libre 30 ml, escova e pastas de dentes). Para além disso, levava uma caixa de jóias com três anéis de prata e brincos de pérola. Todos estes bens foram roubados, representando um prejuízo significativo. Apresentei queixa na PSP de Portimão imediatamente após a chegada, e igualmente apresentei queixa no formulário da FlixBus, mas até ao momento não obtive qualquer resposta concreta ou solução por parte da transportadora, que se tem mostrado totalmente ausente, sem responsabilização e sem qualquer apoio. Importa reforçar que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 9/2015, que estabelece as condições do contrato de transporte rodoviário de passageiros e bagagens, a transportadora é responsável pela custódia da bagagem entregue ao seu cuidado, devendo assegurar condições adequadas de segurança e cumprimento das suas obrigações contratuais durante toda a viagem. Paralelamente, o Regulamento (UE) n.º 181/2011, aplicável ao transporte rodoviário em Portugal, impõe ao operador a obrigação de disponibilizar mecanismos de tratamento de reclamações, prestar informação ao passageiro e assegurar a indemnização adequada quando há perdas ou danos de bagagem sob custódia da transportadora. Mesmo nos serviços com menos de 250 km, aplicam‑se direitos essenciais dos passageiros, incluindo a obrigação do transportador de proteger a bagagem que recebe e tratar devidamente as reclamações apresentadas. A minha situação corresponde exatamente a aquilo que a lei pretende evitar: uma transportadora que recebe bagagem no porão, não implementa qualquer sistema de vigilância ou controlo e, perante um furto ocorrido enquanto a bagagem estava sob sua custódia, não oferece qualquer apoio, resposta ou processo de indemnização. Fui prejudicada de forma clara por negligência da empresa, que não garante segurança no processo de carga de bagagem e não cumpre mínimos como vigilância, fecho dos porões, registo de bagagem ou supervisão durante o embarque. O passageiro entrega a bagagem ao cuidado da transportadora e confia que a mesma será devidamente protegida — o que, neste caso, não aconteceu de forma alguma. Exijo que seja acionado o seguro da transportadora, que existe precisamente para situações de furto de bagagem sob custódia da empresa. O prejuízo que sofri é real, direto e resultante da falta de procedimentos e de segurança no embarque em Lisboa. Não aceito respostas evasivas nem tentativas de desresponsabilização: a bagagem desapareceu enquanto estava sob responsabilidade direta da transportadora e após ter sido colocada no porão a pedido do motorista. Exijo indemnização integral pelos bens furtados, pela mala e a abertura formal de um processo que inclua a análise das câmaras de videovigilância da Gare do Oriente e dos registos internos do embarque. Fui lesada, fui prejudicada e até agora ninguém assumiu responsabilidades. Quero uma resposta, uma solução e a ativação do seguro correspondente, sem mais demoras.

Em curso
J. M.
16/03/2026

Cobrança sem prova de contrato

Número de caso - 14611897 Como a Sra diz, preciso que devolva os equipamentos que já devolvi 6 dias antes do termino, entregues em minha casa e instalados para que eu possa usufruir o que vou pagar , ou seja, os €48,00 Acho que é meu DIREITO E CONSUMIDOR, JÁ QUE O ATENDENTE DA LOJA NÃO ME INFORMOU O QUE A SRA ALEGA E ELE RECOLHEU OS EQUIPAMENTOS. ACHO QUE FUI BEM CLARO , JÁ QUE A SRA NÃO QUER MOSTRAR O MEU CONTRATO COM ESTA CLAUSULA DE DEVOLUÇÃO DE 10 DIAS Fico aguardando o agendamento

Em curso
A. C.
16/03/2026

Débito indevido

Informo que a empresa dd domestic & general insurance ag, debitou-me 7,99€ da minha conta bancária, não tenho eu, qualquer contacto com a mesma. Tendo, portanto, este débito sido feito sem a minha autorização. Posto isso, solicito a devolução da totalidade do valor debitado

Em curso
M. S.
16/03/2026

Falha no serviço e tempo de atendimento

Falha no serviço digital e tempo de espera excessivo no atendimento presencial. "Venho por este meio reclamar da impossibilidade de resgatar o meu fundo de investimento através dos canais digitais (App e Homebanking), situação que me obrigou a uma deslocação física ao balcão [Nome do Balcão]. Cheguei às 12:37, tendo aguardado até às 13:07 sem ser atendido, apesar de estarem dois funcionários presentes. Devido a compromissos urgentes e à demora excessiva (cerca de 30 min por cliente), tive de me ausentar momentaneamente. Ao regressar, pelas 13:23, fui obrigado a tirar uma nova senha, ignorando-se o tempo de espera anterior. Considero inaceitável que uma falha técnica do banco force o cliente a perder horas num balcão sem uma gestão de prioridades eficaz."

Em curso
I. S.
16/03/2026

Encomenda não recebida

Exmos senhores, No dia 05/03/2026 efetuei uma compra no site da Official Alta Cosmética, Lda, de uma máquina corte de cabelo STYLECRAFT SABER TRIMMER GOLD SKU: MD-SC405G tendo realizado o pagamento por referência multibanco. Após o pagamento, a empresa informou que a Encomenda #9511 no valor de 145€ teria sido enviada, dia 11 de Março , sem nunca fornecer qualquer comprovativo de envio ou código de rastreio. Até à presente data não recebi o produto, nem qualquer esclarecimento . Contactei a empresa várias vezes, obtendo apenas respostas genéricas, sem prova de entrega nem código de rastreio. Voltei a contactar a empresa dia 12 de Março sem qualquer resposta e dia 16 de Março também sem resposta. . Solicito a resolução da situação o mais breve possível com o reembolso do valor pago ou o equipamento, ou então entrarei por outros meios legais para resolução . Contactos meus Inês Sousa iaasousa21@gmail.com Número de encomenda 9511

Em curso
T. S.
16/03/2026

eclamação por falta de acessibilidade para pessoa com mobilidade reduzida

Eu, Tiago José Guedes dos Santos, portador do cartão de cidadão 13887636, nif: 234849339 e  pessoa portadora de uma deficiência fisica com 70% de incapacidade, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação ocorrida no dia 16 de março de 2026, no Hospital de Santo António, no Porto. Nesse dia dirigi-me ao hospital para uma consulta. Ao chegar à zona de acesso controlado, junto aos seguranças, apresentei o dístico de estacionamento para pessoa com deficiência e informei que tinha uma consulta marcada. O segurança que se encontrava no local as 11h00 limitou-se a informar que não era possível estacionar porque o jardim iria entrar em obras, não apresentando qualquer alternativa ou solução para mim. Devido a essa situação, fui obrigado a sair do hospital e procurar estacionamento na via pública, tendo encontrado lugar a mais de 500 metros de distância da entrada do hospital. Considerando a minha condição de mobilidade reduzida, esta situação foi extremamente difícil e demonstra falta de consideração pelas necessidades de acessibilidade de pessoas com deficiência, sobretudo numa entidade pública de saúde, que deveria garantir condições adequadas de acesso. Assim, solicito que: Seja analisado o comportamento e procedimento adotado pelos seguranças naquele momento. Seja esclarecido qual o procedimento previsto para pessoas com mobilidade reduzida quando existem obras ou limitações de estacionamento. Sejam tomadas medidas para garantir que pessoas com deficiência tenham acesso adequado e prioritário ao hospital, evitando situações semelhantes no futuro. Aguardo resposta a esta reclamação. Tiago José Guedes dos Santos 916458982

Em curso

Falta de resposta a pedido de agendamento Art. 15.º

No dia 2 de março de 2026, a minha esposa submeteu, através do formulário online da AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo, o pedido de agendamento para emissão do Cartão de Residência de Familiar de Cidadão da União Europeia, ao abrigo do Artigo 15.º da Lei n.º 37/2006. Eu sou cidadão português, residente em Portugal, e a minha esposa é nacional de país terceiro, tendo direito a residir comigo ao abrigo da legislação europeia e nacional aplicável. Até à presente data, não recebemos qualquer confirmação de submissão, número de processo ou resposta por parte da AIMA. Esta ausência total de resposta está a causar prejuízos sérios à nossa vida familiar e profissional: A minha esposa não consegue celebrar contrato de trabalho estável, por lhe ser exigido comprovativo de residência; Vivemos numa situação de incerteza administrativa permanente; Não podemos viajar para fora de Portugal com tranquilidade, pois a falta do cartão de residência pode criar entraves no regresso; A falta de qualquer resposta por parte da AIMA coloca-nos numa situação de bloqueio administrativo que não depende da nossa vontade. Nos termos da Diretiva 2004/38/CE e da Lei n.º 37/2006, o direito de residência da minha esposa decorre da sua qualidade de familiar de cidadão da União Europeia, sendo o cartão de residência um documento meramente declarativo desse direito. Contudo, na prática, a ausência do documento impede o exercício efetivo de direitos fundamentais, nomeadamente o direito ao trabalho e à livre circulação. Assim, solicitamos: A confirmação imediata da receção do pedido submetido em 2 de março de 2026; A atribuição de número de processo; A marcação urgente de agendamento; Aguardamos resolução urgente desta situação.

Em curso
F. M.
16/03/2026

Calças com defeito

Venho por este meio, demonstrar o meu desagrado no processo de reclamação CAS-1557495-W4D9Q1 efetuado via email e concluido presencialmente na loja Lefties do Arrábida shopping, em Vila Nova de Gaia. No passado dia 11/12/25 fiz uma compra de um produto com o numero de fatura FSFS013538032025/030384, mas pelo meu espanto ao experimentar esse produto calças notei um defeito, o produto estava a largar tinta a azul e danificou umas sapatilhas em camurça que estava a usar, produto comprado a pouco tempo no valor de 120 € com o numero de fatura FRDO606/1160, que a empresa Lefties recusa a amenizar ou tentar resolver o problema, já apresentei o meu desagrado na loja e escrevi no livro de reclamações, mas ainda nada foi feito pela empresa. Deixo também a nota que o produto danificado foi devolvido e reembolsado, mas o meu maior problema as sapatinhas Adidas campus camurça cinzentas ainda estão na mesma situação, com o problema por resolver com danos de um produto da empresa Lefties. Assim como cliente ficando com prejuízo de algo que a empresa não quer assumir nem ajudar. Deixo mais uma vez o meu desagrado e opinião que empresas assim não deviam existir, demostrando o meu desagrado com todos os meus conhecidos que não devem comprar nada nesta empresa que tenta fradar e enganar os seu clientes com o produtos fracos e daníficos e não atua com a sua responsabilidade.

Em curso
H. S.
16/03/2026

DÉBITO INDEVIDO

Bom dia. Venho por este meio solicitar ajuda para fazer uma reclamação contra a plataforma OnlineCV. Pois foram-me feitos débitos indevidos sem aviso prévio sem autorização minha e com o cancelamento da conta na plataforma no próprio dia em que solicitei os serviços para fazer um currículo. Envio em anexo toda a conversa feita com a própria através do portal de queixa da mesma. Agradeço a vossa atenção pois vejo que não sou a primeira nem serei a última a ser burlada desta forma para usoede enriquecimento das plataformas digitais. Aguardo uma resposta. Obrigado pela disponibilidade. Cumprimentos Irina Veiga

Em curso

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