Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. C.
04/06/2026

Serviço mal feito

Contratei a empresa através deste número 916 791 593, o serviço feito foi muito mal, péssimo acabamento, materiais de má qualidade, atrasos, serviço incompleto e diferente do que foi combinado. Agora pararam de responder, informam que irão vir novamente a casa para continuar e refazer o serviço e não o fazem. Não contratem este serviço por nada, nem de graça!!! Agora preciso contratar uma outra empresa para que possam desfazer tudo que esta empresa fez. Exijo meu dinheiro de volta!

Em curso
M. L.
04/06/2026

Troca e/ou devolução não aceite

Foi efectuada uma encomenda no dia 2 de junho de 2026 e relizado o paamento do valor total do mesmo. No dia seguinte o produto chegou (apoio de braço pediátrico) mas o tamanho não era adequado e não foi apresentada nenhuma solução adequada à criança. Recusaram-se a devolver o dinheiro ou a dar um vale para gastar noutra altura. Foram compradas umas sandálias no dobro do valor, mas chegando a casa apercebi-me de que as mesmas tinham aspecto de usadas e que não eram suficientemente confortáveis. Dirigi-me à loja para trocar, mas a troca e/ou a devolução foi recusada. Não apresentaram qualquer alternativa.

Em curso
J. A.
04/06/2026

Factura não aceite ( e outras anomalias)

Exmos Senhores Recebi a factura 77155312 referente ao período de 18 de Fevereiro a 18 de Março no valor de 64,03€ a qual foi paga por débito bencário. Embora tenha acedido ao pagamento, reclamei da incompreensão com os valores de leitura - de acordo com a factura, a leitura a 18 de Fevereiro seria de 6528 m3, tendo sido estimado uma leitura a 18 de Março de 6571 m3. A minha reclamação deve-se ao facto de, a leitura do contador ser, fotografia registada, de 6409 m3. Sem resposta à reclamação, recebo a factura 45266618, supostamente referente ao período de 18 de Março a 18 de Abril no valor de 412,53 €. Face à continuação da não compreensão dos valores de leitura, recusei pagamento desta factura e reclamei junto da ENDESA. Não tendo a factura indicação do valor de partida, indica como estimativa a 18 de Abril uma leitura de 6442 m3. Todos os valores calculados reportam a 18 de Fevereiro sem indicação do valor de leitura que foi tomado em consideração, facto que foi motivo da minha reclamação. Como posso validar uma factura sem indicação da base de cálculo e tendo a factura anterior valores totalmente errados? A única resposta da ENDESA refere que o problema é da distribuidora e que me teria que dirigir a esta entidade - com a qual não tenho qualquer relação contratual! Acresce o facto de a residência estar em obras e o valor de leitura actual ser 6432 m3. Recebo agora comunicação da ENDESA informando que cortarão o fornecimento caso não haja pagamento da factura pendente. Agradeço a vossa atenção imediata, Melhores Cumprimentos

Em curso

Tablet com defeito

Venho por este meio solicitar ajuda na resolução de um problema com um tablet adquirido no Auchan no dia 01-06-2026 e ter oferecido o mesmo a minha filha no dia 03-06-2026 o tablet está sempre a se desligar sozinho e não consegue fazer uso do mesmo, dirigi me ao Auchan hoje 04-06-2026 e expôs o problema os mesmos dizem me que não trocam nem fazem devolução o tablet está a funcionar a menos de 24h e o problema persiste, comprei o mesmo pois preciso para ela puder trabalhar e agora não me resolvem o problema sendo que eu não tenho culpa o tablet foi comprado a 3 dias e só ontem e que foi aberto sempre foi usado com película com capa não têm nada de estragado, agradecia que me ajudassem a resolver este problema pois faz falta para trabalhar.

Em curso
E. O.
04/06/2026

RECLAMAÇÃO PINGO DOCE

Reclamar por obrigarem as pessoas a comprar charcutaria, sem a cortar na hora, obrigando a adquirir em embalagem de plástico a vulgar "covette". Quando exigem ao consumidor que pague os sacos plásticos... Apelo a todos que se neguem a comprar desta forma! Porque: Incoerência Ambiental: Sublinhe a contradição entre a política de redução de plástico descartável (como a cobrança de sacos e eliminação de utensílios de plástico de utilização única) e a imposição de embalagens plásticas na charcutaria. Combate ao Desperdício Alimentar: Ao não cortarem na hora a quantidade exata que o cliente pede, as superfícies comerciais estão a fomentar o desperdício, obrigando à compra de porções estandardizadas. Direito à Escolha e Informação: O consumidor tem o direito de escolher o modo de apresentação do produto, especialmente quando o serviço de corte sempre fez parte da especificidade daquela secção.

Em curso
K. M.
04/06/2026

Serviço mal prestado

No mês de maio de 2026, adquiri através da eDreams uma passagem aérea para a minha mãe, no percurso Bruxelas – Luanda, com escala em Addis Abeba, operado pela Ethiopian Airlines, para o dia 2 de junho de 2026. No dia da viagem, ao chegarmos ao aeroporto para efetuar o check-in, fomos informados pela companhia aérea de que não existia qualquer bilhete associado aos dados apresentados. A funcionária tentou localizar a reserva por diversas vias, mas verificou-se simplesmente que não havia qualquer bilhete emitido. Perante esta situação extremamente grave, tentámos contactar a eDreams por todos os meios disponíveis — telefone, e-mail e assistente virtual — sem sucesso. Não obtivemos qualquer apoio nem resposta num momento crítico, apesar de se tratar de uma viagem urgente que não podia ser adiada. Sem alternativa, fomos obrigados a adquirir um novo bilhete de última hora, pagando praticamente o dobro do valor inicialmente desembolsado, para que a viagem pudesse realizar-se. No dia 3 de junho de 2026, consegui finalmente contactar a eDreams para perceber o que tinha acontecido. Fui então informado por um colaborador de que o problema resultou de um erro da própria eDreams, uma vez que não houve comunicação adequada com a Ethiopian Airlines, tendo-me sido garantido que seria efetuado o respetivo reembolso. Contudo, para minha surpresa e indignação, no dia 4 de junho de 2026 foi debitado da minha conta bancária o valor de 89 €, referente a um serviço que nunca chegou a ser prestado nem utilizado. Mais grave ainda, fui posteriormente informado de que esse valor não poderia ser reembolsado. Considero esta situação absolutamente inaceitável. Além da falha grave que impediu a emissão do bilhete e causou enormes transtornos, fui ainda alvo de uma cobrança por um serviço do qual não usufruí. Trata-se de uma prática que considero abusiva e lesiva dos direitos do consumidor. Exijo: O reembolso integral do valor pago pela reserva original que não foi corretamente emitida; A devolução imediata dos 89 € cobrados indevidamente; Uma explicação formal sobre a falha ocorrida e sobre a razão da cobrança efetuada. Sou um trabalhador honesto que paga pelos serviços que utiliza e espera ser tratado com respeito e profissionalismo. Não é aceitável que um erro assumido pela própria empresa resulte em prejuízo para o cliente. Aguardo uma resolução célere e justa desta situação.

Em curso
H. D.
04/06/2026
Car Judge

Cobrança de serviço não prestado

Fiz um pedido ao serviço CarJudge de informação sobre um veículo: https://carjudge.com Foi-me pedido um pagamento único de 2.90 eur, o que fiz com o meu cartão visa DECO Unicre. Recebi imediatamente o relatório, que estava bastante incompleto. Passados alguns dias, aparece um movimento no meu cartão visa de 29.95 eur, para o mesmo serviço CarJudge. Em momento algum dei mais dados que o meu nº cartão de crédito, não subscrevi nenhum serviço, nem me registei no site. Por isso mesmo, não recebi por forma alguma mais informação para além do relatório já referido. Esta empresa está a tentar cobrar um serviço NÃO subscrito. Não tenho nenhum número de cliente nem qq relação comercial com esta empresa. Apenas indiquei o meu número de cartão de crédito e agora estou a ser cobrado indevidamente.

Em curso
G. S.
04/06/2026
Lilly Portugal - Produtos Farmacêuticos, Lda.

Defeito na caneta Mounjaro

Apresento reclamação contra a Lilly Portugal relativa ao tratamento de uma reclamação de qualidade sobre uma unidade de Mounjaro KwikPen® 10 mg, lote D916209. Durante utilização normal, a caneta apresentou bloqueio do contador/mecanismo de dose, impossibilitando a administração segura e completa do medicamento. Posteriormente, verificou-se alteração/rutura/abaulamento do septo de borracha. A Lilly respondeu atribuindo a situação a causas possíveis relacionadas com agulha/sobrepressurização, mas sem recolher fisicamente a unidade nem proceder a análise técnica direta do mecanismo doseador. Contestei formalmente essa resposta, solicitando reapreciação, recolha da caneta, análise técnica e substituição da unidade. Até ao momento, não obtive resposta adicional. Não imputo responsabilidade à farmácia, que apenas foi o local de aquisição de um produto selado. A questão dirige-se à Lilly enquanto responsável pelo produto/dispositivo e pelo tratamento da reclamação de qualidade. Solicito a intermediação da DECO/DECO PROteste junto da Lilly para obter: reabertura da reclamação de qualidade; recolha física da caneta para análise técnica; resposta fundamentada que distinga causas comprovadas de causas meramente possíveis; substituição da unidade ou solução equivalente; indicação objetiva dos próximos passos. A unidade encontra-se preservada e disponível para análise. A situação será igualmente comunicada ao INFARMED enquanto suspeita de defeito de qualidade/dispositivo de administração.

Em curso
D. D.
04/06/2026

Sofá com defeitos graves que impedem a segurança do artigo!

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação por sofá com defeitos graves de fabrico e falta de conformidade. Os defeitos foram comunicados e a reparação foi recusada por mim desde o primeiro dia útil após a entrega. A empresa foi pedindo fotografias, vídeos e outros elementos de prova (elementos esses que foram enviados via email), mas manteve a insistência na reparação/visita técnica, apesar da minha recusa desde o início e da reclamação formalizada no Livro de Reclamações em 14/05. Trata-se de um sofá que não apresenta condições de segurança, tendo ocorrido incidentes com crianças, pelo que a situação é especialmente grave. Solicito a devolução do valor pago. Com os melhores cumprimentos, Dina Domingues

Em curso

Reclamação Formal contra Drive On Holidays – Cobrança abusiva de dano em para-brisas e recusa de apr

Exmo.(a) Sr.(a) Jurista da DECO PROteste, O meu nome é Maria Albuquerque, sou vossa associada com as quotas totalmente em dia, e venho por este meio solicitar a vossa urgente intervenção jurídica e mediação num litígio grave com a empresa Drive On Holidays - Comércio e Aluguer de Veículos Lda. Fui cliente cumpridora e regular desta operadora durante dois anos e meio. Contudo, no momento da entrega da viatura (Renault Clio, matrícula 01-RB-12), foi-me imputado o valor desproporcional e abusivo de 593,78 € devido a uma micro-picada provocada por uma pedra no para-brisas. Por necessitar de reaver os meus restantes fundos, o pagamento foi efetuado sob protesto. Contestei imediatamente a situação por via eletrónica, uma vez que o dano é perfeitamente reparável por injeção de resina (cujo valor médio de mercado ronda os 60 €). Adicionalmente, o vidro instalado na viatura nem sequer correspondia ao original da marca do construtor. Em resposta, a gerência da empresa afirmou por escrito que o valor cobrado correspondia ao "efetivamente gasto pela empresa para a reparação/substituição do vidro danificado", comprometendo-se a enviar a respetiva fatura emitida pela entidade responsável. Contudo, o documento que me foi enviado (Processo O_17-4945220220) NÃO constitui uma fatura fiscal. Trata-se unicamente de um documento de circulação interna, intitulado "Ordem de Reparação e Recondicionamento", extraído do software informático OKI3360, onde consta apenas a menção "Tabela de Danos". Instada repetidamente a apresentar a fatura fiscal real e o respetivo recibo de quitação da oficina externa com a matrícula do carro, a empresa recusou-se categoricamente a fazê-lo. Invocou um infundado "segredo confidencial" para ocultar o custo real da intervenção e declarou o processo encerrado de forma estritamente unilateral. Existe, por isso, uma forte e legítima suspeita de que a viatura em causa não foi submetida a qualquer substituição de vidro, continuando a circular com o mesmo dano (configurando uma prática de dupla cobrança comercialmente abusiva e evasão às regras de transparência fiscal). Como associada da DECO, exijo que o vosso departamento jurídico tome conta do processo para: Exigir junto da Drive On Holidays a apresentação imediata da fatura fiscal legal que comprove o custo real alegadamente suportado; Na ausência do documento fiscal legítimo, exigir o estorno imediato e integral do valor cobrado em excesso; Encaminhar esta denúncia de recusa de emissão de fatura e falta de transparência às entidades reguladoras competentes, nomeadamente a ASAE e a Autoridade Tributária. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo as vossas instruções jurídicas para o envio de toda a documentação de suporte que tenho em meu poder. Melhores cumprimentos, Maria Albuquerque

Em curso

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