Reclamações públicas
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Encomenda danificada na entrega e sem solução apresentada
Efetuei uma compra na Perfumes & Companhia (no dia 10/01/2026) de dois perfumes de valor elevado. Um deles (One Million) chegou danificado no interior, com o frasco partido, sendo que a embalagem apresentava sinais evidentes de humidade. O outro perfume (Jean Paul Gaultier) da encomenda encontrava-se em perfeitas condições, apenas com a caixa exterior ligeiramente amolgada. Reportei a situação de imediato à empresa, enviando fotografias claras que comprovam o estado em que o produto foi recebido. Ainda assim, a Perfumes & Companhia recusou qualquer responsabilidade, alegando que a encomenda saiu das suas instalações “em conformidade” e transferindo automaticamente o problema para a transportadora (CTT). Enquanto consumidor, considero esta postura inaceitável. O meu contrato é com o vendedor, não com a transportadora, e a lei é clara quanto à responsabilidade do comerciante em garantir que os bens chegam ao consumidor em conformidade. Um produto entregue danificado não cumpre esse requisito. Apesar disso, a empresa insiste que apenas analisará a situação após eu apresentar uma reclamação formal contra os CTT, empurrando o processo e deixando o consumidor sem solução, sem produto utilizável e sem reembolso. Neste momento, encontro-me a cumprir esse procedimento apenas por exigência da empresa, mas alerto outros consumidores para esta prática de evasão de responsabilidades e para a dificuldade em obter uma resolução justa quando surgem problemas após a entrega. Exijo a substituição do artigo por outro em perfeitas condições - ou a emissão de um simples reembolso - bem como a recolha do produto danificado. Caso não seja possível a recolha, solicito que me indiquem o procedimento correto para a sua devolução, devendo nesse caso ser integralmente compensado pelos custos e incómodos associados. Caso a situação não seja resolvida no prazo máximo de 10 dias, irei aplicar o direito de recorrer a todas as medidas legais ao meu alcance para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Espero que esta exposição contribua para que a situação seja resolvida corretamente com a maior brevidade possível, e para que outros consumidores estejam informados antes de comprar.
Facturas em atraso
Sou cliente da Galp Mobilidade Eléctrica & Solar Electricidade Verde & 360 Casa ( FE+DD) a ultima factura dorresponde ao periodo entre 21 de Agosto a 21 Setembro de 2025. Por diversas vezes dirigi-me ao balcão em Almada e questionei o porquê ? A justificação é sempre a mesma, Ppoblema informático derivado à alteração no sistema informático. Tenho que aguardar e quando receber ir novamente ao balcão para se fazer um plano de pagamento. O que fazer?
Incumprimento de prazo na emissão de fatura – Reserva n.º 1198321807
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao incumprimento do prazo de emissão de fatura associado à minha reserva n.º 1198321807. No dia 19/01/2026, às 08:31, recebi da vossa parte o e-mail com a declaração de devolução do veículo, no qual consta expressamente a seguinte informação: “Fatura: Para reservas feitas através do site/aplicação da Europcar, a sua fatura estará disponível online no prazo de 48 horas na secção ‘Gerir as minhas reservas’.” Sucede que, à presente data, já decorreu largamente o prazo indicado (mais de 48 horas) e a fatura continua indisponível na área indicada. Acresce que, no dia 21/01/2026, enviei um email para reservas@europcar.com, solicitando esclarecimento e resolução da situação, sem que tenha obtido qualquer resposta até ao momento. Considero esta situação inaceitável. As regras contratuais e os prazos definidos devem ser cumpridos por ambas as partes, não apenas pelo cliente. Responder a comunicações e emitir faturas dentro do prazo anunciado constitui o mínimo exigível num serviço desta natureza. Solicito, assim, com a maior brevidade possível: A emissão e disponibilização imediata da fatura referente à reserva acima identificada; Um esclarecimento formal para o atraso verificado e a ausência de resposta ao contacto efetuado. Caso a situação não seja regularizada de forma célere, reservo-me o direito de recorrer aos meios formais de reclamação disponíveis.
Encomenda não recebida
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma encomenda efetuada na plataforma Temu, cuja entrega ficou a cargo da transportadora Ecoscooting, devido a atrasos graves, falta de informação credível e incumprimento do serviço contratado. A encomenda encontra-se nas instalações da Ecoscooting desde o dia 19, sem que tenha sido efetuada a entrega até à presente data. Ao longo destes dias, entrei várias vezes em contacto com a transportadora, tendo recebido informações contraditórias e falsas promessas de entrega. No dia de ontem, fui informado pela Ecoscooting de que a encomenda seria entregue hoje. No entanto, hoje voltaram a negar essa possibilidade. Após novo contacto telefónico, foi-me comunicado que existe um alegado “problema logístico” e que a encomenda não será entregue hoje, nem amanhã, nem nos próximos dias, não existindo qualquer previsão concreta de entrega. Esta situação é particularmente grave porque a encomenda contém bens essenciais, cuja entrega atempada era necessária. Devido à total ineficiência da transportadora, esses bens não chegaram nem irão chegar dentro de um prazo razoável. Até ao momento, a situação mantém-se sem solução efetiva. Pior empresa de transporte de sempre!!!
Falta de resposta-devolução encomenda
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Tommy Hilfiger (PVH Stores Portugal Unipessoal Lda) por impedirem o exercício do meu direito de devolução relativo à encomenda 31074578958. Sou cliente, sempre efectuei compras neste site e nunca tive problemas com as devoluções. Mas desta vez a etiqueta não vinha dentro da caixa e não consigo obter resposta da marca. Pretendo fazer a devolução de três artigos da minha encomenda e deparo-me com os seguintes problemas: -Ao entrar no site com a minha conta não aparece nenhuma compra registada; tentei também como convidado, e não consegui encontra-la. - Fiz um registo no site a pedir o envio da etiqueta por email - Enviei um email com o mesmo pedido - Enviei outro email a reforçar o pedido - Tento ligar todos os dias para o número do Costumer Service, mas não passa do "Welcome to..". - Hoje também tentei ligar para o numero da empresa em Lisboa, mas ninguém atende. A fatura tem data de 6/01/2026 e estou a tentar devolver os artigos dentro do prazo legal que são 30 dias. Mas para isso preciso da etiqueta de devolução que me pode ser enviada por email, ou regularizarem a situação no site de forma a que a consiga registar. Caso a empresa não responda ao meu pedido em tempo útil serei obrigada a tomar outras medidas. Com os melhores cumprimentos, P.B
Burla do Banco Abanca
Bom dia, Tem muita gente a ser lesado com este banco que desilusão, são uns incompetentes não ajudam não dão respostas, desde o dia 18 de Novembro de 2025 devia ter entrado uma transferência que nos foi feita dos Estados Unidos no valor de 4000$ desde então como não me encontro em Portugal temos feitos inúmeras chamadas telefonicas sem ajuda dizem que não nos conseguem dizer onde esta o dinheiro mesmo com todas as provas que ja foram enviadas por email para ai 15 vezes, como não obtive ajuda larguei o meu trabalho apanhei um avião a Barcelos que é onde se encontra a minha agencia e na frente do gestor comprovei que ate então não tinham feito nada só comigo ai é que começou a ligar para colegas do sistema interno do banco, mas de novo sai daí sem respostas disse não sabem como me ajudar, a pessoa que tinha feito a transferência de dirigiu ao banco nos Estados Unidos (Bank of America) para lhes fazer saber que o Banco em Portugal não queria colaborar sendo assim ate a data o proprio banco dos Estados Unidos ja lhes enviou 10 e-mail tambem sem respota da parte do Abanca e ate hoje ja nem as chamadas naquele balcão de Barcelos me atendem o telefone porque ja sabem que sou eu, ja fiz reclamação no banco de Portugal ja enviei inumeros e-mail para todos os endereços do banco e nada não tenho resposta, so me resta dizer que sao uns incapazes mas não vou deixar de lutar pelo meu dinheiro.
Cobrança indevida
Foi realizada uma cobrança de 25,67 euros no meu cartão, sendo que, só autorizei um pagamento de 1,99, quando contratei o serviço durante 14 dias. A cobrança foi fraudulenta e não autorizada
Assembleia geral de condomínio não realizada
Estamos quase no final de janeiro e a assembleia geral de condomínio a realizar anualmente na primeira quinzenade janeiro ainda não foi realizada e nem mesmo convocada. Há assuntos urgentes: - Obras na minha fração para repração dos danos provocados pelas infiltrações passadas na cobertura e para as quais já tenho orcamento a ser aprovado. - Prestação de contas devidamente documentada com todos os comprovativos, nomeadamente: extratos bancários, faturas, etc. - Orçamento para 2026. - Discussão das outras obras a realizar. - Eleicao da administração para 2026. Solicito, para o bem comum, que seja realizada esta assembleia até a final de janeiro de 2026.
Faltaram livros já pagos
De uma factura em meados de 2025 a oportunity ficou de me enviar uns livros de cinema já pagos, que não se encontravam no armazem quando me lá desloquei sem tampouco pensar que aquilo ia fechar. Não sei da factura. Com os melhores cumprimentos Fernando Pereira
Péssimo Atendimento
Venho por este meio apresentar queixa formal relativa à atuação do mediador imobiliário João Neto, associado à agência imobiliária por si representada, no âmbito de um processo de compra de imóvel ocorrido recentemente. No âmbito da aquisição de um imóvel anunciado pelo valor de 325.000€, realizámos visita ao imóvel e estabelecemos contacto direto com os proprietários, com os quais foi alcançado um acordo verbal para aquisição pelo valor de 320.000€, condicionado à celeridade do processo, devido à urgência manifestada pelos próprios proprietários. Fomos expressamente informados pelos proprietários de que pretendiam vender-nos o imóvel, tendo-nos sido solicitado que transmitíssemos essa decisão ao mediador imobiliário acima identificado, que a partir deste momento se mostrou desconfiado e desagradado com esta informação. Na sequência deste acordo, avançámos de imediato com várias instituições bancárias, tendo obtido pré-aprovações de crédito, ficando apenas pendente a avaliação do imóvel, para a qual era necessária a documentação do mesmo. Apesar de sucessivos pedidos — nossos e dos bancos — o mediador: • Repetidamente afirmou que “já enviava” a documentação, o que nunca aconteceu; • Deixou de responder a mensagens e chamadas; • Passou a não atender números conhecidos, atendendo apenas contactos novos; • Ignorou contactos diretos das instituições bancárias. Mais tarde, o mediador afirmou que não enviava a documentação por alegada falta de autorização dos proprietários, justificação que nos foi contrariada por várias entidades bancárias e profissionais do setor, que confirmaram que tal documentação é normalmente disponibilizada pelo mediador para efeitos de avaliação. O mediador afirmou-nos presencialmente que: “O problema não é o valor, é a rapidez. O primeiro a marcar a avaliação fica com a casa.” Contudo, a sua conduta impediu-nos ativamente de marcar a avaliação, criando um bloqueio artificial ao processo. Posteriormente, fomos informados de que o imóvel teria sido atribuído a outra proposta. Tomámos ainda conhecimento de que: O mediador é responsável pela agência imobiliária; A sua esposa está ligada a uma empresa de intermediação de crédito; Existem relatos, meramente especulativos, optaram por deixar de colaborar com estas entidades devido a práticas consideradas pouco transparentes, nomeadamente favorecimento de processos financiados pela referida empresa. Importa ainda referir que o imóvel já se encontrava em fase avançada de negociação, tendo tido várias visitas e, pelo menos, duas propostas conhecidas por nós em consideração. No próprio dia em que fomos informados de que a proposta de terceiros teria sido aceite, algumas horas antes, o anúncio do imóvel foi subitamente alterado para o valor de 390.000€, apesar de não haver intenção real de angariar novas propostas, uma vez que o processo se encontrava já em fase de decisão final. Esta alteração de preço, ocorrida num momento crítico do processo, foi-nos apontada por outros profissionais do setor imobiliário como uma prática potencialmente enganadora, suscetível de inflacionar artificialmente a perceção de valor do imóvel para efeitos de avaliação bancária, reforçando as dúvidas quanto à transparência, boa-fé e correção da atuação do mediador. Esta atuação prejudicou-nos deliberadamente, impediu-nos de concluir um negócio para o qual estávamos plenamente preparados e, no mínimo, levanta sérias dúvidas quanto à imparcialidade, transparência e cumprimento dos deveres legais do mediador. Ainda que seja reconhecido no setor como um mediador de atuação comercialmente agressiva, o comportamento acima descrito ultrapassa largamente os limites de uma negociação legítima, não se tratando de competitividade de mercado, mas sim de uma conduta que, pela sua natureza e impacto, merece escrutínio rigoroso.
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