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Reembolso
Boa tarde ja se passaram duas semanas que eu reclamei com a edreams sobre o reembolso de um cancelamento que eu fiz por uma justa causa e eu fiz um seguro para o cancelamento de um voo ou perda de malas ou atraso de voo e nunca mais tive uma resposta sobre o meu reembolso como eu fiz o seguro quero uma resposta da edreams a explicar o motivo que ainda nao recebi o reemboso obrigado
Reembolso não efetuado
Efetuei duas encomendas online de artigos de vestuário, no site https://maria-lisboa.pt/, uma no dia 22/08/2025 no valor de 44,95 €, e outra no dia 24/08/2025 no valor de 106,13 €. Este site, que é também divulgado em redes sociais, como o instagram (que foi onde tive conhecimento dele) e o facebook, apresenta-se como sendo de duas irmãs e como tendo artigos de muita qualidade, e que, por motivos pessoais, as irmãs indicam que terão de encerrar o negócio e que, por esse motivo, estão a vender todos os artigos com promoções de 80%. Quando recebi os artigos, verifiquei que os mesmo, para além de serem muito diferentes das fotos que publicitam no site, não tinham qualidade nenhuma a nível de materiais, acabamentos, etc. Imediatamente, entrei em contacto com o suporte deste site, que é feito exclusivamente por email, pois não existe qualquer contacto telefónico disponível, e, ao abrigo da política de devolução de 30 dias, que têm anunciada no site, pedi para fazer a devolução dos artigos e para me reembolsarem o dinheiro gasto. Começaram por me responder que poderiam devolver-me 10% do montante gasto e que poderia ficar com os artigos. Disse-lhes que não queria ficar com os artigos e que pretendiam o reembolso total. Responderam que a oferta máxima era reembolsarem 20% do valor da encomenda e eu manteria os artigos. Voltei a dizer-lhe que queria o reembolso total e que queria uma morada para onde pudesse devolver os artigos. Indicaram-me a seguite morada: Naishi East Lift Warehouse on the 5th floor of Building 4, Phase 2, Niannianhong Furniture Group, Choujiang Street, Yiwu City, Zhejiang Province 322000 Como as devoluções não eram gratuitas, gastei mais cerca de 50 € para devolver os artigos para a China, com tracking number, conforme me exigiram, como forma de puderem acompanhar a devolução e fazer-me o reembolso. Os dias foram passando sem qualquer notícia da parte deles, e quando resolvi verificar o estado das devoluções, através dos números de tracking dos envios CTT, verifiquei que ambas as devoluções estavam paradas na alfandega da China há mais de 15 dias. Comecei a questioná-los sobre este facto e as respostas que foram dando eram sempre evasivas ou completamente desadequadas do contexto. No total enviei-lhes mais de 16 emails, tendo sido o primeiro no dia 04/09/2025 e o último o dia 15/10/2025, até que deixaram de responder. Recentemente, ao pesquisar sobre esta loja Maria Lisboa, encontrei centenas de queixas no Portal da Queixa e na Deco Proteste, todas semelhantes à minha. Isto é claramente um caso de publicidade enganosa (fotos manipuladas que nada têm a ver com os artigos que depois enviam) e de fraude eletónica, pois nunca reembolsam ninguém que tentam devolver os artigos, apesar de terem uma politica de devolução de 30 dias estipulada no site. No meu caso, roubaram-se cerca de 200 € (cerca de 150 € nas encomedas que fiz + cerca de 50 € para as devolver à China). Se multiplicarmos isto por centenas ou milhares de clientes, dá valores consideráveis de roubo. Entretanto, o anúncio/página Maria Lisboa já não se encontra no instagram, mas ainda permanece no facebook e com o site maria-lisboa.pt activo, tendo eu encontrado recentemente outros dois sites e páginas no instagram que seguramente são do mesmo grupo: o Amora Lisboa (https://amoralisboa.pt/) e o Margarida Lisboa (https://margarida-lisboa.pt/) – todos com o mesmo design gráfico e com descontos de 80% que terminam sempre hoje. É preciso tirar rapidamente esta gente da internet para não continuarem a enganar pessoas e responsabilizá-los criminalmente por todas as burlas e fraudes que têm cometido com centenas ou, eventualmente, milhares de clientes.
Problemas recorrentes no ecrã do iPhone 12 Pro – Falha de garantia pela iServices
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a loja iServices – Centro Vasco da Gama (Lisboa), por incumprimento das obrigações legais relativas à garantia e à reparação de equipamentos eletrónicos. Sou proprietário de um iPhone 12 Pro, adquirido na referida loja em novembro de 2024, dentro do período de garantia. Desde então, o equipamento apresentou defeitos recorrentes no ecrã, tendo sido submetido a quatro reparações pela própria iServices, sem qualquer resolução definitiva. Após a última substituição, alegadamente com um ecrã “original”, o problema persiste. A loja insiste que o telemóvel precisa permanecer novamente um dia inteiro em loja para testes, mas o mesmo já foi deixado em loja diversas vezes, sem resultado. Diante da falta de conformidade persistente, solicitei a substituição imediata do aparelho ou a devolução integral do valor pago, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, artigo 13.º. Contudo, a loja recusa-se a cumprir a obrigação legal, mantendo uma postura evasiva e insistindo em novas tentativas de reparação, o que contraria expressamente a legislação portuguesa de defesa do consumidor. Desta forma, solicito a intervenção da Deco para que seja garantido o cumprimento da lei e a proteção dos meus direitos enquanto consumidor. Em anexo, seguem as comunicações trocadas com a iServices e as respostas às reclamações já registadas no Livro de Reclamações Eletrónico (nº ROR00000000045393076 e nº ROR00000000045399343). Sem mais, Fagner Brissantt E-mail: fabrissantt@gmail.com Telefone: +351 932141880 Local: iServices – Centro Vasco da Gama, Lisboa
Assunto: Reclamação contra Europcar Portugal – Contrato n. 7018705931
Eu, Guillermo Perez Vargas, apresento queixa contra a Europcar Portugal por incumprimento contratual e recusa de reembolso. Reservei um Volkswagen Passat ou similar, mas foi-me entregue um Peugeot 308 sem bagageira. No dia 31 de agosto de 2025 o carro apresentou falha de motor numa zona remota. Contactei a assistência, o reboque chegou, mas o táxi nunca apareceu. Após mais de quatro horas de espera, paguei um táxi de 185 euros e mais 25 euros de carregamento elétrico. O valor total cobrado foi de 632.30 USD em vez dos 334 USD acordados, um excesso de 298.30 USD. Apesar de apresentar provas e recibos, a Europcar recusou o reembolso, alegando incorretamente que eu “recusei a assistência.” Solicito à DECO apoio na mediação e reembolso das quantias: 210 euros (táxi e energia) 298.30 USD (cobrança indevida) Compensação pelo transtorno e tempo perdido.
Burla em compra online
Assunto: Reclamação por produto não conforme – Casaco adquirido no site Maria Lisboa Exmos. Senhores, No dia 22 de setembro, adquiri através do website da marca Maria Lisboa o artigo identificado como Leonor – Casaco de malha feminino em algodão. No momento da compra, o produto encontrava-se descrito como sendo um cardigan leve e confortável, confeccionado em 100% algodão macio e respirável, conforme indicado na página oficial do fornecedor: https://maria-lisboa.pt/products/leonor-casaco-de-malha-feminino-em-algodao Contudo, ao receber o artigo, constatei que este não corresponde à descrição apresentada no site. A etiqueta do produto indica uma composição de 65% viscose e 35% poliéster, o que configura uma falta de conformidade, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, uma vez que o produto não possui as características anunciadas. Adicionalmente, a política de devoluções da empresa, disponível em: https://maria-lisboa.pt/pages/politica-de-devolucao, refere que, em caso de erro ou defeito, o cliente pode optar por receber um novo produto igual ao encomendado. Apesar de ter contactado a empresa por diversas vezes, esta excusa-se a enviar um novo artigo conforme o anunciado, exigindo que o produto seja devolvido para a China, com os custos de envio suportados pelo comprador. Após várias tentativas de resolução amigável, a empresa deixou de responder aos meus e-mails, não apresentando qualquer solução para o problema. Solicito, por este meio, o apoio da DECO na resolução deste conflito, nomeadamente na reposição dos meus direitos enquanto consumidora, face à não conformidade do produto entregue. Com os melhores cumprimentos, Maria Bandeira
Reclamação contra a empresa DRUNI, S.A. — Encomenda nº 5000189740 (produto não entregue)
Exmos. Senhores da DECO, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a empresa DRUNI, S.A., relativa a uma encomenda online efetuada através do site da referida empresa. No dia 27 de outubro de 2025, recebi a encomenda com o número 5000189740. No entanto, ao abrir a caixa, constatei que esta se encontrava completamente vazia, contendo apenas alguns pedaços de papel, uma amostra da marca Lancôme e um folheto relativo a um sorteio de cruzeiro. O produto que efetivamente comprei não foi incluído na embalagem. Contactei a DRUNI de imediato para reportar a situação, mas a resposta recebida foi insatisfatória: a empresa afirma possuir registos audiovisuais que comprovam a colocação do produto na caixa e, por esse motivo, recusa-se a assumir qualquer responsabilidade. No entanto, posso comprovar o contrário. Tenho testemunhas que presenciaram a abertura da encomenda, incluindo um representante da transportadora, que confirmou que a caixa se encontrava vazia no momento da entrega. Além disso, estou a solicitar à transportadora o comprovativo do peso da embalagem, o que poderá confirmar que o artigo não estava presente. Os contactos telefónicos da DRUNI são inoperacionais e o serviço de apoio ao cliente redireciona para Espanha, sem que seja possível resolver o problema. Sinto-me, portanto, lesado(a) enquanto consumidor(a), tendo pago por um produto que nunca recebi. Desta forma, solicito a intervenção da DECO para que: A empresa DRUNI, S.A. seja contactada e instada a repor o produto em falta ou efetuar o reembolso total do valor pago; Seja avaliada a conduta da empresa no que respeita às práticas de venda à distância e ao cumprimento dos direitos do consumidor.
Garantia / Falta de conformidade / Reparações mal executadas
Sou proprietário de um iPhone 12 Pro, adquirido em novembro de 2024, ainda dentro do período de garantia. O equipamento apresentou problemas recorrentes no ecrã e foi reparado quatro vezes pela iServices (Centro Vasco da Gama, Lisboa), sem qualquer resolução definitiva. O primeiro ecrã apresentou uma mancha, o segundo ficou travado e os seguintes apresentaram falhas de brilho e piscavam. Na última reparação, realizada na semana passada, foi-me informado que seria colocado um ecrã “original”, mas o problema continua igual. O equipamento já foi deixado duas vezes em loja para diagnóstico, conforme solicitado, e nunca me informaram inicialmente que teria de deixar o iPhone por um dia inteiro. Essa exigência só surgiu depois que solicitei a substituição imediata. A iServices recusa-se a substituir o equipamento, alegando que tem 30 dias para nova tentativa de reparação, o que contraria o Decreto-Lei n.º 84/2021, que garante substituição imediata quando há falta de conformidade persistente após múltiplas reparações. Já apresentei duas reclamações no Livro de Reclamações (n.º ROR00000000045393076 e ROR00000000045399343), sem qualquer solução. A Apple foi também contactada, mas informou não poder intervir por a iServices ser uma loja independente. Diante disso, solicito: • A substituição imediata do equipamento por outro em perfeito estado, ou • A devolução integral do valor pago, conforme previsto na lei. Peço ainda o apoio da DECO para interceder junto à iServices e garantir o cumprimento dos meus direitos de consumidor. Com os melhores cumprimentos, Fagner Brissantt E-mail: fabrissa tr@gmail.com Telefone: +351 932141880 Local: iServices – Centro Vasco da Gama, Lisboa
Exposição Formal | Irregularidades e Falhas Graves no Processo de Dissertação do Mestrado | IPAM
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma exposição formal relativa a irregularidades, falhas de acompanhamento e práticas inadequadas no processo de dissertação do Mestrado em Gestão de Marketing (modalidade online) do IPAM - Instituto Português de Administração de Marketing, do qual fui estudante e cuja defesa ocorreu no dia 17 de julho de 2025. Esta comunicação tem como objetivo dar conhecimento às entidades competentes de um conjunto de situações que violam princípios básicos de transparência, ética académica e qualidade pedagógica, e que, além de afetarem diretamente a minha avaliação final, revelam um padrão de deficiências institucionais que merecem averiguação. 1. Contextualização Durante dois anos de percurso académico, investi cerca de 11 mil euros num mestrado online que, à partida, prometia rigor científico e acompanhamento personalizado. No entanto, o processo de dissertação foi marcado por falta de estrutura, ausência de planeamento e acompanhamento insuficiente, culminando numa defesa que, em vez de valorizar o meu trabalho, se transformou num momento de profunda frustração e desilusão. 2. Principais falhas ocorridas 2.1. Atraso e má gestão na defesa intermédia (prévia à defesa final): De acordo com o regulamento, deveria ter ocorrido uma defesa intermédia, fundamental para preparar os estudantes para a fase final. Esta só aconteceu após insistência direta dos alunos junto do Diretor do Curso, fora das datas estipuladas, o que causou atrasos significativos no avanço dos trabalhos. 2.2. Falta de reajuste de prazos: Apesar dos atrasos provocados pela própria instituição, nenhum ajuste do calendário foi efetuado, transferindo injustamente toda a responsabilidade para os estudantes. 2.3. Acompanhamento deficiente: Solicitei ao meu orientador uma reunião de preparação para a defesa, com o objetivo de compreender o formato e o tipo de questões esperadas. Nunca obtive resposta. Assim, fui para a defesa sem qualquer tipo de orientação prévia sobre o processo, o que considero uma falha grave de acompanhamento. 2.4. Incoerência entre a validação do orientador e a avaliação do júri: Durante a defesa, o arguente, que era simultaneamente o Diretor do Curso, criticou de forma incisiva aspetos estruturais do meu trabalho (modelo conceptual e hipóteses), que tinham sido previamente aprovados e validados pelo meu orientador. Em momento algum o orientador interveio para reconhecer que essas decisões foram tomadas sob a sua orientação. 2.5. Falta de gestão de expectativas: Nunca fui informada pelo orientador de que o trabalho estaria aquém de uma nota elevada. Caso esta comunicação tivesse existido, teria optado por não avançar para defesa, de modo a corrigir as falhas. Ainda assim, o orientador deu o seu parecer favorável à defesa. 2.6. Falta de ética e profissionalismo institucional: A resposta formal que recebi da universidade limitou-se a afirmar que o processo “decorreu conforme o regulamento e as práticas institucionais”, sem responder a nenhum dos pontos concretos apresentados, e ignorando por completo os factos documentados. 3. Elementos que comprovam a validade das minhas queixas Após a minha exposição formal, soube, através de uma colega que atualmente frequenta o mesmo mestrado, de que houve alterações no procedimento da dissertação, nomeadamente: foi criada uma etapa de avaliação interna da dissertação antes da defesa pública, precisamente o ponto que eu havia defendido como fundamental. Esta mudança comprova que a instituição reconheceu tacitamente as falhas do processo anterior, mesmo sem o admitir publicamente. 4. Impacto pessoal e académico O resultado final, nota de 12 valores em 20, não reflete o esforço, o rigor e o investimento pessoal e financeiro dedicados ao projeto. O mais preocupante, porém, é o sentimento de injustiça e impotência que decorre de um sistema que não assume responsabilidades e que trata situações como esta de forma burocrática e indiferente. 5. Pedido formal às entidades competentes Com base no exposto, solicito: Ao Ministério da Educação, à A3ES e à DGES, que avaliem a conformidade deste processo com as boas práticas nacionais e internacionais no ensino superior, verificando a existência de falhas de acompanhamento, comunicação e avaliação. À DECO, que analise a situação sob a perspetiva do consumidor, tendo em conta o valor elevado do curso (cerca de 11 mil euros) e a falta de correspondência entre o serviço prestado e o contratado/prometido. Que sejam tomadas as medidas adequadas para garantir que outros estudantes não sejam lesados por falhas semelhantes, reforçando a transparência, a ética e a qualidade pedagógica exigíveis a uma instituição de ensino superior. 6. Documentos e provas disponíveis Anexo a esta exposição: Cópia integral dos e-mails trocados com a direção e respetiva resposta oficial da universidade. Agradeço desde já a atenção dispensada e permaneço inteiramente disponível para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais ou fornecer documentação complementar que entendam necessária. Permito-me ainda sublinhar que, se as minhas alegações não tivessem fundamento, não se justificariam as alterações substanciais que a instituição implementou logo no ano letivo seguinte e mudanças essas que coincidem precisamente com os problemas que denunciei. Por fim, não exponho esta situação apenas por mim, mas também em nome de todos os estudantes que, por receio ou descrença, optaram por permanecer em silêncio. É fundamental que situações como esta não se repitam e que o sistema académico garanta o rigor, a ética e o respeito que os alunos merecem. Uma vez mais, agradeço a atenção dispensada.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 14/ 10/ 2025 comprei-vos, através do vosso site, um/uma sapatilhas Adidas e New Balance por 158,48€. A referência da encomenda é LGMOZRWQQ. Em 20/ 10/ 2025, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Pagamentos e cancelamentos
Aderi ao Medicare no 11/2023, pensando que seria uma ótima escolha para mim e para a minha esposa, através da chamada telefónica, disseram os descontos e tudo mais, fiz uma marcação na clínica dentária no qual mesma assistente da medicare me aconselhou onde era suposto ser gratuito com o cartão da medicare, no final do tratamento limpeza e destartarizaçao me foi cobrado uns 80 e tal euros, entrei em contacto com a medicare no sentido de encerrar o meu plano, não me deixaram encerrar o plano sabendo que não se passaram nem um mes, tentei por vias email e telefónica mas me foram negados, passando alguns meses enviaram um email onde disseram que tinha que pagar os 44,90, sendo que eu nem tinha usado o plano e pedi para que cancelassem o plano, e até o dia de hoje estou a pagar essa porcaria que nem se quer uso, ou seja sou praticamente forçado a por os 44,90€ nos seus bolsos todos os meses , ainda querem que continuo a para ate o final de ano ou mais, que tipo de plano é esse que os clientes não tem direito nem de cancelar o plano antes dos 30 dias? A Medicare anda a brincar com os psicológicos das pessoas
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