Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. M.
14/05/2026

Falta de transparência nos ingredientes, reação adversa ao produto e recusa de apoio razoável na dev

Gostaria de deixar um alerta público relativamente à minha experiência com a Farmacianaweb, para que outros consumidores possam tomar decisões mais informadas e não passem pela situação que passei. Recentemente adquiri no website da Farmacianaweb um sabonete líquido hospitalar da marca Savaii, anunciado essencialmente como um produto “pH neutro” e “sem fragrâncias”, transmitindo a ideia de ser um produto suave e adequado para uso diário frequente. No entanto, o website não disponibilizava a lista completa de ingredientes do produto, algo que considero extremamente importante, especialmente em produtos de contacto diário com a pele. Como os portes de envio para apenas uma unidade eram praticamente superiores ao valor do próprio produto, acabei por fazer uma encomenda grande de 16 garrafas, no valor aproximado de 63€, dos quais cerca de 10€ foram portes. Assim que utilizei o produto pela primeira vez, tive uma reação imediata nas mãos: secura intensa, irritação e desconforto, algo que nunca me aconteceu nem sequer com sabonetes comuns de supermercado. Tenho pele normal e nunca tive histórico de problemas dermatológicos. Como tenho dois filhos pequenos em casa, procuro precisamente produtos mais minimalistas, suaves e adequados para utilização frequente. Foi então que fui investigar a composição do produto diretamente na embalagem e deparei-me com ingredientes como Cocamide DEA, um ingrediente controverso que ao longo dos anos tem sido alvo de preocupação e discussão toxicológica internacional devido ao potencial de formação de nitrosaminas em determinadas condições de fabrico. Apesar de ainda ser permitido em alguns produtos, é um ingrediente que muitas marcas modernas já optaram por evitar completamente, especialmente em produtos associados a uso frequente e contacto diário com a pele. O problema principal nem foi apenas o produto em si, mas sim a forma como toda a situação foi gerida pela Farmacianaweb. Tentei inicialmente contactar a empresa por WhatsApp, sem qualquer resposta. No dia seguinte tive de ligar várias vezes até ser atendido. Expliquei calmamente toda a situação e sugeri uma solução extremamente razoável: que a empresa organizasse a recolha da encomenda através da sua transportadora, ficando TODOS os custos a meu cargo. Ou seja, a empresa não teria qualquer prejuízo financeiro. Mesmo assim, a situação foi constantemente tratada de forma defensiva e sem qualquer tentativa real de encontrar uma solução equilibrada para o cliente. Depois de vários telefonemas, mudanças de posição e falta de clareza na comunicação, foi-me sempre transmitido que “não era responsabilidade deles”. Acabei por me deslocar pessoalmente aos CTT com uma encomenda de quase 20kg para descobrir que os portes de devolução seriam cerca de 36€. Ou seja: * paguei aproximadamente 63€ pela encomenda; * perderia cerca de 36€ apenas para devolver os produtos; * e tudo isto numa situação em que me mostrei desde o início disponível para assumir os custos e facilitar ao máximo o processo. Voltei ainda a contactar a empresa e até me disponibilizei para pagar diretamente um valor superior àquilo que provavelmente lhes custaria a recolha através dos seus próprios acordos com transportadoras. Mesmo assim, recusaram qualquer tentativa de resolução minimamente razoável. Sinto-me profundamente desapontado com toda esta experiência. Não estou a escrever esta reclamação por causa de um simples desacordo comercial. Estou a escrevê-la porque considero extremamente importante que: * produtos de utilização diária tenham transparência total relativamente aos ingredientes; * clientes sejam tratados com empatia e profissionalismo; * e empresas demonstrem verdadeira vontade de resolver problemas quando estes surgem. Infelizmente, em momento algum senti essa preocupação por parte da Farmacianaweb. Foi a primeira e última vez que comprei nesta loja. Neste momento continuo a aguardar o reembolso da encomenda e espero sinceramente que a situação seja resolvida da forma correta, caso contrário terei de recorrer a outras vias formais de resolução.

Encerrada

Projecção de pedra A3 sentido Sul/Norte

Gostava de pedir ajuda para tentar resolver o problema que a data de hoje está a prejudicar-me gravemente pelo agravamento que tenho na renovação dos seguros dos carros e moto. Descrição do Ocorrido: No passado dia 24 de julho de 2025, pelas 18h10, enquanto circulava na Autoestrada A3 – Concessão da Brisa, no sentido Sul/Norte, ao quilómetro 6,4, uma pedra de dimensões consideráveis, que se encontrava na faixa de rodagem, foi projetada por um veículo que circulava à minha frente, colidindo violentamente com a minha viatura. O impacto provocou danos significativos no capô, pára-brisas dianteiro e tejadilho em vidro do veículo. No local foi possível constatar a presença de várias pedras de grande dimensão dispersas na faixa de rodagem, representando uma situação de manifesta perigosidade para a circulação automóvel. Após o sucedido, desloquei-me ao posto da Brigada de Trânsito da GNR, situado a cerca de 1 a 2 quilómetros do local do acidente, onde apresentei a ocorrência. Na sequência da participação, foi enviada uma patrulha da GNR ao local e requisitada a presença de um piquete da Brisa." Depois desta situação activei o seguros de danos próprios para arranjo do capo do carro que ficou danificado. Posteriormente, e após ter sido contactada pela seguradora, a Brisa recusou assumir o pagamento. Perante essa recusa, a companhia de seguros decidiu não dar continuidade ao processo de pedido de indemnização junto da Brisa. Desta forma, fico eu, segurado e sem qualquer culpa no acontecimento, prejudicado, sofrendo ainda um agravamento do seguro automóvel durante os próximos seis anos. Tenho documentos como: – Cópia da troca de emails com a Brisa – Fotografias do local da ocorrência e das pedras na via – Fotografias dos danos provocados na viatura – Cópia do auto da ocorrência elaborado pela GNR Caso me consigam ajudar poderei enviar essa documentação posteriormente.

Encerrada
M. R.
14/05/2026

Encomenda não recebida

No passado dia 26 de Abril efetuei uma encomenda LS_34397 a estamos a 14 de Maio e ainda não recebi. Já enviei 2 emails, ao primeiro responderam que estavam a verificar e ao segundo não tive resposta. Efetivamente não são de confiança.

Resolvida
T. D.
14/05/2026

Bagagem-de-Cabine Despachada para o Porão Momentos Antes Do Embarque

Venho por este meio reportar uma falha grave na prestação de serviço por parte da equipa de assistência em escala e de cabine do voo TP1361, operado no dia 14/05/2026, com partida de Londres (Heathrow) em direção a Lisboa às 16:35 (hora local). A presente reclamação incide sobre a obrigatoriedade imposta pelos agentes da TAP, na zona de embarque, de despachar algumas bagagens de cabine para o porão, sob a pressão de os passageiros não serem autorizados a embarcar caso não acedessem a tal requisito — pedido este realizado apenas na última meia hora antes do embarque. Os critérios de seleção não foram transparentes, o que levanta questões sobre a existência de privilégios injustificados, contrariando o benefício generalizado dos passageiros de classe económica poderem transportar a sua bagagem de mão na cabine. Baseio esta reclamação nos seguintes quatro pontos: 1. Falta de transparência no ato da compra: Deveria ser explícito, no momento da aquisição do bilhete, que o transporte da bagagem de mão na cabine não é garantido para todos os passageiros de classe económica. Se este benefício é exclusivo de outras classes, tal deve ser comunicado de forma inequívoca desde o início. 2. Falta de comunicação atempada: A informação de que as bagagens deverão ser despachadas deveria ser enviada antecipadamente (via SMS ou e-mail). A comunicação tardia gera situações de falta de civismo, em que passageiros, para evitarem a futura espera no carrossel de malas, acabam por remover as etiquetas de despacho ou procurar favores junto de outros passageiros beneficiados por critérios desconhecidos. 3. Ausência de justificação fundamentada: A razão para esta alteração de expectativas deve ser clara. Se a razão é evitar mais atrasos e/ou a perda dos slots aeroportuários, tal deve ser assumido pela equipa com o devido pedido de desculpas. No caso deste voo, após o embarque, verificou-se que a cabine tinha espaço suficiente para acomodar mais bagagens, conforme demonstram as imagens em anexo. 4. Recorrência do incidente: O volume de queixas semelhantes em plataformas públicas (como o Portal da Queixa) demonstra que esta situação não é uma exceção, mas sim uma prática recorrente da companhia para com os seus clientes. Face ao exposto, aguardo um esclarecimento sobre os critérios utilizados e sobre as medidas que a companhia pretende tomar para mitigar estes transtornos no futuro. Atentamente,

Encerrada
J. C.
14/05/2026
DPD

Encomenda retida em armazém

Enviei pacote vinted com etiqueta digital em 5 de maio de 2026. Após mais de 1 semana não foi enviada qualquer comunicação sobre o paradeiro do pacote. Vinted informou que necessitava de informações da transportadora ou cancelava o pedido em 2 dias. Contactei DPD via telefone, fui informado que a encomenda estava retida em armazém por causa desconhecida e que tinham gerado outro número de envio. Enviei posteriormente todas as informações sobre o pacote e seu conteúdo. Pacote não foi enviado, Vinted cancelou a venda por falta de informações da transportadora. DPD informa que a reclamação para devolução da encomenda tem que ser através da plataforma vinted. Por sua vez a vinted diz que o assunto está terminado a partir do momento em que o pedido foi cancelado e ainda se encontrar em armazém e que tem que ser resolvido diretamente com a transportadora... DPD lê emails e não responde de volta na maior parte das mensagens. ...E eu só quero o meu artigo de volta...

Resolvida
H. D.
14/05/2026

Burla

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à cobrança de 89€ efetuada pela eDreams no âmbito da subscrição “Prime”. Foi-me oferecido um período promocional de 15 dias gratuitos, no qual decidi aderir ao serviço. No entanto, fui imediatamente cobrado logo após a adesão, sem que fosse respeitado o período experimental gratuito prometido. Em nenhum momento ficou claro ou devidamente destacado que a cobrança seria realizada de forma imediata, antes do fim dos 15 dias. Além disso, fui posteriormente informado de que esta promoção não seria válida para mim devido ao facto de já ter utilizado um benefício Prime há mais de três anos. Esta condição não foi apresentada de forma clara, transparente e inequívoca no momento da adesão, nem antes da confirmação do serviço. Se essa informação tivesse sido devidamente comunicada, não teria prosseguido com a subscrição. Considero que houve falta de transparência nas condições da oferta, bem como ausência de consentimento verdadeiramente informado, uma vez que não fui corretamente esclarecido nem sobre a cobrança imediata, nem sobre a alegada limitação relacionada com um benefício utilizado há mais de três anos. Desta forma, solicito o reembolso integral e imediato do valor de 89€, bem como a confirmação do cancelamento definitivo da subscrição associada à minha conta, evitando qualquer cobrança futura. Aguardo uma resolução célere desta situação.

Resolvida
F. G.
14/05/2026

Problemas com devolução

Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha insatisfação com o atendimento prestado pela Deporvillage na resolução da minha devolução. Infelizmente, esta é já a segunda experiência negativa que tenho com devoluções junto da vossa empresa. No dia 2 de fevereiro, procedi à devolução de umas sapatilhas através da InPost e, até ao momento, no site da Deporvillage a devolução continua indicada como “em trânsito”. Após muita insistência, no dia 7 de abril obtive a confirmação de que a encomenda havia sido recebida nos armazéns da Deporvillage. No entanto, o estado da devolução no site mantém-se inalterado: “em trânsito”. No e-mail recebido, foi-me informado que o produto encontrava-se no departamento de qualidade e que este processo costuma demorar, pelo menos, 48 a 72 horas. Contudo, já passou mais de um mês e continuo sem qualquer resposta ou resolução. Esta situação tem de ser resolvida com brevidade. Ao consultar o Portal da Queixa, verifica-se que não se trata de um caso isolado, há várias reclamações relacionadas com atrasos ou ausência de reembolso. Estou sem um retorno há mais de 3 meses, esta situação é inadmissível. Devolução R01357474 Cumprimentos. Fernanda

Encerrada
A. C.
14/05/2026

Encomenda não entregue

Exmos. Srs. Não aceito que mudem a morada de entrega sem o meu acordo prévio. Trata-se da encomenda, cujo n. de localização é 61687289785656 e é para ser entregue na morada assinalada. Não tenho de ir a uma parcel shop, primeiro porque não foi esse o serviço contratado. Segundo porque posso não ter meios oara me deslocar e terceiro, posso não estar no pleno uso das minhas faculdades fisicas para carregar encomendas. Se é pedida a entrega ao domicílio, não podem , sem consultar o cliente, deixar a encomenda noutro sítio qualquer. Péssimo serviço. Aliás a empresa é tão má que nem usa o feedback para melhorar o serviço. Sim, porque este tipo de ocorrência é recorrente.

Encerrada
A. C.
14/05/2026

Obrigatoriedade de cedência de numero de telemóvel

Exmos. Senhores, Procurei o vosso site para apresentar uma reclamação, mas não o pude fazer porque não concordo em ceder-vos o meu telemóvel. Aliás, nem sequer sou obrigada a ter esse aparelho. É lamentável que algo, cuja razão de existir é a satisfação do consumidor, vede o acesso à plataforma a quem não pretende ceder contacto de telemóvel. Tenho telefone fixo. Cedi o meu mail. Nada justifica a vossa política de acesso ao Portal.

Encerrada
V. M.
14/05/2026

PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE VIDEOVIGILÂNCIA INEFICIENTE E RECUSA DE REEMBOLSO PROPORCIONAL

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de videovigilância (câmara exterior) contratado à Prosegur, bem como à posição entretanto assumida pela empresa no que respeita à recusa de qualquer compensação ou devolução com efeitos retroativos pelos valores pagos. Ao longo de um período prolongado de execução contratual, o serviço em causa revelou-se profundamente deficiente e incapaz de cumprir a sua função essencial: garantir vigilância contínua e fiável da área exterior da habitação. Desde a instalação inicial, o equipamento instalado apresentou falhas graves e recorrentes, nomeadamente: - Perdas constantes de ligação; - Ausência frequente de transmissão de imagem; - Instabilidade de rede sem justificação técnica aparente; - Interrupções prolongadas no funcionamento; - Ausência de fiabilidade operacional. Estas falhas não constituíram episódios isolados, mas sim um padrão contínuo de mau funcionamento que se prolongou ao longo de meses, apesar de contactos efetuados e de intervenções técnicas realizadas sem qualquer resolução definitiva do problema. Perante esta situação, tornou-se necessário recorrer a uma solução externa independente, suportando custos adicionais, de forma a garantir a segurança da habitação, uma vez que o serviço contratado à Prosegur se revelou, na prática, inutilizável. Mais recentemente, após sucessivos contactos, a Prosegur aceitou a remoção do serviço de câmara exterior e o respetivo ajuste do valor mensal do contrato. No entanto, a empresa recusou-se a considerar qualquer compensação retroativa relativamente aos valores pagos durante todo o período em que o serviço esteve comprovadamente inoperacional ou severamente degradado. Esta posição é, no mínimo, incompreensível e injusta. Na prática, a Prosegur está a reconhecer a necessidade de cessar um serviço defeituoso, mas simultaneamente recusa qualquer responsabilização financeira pelo período em que esse mesmo serviço falhou de forma sistemática. Ou seja, o cliente suportou integralmente o custo de um serviço que não cumpriu a sua função essencial, sem que exista qualquer proposta de correção ou compensação proporcional ao prejuízo causado. Importa sublinhar que não se trata de um episódio pontual de falha técnica, mas sim de uma incapacidade prolongada e reiterada do sistema em operar dentro dos padrões mínimos de qualidade e fiabilidade expectáveis numa empresa que atua no setor da segurança. Nestes termos, considero que a posição assumida pela Prosegur não reflete os princípios básicos de boa-fé contratual, equilíbrio na relação comercial nem proporcionalidade na prestação e contraprestação do serviço. Face ao exposto, solicito a reavaliação da posição tomada, nomeadamente no que respeita à recusa de qualquer devolução ou compensação retroativa, atendendo ao facto de o serviço ter sido, durante largos períodos, tecnicamente deficiente e funcionalmente ineficaz. Na ausência de uma resposta adequada e proporcional, reservarei o direito de recorrer a outras instâncias de defesa do consumidor e meios legais competentes para salvaguarda dos meus direitos enquanto cliente. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

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