Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. S.
25/03/2026

Encomenda não recebida

No dia 31/01/2026 fiz 1 encomenda na Loja AP Sofás de Águeda, no qual a encomenda seria Cama Milão + estrado + colchão viscoelástico com entrega e montagem no valor de 680,00€ no qual paguei o valor total no ato da encomenda. Na fatura da mesma tem a data de entrega entre o dia 24 de Fevereiro a 7 de Março de 2026. Ou seja hoje dia 25 de Março de 2026 ainda não me foi entregue nada, não atenderam as chamadas e não fui informado de nada. No qual estou completamento cansado de esperar , querendo assim cancelar a encomenda e reaver o dinheiro pago. Em anexo envio 1 foto tirada da fatura passada pela "empresa/loja" (no qual pelo incrivel que pareça não encontro o contribuinte da mesma em lado nenhuma na Internet)

Encerrada
F. L.
25/03/2026

O Produto recebido não corresponde com onrecebido

Adquiri um drone numa publicação no Instagram , mas o drone que recebi não corresponde com o anunciado

Resolvida
J. M.
25/03/2026

Facturação Indevida

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 26L13526, 26L13359, 26L13358, 26L13368, 26L13373, 26L11510, 26L7424. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas – Cobrança indevida por atrasos no desalfandegamento e/ou manuseamento da DHL. Esta cobrança "coerciva" tem vindo a acontecer desde a alteração do sistema informático da alfândega portuguesa, que resultou em inúmeros atrasos nos procedimentos habituais. Todos os documentos necessários ao desalfandegamento são enviados em tempo útil, como sempre foram em 10 anos, no entanto devido às mudanças já descritas, há uma tentativa abusiva de cobrança de centenas de euros de forma recorrente. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Resolvida
O. S.
25/03/2026
PET B HOME

Reclamação por má prática e falta de cuidado no atendimento – Canídeo "Moly"

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço prestado na clínica PET B HOME, em Ourém, no dia 25/03/2026. Dirigi-me à clínica com a minha cadela, de nome Moly, especificamente para o procedimento de corte de unhas. Durante o ato, a veterinária responsável demonstrou falta de perícia técnica ao efetuar um corte demasiado profundo (atingindo o sabugo/veia da unha). Como consequência direta desta negligência: O animal sofreu dores intensas e desnecessárias. Ocorreu uma hemorragia abundante que persistiu por muito tempo, causando stress severo ao animal e preocupação aos proprietários. Considero inadmissível que um procedimento de rotina seja executado sem o devido cuidado, resultando em ferimentos no animal. Exijo que esta situação seja registada para que a clínica tome as medidas necessárias para garantir que outros animais não sofram incidentes semelhantes por falta de preparação dos seus profissionais. Aguardo uma resposta sobre as medidas que a clínica pretende tomar face ao sucedido.

Resolvida
J. P.
25/03/2026

Produto defeituoso nao foi reembolsado completamente

Exmos. Senhores, Solicito a vossa intervenção na resolução de um litígio com a Bershka (Inditex), relacionado com a devolução de um artigo defeituoso. Efetuei uma compra onde utilizei um voucher de 5€, aplicado a uma encomenda com mais do que um artigo. Um dos produtos apresentava defeito, tendo sido devolvido e aceite pela empresa. No entanto, a Bershka recusou restituir o valor correspondente ao voucher, alegando que, por se tratar de um artigo com desconto, apenas procede ao reembolso do valor efetivamente pago. Considero esta posição injusta, uma vez que a devolução não foi voluntária, mas sim motivada por defeito do produto. Na prática, estou a ser penalizado por uma falha que é exclusivamente imputável ao vendedor. Apesar de diversas tentativas de contacto, a empresa deixou de responder desde 06/12, não demonstrando disponibilidade para resolver a situação. Pretendo, com esta reclamação, obter a reposição do valor de 5€, de forma a repor a situação económica que existiria caso o produto não apresentasse defeito. Agradeço desde já a vossa intervenção. Com os melhores cumprimentos, João Palma

Encerrada
J. P.
25/03/2026

Processo CAS-5051055-G2C0B0 – Reclamações submetidas e pedido de esclarecimentos internos

Venho solicitar apoio relativamente a um litígio com a MOEVE (ex-CEPSA), relacionado com a não atribuição de saldo no programa de fidelização GOW e com a gestão inadequada da reclamação por parte da empresa. Apesar de ter cumprido todos os requisitos nas transações (apresentação da app e NIF), parte do saldo não foi creditada. Adicionalmente, num dos abastecimentos, não foi possível aplicar os benefícios devido a falha do colaborador em loja. A empresa reconheceu parcialmente a situação, tendo creditado apenas 1,10€, quando o valor total devidamente fundamentado ascende a 5,03€. A justificação apresentada baseia-se numa alegada incompatibilidade entre cupões de valor e o programa GOW. No entanto, esses cupões foram adquiridos como meio de pagamento e já foram anteriormente aceites pela própria empresa em situações idênticas, tendo inclusive sido objeto de análise interna e validação. Verifica-se assim: * aplicação inconsistente de critérios; * decisões contraditórias em processos semelhantes; * ausência de fundamentação clara; * e encerramento indevido do processo sem resolução completa. O consumidor foi obrigado a insistir repetidamente para reabertura do caso, sem que tenha sido apresentada resposta técnica adequada. Pretendo: * a regularização do valor em falta (3,93€); * a clarificação dos critérios aplicáveis; * e a garantia de tratamento consistente e transparente. Solicito o apoio da DECO na mediação desta situação.

Encerrada
C. D.
25/03/2026

Sinistro

Exmo. (s) Sr. (s), Venho pela presente remeter uma reclamação relativa ao autocarro n.º 3004 da vossa empresa Unir. Ontem, dia 24-03-2026 pelas 18h30 da tarde, encontrava-me parada na Rua de José Régio mesmo antes da passadeira em frente à escola Flávio Gonçalves, quando o autocarro 3004 virou para a Rua Dr. José Gomes de Sá e embateu no meu carro, conforme fotografias que envio em anexo. O Motorista do autocarro não parou, fez de conta que nada aconteceu, mas consegui fotografa-lo e inclusivamente, segui-o até aos semáforos de Terroso, onde ele parou e o confrontei com a situação, ao que ele me respondeu que eu estava mal parada no sitio onde ele me bateu. O que me leva a acreditar que ele se apercebeu do que aconteceu. Preciso que assumam a responsabilidade pelo que aconteceu. Enviarei também uma reclamação online à autoridade da mobilidade e dos transportes, sobre tudo o que aconteceu que envolve o autocarro n.º 3004 da vossa empresa Unir e a falta de responsabilidade do colaborador desse mesmo autocarro. Agradeço desde já a vossa atenção e fico a aguardar pela vossa resposta. Sem outro assunto de momento, apresento os melhores cumprimentos. Atentamente, Carina Dias

Resolvida
J. S.
25/03/2026

Obrigatoriedade de uso de BPI app

Cara Deco, Sou subscritor vosso desde 1983 (10268). Os serviços do BPI degradaram-se enormemente desde que são La Caixa. Só estatuto com Marketing e Nova Sede, mas serviço miserável que posso testemunhar. Sou cliente das várias encarnações do banco - Alentejo, quando me fiz cliente em 1968, Fonsecas &Burnay, BPI e agora La Caixa, e conheço bem o que foi e já não é. Obrigam-me agora a ter app instalada no meu smartphone - como se todos os clientes fossem obrigados a ter um! - para validar pagamentos na Net com os cartões virtuais que crio, via BPInet no meu PC. Protestei junto banco, já que por questões de segurança não uso telemóvel para transacções bancárias. Recordo que para entrar no BPI net - o que faço no meu PC com todas as protecções e segurança - o banco recorre , e bem, a envio, por SMS, de código adicional a introduzir. Perguntas: Pode o banco obrigar os clientes a uso de uma sua app para utilização dos seus serviços? Não estará a implicar com os direitos individuais dos cidadãos? Não seria mais normal o banco oferecer as duas alternativas- quem faz transacções via telemóvel ,e com isso se sente feliz e seguro, usa app, e quem faz via PC autentica via envio, pelo banco, de código SMS, escolhendo o cliente a modalidade mais conveniente para si? Falamos de liberdade de escolha, não imposição! Face a ausência de uma resposta adequada do BPI socorro-me da DECO, de quem aguardo uma posição. Cumprimentos, José Maria Santos

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
C. S.
25/03/2026

ENCOMENDA NÃO RECEBIDA

No dia 14 de Março fiz a encomenda 2004381044 pela qual paguei euros 115,48. Cerca de 2 dias após informam ter enviado pela empresa Spring . Pesquisado lá consegui perceber que a encomenda sai de Madrid posteriormente Paris e reemcaminhada para os Países Baixos ultimo situação reportada dia 20.03. Estranhando contactei a Primor que enviou resposta automática a confirmar a recepção e informando qe seria contactado com brevidade pelos seus serviços o que não aconteceu. Agradeço Soluçao Carlos Simões

Resolvida
G. H.
25/03/2026

Reclamação – Pedido de apoio jurídico e intervenção

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio e intervenção da vossa entidade relativamente a uma situação que considero configurar uma prática abusiva por parte da entidade prestadora de cuidados de saúde Trofa Saúde – Unidade de Gaia. Em março de 2025, foi-me apresentado um orçamento para a realização de um procedimento ginecológico composto por três sessões, com comparticipação da ADSE, sendo o valor a meu cargo de 73,62 € por sessão. Com base nessa informação, realizei as três sessões (maio, junho e julho de 2025), tendo procedido ao pagamento integral de cada uma, conforme solicitado, sendo emitidas as respetivas faturas com saldo final de 0 €, comprovando a liquidação total dos serviços prestados. Posteriormente, em 2026, fui surpreendida com a emissão de uma nova fatura no valor de 280,57 €, relativa a uma das sessões já pagas, alegadamente devido à recusa de comparticipação por parte da ADSE. Importa salientar os seguintes factos: - O valor de 73,62 € por sessão foi apresentado como definitivo, não tendo sido indicado qualquer carácter provisório ou condicionado; - Não fui informada, em momento algum, do risco de não comparticipação; - Uma das sessões (a última) foi efetivamente comparticipada pela ADSE, enquanto outra não, o que demonstra incoerência no tratamento do mesmo procedimento; - As faturas iniciais indicavam saldo zero, confirmando a liquidação integral; - O hospital recusou fornecer documentação justificativa da alegada recusa da ADSE; - Após a minha contestação, a entidade iniciou um processo de cobrança, tendo entretanto agravado o valor para 300,57 €, acrescido de custos administrativos; - Recebi comunicação com ameaça de recurso à via judicial, apesar de a situação se encontrar formalmente reclamada. Entendo que esta situação viola princípios fundamentais da defesa do consumidor, nomeadamente: - Direito à informação clara e prévia; - Princípio da boa-fé contratual; - Proteção da confiança legítima do consumidor; - Proibição de práticas comerciais desleais. A situação encontra-se já reportada através do Livro de Reclamações e em análise pela ERS – Entidade Reguladora da Saúde. No entanto, face à insistência na cobrança e agravamento do valor, considero necessário o vosso apoio. Assim, venho solicitar: 1. Análise da situação à luz da legislação de defesa do consumidor; 2. Apoio jurídico na contestação da dívida reclamada; 3. Intervenção junto da entidade prestadora, se aplicável; 4. Orientação sobre eventuais passos adicionais a adotar. Tenho na minha posse toda a documentação comprovativa, incluindo orçamento, comprovativos de pagamento (3) e fatura posterior. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos, Graça Heleno 960112049 gracaheleno@gmail.com ou graca.heleno@agrcanelas.edu.pt

Resolvida

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