Reclamações públicas
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Falta de prioridade e violência
Exmo Senhor Diretor, Venho por este meio informar que como pedido pelo Sr José vou usar todos os meios para expor a falta de respeito pelos funcionários, violência exercida pela professora adjunta sobre a minha educanda. E a falta de prioridade com mãe com bebés ao colo! Espero todos os dias 1:30h na rua faça sol faça chuva com um bebe ao colo ! A minha educanda já sofreu abuso físico e verbal pelas professoras! Isto vai para a justiça !
Anulação da apólice sem aviso
Exmos. Senhores. Eu recebi uma carta (correio normal) por parte da seguradora Lusitania a 23.03.2026 com data de 10.03.2026 informando a anulação do seguro de saúde Pleno M, apólice 0031962, por falta de pagamento. Eu sendo segurada há vários anos com os diversos planos de pagamento em dia estranho a falta de aviso e solicito: - A data de aviso sobre o atraso e consequente falta de pagamento; - Qual o meio utilizado para tal. Não tendo recebido qualquer meio escrito avisando a falta de pagamento, que seria prontamente regularizado e não tendo analisado a minha conta bancaria há várias semanas, não pude resolver prontamente o assunto. Para mais, em 05.03.2026, houve uma troca de emails e em nada informou a devida falta de pagamento e a possível anulação. Eu agradeço a vossa informação desejando retomar, renovar ou em última solução subscrever uma nova apólice somente em meu nome Paula Isabel de Sousa Pereira Carvalho, nif 198257996. Cumprimentos. Paula Carvalho
Assistência Técnica Péssima
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao processo nº 5110746689 de assistência técnica da minha máquina de lavar louça, iniciado a 12 de fevereiro de 2026. Cronologia dos Factos: - 12/02: Participação da avaria (equipamento dentro da garantia). - 14/02: Contacto da assistência técnica. Foram fornecidos os códigos de erro e realizados todos os despistes solicitados (desligar da tomada, verificar ligações, etc.). - 06/03: Primeira visita técnica. Apesar de os erros serem conhecidos, os técnicos não trouxeram peças, limitando-se a encomendá-las no local. - 11/03: Segunda visita. Uma das peças novas estava avariada. Nova encomenda efetuada com promessa de contacto na semana seguinte, que nunca ocorreu. - 19/03: Contacto da minha parte (Assistente Filipa Santos). Foi solicitado um pedido de celeridade e o contacto urgente de um supervisor. - 24/03: Novo contacto da minha parte. Informam que não há novidades e que o pedido de contacto do supervisor foi dado como "concluído". - 25/03 (15:00): Consegui finalmente falar com uma supervisora, que assumiu o compromisso de me contactar num prazo máximo de 24 horas para indicar se a máquina seria trocada ou não. - 26/03 (17:00): Passadas 26 horas, e sem qualquer contacto de parte da empresa, vi-me obrigado a ligar novamente para o apoio ao cliente. A resposta foi a mesma de sempre: ninguém sabe dizer nada, nem existe qualquer atualização no processo. Sobre a Falha de Contacto da Supervisão: Relativamente ao contacto solicitado com a supervisão no dia 19 de março, considero inadmissível a postura da empresa. O facto de terem efetuado uma única tentativa de chamada, que não tive oportunidade de atender, não constitui um contacto efetivo nem resolve a minha solicitação de esclarecimentos. Dar um pedido de auxílio como "concluído" apenas por um registo de chamada perdida demonstra uma total falta de respeito pelo consumidor e uma tentativa deliberada de "fechar o ticket" internamente sem resolver o problema. Incumprimento Legal (Decreto-Lei n.º 84/2021): De acordo com a lei portuguesa, o prazo máximo para a reparação de um bem em garantia é de 30 dias. Este prazo expirou a 12 de março. A incapacidade de fornecer peças funcionais e a negligência no acompanhamento constituem uma violação clara dos meus direitos. Esta é, sem dúvida, a pior experiência de assistência técnica que já tive com eletrodomésticos. Exigências: Dada a privação do uso de um bem essencial por mais de 45 dias, exijo: - Reembolso total do valor pago, conforme previsto na lei por ultrapassagem do prazo de 30 dias; - Uma proposta formal de compensação pelos transtornos causados e custos adicionais suportados durante este período. Com os melhores cumprimentos, Diogo Miguel Moreira Pinto Contacto: 918965120 Nº do Processo: 5110746689
Falha no fornecimento de NET e TV - Tempestade Kristin
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o n.º 135 840 23 64, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: reposição do fornecimento de INTERNET e TV e todos os ajustes necessários relativamente ao valor da faturação. Após vários contactos e ida a loja tenho recebido mensagens da vossa parte a comunicar que "a avaria do seu serviço (...) foi resolvida", é ainda de referir que me informaram que se a avariar não ficasse resolvida até ao dia 20/03/2026 às 18h que iram enviar um técnico para analisar a situação. Até então não foi enviado qualquer técnico, apesar disso continuamos a receber a informação de que temos de aguardar uma vez que é um problema geral e não localizado do nosso serviço. Acontece que todos os meus vizinhos que têm o mesmo serviço que nós e também da mesma operadora (MEO) têm o serviço ativo e a funcionar. Cumprimentos.
Roupa com fraca qualidade
Fiz uma encomenda online na Diana Lisboa a partir de uma fotografia disponibilizada no site . Quando recebi a encomenda com o nº #15301., verifiquei que a qualidade apresentada era muito fraca e mal confeccionada, em nada tinha a ver com a fotografia, pelo que vou devolver o produto. Esta empresa é uma fraude, apresenta produtos que são mal confeccionados e a qualidade dos produtos é muito fraca.
Mala roubada
No dia 20/03 meus pais chegaram do Brasil e vieram para minha casa, juntamente com minha filha, no trajeto Lisboa - Evora - Beja. Colocaram as bagagens de mão (10kg) no porta bagagens e seguiram viagem. Minha filha disse que em Evora desceram a maioria dos passageiros. Quando chegam a beja as 13 hrs a mala de 10kg da minha mãe havia sido roubada e o motorista simplesmente disse que isso está acontecendo frequentemente e o mesmo disse também que ele abre o porta bagagens e vira-se de costas pois não tem como controlar e saber de quem é a bagagem. No Brasil o motorista da um ticket pro passageiro, fica com um e cola outro na mala, o passageiro só retira a bagagem se apresentar o ticket correspondente ao motorista. O motorista sem demonstrar qualquer tipo de reação, para ele era uma coisa normal o que estava acontecendo disse que eu não tinha o que fazer, pois quem pegou não iria devolver, pois não foi por engano, se fosse engano no destino final iria sobrar uma bagagem. Eu fui com meus pais a PSP, onde também não tem muito o que ser feito, registei a queixa, preenchi formulario no site da flixbus, publiquei no facebook, preenchi formulário no site do oriente em Lisboa e simplesmente ate hoje nenhuma resposta. Na mala havia todas as roupas da minha mãe, novas e usadas, prenda para meu filho que irá completar 1 aninho, prenda para minha filha e o principal, nossas certidões de nascimento apostilada que minha mãe pois na mala para não amassar, além do alto custo dos documentos, agora é mais tempo perdido para fazer outro e enviar para Portugal. Quero uma posição por parte da Flixbus pois não irei ficar neste prejuizo!
Matricula do meu carro 62-BO-81 62-BO-81
No dia 22 Novembro fui envolvido num acidente. Até a data nada resolvido.
Serviço insuficiente
Sou cliente MEO desde janeiro do corrente ano. Do serviço vendido ao que é na realidade não há justificação possível do valor que é cobrado. Até que ponto posso cessar contrato sem penalização?
Pedido de Cancelamento de Contrato – Direito de Livre Resolução
Exmos. Senhores, Venho por este meio comunicar formalmente o exercício do meu direito de livre resolução relativamente ao contrato celebrado convosco no dia 16 de março, através de contacto telefónico. Nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, o consumidor dispõe de um prazo de 14 dias para resolver o contrato sem necessidade de indicar qualquer motivo e sem incorrer em quaisquer custos, salvo exceções legais que não se aplicam ao presente caso. Importa ainda referir que, no próprio contrato celebrado, é expressamente reconhecido este direito, reforçando a legitimidade do presente pedido. Contudo, verifiquei na plataforma My Vodafone a indicação de que o cancelamento do contrato implicaria o pagamento de 385,65€, o que constitui uma prática manifestamente ilegal e abusiva, por violação direta do regime jurídico aplicável ao direito de livre resolução. Assim, pela presente: Exijo o cancelamento imediato do contrato, ao abrigo do direito de livre resolução, sem qualquer penalização ou encargo; Rejeito expressamente qualquer tentativa de cobrança de valores associados a este cancelamento; Solicito a confirmação escrita da cessação contratual, no prazo máximo de 5 dias úteis. Adicionalmente, informo que, caso não seja dado cumprimento ao presente pedido nos termos legais, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente a ANACOM e o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, bem como recorrer a todos os meios legais ao meu dispor para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidor. Sem outro assunto de momento, aguardo resolução célere da presente situação. Com os melhores cumprimentos, Miguel Filipe Ferreira da Silva
Reclamação sobre condições de paragem, instalações sanitárias e perda de transporte – Rede Expressos
Assunto: Reclamação sobre condições de paragem, instalações sanitárias e perda de transporte – Rede Expressos Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à viagem que realizei de Leiria para o Porto através da Rede Expressos, na qual ocorreu uma situação inaceitável durante a paragem na Rodoviária de Aveiro. Durante essa paragem, foi indicado aos passageiros que poderiam utilizar as instalações sanitárias. No entanto, ao dirigir‑me ao WC, encontrei-o fechado, sendo necessário solicitar a chave na bilheteira. Este processo demorou o suficiente para que o autocarro retomasse viagem sem aguardar o regresso dos passageiros que tinham sido autorizados a sair para esse fim, deixando-me para trás e obrigando-me a adquirir um novo bilhete. Para agravar a situação, as casas de banho apresentavam condições inadequadas: apenas uma torneira funcionava e não havia sabonete disponível para lavar as mãos, o que demonstra falta de manutenção e de condições mínimas de higiene num espaço que serve diariamente tantos passageiros. Adicionalmente, considero inadequado que os autocarros da Rede Expressos estejam equipados com casa de banho que, na prática, não pode ser utilizada pelos passageiros, obrigando a paragens que não garantem condições mínimas de acesso e higiene. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada com a devida atenção e que me seja dado um esclarecimento, bem como o reembolso do bilhete adicional que fui obrigada a comprar devido a uma falha operacional que não me pode ser imputada. Aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, Mélanie
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