Reclamações públicas

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N. V.
07/09/2025

Produto com defeito + Danificado no transporte

Em novembro de 2024 adquiri um convector elétrico da marca CREATE. Em março de 2025 detetei que o visor no vidro frontal deixou de iluminar corretamente um dos botões e apresentei reclamação. A CREATE informou que o aparelho seria recolhido para verificação. No entanto: A transportadora enviada não trazia caixa para o transporte. Expliquei ao suporte que já não tinha a embalagem original e que, devido às dimensões, não encontrava embalagem adequada. Foi-me dito que a CREATE não fornecia caixa e que teria de encontrar solução. Para não atrasar o processo, arranjei uma caixa de maiores dimensões e embalei cuidadosamente o aparelho. Após a recolha, fui informado de que o equipamento teria chegado danificado e que não seria reparado, nem sequer apresentaram orçamento ou alternativa. Para agravar, a CREATE devolveu o aparelho numa caixa própria (que afinal possuía) e enviou-o para a minha morada antiga, ignorando os dados atualizados. O defeito inicial está dentro da garantia legal (3 anos). Não foi o consumidor que causou danos, mas sim falha no processo logístico. É inaceitável que fique prejudicado. Solicito que a CREATE assuma a responsabilidade, procedendo à reparação gratuita ou substituição do equipamento. Em alternativa, exijo o reembolso do valor pago. Nos termos do DL n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reparação, substituição ou reembolso quando o bem apresenta defeito em período de garantia.

Encerrada
A. C.
07/09/2025

Resposta pendente

Exmos. Senhores, Em 20/06/2025 enviei um email para o vosso Spa ("atlantico.spa@vilagale.com" [atlantico.spa@vilagale.com]) a solicitar uma resposta à minha situação referente a um cancelamento e restituição do valor através do pack Odisseias e até à data presente 07/09/2025 ainda não obtive qualquer resposta da vossa parte. Sendo que esta situação ocorreu em Abril do presente ano. Agradecia uma resposta e restituição do valor (38,65€) em causa tal como foi falado da vossa parte. Obrigada, Ana Rita Carneiro

Encerrada
J. L.
06/09/2025

Horrível o tratamento

Fiz um pedido na glovo,aonde o pedido veio cru e gelado, fora o mal cheiro do molho, quando enviei mensagem ao suporte pois deitei o produto fora porque tenho criança e ela ia ficar com vontade pois ama massa, mais realmente não estava comivel, os atendentes me tratou como eu tivesse mentindo ou agindo de má fé, me achei até o errado na história em reclamar, péssimo tratamento

Encerrada
S. F.
06/09/2025

Desconto de 30% não aplicado

Exmos. Senhores, No dia [data], utilizei a vossa aplicação no restaurante [nome], onde estava previsto um desconto de 30% sobre o valor da refeição. Contudo, o desconto não foi aplicado, tendo-me sido cobrado o valor total. Esta falha resultou num prejuízo direto de 15,60 €, valor que solicito ser devolvido de forma célere. A situação é particularmente grave, uma vez que confiei na vossa aplicação pela transparência das condições anunciadas. Aguardo a vossa resposta no mais curto prazo possível. Com os melhores cumprimentos Sofia Ferreira Exmos. Senhores, No dia [data], utilizei a vossa aplicação no restaurante [nome], onde estava previsto um desconto de 30% sobre o valor da refeição. Contudo, o desconto não foi aplicado, tendo-me sido cobrado o valor total. Esta falha resultou num prejuízo direto de 15,60 €, valor que solicito ser devolvido de forma célere. A situação é particularmente grave, uma vez que confiei na vossa aplicação pela transparência das condições anunciadas. Caso não haja resolução imediata, terei de recorrer ao Livro de Reclamações Eletrónico e às entidades competentes para fazer valer os meus direitos enquanto consumidora. Aguardo a vossa resposta no mais curto prazo possível.

Resolvida
I. L.
06/09/2025

Produto entregue completamente diferente do encomendado

Em 21 Agosto 2025 encomendei a Cassashop (email store1128992@mailer.shopemail.com) umas sandalias femininas marca ECCO de cor beije style #4/37 ( tamanho 37) por 48,00€. A referência da encomenda é: Pedido nº 00061322. A 05 Set 2025 fui levantar no Posto CTT, contra pagamento de 48,00€ em dinheiro, a vossa encomenda, mas em vez do que tinha encomendado recebi umas sapatilhas ( tenis) masculinas marca BEST TIME BOYS, marca MGENG B08, cor branca tamanho 40. Exijo que me entreguem o objeto que vos encomendei, e que levantem o que me entregaram por engano. Se não puderem levantá-lo, indiquem-me como posso devolvê-lo, sendo que então terão que me compensar pelo incómodo e custos de devolução. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem o que encomendei nos próximos 15 dias uteis, considerarei o contrato como incumprido e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos

Encerrada
V. M.
06/09/2025

Pedido de pagamento de faturas desconhecidas

Regressei ha dois dias de ferias e fui surpreendida com 2 cartas da Fedex a exigir o pagamento de uma fatura no valor de 40€, sendo que a 2a carta já ameaça reencaminhar para uma agencia de cobrança para iniciar uma ação judicial. Ora eu não contratei nenhum serviço á Fedex e nas cartas não faz referência nenhuma ao que estas faturas dizem respeito. É inaceitável este tipo de comunicação sem qualquer detalhe e já com ameaças de ações judiciais! Já vi por reclamações de outras pessoas e noutros foruns, que è a forma de proceder da Fedex . Uma vergonha

Encerrada
M. M.
06/09/2025
Empenho de verão Lda.

Burla Casa de Coyra

Reclamação contra a empresa "Empenho de Verão - Lda", com o NIF 514349077, cuja atividade principal é alojamento mobilado para turistas, nomeadamente a Casa de Coyra em Paredes de Coura. Estive alojada com a família de 2 a 9 agosto de 2025 na "Casa de Coyra" , Rua da Bogalheira, 161 Lugar de lama - Mozelos, 4940-384 Paredes de Coura, Portugal., a reserva foi feita através do site da Booking, nº da reserva 6206408879, no valor de 2455€. Volto a reforçar o nosso descontentamento pelo alojamento, tendo o feito logo no dia 2 agosto, diretamente à proprietária e na plataforma Booking, e só obtendo do Booking resposta,  ontem dia 26 setembro  , que atribuiu a responsabilidade à proprietária pela indemnização requerida. RECLAMAÇÃO: A Casa de Coyra não tem acessibilidade para cadeira de rodas, pois tem escadas entre a zona dos quartos e o resto da casa, apesar de ter sido colocado uma rampa, só uma pessoa a empurrar com muita força a cadeira de rodas é que consegue vencer o desnível da rampa. Por outro lado, não permite que a pessoa em cadeiras de rodas circule pela casa, condição que foi posta antes de fechar a reserva ( a proprietária demonstrou insensibilidade a resolver este problema, pois pôs uma rampa impossível de vencer pelo próprio cadeirante. Não tem ar condicionado nem ventilação, (a proprietária disse que desativou) está muito calor e é desconfortável. .Não tem banheira de hidromassagem a funcionar ( a proprietária diz que desativou). A proprietária resolveu devolver o que diz ser o pagamento de uma noite 340€, mas consideramos não ser suficiente face aos inúmeros problemas não resolvidos. Estivemos dois dias a eliminar um ninho de vespas que estava debaixo do deck (o meu filho foi duas vezes ferrado) a proprietária diz que é natural por ser campo, não se preocupando em resolver nem se deslocou ao alojamento ; Ficamos sem água quente no dia  6 agosto, a proprietária disse-nos que não respondia  por estar nas suas férias,  entretanto só foi reposto no dia 7 depois das 14h30 (foi dito pelo técnico que era por falta de combustível para aquecimento).Essas condições não correspondem ao valor cobrado nem às informações anunciadas no momento da reserva. Diante disso, solicitamos o reembolso integral do valor pago ou, ao menos, uma redução significativa do valor da reserva, compatível com as más condições encontradas de acessibilidade e os transtornos enfrentados.

Em curso
P. P.
06/09/2025
Despcarga – Trânsitos e Despachos, Lda.

Mercadoria Danificada

Email enviado para a Despcarga: "Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao serviço de transporte com a referência ME.661.25.10/339604, com a data de fatura de 29/07/2025. Durante o transporte, uma máquina de lavar a roupa foi gravemente danificada. Aparentemente, a máquina foi transportada lateralmente, em vez da posição correta, o que resultou em amolgadelas nas laterais esquerda e direita e impede o funcionamento do tambor de lavagem, tornando o equipamento inutilizável. Este tipo de dano demonstra falta de cuidado no manuseamento, especialmente considerando que foi previamente informado do tipo de equipamento a transportar. Importa referir que, no mesmo transporte, foi também incluído um frigorífico, que chegou sem qualquer dano, o que reforça que o problema foi específico ao manuseamento da máquina de lavar. Informo que só agora estou a reportar o sucedido, uma vez que a máquina de lavar apenas foi desembrulhada ontem, o que permitiu verificar os danos com clareza. O valor estimado do prejuízo é de 750€, pelo que solicito a vossa intervenção urgente para resolução desta situação, seja através de reparação, substituição ou indemnização. Aguardo uma resposta célere da vossa parte. Caso não obtenha resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Paulo Alexandre Reis Patrício" Resposta da Despcarga: "Boa tarde Obrigado pelo seu email. Relativamente a esta questão temos a indicar as clausulas de transporte aprovadas pela APAT. Artigo 11º Embalagem insuficiente ou não apropriada 1) São da responsabilidade do cliente os prejuízos resultantes de embalagem insuficiente ou não apropriada. Artigo 17º Seguro da mercadoria Não compete ao transitário a celebração de qualquer contrato de seguro destinado a cobrir o risco de eventuais prejuízos sofridos pelos bens ou mercadorias no decurso do transporte cuja organização e gestão lhe haja sido contratualmente confiada, salvo se for expressa, oportuna e devidamente mandatado para o efeito, nomeadamente quanto à natureza dos riscos e valores a segurar." Contrarresposta: "Assunto: Resposta ao vosso email sobre responsabilidade no transporte Boa tarde, Agradeço a vossa resposta e a referência às cláusulas da APAT, nomeadamente os artigos 11.º e 17.º. Gostaria, no entanto, de esclarecer alguns pontos fundamentais: 1. Embalagem da mercadoria (Artigo 11.º da APAT): A embalagem da máquina estava conforme a de fábrica, incluindo esferovite, papelão grosso e rolo de proteção em filme plástico, tal como o frigorífico anteriormente mencionado. A questão não reside na embalagem, mas sim na forma como a mercadoria foi transportada — deitada de lado nas paletes, o que contraria as boas práticas de transporte de eletrodomésticos. Os danos visíveis são compatíveis com esse tipo de manuseamento incorreto. Assim, os prejuízos não decorrem de embalagem insuficiente, mas sim de deficiente manuseamento por parte do transportador, o que não é coberto pelo artigo 11.º, mas sim pela responsabilidade contratual do transportador. 2. Seguro da mercadoria (Artigo 17.º da APAT): Em momento algum foi informado que o seguro da mercadoria teria de ser contratado à parte. De acordo com o Regulamento n.º 26/2007, publicado pelo Instituto de Seguros de Portugal, as empresas transitárias são obrigadas a possuir um seguro de responsabilidade civil com um capital mínimo de 100.000€, precisamente para cobrir danos causados a bens ou mercadorias de clientes ou terceiros, quando imputáveis ao transitário ou a quem este seja civilmente responsável. 3. Responsabilidade do transportador: A jurisprudência nacional, nomeadamente o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, confirma que o transitário que subcontrata o transporte continua a ser responsável pela entrega da mercadoria em boas condições, nos termos do artigo 10.º do DL n.º 239/2003 e dos artigos 367.º e 377.º do Código Comercial. Além disso, o Tribunal da Relação de Coimbra reforça que existe uma presunção de responsabilidade do transportador pelos danos causados durante o transporte, cabendo-lhe o ónus da prova para se exonerar dessa responsabilidade. 4. Experiência anterior: Como referi, tenho experiência com transitários e, em casos de danos, a responsabilidade sempre recaiu sobre quem efetuou o transporte. A comunicação prévia sobre o tipo de mercadoria (frigorífico e máquina de lavar) reforça a necessidade de cuidados especiais no manuseamento, que não foram observados. Deste modo, reitero que os danos verificados resultam de má prática no transporte e não de falhas na embalagem ou ausência de seguro. Solicito, portanto, que esta situação seja revista à luz da legislação aplicável e da responsabilidade contratual do transitário. Com os melhores cumprimentos, Paulo Patrício" Depois deste último email, até ao momento, não recebi mais nenhuma resposta por parte da empresa, tendo sido completamento ignorado.

Encerrada
D. R.
06/09/2025

IRREGULARIDADES COM O SERVIÇO CONTRATADO

Exmos Srs. prestadores de serviços de Comunicaçoẽs Electronica-Vodafone Vimos por este meio reclamar a existência de irregularidades gritantes que nao contemplam o contrato conta: 31506367, realizado. As irregularidades, as quais têm sido comunicadas e solicitada reposição, persistem a data de hoje: 06-10-25. A lista das irregularidades são: 1- O router marca Huawei- a referência/número do mesmo nao existe conforme website da marca do aparelho em causa; 2 - A funçao/botão-VPS no router não responde após ligação do aparelho; 3 - A password que consta do aparelho, router quando introduzida - não responde ( a conexão an internete, quando possível, só acontece com a ligação automatica da internet(?!) e, dependendo do aparelho a solicitar a ligação após a introdução da password - por exemplo, o iphone é bloqueado(…). 4 - A assistência técnica requerida para averiguação das falhas com o serviço, está por ter lugar há já largos meses. 5 - As faturas detalhadas dos consumos, usos e dos serviços, nomeadamente da internet e mobile data (entre outros detalhes), conforme o número de telemóvel adicionado ao contrato:910168446, não foi facultada até a presente data; 6 - O nr.: 21 13 55 186, que vem nas faturas do consumo emitidas, não faz parte do contrato e não é do nosso comhecimento o motivo pelo qual, consta o mesmo do consumo e faturação. 7 - As faturações feitas aos consumos desse número:21 13 55 186, ou de qualquer outro número que não faz parte do contrato é da inteira responsabilidade da Vodafone. 8 - Devem constar na faturaçao detalhada is números para os quais o nr.: 910167446, realizou as chamadas e nao números que não foram facultados ou adicionados pelos clientes; 9 - O serviço contratado, dada as circunstancias, requer a verificação das irregularidades, o comunicado das irregularidades ao cliente, conta 315063678. E a responsabilizaçao com os custos e cobranças indevidas pelos serviços não prestados recai sobre a Vodafone tal como a verificação da instalação do router, realizado na morada do contrato, Rua Curry Cabral.

Encerrada
A. C.
06/09/2025

Irregularidades na emissão de fatura e prejuízos causados

Exmos. Senhores, O meu nome é Ana Filipa Costa, NIF 265848660, titular do plano de tratamento dentário realizado na vossa clínica e do contrato de crédito celebrado com o Montepio Crédito em 22/05/2025. Na mesma data, foi celebrado em meu nome o contrato de crédito n.º 457216 com o Montepio Crédito. Contudo, a documentação recebida do banco comprova que o montante solicitado foi apenas 5.127,81 €, o que significa que a clínica não apresentou ao banco o valor total do plano, mas apenas uma parte. Acresce que, além deste erro grave: Foi Emitida a fatura n.º FVCNS-E27625/00080 em nome do meu companheiro Rui Miguel Ferreira Duarte ( é quem recebe o tratamento ), que não é titular do plano nem do contrato; A recusa de acréscimo de crédito pelo o banco teve como fundamento estas irregularidades documentais, impossibilitando-me de obter o financiamento necessário para concluir o tratamento. Deste Modo, considero que a atuação da clínica me causou prejuízos patrimoniais e não patrimoniais designadamente: Fiquei vinculada a um crédito em meu nome que não cobre o valor real do plano; Corro o risco de não ver concluido o tratamento iniciado para o meu companheiro; O plano de tratamento foi elaborado em meu nome, no valor de 9.924,15 €; A clínica solicitou apenas 5.127,81 € ao Montepio Crédito, em vez do valor total do plano Como consequência, fiquei impossibilitada de aceder ao financiamento necessário para concluir o tratamento, deixando o mesmo a meio. Além deste problema, tenho outro com o meu plano de saúde que foi pago na totalidade que este estou desiludida e mostrei o meu desagrado antes de saber destas irregularidades do plano que fiz em meu nome para tratar da boca do meu namorado, passo a explicar: Em 22 de maio de 2025 , foi me apresentado um plano de tratamento em meu nome para minha boca, no qual desde o início referi um dente de 3 canais que me dói. Mais tarde informaram-me que esse dente não estava incluído no plano, embora a Dra. Margarida, responsável pelos planos, me disse que iria retificar e que eu não teria de pagar por esse tratamento. Posteriormente, em conversa telefónica com a Sra. Elisabete no dia 5 de setembro de 2025 pelas 19:00 horas, responsável da unidade de Torres Vedras, foi-me dito que, no entendimento dela, como eu tinha apresentado queixas contra a clínica, poderia acontecer não realizarem esse tratamento uma vez que não está pago e nem incluído no plano. deixou claro que era uma suposição dela não dos colegas da clínica. Este comentário preocupa-me, pois o dente em causa faz parte do plano da minha boca uma vez que foi o dente que eu falei de início para ser tratado, quando paguei o meu plano fiquei confiante que o dente estaria no plano que foi referido desde do inicio, gerando receio de não ver assegurada a conclusão do meu tratamento .

Encerrada

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