Reclamações públicas

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Compra de viatura com defeito

Exmos Senhores Em 29-04-2025, adquiri no stand automóvel Low Cost Cars, sito na Rua de S. Brás 408, 4595-182 Frazão, um veículo automóvel usado, a saber: BMW 320D – 54-GV-78, do ano de 2008. Sucede que, em 09/07/2025, ao final do dia, a viatura encontrava-se em circulação na via publica, quando após ter sido parada para estacionamento, não mais funcionou/ligou. Foi necessário acionar a assistência em viagens, tendo a mesmo sido transportada por reboque para oficina de mecânica com vista a perceber qual a causa de tal avaria. Na oficina foi referido que a avaria era de motor e que a viatura teria de levar um motor novo. Atento que, o veículo havia sido adquirido recentemente, foi o aqui associado aconselhado pelo mecânico para se dirigir ao stand onde havia adquirido a viatura e comunicar a avaria, pois tratava-se de uma deficiência que estaria abrangida pela garantia legal. O associado, assim fez, sendo que do stand Low Cost solicitaram que a viatura fosse levada até oficina de sua confiança (N Peças, Rua da Gandra, n.º 271, 4590-810 Ferreira, Paços de Ferreira), para verificarem as anomalias. A viatura foi transportada pelo reboque da seguradora do associado até à dita oficina, conforme solicitado elo stand Low Cost. Sucede que, o stand vendedor informou o associado que não procedia a qualquer reparação, porque a avaria foi causada por utilização inadequada por parte do mesmo, alegando mesmo que a viatura foi colocada a trabalhar "de empurrão", o que não corresponde de todo à verdade, tanto mais que veio o associado a informar-se que o modelo da viatura em causa nem sequer permite tal prática. Assim, o vendedor da viatura em causa recusa-se a proceder à reparação dos defeitos em causa, defeitos esses de motor, que impossibilitam que a mesma circule, continuando aparcada na oficina NPeças, visto que o veículo se encontra desmontado e o stand Low Cost recusa-se a assumir a responsabilidade. Já foi tentada interpelação por escrito do stand Low Cost para cumprir com as suas responsabilidades, através de advogado, mas igualmente vieram alegar a sua desresponsabilização. Desde a data da avaria da viatura o aqui associado encontra-se impossibilitado de usar a mesma, tendo recorrido a ajuda de familiares para que lhe emprestassem veiculo que pudesse utilizar para se poder deslocar para o emprego, o que nem sempre é possivel, tendo muitas vezes de recorrer a serviço de taxi, ou outro tipo de transportes. Mais ainda, a viatura foi adquirida com recurso a crédito bancário, sendo que mensalmente é pago o valor de prestação 256,00€, não sendo possivel ao associado adquirir outra viatura para satisfação das suas necessidades, atento o custo de compra do veiculo identificado. Nestes termos, solicito o V/aconselhamento e ajuda na resolução desta situação, que tantos prejuízos me tem causado. Junta-se em anexo os documentos referentes a esta situação.

Encerrada
C. N.
05/09/2025

Reclamação sobre Fidelização Não Comunicada – DAZN Portugal

Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a DAZN Portugal, no âmbito da subscrição efetuada através da vossa campanha promocional de 2 meses grátis, aderida em julho/agosto de 2025. No momento da adesão, não me foi transmitida de forma clara, explícita ou destacada a existência de uma fidelização obrigatória de 12 meses ou qualquer compromisso anual subsequente ao período gratuito. Deste modo, não pude tomar uma decisão informada sobre o vínculo contratual criado, violando-se o dever legal de informação prévia ao consumidor. Após tentar cancelar a subscrição, fui surpreendido(a) com a exigência de pagamento até ao final de 12 meses e a recusa em encerrar a conta sem penalização, apesar de nunca ter aceitado nem sido alertado(a) para fidelização na contratação. De acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, a ausência de informação destacada relativa a cláusulas de fidelização torna nulo qualquer compromisso de permanência não comunicado ao consumidor, conferindo direito à resolução do contrato até 12 meses após a adesão. O artigo 10.º do DL 24/2014 tutela expressamente esta situação. Exijo, por isso, que: • Seja reconhecido o meu direito à resolução imediata do contrato, sem qualquer penalização ou cobrança futura; • Seja interrompida imediatamente a cobrança de mensalidades e qualquer débito associado à referida subscrição; • Seja emitida resposta por escrito que confirme o cancelamento livre de encargos. Junto comprovativos de comunicações com a DAZN e terei todo o gosto em facultar as respostas obtidas, caso tal se mostre necessário. Solicito a atuação urgente desta entidade reguladora perante a manutenção desta prática abusiva e ofensiva dos direitos dos consumidores portugueses. Com os melhores cumprimentos, Cláudio Nobre

Encerrada
V. D.
05/09/2025
MEO

Pedido de cancelamento de serviço por mudança de morada

Reclamação Integral Entidade visada: MEO Nome: Vinicios Duarte Motivo: Pedido de cancelamento de serviço por mudança de morada Exposição dos factos: Na semana de 20/07/2025, contactei a MEO por telefone a solicitar o cancelamento do serviço, devido a mudança de morada e impossibilidade de me oferecerem o mesmo serviço com as condições vigentes na morada anterior. Informei que o pedido era efetuado ao abrigo do Art.º 133.º, n.º 1 da LCE (Lei das Comunicações Eletrónicas). Fui informado de que a MEO “não seguia a legislação”, o que desde logo considero inaceitável. No dia 31/07/2025, submeti um pedido formal de cancelamento (anexo), com base no referido artigo da LCE. No dia 01/08/2025, recebi email da MEO a solicitar o comprovativo da nova morada, o qual anexei nesse mesmo dia (contrato de compra e venda). Desde então, o pedido permanece com o estado “Em andamento”, sem resposta até à presente data. Entretanto, a MEO continuou a emitir faturas, pelo que em 13/08/2025 voltei a ligar para pedir esclarecimentos. Fui atendido pelo Sr. Felipe Carvalho (setor comercial), que pediu a nova morada para verificar se seria possível instalar a fibra. Informei o código postal, rua e número. O mesmo respondeu que sim, que seria possível, mas apenas mediante a celebração de um novo contrato e pagamento de 50€ pela deslocação do técnico. Garantiu que o técnico se deslocaria na semana seguinte. Na semana de 25/08/2025, contactei novamente, dado que nenhum técnico tinha comparecido e as faturas continuavam a ser emitidas. No dia 29/08/2025, recebi ligação do setor técnico da MEO, que informou ser impossível instalar fibra, dado que o PDO mais próximo se encontrava a mais de 500 m. Nesse mesmo dia liguei ao Sr. Felipe Carvalho, que alegou tratar-se de “confusão” do setor técnico e que afinal era possível a instalação. Garantiu que me contactaria nesse mesmo dia, o que não sucedeu. No mesmo dia, ao não receber retorno, liguei novamente para falar com o Sr. Felipe, tendo-me sido dito que estava ocupado e que retornaria mais tarde. Nos dias seguintes (01/09, 02/09, 03/09 e 04/09) liguei várias vezes e obtive sempre a mesma resposta: que o Sr. Felipe me ligaria, o que nunca aconteceu. No dia 05/09/2025, já cansado da situação, liguei novamente para a MEO e pedi para falar com o Sr. Felipe com urgência. Informaram que estava ocupado. Solicitei falar com outro responsável. Fui encaminhado a outra atendente que apenas ouviu e me transferiu de novo. Seguidamente fui transferido para outro colaborador que, em vez de resolver a questão, insistiu em oferecer-me pacotes comerciais para que não cancelasse o contrato, sem demonstrar qualquer interesse em compreender o histórico da situação. Reforcei que não voltaria a contratar a MEO devido ao mau serviço prestado. Esse colaborador voltou a perguntar o que tinha ocorrido, e após ouvir-me, voltou a insistir em ofertas comerciais, como um guião pré-definido, sem atenção ao caso concreto. Só depois iniciou o tema do cancelamento, mas informando que haveria multa contratual. Questionei se a MEO não se submetia ao disposto na LCE. O mesmo desviou a conversa. Perguntei de seguida se a MEO conseguia garantir na nova morada o mesmo serviço que eu tinha no Casal Novo. Respondeu que apenas poderia oferecer um serviço via satélite, ou seja, não equivalente. Reforcei então o meu direito ao cancelamento. O colaborador orientou-me a cancelar “online”, indicando que deveria aceder a Perfil > Pedidos no site da MEO. Expliquei que já tinha um pedido aberto desde 31/07/2025 (n.º 3-892123328932), que se encontrava “Em andamento” sem resposta. Pedi para confirmar o número do pedido, o que não conseguiu. Em vez disso, insistiu repetidamente que eu deveria abrir um novo pedido, contra a minha vontade e sem atender ao direito de retroatividade do pedido original. Por vários minutos, tentou persuadir-me a abrir um novo pedido, o que recusei. Por fim, o colaborador abriu “um pedido de verificação interna” para apurar o sucedido, sem garantir qualquer prazo de resposta. No total, esta chamada consumiu 57 minutos, sem qualquer resolução. Problemas identificados: Violação do Art.º 133.º, n.º 1 da LCE, ao recusar o cancelamento sem penalização, mesmo não podendo prestar o mesmo serviço na nova morada. Falta de resposta ao pedido formal de 31/07/2025, apesar de documentação enviada. Comunicação interna contraditória e incoerente (setor técnico informa inviabilidade, setor comercial afirma viabilidade). Cobrança indevida de 50€ pela deslocação de técnico, mesmo após confirmação da inviabilidade do serviço. Emissão contínua de faturas após pedido de cancelamento. Atendimento insistente em ofertas comerciais, sem respeito pelo cliente nem pela legislação aplicável. Desgaste pessoal, perda de tempo e ausência de solução desde há mais de 40 dias. Pedido: Cancelamento imediato do contrato, sem penalização, ao abrigo do Art.º 133.º, n.º 1 da LCE. Devolução integral dos 50€ cobrados indevidamente. Regularização imediata e anulação das faturas emitidas após 31/07/2025. Confirmação formal por escrito do cancelamento do contrato.

Resolvida
B. M.
05/09/2025

Cobrança de dívida inexistente

Fui contactada em 2020 pela Intrum a alegar que tinha uma dívida à MEO, devido a falta de entrega de equipamentos, os quais entreguei mas a loja onde o fiz não me deu qualquer comprovativo da entrega dos mesmos, pois estavam com problemas no sistema informático, e foi me dito que posteriormente iriam enviar o dito comprovativo, que na realidade nunca o recebi. Fiz o pagamento do valor que constava em dívida. Passados 5 anos volto a ser contactada, pela mesma empresa com e-mails de carácter que até se pode descrever como ameaçador, a alegar novamente que tenho uma dívida à MEO, da qual não sou cliente desde 2019. Informo então à Intrum Portugal que segundo o que está estipulado na Lei n.º 10/2013, de 28 de Janeiro, no seu artigo 10 alíneas 1 e 4, o direito ao reconhecimento do prazo do recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses contados após a sua prestação e que prazo para qualquer ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos. Concluindo a suposta dívida encontra-se claramente prescrita, pelo que eu exijo que o valor seja anulado na totalidade, o registo relativo à mesma seja eliminado de quaisquer bases de dados e que o meu nome seja retirado da vossa lista de devedores. Caso tal não suceda e esta situação não seja regularizada darei conta do sucedido à entidade reguladora, a ANACOM. Cumprimentos.

Encerrada
M. P.
05/09/2025

Pedido ainda não realizado

Venho por este meio mais uma vez pedir o cancelamento da minha subscrição. Já pedi que me devolvessem o dinheiro mas como não é possível quero cancelar a conta. Já pago isso a pelo menos 4 anos. E nunca utilizei. Agradeço que resolvam o meu problema. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
A. T.
05/09/2025

Eletrodoméstico com defeito

Exmos Senhores, Foi efetuada uma compra de um esquentador no mês 12-2024, a instalação do mesmo foi efetuada em julho de 2025, aquando a instalação o técnico confirmou que o aparelho vinha com defeito pois chegava a 78 graus em segundos, não permitia controlar a temperatura ,nem misturar agua fria nem mesmo regular a chama. Contactamos a loja e a marca que durante duas semanas empurraram o problema, numa das chamadas com um trabalhador da marca Bosch, o mesmo recusou-se a fazer o atendimento para a avaliar o aparelho pois dizia saber o que se passava e chegou a intimidar-nos ao telemóvel. Após isto foi aberto um processo na loja que foi encerrado no dia seguinte, tendo sido alegado pela marca que o problema estaria na canalização da nossa propriedade, acontece que a marca nunca veio fazer qualquer avaliação (a nossa canalização foi toda alterada este ano). Voltámos a loja e foi aberto mais um processo de controlo de qualidade que ao fim de uma semana voltou a ser encerrado com os mesmos argumentos. Das duas vezes que nos deslocamos a loja e as varias chamadas ao apoio ao cliente foi-nos sempre dadas informações contrarias e mentiras criando falsas expectativas para a resolução do problema, das quais: poderíamos entregar o aparelho em loja e o valor seria revertido; ao fim do primeiro processo seria nos dada a possibilidade de troca do produto ou a devolução do mesmo; a loja teria independência para nos arranjar uma solução caso o processo de controlo de qualidade fosse encerrado pela marca com os mesmos argumentos e sem realizar a pesquisa obrigatória para identificar o problema; Tudo isto de forma a evitar lidarem com o problema, até ter sido feita hoje uma ultima chamada a dizer que nada pode ser feito por nos e o melhor seria contratar uma empresa independente para fazer o reparo, quando o aparelho esta dentro dos primeiros 30 dias de montagem e dentro de todas as garantias. É inadmissível uma marca alegar ter vindo a nossa casa e ter feito o rastreio do eletrodoméstico, não entregar qualquer relatório e mesmo assim o cliente é que sai prejudicado. Estamos há dois meses a tomar banhos de agua fria.

Encerrada
I. B.
05/09/2025

Reclamação sobre cobrança indevida de subscrição

No dia 18 de agosto de 2025, adquiri um serviço de elaboração de currículo no site da LiveCareer, anunciado como pagamento único. Em nenhum momento foi informado de forma clara que haveria uma subscrição automática ou cobrança recorrente. Pouco tempo depois, fui surpreendido(a) com uma cobrança de 24,99€, referente a uma subscrição que não autorizei. Entrei em contato com o suporte da empresa e solicitei cancelamento e reembolso imediato, mas fui informado(a) de que seria feito apenas um reembolso parcial de 12,50€, o que considero abusivo e inaceitável.

Encerrada
D. B.
05/09/2025

Cobrança irregular

Exmos. senhores. Fiz contrato com a DecoProteste recentemente e no primeiro mês cobraram duas vezes a mensalidade.

Resolvida
P. M.
05/09/2025

Encomenda não entregue

Exmos. Senhores, Em 04/07/2025 adquiri uma peça para o meu veículo pelo valor de 136,25 €. O pagamento foi efetuado no momento. A encomenda nunca foi entregue. Reclamei em 13/08/2025 e exigi a devolução do dinheiro, mas passados 2 meses nem me entregaram a peça nem me devolveram o dinheiro. Cumprimentos.

Resolvida
C. B.
05/09/2025

valor cobrado demasiado alto

Solicitei a esta empresa a deslocaçao a minha casa para reparaçao do esquentador. Disseram que me cobravam 30 euros+iva pela deslocação e o valor restante seria avaliado no local. Substituiram-me a sonda ionizada do aparelho (que custa 10 euros, segundo o google), e levaram 10 minutos a substitui-la. No final, cobraram-me 190 euros +iva. Isto é um roubo! Vejo que esta empresa não tem morada indicada no seu site, nem aceita reviews no google. Porque será? Isto é uma burla. Gostaria de vos ver fazer alguma coisa! para impedir e prevenir estas situações.

Encerrada

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