Reclamações públicas
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Atraso na entrega é péssimo atendimento ao cliente
Exmos. Senhores, Em 28/11/2025 adquiri vários produtos (perfumes e cremes), na app PRIMOR PERFUMARIAS, pelo valor de 263,90 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada no prazo de 3 a 5 dias. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega da encomenda sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Reembolso de Caução Não Efectuado
Exmos. Senhores, No dia 12 de Setembro de 2025, concluí o contrato de aluguer de autocaravana com a empresa Indie Campers em Olbia, devolvendo o veículo 1 dia antes da data e nas condições previamente acordadas. De acordo com o contrato, foi-me garantido o reembolso de 500€ referentes à caução do seguro. Para tal, foi-me garantida a devolução em 5-7 dias úteis para a mesma forma de pagamento mesma conta bancária. Apesar das repetidos contactos através do chat Indie Campers Support foram várias as promessas de que o reembolso estaria “em processamento”. Hoje voltei a contactar e disseram que o pagamento foi feito a 19 de Outubro mas até à presente data não recebi qualquer valor. Pedi um comprovativo do pagamento e dizem que não conseguem dar. Este atraso prolongado, superior a três meses, demonstra falta de cumprimento contratual e ausência de resposta eficaz por parte da empresa. Solicito, portanto, a intervenção da DECO PROteste para que a Indie Campers proceda imediatamente ao reembolso dos 500€ devidos, bem como apresente uma explicação formal sobre o motivo do incumprimento até agora verificado. Junto em anexo o contrato. Com os melhores cumprimentos, Cilene Crispim
Encomenda não recebida
Exmos Senhores No passado dia 27/10/25 realizei uma compra no site Loja Saúde, com o número de encomenda LS_27610, com envio previsto de até 5 dias úteis através dos CTT. Recebi no dia seguinte um e-mail da Vossa empresa com a comunicação da expedição da encomenda. A 7/12/2025, o site dos CTT de seguimento do envio referia que lhe tinha sido comunicado o envio, mas que ainda aguardava a entrega. Situação que se verifica até hoje. A 7/12 entrei em contacto com a empresa por e-mail. Como não obtive qualquer resposta, voltei a enviar hoje, dia 13/12, novo email para informar que iria apresentar queixa no Portal da Queixa e na DECO. Vou aguardar até à proxima semana. Se não receber o artigo vou apresentar queixa junto das autoridades.
Encomenda não recebida
No dia 26/11/2025, a FedEx solicitou documentos para desalfandegamento, os quais foram enviados no mesmo dia. Nesse mesmo dia, voltaram a pedir documentos e esclarecimentos, que foram prontamente disponibilizados. Após isso, não recebi qualquer novo pedido nem resposta a uma questão colocada por e-mail. No dia 28/11/2025, liguei para confirmar se faltava alguma informação e fui informado de que estava tudo tratado. No entanto, no dia 03/12/2025, voltei a contactar porque a encomenda não era entregue. Por telefone disseram que estava tudo ok e que aguardavam apenas o desalfandegamento. Em resposta ao meu e-mail enviado no dia 03/12/2025 como reforço, recebi informação de que faltava documentação e que, se não fosse enviada nesse dia, a encomenda seria devolvida. Passei cerca de 2 horas ao telefone sem resolução, inclusive com um colaborador que colocou a chamada em espera até eu desligar. Após insistência por e-mail, no mesmo dia, a colaboradora submeteu o processo com os documentos enviados originalmente a 26/11/2025, uma vez que não estava nada em falta! Adicionalmente, soube hoje, 10/12/2025, que tinha um montante a pagar e nada me foi enviado, nomeadamente, o despacho da AT que comprova os valores a cobrar. Segundo o vosso site, já tentaram entregar por 2x mas não o fizeram por falta da vossa parte. Considero inaceitável a falta de comunicação, a demora no desalfandegamento e a ausência de serviço ao cliente, que resultaram em atrasos injustificados e grande perda de tempo da minha parte. Solicito resolução imediata e que cumpra os serviço que cobram para prestar. O apoio é inexistente pois só sabem responder "tem que aguardar". A empresa FEDEX é apenas 1, sendo apoios ao cliente, departamento de desalfandegamento ou estafeta mas na verdade parecem várias empresas e nunca com resolução para o cliente.
Reclamação sobre cobrança indevida de 2ª via de Documento Único Automóvel
Exmos. Senhores, No dia 28/08/2025 adquiri um veículo, tendo o respetivo Documento Único Automóvel (livrete) sido emitido pelo IMT. Em 19/09/2025, segundo informação prestada pelo IMT, os CTT alegaram não conseguir entregar o documento por inexistência do endereço. Contudo, o endereço indicado estava correto e atualizado. Face a esta situação, fui informado de que teria de pagar a emissão de uma 2ª via, por já terem decorrido mais de 30 dias. No entanto, considero esta cobrança indevida, uma vez que: - O erro não foi meu, mas sim dos CTT, que posteriormente conseguiram entregar no mesmo endereço; - O endereço constante no registo estava correto e válido; - Não deveria ser penalizado por falha de terceiros. Assim, venho solicitar: 1. O reembolso do valor pago pela emissão da 2ª via; 2. A revisão dos procedimentos internos, de forma a evitar que cidadãos sejam prejudicados por falhas externas. Anexo comprovativos da compra do veículo, da comunicação do IMT e da entrega posterior pelos CTT. Aguardo resposta no prazo legal. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida de seguro + recusa de cancelamento dentro do prazo por falha da loja (Rádio Popula
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Rádio Popular e contra a seguradora associada ao seguro da televisão adquirida, devido a falhas graves no processo de cancelamento do seguro. Linha temporal dos factos: 07/11/2025 – Comprei uma televisão na Rádio Popular e, por insistência da loja, foi-me vendido um seguro, com a informação de que o mesmo poderia ser cancelado dentro de 30 dias. 06/12/2025 – Contactei a seguradora para cancelar o seguro. A seguradora informou-me que, por estar dentro dos 30 dias, o cancelamento tinha obrigatoriamente de ser feito presencialmente na loja até ao dia seguinte, 07/12. 07/12/2025 – Dirigi-me à loja da Rádio Popular dentro do prazo indicado. A funcionária recusou efetuar o cancelamento, alegando que “o prazo de 30 dias já tinha passado”, o que é falso. Estive na loja nesse dia, o que posso comprovar através do registo de entrega de um aspirador em garantia, feito exatamente nesse momento. A funcionária não realizou o procedimento obrigatório nem comunicou à seguradora que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar o seguro, o que teria resolvido a situação de forma imediata. Ao falar posteriormente com a seguradora, fui informada de que, caso a loja não conseguisse processar o cancelamento no sistema, deveria ter comunicado diretamente o meu pedido, servindo como prova formal de que compareci na loja dentro do prazo legal com esse propósito. Questionei-lhe sobre a possível cobrança indevida, uma vez que o pagamento estava pendente. Ao que me respondeu que devia cancelar o débito direito, questionei qual seria o procedimento caso não tivesse débito direito e caso o dinheiro me saísse da conta. Garantiu-me que a seguradora tinha tolerância e que me seria devolvido. Nos dias seguintes, tentei resolver a situação. A Rádio Popular empurrou a responsabilidade para a seguradora e vice-versa. Dia 08/12/2025 não consegui falar com a seguradora por ser feriado. No dia 09/12/2025 liguei para a seguradora a explicar toda a situação. Informaram-me que o procedimento foi mal realizado desde o início e que, infelizmente, não podiam resolver o problema porque a responsabilidade era da Rádio Popular. Disseram-me ainda que me foram dadas informações erradas, uma vez que não basta cancelar o débito direto para cancelar um seguro. Acrescentaram também que, se a funcionária tivesse aberto a minha ficha, teria verificado que não era possível aparecer aquele pagamento em débito direto, porque o valor estava a ser cobrado como uma compra normal — algo que nem entendo como é possível. Como não existe qualquer prova de que estive na loja no dia 07/12 a pedir o cancelamento, e como a chamada foi feita apenas no dia 09/12, a seguradora explicou que já não podia dar seguimento ao pedido. Realçaram que a funcionária da Rádio Popular deveria ter cumprido o procedimento correto para que ficasse registado que estive efetivamente na loja dentro do prazo, o que teria evitado toda esta situação. 09/12/2024 – Dirigi-me à loja ao final da tarde onde voltei a explicar a situação e o funcionário da loja chegou a registar uma reclamação interna para a seguradora, mas associou-a de forma incorreta à apólice de outra pessoa, comprovando a falta de rigor e prejudicando-me diretamente. O valor do seguro acabou por ser cobrado pela seguradora devido à falha da loja em cancelar o seguro quando me apresentei dentro do prazo. Ainda nesse dia voltei a contactar a seguradora, consegui cancelar a minha apólice, no entanto não me garantiam que o dinheiro me seria devolvido. 12/12/2025 Recebi um email da seguradora a pedirem para os contactar, pois já tinham uma resposta. Contactei-os por volta das 11h e disseram-me que a responsabilidade era da loja (e eu afirmo que é) e que por isso não podiam pagar, tinha de me entender com a loja. Fui novamente à loja por volta das 15h30 e voltei a explicar toda a situação. Abriram a nota registada pelo funcionário no dia 09/12 e informaram-me de que o pagamento já tinha sido devolvido. De facto, tinha uma resposta da seguradora a indicar que iriam proceder à gestão do caso. Insisti para ligar para a seguradora ainda dentro da loja. Foi então que se aperceberam de que aquela apólice nem sequer era minha. Em nenhum momento me pediram desculpa pelo erro, nem procuraram falar com a colega que me atendeu na primeira vez para resolver o problema de forma definitiva. Para piorar, decidiram redigir uma nova reclamação para o seguro, mas distorcendo os factos. Em nenhum momento admitiram que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar a apólice. Escreveram apenas que no dia 07/12 eu “tentei cancelar o seguro cancelando o débito direto” e que, como o pagamento não aparecia, não consegui fazê-lo dentro do prazo. Informei de imediato que não autorizava que colocassem essa informação, pois era falsa, e porque eu própria já tinha falado com a seguradora, que me garantiu que não é dessa forma que se cancela um seguro. Além disso, as regras são claras: para cancelar a apólice, eu teria de o fazer presencialmente no balcão, dentro dos 30 dias. Ainda assim, o funcionário continuou a distorcer os factos e disse: “eu posso bem com eles”. A questão é que alegar algo falso apenas atrasa o processo e transmite informações incorretas à seguradora, prejudicando-me ainda mais. A Rádio Popular continua a distorcer os factos, a negar que estive na loja no dia 7 com o propósito de cancelar o seguro e tenta imputar a responsabilidade à seguradora, que agiu com base na falta de comunicação da loja. O que solicito: A devolução integral do valor cobrado indevidamente pela seguradora, no mesmo método de pagamento. A responsabilização da Rádio Popular pela informação errada e pelo procedimento incorreto. Documentos que posso fornecer se solicitado: Comprovativo de compra da televisão Registro da entrega do aspirador em garantia em 07/12 Registo de chamadas para a seguradora Registo da reclamação interna errada da loja Comprovativos do valor cobrado Agradeço o vosso apoio para resolver esta situação injusta e que me está a causar prejuízo devido a erros que não me são imputáveis. Com os melhores cumprimentos, Bruna Almeida
Sem encomenda e sem dinheiro
Exmos. Senhores, Em 24 de outubro de 2025 adquiri um resguardo de duche, Modelo VERONA Frontal duche 1 fixo – 1 porta corrediça sem perfil superior. Acabamento OURO MATE - 140-160 cm Medida exacta do ecrã: 1570mm, pelo valor de 799 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme escrito, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada dentro de 3 semanas. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (14/11, 17/11, 18/11, 19/11, 25/11, 26/11, 1/12, 2/12, 4/12, 5/12, 6/12, 9/12, 10/12) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Foi inclusivé fornecido um número falso de rastreamento na agência Ontime. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, com o devido reembolso, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 25/11/2025 adquiri uma cadeira ergonómica, da marca Holludle, pelo valor de 162 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 02/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 03/12 e dia 11/12 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (Cadeira ergonómica Holludle), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Faturas em atraso
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º 1510607, comuniquei-vos já em momento anterior (via telefone) o facto de não receber faturas desde setembro de 2025. Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.
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