Reclamações públicas

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A. M.
05/01/2021

Falta de informação sobre valores debitados da minha conta

Exmos. Senhores,Venho por este meio pedir uma resposta urgente, após inúmeras tentativas de obter a mesma, relativamente a um transação encontrada na minha conta bancária.Em Julho de 2019, a minha conta bancária ficou a 0.00€ após retirarem 6858.53€. Até hoje, não me foi indicado para onde foi este dinheiro. Ao consultar o extrato bancário, a única descrição é a seguinte: ENTREGA ENTIDADE OFICIAL.Assim, dirigi me ao banco Santander ao qual o funcionário me informou que não tinha acesso a esta informação e que teria de me dirigir ao banco de Portugal. Assim fiz, e o banco de Portugal reencaminhou me para o banco Santander e garantiu que eles tinham de ter a informação que procuro. Exigi falar com a gerente do banco Santander, que so após bastante insistência, aceitou investigar esta transação que deixou a minha conta a 0€. Passado duas semanas sem resposta, voltei a entrar em contato com a gerente e esta me informou que não conseguia descobrir para onde foi e que teria de escrever uma carta para a sede da Santander.Dirigi me as finanças, à segurança social, para tentar entender se o Estado teria acedido à minha conta por algum motivo. Garantiram me que não.Assim serve o presente para pedir urgentemente uma resposta relativamente a onde se encontra o meu dinheiro. São inumeras as tentativas para obter uma resposta, e demasiado tempo perdido com este assunto. Confio o meu dinheiro com os Exs., e tenho o direito de saber para onde vão os valores retirados da minha conta.Aguardo resposta.Os melhores cumprimentos,Antonio Marques.

Encerrada
A. C.
31/12/2020

Definição de Responsabilidades de Sinistro Automóvel

NOME DO RECLAMANTE Ana Celeste Dias CarvalheirasQUALIDADE DO RECLAMANTE Tomador do SeguroNIF 259584142Nº OCORRÊNCIA 20AU230952Nº SINISTRO 20AU230952/000Nº APÓLICE AU81884350Nº MATRÍCULA 13-CA-15DATA ACIDENTE 04-12-2020Exmos. SenhoresServe o presente para apresentar reclamação por parte da vossa cliente e tomadora de seguro, Ana Celeste Dias Carvalheiras, relativamente ao resultado da apuração de responsabilidades do sinistro automóvel supra identificado.O sinistro em causa ocorreu no dia 04 de Dezembro de 2020, às 08h50m, na Av. 5 de Outubro, em Almancil, concelho de Loulé.Ao chegar ao local com a intenção de estacionar iniciei a procura por lugar de estacionamento livre, começando desde logo a realizar a sinalização luminosa denominada de pisca, avisando assim os condutores dos veículos atrás de mim da minha intenção de realizar a manobra de estacionamento, conforme se encontra determinado no artigo 21.º, n.º 1 e 2, do Código da Estrada.Após encontrar um lugar de estacionamento livre e adequado ao tamanho do meu veículo, olhei em todas as direcções verificando que se encontravam verificadas todas as condições de segurança de modo a realizar a manobra de estacionamento em paralelo.Após o meu veículo já se encontrar mais de 50% dentro do lugar de estacionamento, a condutora do veículo identificado pela matrícula 63-ST-27 que se encontrava a circular no mesmo sentido que o meu veículo e que se encontrava a circular acima do limite de velocidade estabelecido para o local Av. 5 de Outubro em Almancil, bateu no meu veículo com grande violência, arrancando a parte da frente do veículo com a matrícula 13-CA-15, o meu veículo.Por outras palavras, a condutora do veículo 63-ST-27, vinda de trás do veículo 13-CA-15, ignorou propositadamente o facto de o veículo 13-CA-15 se encontrar a realizar manobra de estacionamento e provocou a colisão de ambos os veículos.Ao qual se acrescenta o facto de a condutora do veículo 63-ST-27 não ter imobilizado o seu veículo imediatamente após a colisão. Ao invés, a condutora do veículo 63-ST-27 prosseguiu o seu trajecto apenas sendo forçada a imobilizar o seu veículo devido a um dos seus pneus ter sido danificado pela colisão.Foi chamada ao local a GNR que procedeu ao levantamento da ocorrência e recolheu os dados pessoais de ambas as condutoras.Devido aos estragos provocados pela colisão do veículo 63-ST-27 no veículo 13-CA-15 que o mesmo se encontra impossibilitado de circular na via pública, permanecendo imobilizado, desde a data do sinistro no estabelecimento Autoalmancilence - Reparação de Automóveis, sita em Almancil.Como consequência do estado de imobilização do veículo 13-CA-15 a proprietária e condutora do mesmo encontra-se impossibilitada de realizar as suas deslocações quotidianas, nomeadamente, a deslocação desde o seu local de residência até ao seu local de trabalho.A condutora, proprietária e tomadora do seguro do veículo 13-CA-15 efectuou participação à sua companhia de seguro automóvel, ou seja, a vós, Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A.Nas semanas que se seguiram a condutora do veículo 13-CA-15 prestou declarações à Ocidental e à Lusitânia, companhia contratada pela condutora do veículo 63-ST-27, descrevendo os factos supra elencados que conduziram à colisão do veículo 63-ST-27 com o veículo 13-CA-15.Tais declarações foram recolhidas por duas empresas de peritagem contratadas por cada uma das referidas seguradas.Ambas as empresas de peritagem referiram à condutora e proprietária do veículo 13-CA-15 que a mesma não possuía responsabilidade pelo sinistro devido ao facto de a mesma se encontrar a fazer a manobra de estacionamento em paralelo e por ter cumprido todas as condições de segurança rodoviária.Contudo, para grande surpresa da condutora, proprietária e tomadora do seguro do veículo 13-CA-15, a mesma recebeu, no dia 22 de Dezembro de 2020, notificação, por via de email, por parte da companhia de seguro por si contratada, a Ocidental, em como a companhia de seguros Ocidental havia declarado a sua cliente como responsável pela ocorrência do sinistro.Leia-se na referida notificação: Reportando-nos ao evento em epígrafe, cumpre-nos informar que após análise dos elementos que constituem o nosso processo, concluímos que a responsabilidade pertenceu ao condutor do veículo de V.Exa.. De facto, ao não tomar as devidas precauções ao realizar a manobra de marcha-atrás, infringiu o disposto no nº 1 do art.º 35º do Código da Estrada, contribuindo deste modo para a ocorrência do sinistro. Assim, e dado seguimento ao estipulado na alínea e) do nº1 do art.º 36º do Decreto-Lei 291/2007, informamos que vamos prosseguir com a regularização dos prejuízos decorrentes deste acidente.Tal conclusão apenas poderá ser justificada pelo facto de que a companhia de seguro Ocidental considerar, erroneamente, que a manobra de estacionamento em paralelo e a manobra de marcha-atrás constituírem sinónimos uma da outra. Interpretação esta que padece da ausência de qualquer verdade.Como bem se percebe pela simples análise empírica do Código da Estrada a manobra de marcha-atrás e a manobra de estacionamento em paralelo são distintas entre si. Enquanto que a primeira se destina a movimentar o veículo no sentido contrário ao qual circulava, a segunda destina-se à imobilização do veículo.A ocorrência supra descrita retrata, claramente, uma manobra de estacionamento e não uma manobra de marcha-atrás.Tal facto foi ainda confirmado pelos agentes da GNR que efectuaram o levantamento da ocorrência. Ao qual se acrescenta o facto de a ter sido realizada a manobra de marcha-atrás, a condutora e proprietária do veículo 13-CA-15 teria sido autuada nos termos do artº 35.º, nº 2, do Código da Estrada.Tal autuação não ocorreu pelo simples facto de que a infração que lhe serve de pressuposto não ter ocorrido, conforme confirmado pelos agentes da GNR que se deslocaram ao local.Pelo que se requer a nova avaliação do sinistro no prazo máximo de 8 dias.

Resolvida
M. A.
27/12/2020

fui burlado

Venho por este meio comunicar a vossas E.xasno dia 15 de Dezembro recebi uma chamada do banco bpi da parte da seguranca apresentou-se com sendo Miguel Alves, perguntou-me se eu tinha feito ou mandado fazer uma transferencia de 4830 euros. Eu prontamente respondi que nao, entao o senhor disse-me que vamos anular esta operacao, agora eu vou enviar-lhe uns codigos e voce vai-me dando esses codigos para a operacao ter exito e ser anulada rapidamente. Foi exatamente o que eu fiz segui a ordem que me tinha sido pedido. Entretanto desloquei-me ao banco bpi em Almeirim para confirmar tudo isto. A funcionaria ouviu tudo isto que se tinha passado e respondeu-me que tudo tinha sido uma burla. Entao mandou-me ir participar a GNR, foi o que fiz de imediato e ate hoje ninguem mais me contactou e nao sei mais o que fazer. O dinheiro faz-me imensa falta estou preocupado, nao durmo, ando nervoso passei o Natal com uns nervos enormes e resolvi pedir-vos ajuda. Sera que posso ter a vossa ajuda ou tenho que envergar por outras opcoes? Obrigado e espero uma resposta vossa.

Encerrada
M. C.
20/12/2020

Fraude bancária (phishing)

Venho por este meio comunicar a V. Exas. que no passado dia 7 de Novembro ao aceder ao meu e-mail, verifiquei ter recebido um e-mail em nome do BPI. O referido e-mail indicava em assunto que a minha conta iria ser bloqueada. Dada a urgência da situação e confiando que seria um e-mail fidedigno do meu banco,abri o mesmo.Passado alguns minutos recebo dois sms no meu telemóvel a indicar que os pagamentos à entidade nº 11854com os montantes de 823,97€ e 926,90€ respetivamente, tinham sido efetuados com sucesso. Fiquei em pânico pois não tinha feito qualquer pagamento via homebanking, até porque raramente utilizo e quando o faço é apenas para efeitos de consulta ( é uma conta pouco movimentada). De imediato contactei a linha de apoio ao cliente do BPI, o qual a pessoa que me atendeu indicou que já não havia possibilidade de anular os referidos pagamentos, apesar de os mesmos só se efetivarem no dia 9(2ª-feira), uma vez que foram efetuados num sábado.Incrédula com a resposta, questionei o que teria de fazer para recuperar o meu dinheiro. Indicaram-me que teria que apresentar queixa ás autoridades, o que fiz prontamente. Desde o dia 7 de Novembro até à data ainda não me deram uma resposta plausível no sentido de me ajudarem com a minha questão. Já fui várias vezes ao balcão presencialmente, enviei e-mails com o comprovativo dos sms e e-mails fraudulentos, falei com a mnha gestora de conta e até à data apenas me dizem que está em análise. Perante a indiferença do BPI face a esta situação, vi-me obrigada a apresentar queixa ao Banco de Portugal, que foi bastante célere a encaminhar a situação para o meu banco. Envio-vos também em anexo a minha reclamação ao Banco de Portugal e se for necessário, agradeço que me indiquem o vosso contacto de e-mail para que vos possa reencaminhar a resposta por parte do BPI, para que possam analisar. Agradeço também um contacto da vossa parte para que me possam ajudar a resolver esta situação.Com os melhores cumprimentos,Maria de Fátima Coelho

Resolvida

Recusa de assistência em viagem

No dia 30 de Setembro de 2020, durante uma estadia em Girona, Espanha, o automóvel que conduzia sofreu uma avaria electrónica, tendo eu sido obrigada a fazer uma paragem numa das saidas da auto-estrada AP-7, direção Girona-Barcelona, por volta das 13h30. Contactei de imediato o número de assistência em viagem da seguradora Fidelidade (808201010) e pedi um reboque para levar o carro à oficina mais próxima, neste caso a cerca de 2km, no centro de Girona, procedimento que eu pensava ser rápido e fácil, até que a assistente me informa de que o seguro não cobre assistência em viagem fora de Portugal (!!!) pois eu sou Residente fiscal em Espanha - palavras proferidas pela senhora assistente, sem eu nunca ter feito qualquer menção a este aspecto (e que não é verdade, pois sou contribuinte em Portugal, mas estive em Setembro na Catalunha, e que posso comprovar) !! Ou seja, estes senhores da Fidelidade, que cobram um prémio anual de seguro no valor de 293,63€, de uma forma absolutamente escandalosa e, a meu ver, criminosa, inventam mentiras e fazem assumições gratuitas dê por onde der, para não prestarem a referida assistência em viagem e enviar o reboque para o carro que é sua absoluta OBRIGAÇÃO. Pedi para falar com a responsável deste departamento pois eu continuei a exigir o envio do reboque e a assistente continuava a recusar. A suposta responsável atendeu-me e disse que eu, em plena auto-estrada, há mais de 1h30 a discutir ao telefone com esta gente na berma e com medo de ser atropelada por um camião, tinha que enviar por email documentos que comprovassem que a viatura estava em Espanha há menos de 60 dias, e se não os tinha, pois não enviavam reboque e eu que me desenrascasse e chamada desligada na minha cara. No estado em que me encontrava e sem qualquer tipo de ajuda por parte da seguradora, contactei directamente vários serviços de reboque da cidade e fui obrigada a pagar 193,60€ do meu bolso para pagá-lo, algo que a seguradora poderia ter conseguido por 100€. Um seguro caríssimo, pago há mais de 10 anos por um cliente que nunca precisou da Fidelidade, e que afinal, não serve para nada, apenas para roubar, sem prestar serviço de utilidade nenhuma. Um vergonha.

Resolvida
M. H.
17/12/2020

Cobrança Indevida

Prezados, boa tarde.Venho por intermédio desta contestar a cobrança que recebi no dia 02/12/2020 a respeito de um procedimento que o seguro indicou ser doença preexistente. Ocorre que ao entrar em contato telefônico com o vosso suporte a atendente informou que doenças consideradas preexistentes são aquelas que já são conhecidas pelo segurado antes mesmo de a empresa o cadastrar no seguro.Ocorre que no dia 01/09/2020 fui a uma consulta de Gastrenterologia na Clínica CUF Belém a fim de investigar as minhas dores na região abdominal que ja duravam 3 semanas bem como episódios desinteira, presença de sangue nas fezes, náuseas.Depois pedido do Dr. Antônio Dias, foi solicitado uma ecografia abdominal para se verificar os orgão internamente. Tal exame foi realizado no dia 10/09/2020, onde efetuei o devido pagamento com a minha participação no seguro. Porém depois de 02 meses recebo na minha residência uma carta informando que devo efetuar o pagamento por conta de uma suposta doença preexistente: de um valor que para mim não faz nenhum sentido, uma vez que não havia nenhum tipo de doença preexistente, inclusive a grande parte dos sintomas eu nunca sequer tinha tido antes em toda minha vida.O conceito de doença pré existente é:Doença ou lesão preexistente é a patologia que o consumidor saiba ser portador ou sofredor à época de ingresso no seguro. O que é uma doença preexistente ou crônica:É considerada uma doença preexistente ou crônica qualquer patologia cujos sintomas tenham começado antes da contratação do seguro, se o segurado sofrer uma recaída ou piorar 30 dias antes do contrato de seguro, este motivo será excluído como justificativa para a cobertura de cancelamento. No caso de dúvidas a seguradora reserva-se o direito de enviar um perito médico da empresa para preparar um relatório ou até mesmo um perito médico externo e independente.Nessa questão a seguradora não enviou nenhum perito para averiguar a situação referente a doença preexistente. O que se está a passar é que a Victoria Seguros está a alegar uma doença preexistente sem qualquer fundamento que de embasamento e justifique essa tomada de decisão - não há qualquer prova de doença preexistente e mesmo assim a seguradora está a enviar uma cobrança absurda sem qualquer fundamento. Repito, a maior parte dos sintomas que me levaram a procurar o gastroenterologista eu nunca sequer apresentei antes em toda minha vida: a forte dor abdominal, a disenteria constante intercalada com prisão de ventre, o sangue nas fezes.Ou seja, mesmo sem qualquer fundamento que de embasamento e justifique a alegação de doença preexistente vocês me encaminharam uma cobrança informando que devo efetuar o pagamento de 95,30€ referente as informações abaixo:01/09/2020 - Clínica CUF Belém - Consulta de Gastrenterologia10/09/2020 - Hospital Lusíadas Lisboa - Ecografia Abdominal10/09/2020 - Hospital Lusíadas Lisboa - KIT de EPIs Imagiologia28/09/2020 - Hospital da Luz - Consulta de GastrenterologiaAos 28/09/2020 quando as dores, disinteria e vômitos aumentaram procurei de forma emergencial a Dra Catarina no Hospital da Luz que me solicitou novos exames, dentre eles uma Colonoscopia com sedação que precisava de autorização por parte da Victoria para realização - essa colonoscopia foi aprovada e acabou por nao ser realizada por motivos pessoais. Qual foi a minha surpresa quando mesmo após terem aprovado o exame ( que se por acaso se tratasse de doença preexistente não seria aprovado) a Victoria me enviou a cobrança por motivo de doença preexistente referente a consulta médica que originou o exame. Percebem a grande contradição?Quando da receção da carta, liguei ao apoio cliente para pedir esclarecimentos e a agente Sra Luzia Pinto me disse primeiramente que a cobrança se dava porque os sintomas haviam começado antes da minha inclusão no seguro, quando disse que começaram em agosto e minha apólice teve inicio em julho a Sra. Luzia disse, em contradição, que a cobrança se dava ao fato de eu ter utilizado o seguro antes de completar 12 meses de sua contratação, e ainda confirmou que uma vez contratado o seguro eu não devia te-lo usado antes de completar 1 ano. Tal informação não só é falsa e mentirosa (a atendente claramente apenas queria desligar a chamada) como não tem o menor cabimento. Por fim, deixo minha decepção e descontentamento com a Victoria Seguros, certamente eu esperava mais de uma empresa tão grande e com parceria com um banco gigante com o BNP Paribas.Informo desde já que dada a falta de embasamento para a cobrança eu não irei realizar o pagamento e que a Victória não tomando as devidas ações será acionado a Deco Proteste e se preciso for seguirei com execução de processo. No aguardo do vosso contacto. Com os melhores cumprimentos

Resolvida
J. C.
15/12/2020

Cancelamento da apólice, após pagamento de sinistro

Assunto: Cancelamento da Apolice, cancelamento de sinistroNIF:297405853Exmos. Senhores,Apos dar entrada sinistro, pagado o valor da franquia e ter se passado 12 dias que entreguei meu aparelho para que fosse reparado pela segurado. Entrei em contacto com o serviço de atendimento ao segurado para ter uma previa de quando iria devolver meu aparelho, fui comunicada que minha apolice havia sido cancelada por falta de pagamento e que meu aparelho não seria reparado. O que ocorre é que, apenas consegui dar entrada no sinistro com os pagamentos em dia, como consta no emails enviado ao departamento de reclamações da empresa, por que havia uma demora para constatarem esse pagamento, no qual enviei o comprovante do pagamento, mesmo com o comprovante somente me confirmaram quando o sistema acusou o recebimento, seguindo foi me enviado uma referencia para pagamento da franquia no qual também foi pago, e só após constatarem o pagamento, pude deixar meu aparelho para a reparação. Deixei meu aparelho na Loja da MEO, no shopping Mira Maia, no dia 03/12/2020, no qual me foi entregue um documento de reparação que consta que a data inicial da garantia e orçamento aceito. No entanto, telefonema fui informada que minha apolice havia sido cancelada no dia 10/12/2020, ou seja após eu já ter pago a franquia, ter comunicado o sinistro e ter entregue meu aparelho. Devido meu pagamento ter data divergente ao pagamento do seguro, o mesmo é pago em atraso, mas o que me consta é que eu estaria com apenas um pagamento em atraso, no qual já esta o dinheiro disponível em conta, e poderiam fazer a segunda tentativa de pagamento, como ocorre todos os meses.Vejo, que a CHUBB, não me comunicou nada e só porque accionei o sinistro, estão me tirando o direito de usufruir do meu contrato.Já enviei um email reclamando da situação, e o retorno que obtive é que me devolveriam o valor da franquia, e o que quero é a reparação do aparelho.

Encerrada
A. M.
12/12/2020

Cobrança Indevida e Divulgação de Informação Confidencial

Exmos. Senhores,Após ter sido interpelada para proceder ao pagamento da fatura n.º15298605, emitida pela empresa Intrum Portugal, LDA ao serviço da MEO - Serviço de Comunicação e Multimédia, S.A., no valor de €62,04, constatei que se encontram faturados consumos efetuados há mais de 6 meses.Como tal, esses consumos encontram-se prescritos, em conformidade com o disposto no art. 10º nº 1 da Lei dos Serviços Públicos Essenciais.Assim, serve a presente missiva para me opor ao pagamento do valor supra referido, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais.Aguardo resposta por escrito e anulação dos valores prescritos, no prazo máximo de 8 dias.Gostaria também de receber um esclarecimento sobre a venda e/ou cedência, da empresa MEO-SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA,S.A à empresa INTRUM PORTUGAL, LDA, dos meus dados pessoais confidenciais. Relembro que não dei qualquer autorização para divulgação dos meus dados pessoais.Com os melhores cumprimentos,Alexandra Martins

Resolvida
F. S.
12/12/2020

Activo bank contas pendentes sem autorizações

Eu esqueci o telemóvel em casa fui trabalhar aí meu filho menor de idade pegou e fez compras de Dimas Oline no Google play o banco comeu meu dinheiro que estava lá e ainda autorizou um crédito pendente sem a minha permissão só por que minha conta e salário para eles cobrar quando o dinheiro cair na conta eles agiu de mar fé ainda me colocou em saldo negativado por conta própria quando fui fazer compras no cartão passei um constrangimento pois não tinha saldo o banco me negativou estou super chateado .

Resolvida
V. L.
12/12/2020

Encerramento de conta Monese sem aviso prévio

Decidimos encerrar a sua conta foi o E-Mail de Monese ... e a conta de salário fui bloqueada SEM uma explicação (dificultando a tomada de acções legais ou Alternative Dispute Resolution (ADR), aka UK Financial Ombudsman).Os extractos de conta Monese recusa fornecer (como o acesso a App fui cancellado nao posso baixar los) - uma violação do GDPR, onde os bancos devem partilhar quaisquer dados armazenados, também dados, que tenham resultado no cancelamento imediato da conta.Afectado é também a minha subscrição Deco Proteste, porque Monese cancelou todos os meus débitos directos e algumas empresas já me cobraram uma penalização. Felizmente, o meu empregador português conseguiu evitar o pagamento do meu salário à conta Monese.Eles ofereceram-se para reembolsar meus saldos, até hoje não recebi nada.Mencionaram um processo de reclamação, também sem resposta, e a reclamação junto com o UK Financial Obudsman - mas como reclamar se Monese se recusa a compartilhar a razão concreta e não fornece a carta de impasse legalmente exigida?Esta é uma estratégia ilegal utilizada por Monese apenas para impedir os clientes de tomarem medidas legais ou a Alternative Dispute Resolution (ADR), direito dos consumidores na legislacao Communidade Europeia.Compreendo que a administração Monese possa querer fechar contas não lucrativas, mas deve avisar os clientes (de acordo com o contrato de 2 meses).Afectado é também a minha subscrição Deco Proteste, porque Monese cancelou também todos os meus débitos directos e algumas empresas já me cobraram uma penalização.

Resolvida

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