Reclamações públicas

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P. C.
16/02/2022

Pedido de acordo de pagamento

Boa tarde, Já tentei entrar em contacto com a credora inúmeras vezes sem sucesso, já estou em dívida com algumas prestações do cartao universo, pois fiquei sem possibilidade de efetuar o pagamento do mesmo devido ao facto de ter saído da casa onde vivia e de ter arrendado uma casa com um valor de renda de 500 euros mensais, o valor que me resta do meu ordenado e inferior ao valor da prestação mensal, no entanto tenho estado a pagar mensalmente por iniciativa própria entre os 30 e os 50 euros mensais pois é o valor que consigo pagar mensalmente sem deixar mais nada em atraso. Peço por favor que me façam um acordo de pagamento de no máximo 50 euros mensais para que eu consiga pagar o que está em dívida e para que não me endivide mais para que não venha a ter o ordenado penhorado pois assim a Minsk situação piora e não sei o que fazer a minha vida, sou sozinha não tenho qualquer familiar que me ajude nem ninguém. Não quero deixar de pagar não tenho intenções de ter dívidas apenas quero uma ajuda no valor das prestações para que sejam menores e para que eu consiga pagar mensalmente um valor aceitável.

Encerrada

Acidente de Trabalho

O meu nome é P. e sou marítimo/pescador profissional.Venho por este meio comunicar a V. Exas que sofri um acidente de trabalho no dia 29 de Dezembro de 2021 e que, até à presente data, 14 de Fevereiro de 2022, não recebi da companhia de seguros (acidentes de trabalho) da minha entidade patronal, a FIDELIDADE SEGUROS SA, qualquer equiparação salarial ou reembolso de despesas (consultas médicas, exames médicos, despesas farmacêuticas, despesas de alimentação, despesas de apoio a familiares, despesas de deslocação, despesas relativas a este processo e outros). Neste contexto, a FIDELIDADE não tem vindo a respeitar o disposto nos artigos 283º e 284º do Código de Trabalho – Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro e Lei nº 98/2009, de 4 de Setembro, que dispõem sobre o direito à reparação dos danos devido a acidentes de trabalho.Esta violação dos meus direitos enquanto trabalhador afeta não só a minha integridade físico-psíquica, como o estado emocional da minha família mais próxima, enquanto estou simultaneamente obrigado a recorrer a apoio social para colmatar as despesas que conferem a dignidade, o direito económico, o direito social e cultural, o respeito, a autoestima e o livre desenvolvimento da minha personalidade, inegável a qualquer trabalhador/a ou a qualquer ser humano, como disposto no artigo 22º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 217 A III) em 10 de dezembro de 1948.Imperiosamente estou também vinculado à solicitação de apoio jurídico visando conseguir a solução efetiva contra este ato que viola os meus direitos fundamentais reconhecidos pelo artigo 20º da nossa Constituição e paralelamente postergando o Artigo 8º da ante referida Declaração.Não ligo o aquecedor, uso micro-ondas para poupar gás, ando a pé em vez de usar o carro, ando de um lado para o outro sem chegar a lado nenhum. Tive um acidente. Resta-me aceitar, recuperar, gerir e progredir. Toda a ajuda, objetiva ou suposta, é bem-vinda nos momentos de infortúnio. Tenho tido, felizmente, a ajuda de familiares, amigos e profissionais de saúde. Só não tenhosido assistido pela instituição responsável pelos acidentes de trabalho sofridos, desde que, em 1913, foi reconhecido em Portugal, a obrigatoriedade das entidades empregadoras repararem as consequências dos mesmos relativamente aos trabalhadores/as ao seu serviço.Calendarização e deslocações para efetivação de consultas, exames, agendamentos, serviços, recibos, telefonemas (que nos levam à loucura apesar de serem chamadas de linhas de apoio), salas de espera, tickets, atestados de presença, solicitação de autorizações de tratamentos (fisioterapia), prescrição e compra de medicação, comunicações, digitalizações, fotocópias e outros. Noites sem dormir causadas pelas dores e pela ansiedade causada por todo esta nova realidade kafkiana. Indispensabilidade compulsiva de compartimentalização e organização do passado, do presente, mas sobretudo, física e mentalmente, do futuro.Este infortúnio acidente causou-me dolorosos danos corporais, como dores na coluna azarada por esta vicissitude. Pessoalmente, estes foram suportavelmente infernais perante a magnitude emocional infligida aos meus familiares, o que faz cair por terra qualquer liberdade de espírito para quem seja forçado a lidar com esta sensação de impotência.Para um marítimo que trabalha na área marítimo-turística na época alta, perder um emprego na pesca na época de inverno, num Algarve que maioritariamente oferece trabalho durante o verão, é, na falta de outras palavras, uma desdita. Agora, se “Quem estiver obrigado a reparar um dano deve reconstituir a situação que existiria, se não se tivesse verificado o evento que obriga à reparação” (Princípio geral do Artigo 562º Código Civil Português), qual a razão porque até há data não obtive algum acesso aos meus direitos? Por que é que só tive uma consulta para avaliação de danos corporais no dia 2 de fevereiro, mais de um mês após o acidente? Porquê?Não falhei, nem quebrarei, perante tal injustiça. Disse Platão: “Existem três tipos de homens. Os vivos, os mortos, e os que andam no mar”.Tenho passado os últimos cinco ou seis períodos de inverno a viver de magros subsídios de desemprego, a enviar centenas de currículos como posso atestar através do IEFP, e obrigado, sob pena de perder o precário provento, a frequentar cursos e formações que nada têm a ver com a minha profissão de marítimo. Desta vez eu andava no mar, trabalhinho bom para quem aprecia a borrasca salgada, embarcado, à pesca, exercendo estatisticamente a profissão mais perigosa do mundo, e fui sofrer um acidente, de carro, em terra. Mas esta denúncia não é sobre a vida, a sorte, ou a morte, é pelo ato abjeto, inescrupuloso, de má-fé, em tornar o alheio azar em sádicos modos de vida.Obrigado a todos. Obrigado DECO. “A política tem sido a arte de obter a paz por meio da injustiça.”- Agostinho da Silva

Encerrada
A. F.
13/02/2022

Atraso ou ausencia de carta verde

Venho por este meio reclamar da vossa seguradora pois deixou de enviar a Carta Verde por correio, desde há um ano. Contatei o apoio ao cliente a informar dessa situação, tendo sido informado pelo operador que seria algo temporário e que não voltaria a acontecer. No entanto a situação voltou a repetir-se, tendo inclusive sido advertido pela autoridade que não tinha uma carta verde válida no período de férias, tendo sido obrigado a solicitar essa mesma carta verde por mail e gasto internet e o valor de impressão para poder ter o veiculo legal . Voltei a contatar o apoio ao cliente esta semana por esse motivo, dado que nunca mais recebi uma carta verde, e fui informado pelo operador Jose Santos e pela Supervisora Cristina Carvalho que a seguradora não tem qualquer obrigatoriedade de remeter a carta verde, no entanto a mesma é cobrada trimestralmente nos recibos de pagamento. Solicito a devolução dos valores cobrados indevidamente e que passe a receber a carta verde juntamente com o recibo que me enviam em papel todos os meses. Quero de igual forma apresentar reclamação do Operador José Santos que me desligou a chamada e não retornou, tendo eu de contatar novamente e explicar tudo novamente a outro operador.

Encerrada
I. C.
13/02/2022

Pagamento de comissões de um cartão de crédito nunca utilizado

Boa tarde,Venho por este meio apresentar queixa contra o Unibanco. Hoje recebi no meu e-mail um extrato de uma conta que supostamente abri naquela instituição, relativa à utilização de um cartão de crédito. Neste caso, pedem-me o valor de 10,40€ por inatividade do cartão.Ora, em primeiro lugar, não me lembro de ter celebrado qualquer contrato com o Unibanco. Tenho a certeza que nunca assinei qualquer documento. Em segundo lugar, se o fiz foi há vários anos, através de contacto telefónico, e porque a pessoa que me contactou me explicou que, não usando o cartão, não pagaria qualquer valor. Além disso, nunca recebi nem usei qualquer cartão dessa instituição bancária, pelo que não vou proceder ao pagamento do valor pedido.Procurei no meu e-mail o envio de algum documento, por parte do banco, que tivesse o contrato, mas não tenho nada disso. Mais, se recebi algum documento da parte do banco, para assinar e devolver, caso estivesse interessada em ativar o cartão de crédito, não o fiz e, portanto, não há nada que me ligue a essa instituição. Neste momento quero ver esta situação resolvida, uma vez que não tenho o mínimo interesse em manter contacto com esta instituição bancária. Mais, se houver alguma conta ativa em meu nome, deverá ser imediatamente cancelada. Considero, pois, que agiram de má fé contra mim.Espero que a situação seja resolvida o mais rapidamente possívelCom os melhores cumprimentos,Isabel Carvalho

Resolvida
N. S.
11/02/2022

800€ na conta e fecharam me permanente sem motivo

Fiz uma transferencia de 800 Euros da casa de Apostas 22Bet.Onde depois para mexer na conta foi me exigido documentacao da morada e autenticaçao da identidade.Depois de inumeras tentativas de envio os documentos da morada.a conta foi me encerrada permanentemente com 800 Euros na Conta.Quero recuperar esse valor.SKRILL MAIOR FRAUDE

Encerrada
D. S.
11/02/2022

Problemas com a penhora da Reform

Venho por este meio, reclamar o que eu penso que é uma fraude desta empresa.Decorria já há vários meses penhora da minha pensão, sobre uma divida no valor de 4128,98 €.No dia 03-02-2022, recebi um Notificação da Agente de Execução - Cláudia Rodrigues, dizendo que a minha divida nesta data tinha passado para 74 793,76 €.

Encerrada
H. B.
11/02/2022

Seguro Danos Próprios

Exmos. Senhores,Há limites para tudo e esta situação já ultrapassou todos os admissíveis.A 23/12/2021, a viatura foi deixada na Oficina (Santogal – Mazda) para peritagem.No mesmo dia, o responsável da Oficina, Roberto Roquete, comunicou-me que já tinha transmitido ao Perito o valor estimado de reparação e que apenas lhe faltava verificar se haveria algum problema adicional a nível de mecânica, nomeadamente direcçãoInformou-me que, em conversa com o perito, dado o valor se encontrar próximo do limite para que não fosse considerada a perda, o informou que a oficina estaria disponível para fazer um desconto de modo a acomodar o valor.No dia seguinte, confirmou-me que não havia qualquer alteração no orçamento e que já tinha transmitido ao perito a mesma informação e o valor da reparação: 3.443,23 € (já com IVA) (em anexo)Só 3 semanas depois recebo a 1ª informação da Seguradora, em 2 emails seguidos e, aparentemente, contraditórios (em anexo).Na primeira comunicação, como justificação para não reparação, é indicado um valor de reparação de 4.578,12 € cuja origem, até hoje, ninguém conhece. Presume-se que tenha sido fornecido pelo Perito, mas com base em quê?Na segunda comunicação, a companhia afirma assumir a responsabilidade pela «regularização dos danos no seu veículo através da cobertura Choque Colisão Capotamento»Em que é que ficamos? No espaço de 8 minutos, a Companhia passa de afirmar que «a estimativa de reparação [baseada em dados falsos] se torna extremamente onerosa» e de propor liquidar uma determinada quantia, para a assunção da responsabilidade pela reparação.Questionada a gestora do processo sobre a discrepância entre o orçamento da Oficina e aquele transmitido pelo Perito, que destrói totalmente o argumento para não reparação, e a qualificação como perda parcial, continuo a aguardar respostaA 28 de Janeiro, perante o aviso da Oficina que começaria a cobrar o estacionamento a partir dessa data (57,00 € + IVA / dia), e dado que a viatura não se pode movimentar, foi rebocada, encontrando-se desde essa data ao ar livre.Note-se que entre a peritagem e a 1ª comunicação se passaram 3 semanas, que após a comunicação à Companhia do valor certo do Orçamento já decorreram 3 semanas, e que, à data de hoje, já me encontro privado do uso da sem viatura há 7 semanas!!!!Chamo ainda a atenção para o facto que, de acordo com os cálculos enviados pela Seguradora: 3.172,13 € + 250,00 € (franquia) = 3.422,13 €, que é praticamente o valor de reparação indicado pela Oficina (3.433,23 €), ou seja, uma diferença de 11,10 € que, de acordo com as primeiras informações da Oficina, poderia ser facilmente acomodada com um desconto mínimo.Necessito da viatura para as minhas deslocações e, a partir da próxima semana, para me deslocar a Setúbal para dar aulas do 2º semestre no Instituto Politécnico de Setúbal. Tendo em consideração o exposto, venho por este meio comunicar que:Está a ser apresentada uma denúncia junto da ASF e da DECOIrei solicitar uma compensação monetária por todo o período em que, por motivos a que sou totalmente alheio, e da única e exclusiva responsabilidade da Seguradora, me vi privado do uso da minha viatura

Resolvida

Pressão psicológica e ameaças

Bom dia , venho por este meio fazer uma queixa da minha financeira estou, constantemente a receber ameaças e pressão psicológica se atrasar a prestação nem que seja dias, fazem chamadas , mensagens e e-mails tanto para mim como, para o fiador. Isto já decorre alguns meses , houve meses que tive de atrasar e eles recusaram sempre em fazer qualquer acordo comigo , só diziam que eu tinha de pagar que já tinha esgotado todos os acordos com eles , quando o único acordo que foi feito foi, derivado á pandemia uma carência de 6 meses ao qual pagava somente o juros e me disseram que não tinham aderido a nada de acordos por causa da pandemia.É uma financeira ao qual estão sempre a mudar-me de gestor de contrato e nem me avisam e não passam qualquer informação de uns para os outros de alguma coisa que eu peça ou mude. O mais grave ainda foi este mês de Janeiro de 2022 que fiquei desempregada e tenho a prestação a sair ao dia 11 de cada mês , recebo o subsidio desemprego ao dia 28 de cada mês , como não paguei no dia 11 mandaram, uma mensagem com entidade e referência para pagar ate dia 26/01/2022, nesse mesmo dia eu paguei , mas como tal recebi uma mensagem de um numero já diferente novamente a dizer: (BBVA Consumer finance: A partir de hoje esgotamos todas as tentativas de resolução amigável do processo BBVA consumer finance.Iremos proceder a uma visita presencial na morada contrato. para mais info:226055400Iremos proceder a uma visita presencial na morada do contrato). Isto foi tudo dito na mensagem frisando várias vezes a visita á morada , quando eu nem sequer tenho nada em atraso e estou constantemente com estas ameaças , estou cansada psicologicamente desta financeira . Gostaria de saber o que posso fazer , e que fizessem alguma coisa em relação a este assunto . Aguardo resposta.Com os melhores cumprimentos

Resolvida
J. G.
10/02/2022

Problema com contrato de leasing

Venho por este meio comunicar a V Exas. queValores indevidos relativos a comissões de recuperação e juros de mora foram debitados da minha conta sob o pretexto que tinha prestações em atraso... o que é falso.A credibom não fez a devolução dos montantes e continua a debitar um pequeno valor mensal relativo a juros de mora.Já contactei a Credibom via Telefone e o assunto não ficou resolvido, a funcionária Petra Victor assumiu um compromisso de honra em como me iria ligar com mais informações e nunca recebi qualquer contacto telefónico. Enviei vários emails sem obter qualquer resposta.

Encerrada
D. C.
09/02/2022

Pagamento sem fatura

Fui sócia do ginásio Kalorias Braga em 2019 e por causa da pandemia encerrei o contrato, tudo correu dentro da normalidade. Em 2020, inscrevi-me novamente neste ginásio. Desde então, os pagamentos quinzenais ao ginásio que deveriam ser debitados na minha conta não eram efetuados, e sempre que me dirigi ao balcão do ginásio me dizem que dá um erro e que não sabem qual é. Andei assim durante meses onde recebia mensagens do ginásio a dizer que estava em falta o pagamento e eu dirigia-me ao ginásio e pagava ao balcão. No último pagamento que fiz foi em outubro, porque devido ao agravamento da pandemia não me sinti segura em frequentar o ginásio. Não me opus a pagar a mensalidade, o problema de comunicação entre o banco e o ginásio é que fez com que o processo de pagamento não fosse realizado. A 27 de Janeiro, recebo um contacto da empresa FACILIS- Gestor de Cobranças através de uma mensagem com um valor que tinha de pagar. Ligaram-me e disseram que tinha até dia 2 de Janeiro para pagar e enviaram-e uma referência multibanco por mensagem.Paguei prontamente este valor, e desde então, apesar dos meus contactos para me enviarem a fatura, ainda não a recebi. No último contacto que fiz a senhora da FACILIS diz-me ao telefone Não lhe passo a fatura porque não a tenho. E com isto já se passaram 7 dias desde o pagamento e nem sinal da fatura do valor que paguei.Dirigi-me ao ginásio, onde exigi a fatura detalhada do que tinha pago, e o ginásio nem tinham conhecimento das mensalidades que eu tinha pago, e disseram-me que iam entrar em contacto com a empresa FACILIS. Até ao dia de hoje ainda não recebi nada. Continuo aguardar a fatura do valor que paguei, sem saber ainda em concreto a que corresponde o valor que me exigiram.Cumprimentos,Daniela Campos

Resolvida

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