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Opel Insignia - Motor Partido aos 117800 Kms
Comprei um veículo novo um Opel Insígnia Sport Tourer 2.0 CDTI 160cv no concessionário Opel STA de Torres Vedras onde fez as duas primeiras revisões, a terceira na AutoIndustrial da Malveira e a quarta e restantes na Sofrapa Odivelas, óleos, filtros e todos os materiais de desgaste sempre colocados na marca e nunca foi deixada noutra oficina de mecânica.O veiculo com 117800 kilometros, ou seja, com 5 anos, 11 meses e 21 dias entra em oficina (reparador autorizado OPEL Sofrapa em Odivelas) no dia 21 Julho 2017 as 19h00 conforme declaração emitida com uma batida anormal no motor e no dia 24 Julho 2017 conforme declaração emitida foi diagnosticado que a cambota e a bielas estão gripadas, isto é, está num processo inicial de o motor do veículo agarrar e consecutivamente partir, caso o sucedido acontece-se em andamento nem quero imaginar os perigos para mim e para o meu filho de 10 meses de idade que viaja diariamente comigo. Questionei à oficina como é possível se o veículo está a fazer 6 anos, tem 117800 kilometros que em média não chega aos 20000 kilometros anos e sempre foi assistido nos reparadores autorizados Opel alem de que a última revisão feita em Dezembro 2016 a cerca de 6 meses foi efectuada troca de óleo e nada foi detectado. A oficina indicou que o serviço deles estava feito e que ia dar início ao processo de pedido de responsabilidade e parecer à OPEL Portugal, iria juntar a digitalização do livro de revisões do veículo, o orçamento de reparação assim como as declarações de avaria.Passados 7 dias de o veiculo estar imobilizado na Sofrapa e não ter sido cedido um veiculo de cortesia por parte da Sofrapa ou Opel de Portugal, foi dada a indicação que a Opel assumiu 50% do valor da reparação pois era o máximo que poderia acontecer e caso pretendem-se que o problema ficasse resolvido teria que assumir o restante valor. Ora estando sem veiculo há duas semanas e sem possibilidade de aguardar mais pedi a reparação do veiculo.Ao levantar o veiculo no dia 10-08-2017 fiz o pagamento de uma reparação de motor novo no valor de 2662.53 €.Só posso concluir que existiu um defeito de fabrico no motor do veiculo Opel Insígnia de quadro nº WOLGT8EM9B1149535 originando a que a cambota e bielas estivessem ao inicio de gripar por mau funcionamento interno do motor, ou o tipo de óleo usados nas revisões por parte da marca OPEL que danifica o mesmo, ou seja, alheio à minha pessoa.Após andar com o veiculo durante três dias foi detectado uma avaria no pedal de embraiagem que foi causado pela reparação do problema do motor, o pedal ficava preso no fundo e tinha que ser colocado para cima manualmente, desloquei-me mais uma vez à Sofrapa e o responsável de oficina levou o carro para o elevador e segundo ele sangrou o sistema todo e que o problema não voltaria a suceder, a verdade é que após 5 kilometros o mesmo aconteceu, retornei à oficina e o repetiram o processo, o problema manteve-se e após o feriado de 15 de Agosto fui deixar o veiculo mais uma vez à Sofrapa e ficou dois dias para testes e indicaram que não foi detectado qualquer anomalia, verificando assim que peguei no veiculo que o problema consistia desloquei-me a outro concessionário Opel para obter uma segunda opinião e ai comprovou-se que para começar a resolver o problema tinha que ser substituído a bomba do pedal de embraiagem, voltei novamente à Sofrapa apresentando relatório e ai ao fim de existir e indicar que iria apresentar reclamação foi dada a indicação para lá deixar o veiculo que por cortesia ia trocar a bomba do pedal e se o problema se mantivesse que teria que se partir para o sistema de embraiagem.Ao fim de 4 dias úteis entregaram o veiculo e ao testar o mesmo verifiquei que o problema se mantinha, dei essa indicação ao chefe de oficina que alegou não poder fazer mais nada e que se quisesse que a avaria fosse verificada e resolvida teria que suportar todos os custos.Contactei a Opel Portugal e após 10 dias de analise indicou a mesma resposta que a Oficina.Resumindo comprei um veiculo novo que custou 37 000 €, sempre foi assistido nos concessionários autorizados Opel com uma manutenção anual a rondar os 1000€ e aos 117 000 kilometros necessitou de um motor novo que tive que pagar 50% além de ter ficado com um problema na embraiagem que o veiculo não dá segurança em viagem e pode vir a dar mais despesa.Todo este processo foi acompanhado pela Opel Portugal, além de ter enviado para a Opel na Alemanha e não ter obtido qualquer resposta esclarecedora.Tenho em minha pose todas as faturas, relatório/diagnósticos e videos do problema do pedal de embraiagem.
o problema de ganhar dinheiro
Pedi sapatos sem site SPARTOO.PTDepois de alguns dias eles excluem o meu pedido. A trabalhadora Adriana escreve que o dinheiro será devolvido em breve. Mas eu não os tenho até agora. Passou cerca de duas semanas da ordem. Adriana não responde minhas cartas.
Má assistência e danos no carro após manutenção
Após ter comprado um Volvo V40, matrícula 49-RS-54, neste stand no inicio do ano existiram dois problemas que considero lesarem-me bastante enquanto consumidor e que demonstram a maneira como esta empresa lida com os seus clientes.- O problema principal foi, após ter deixado o carro para manutenção nesta oficina e, qual o meu espanto quando vou levantar o carro o encontro que o mesmo estava extremamente riscado, esfolado e amolgado no capot do motor e na zona lateral do mesmo. Para além de todo o transtorno pessoal e profissional que me causaram ao não terem sequer tido a honestidade de, ao me informarem que o carro estava pronto, me terem informado que o mesmo tinha sido danificado (talvez tentado que eu o levantasse e não pudesse argumentar que os danos tinham sido causados por eles) ainda mostraram um espanto hoje de manhã, na segunda vez que lá fui, e me disseram que iam tentar arranjar aquilo sem me informarem qual foi a causa dos danos e qual a solução que vão tomar.- Um outro problema que demonstra como fui tratado como cliente neste estabelecimento foi o de que durante o período de Fevereiro até final de Agosto (!), após múltiplos pedidos do documento único do carro me garantiam que o pedido estava feito e o simulavam repetir (mesmo eu activamente o fosse fazendo ao longo destes meses). Finalmente em Setembro foi pedida uma segunda via, graças a um outro interveniente que verificou que nunca tinha sido feito o pedido inicialmente o que me deixou deveras com um sentimento de andar a ser ludibriado durante todas as vezes que me apresentei repetindo o pedido durante meses. A atitude totalmente paternalista e pouco profissional como desde a compra até este incidente deixa-me efectivamente excessivamente desagradado e queria deixar um aviso para futuros clientes.
Problema com umas sapatilhas
Em 9/04 adquiri umas sapatilhas para oferta de Pascoa.Após 3 semanas de uso, elas simplesmente abriram buraco na sola. Pelo que em 28/05 levei-as á loja para apresentar o meu espanto. Como não obtive qualquer resposta,voltei lá e escrevi no livro de reclamações, enviei a minha cópia por correio, mas até agora nada...Gostava que me ajudassem a saber como proceder.
Envio de documentação
Pretendo cancelar a subscrição do número de telemóvel 927580770, o terceiro cartão adicionado ao pacote M4O Plus.Os serviços de clientes empresas enviam o modelo Mod.C/1001783, modelo que é para alterar o serviço referente a este cartão para pré-gago em vez de cancelar o cartão. Adiante, ao tentar enviar o modelo para o email designado pela MEO, devolucaodoc@telecom.pt, o mail é sempre rejeitado porque a caixa está cheia.Como a caixa está cheia, a MEO nem anula o cartão, nem altera o serviço para pré-pago.Estarão de má fé?!...
Pagamento de saldo em divida
Exmo. Sr.,Sou membro da Netsonda desde 2008, e participei sempre com regularidade nos inquéritos Netsonda de forma bastante leal.Em 06 de dezembro de 2016, fiz o pedido de saldo, ao qual me foi proposto pela pag. Netsonda a ADESÃO AO PROGRAMA EXTENSÃO DO SALDO COM BÓNUS e que eu aderi.A 5 de agosto de 2017, após ter feito alguns inquéritos Internacionais e recomendar alguns amigos, fiz novamente o pedido de saldo, uma vez que estava em situação de o solicitar. Em 15 de Setembro perguntei à Netsonda quando me era pago os 55€ que havia pedido em 5 de agosto de 2017, ao que me foi respondido que existem contas fraudulentas recomendadas por mim.Ora estou a solicitar o saldo dos meus inquéritos desde 2014, e não posso responder pelas outras contas que nada tenho a ver com o que cada pessoa faz e que até ao dia 17 de Outubro a minha conta esteve ativa, tendo eu feito o ultimo inquérito Internacional a 15 de outubro de 2017. Se a Netsonda pretendia cancelar a minha conta porque nunca me avisou antes, mas sim só após eu ter perguntado a 15 de Setembro quando era depositado o dinheiro no meu banco.
Impedimentos abusivos a desvinculação do contrato
Estou inscrita no ginásio Clube VII ha muitos anos. A minha inscrição no ginásio encontrava-se suspensa desde o passado mês de abril de 2017 ate 30 de setembro pagando as taxas de suspensão com pontos do ginásio (sistema de pontos do clube VII). Durante esse periodo suspendi a minha vinculação ao ginásio por nao disponer de tempo livre para practicar desporto (tenho dois filhos de menos de 3 anos e pouco tempo livre, alem de estar gravida, os primeiros 3 meses com gravidez de risco, e, nestes momentos, de 25 semanas) assim como por me encontrar fora de Portugal a maior parte do tempo (sou espanhola e paso grandes períodos em Espanha com a minha familia). Nessa altura optei pela suspensão e nao desvinculação do ginásio com a esperança de poder voltar depois dela a treinar mas na practica isso nao e possivel, ja no fim do segundo trimestre de gravidez, sem ter feito exercício nos últimos dos anos e com uma cesariana programada para o mês de janeiro, pelo que antes de finalizar o periodo de suspensão no dia 30 de setembro enviei um mail a minha gestora de sócios (Ilse Viana) a solicitar a minha desvinculação do contrato. Se eu tiver praticado desporto antes da gravidez poderia permanecer com a practica (contudo, com cuidados redobrados) mas, nestes momentos, quase a entrar no terceiro trimestre de gravidez, e tendo levado uma vida sedentária sem ter feito qualquer rotina de exercício em dois anos, nao e o momento de iniciar aulas de grupo ou qualquer rotina de exercício nova. Só poderia iniciar a practica de exercícios físicos muito leves e moderados como caminhada na passadeira (de inicio 15 minutos) ou hidroginástica. Não poderia fazer os exercícios que acostumava a fazer no ginasio ha 2 anos quando usufruía das suas instalações e aulas (correr e aulas de spinning, sobre tudo) e o objecto do contrato ficaria reduzido a usufruir de modalidades que nao gosto nada (hidroginástica) ou pelas quais ninguém pagaria a quota dum ginasio (caminhar menos de 30 minutos na passadeira, sendo que e melhor caminhar ao ar livre). Não podendo usufruir da grande maioria de actividades que oferece o ginasio nos próximos (mínimo, considerando a cesariana) 6 meses optei pela desvinculação do contrato e assim manifestei por escrito a minha vontade a minha gestora de sócios. A resposta do ginasio tem sido a de por travas no processo de desvinculação, solicitando um certificado medico conforme NAO posso fazer exercício nenhum sendo que esse nao e o ponto relevante (eu posso caminhar o que e considerado exercício mas nao posso usufruir da maior parte dos seus serviços ja que para practicar as actividades que acostumava a practicar ha 2 anos e a maior parte das que oferecem no ginasio e levam aos sócios a aderir ao mesmo sim precisaria de autorização medica). O ginasio nega-se a processar a minha desvinculação e pretende cobrar as mensalidades ate eu fornecer o tal certificado. A próxima marcação com a minha obstetra e so em novembro e acho um abuso eles exigir que eu marque de novo uma consulta com ela (100 euros paga) para pedir um papel que nao devia ser preciso para tramitar a desvinculação. Eu ja enviei ao Clube VII informação medica acreditativa da minha gravidez e isso devia ser prova suficiente para eles processar a minha desvinculação (uma gravida no segundo trimestre de gestação que tem levado uma vida inactiva durante os últimos 2 anos nao deveria ter problemas em tramitar a sua desvinculação do ginasio, sendo que nao vai poder usufruir do objecto do contrato durante um tempo significativo). Assim, tambem tenho solicitado copia do meu contrato de adhesao mas ignoram a minha peticao recusandose a enviar copia do mesmo o que acho um abuso da sua posição contractual.
Serviços não disponíveis
Ex. mos senhores, venho por este meio explicar a razão da minha queixa.1) o dia 3 de julho 2017 pedi para uma EDA de Gastroenterologia ao Hospital dos Capuchos em Lisboa, processo: 13031190Hoje é o dia 17 de outubro e ainda não recebi a carta de convocação, e a consulta de gastroenterologia era suposto ser o dia 20 de outubro.2) preciso de ter certificação das minhas faltas ao trabalho, e preciso marcar uma consulta com o meu medico de família. O que acontece? O serviço SNS 24 não pode marcar por minha conta porque não consegue ver as disponibilidades do Centro de Saúde de Lapa tento marcar ligando o número deles, o 21 393 12 50, e ninguém atende, ou a resposta com seleção pede para escolher uma opção mas não funciona, o menu não reencaminha a chamada.Quando uma pessoa está com febre ou qualquer outra doença, precisa resolver coisas dentro da sua casa, sem cansar-se em sair. Espero que tinham clara a situação, porque o Centro de Lapa é um dos melhores mas ainda não tem bastante informatização.
Dinheiro retido em máquinas de bilhética
Dia 04/10 ao carregar o zapping com 10 € na máquina 2 da estação de Algés a máquina ficou com a nota e não carregou cartão. Reclamei na bilheteira.O processo proposto foi inenarrável:- A funcionária quase reclamou comigo por não esperar ainda mais tempo em frente à máquina - pelos vistos às vezes devolve a nota. Se tiver sido o caso, alguém a levou por mim, das pessoas que estavam na fila atrás de mim.- A funcionária disse que a máquina era como o Multibanco só que não fala a dizer para recolhermos o dinheiro. Parece-me que faria toda a diferença, para esperar ainda mais tempo do que os 2 minutos que esperei.- A nota não estava no circuito até ao cofre pelo que ou já estava no cofre ou foi devolvida a alguém atrás de mim na fila.- Tive de preencher um impresso A4 com imensos dados. No fim, a funcionária disse-me que ia escrever um mail com aqueles dados para os serviços centrais analisarem. Se assim é porque fica o preenchimento do lado do cliente, fazendo-me perder tempo?- A decisão de reembolso dos 10€ tanto pode vir hoje como amanhã, nas palavras da senhora. E implica ir à mesma estação - não pode ser noutra. Ora a estação não fica nos locais que costumo frequentar, ainda desconheço se terei ou não direito ao reembolso.- Nesse mesmo dia apresentei reclamação no canal online da CP para o efeito. Pedi-lhes que fosse revista a forma como é gerido o processo de reembolso e que me indicassem por email ou telefone se tenho direito ao reembolso, pois a deslocação à estação para saber é algo inviável para mim.- Fiz nova reclamação dia 10/10, por falta de resposta e pedindo que me indicassem qual o SLA para resposta a reclamações.- Fiz nova reclamação hoje pois ainda não tenho qualquer resposta.Dia 04 acabei por ficar sem dinheiro para carregar o bilhete e desisti dos meus planos que me obrigavam a utilizar o comboio. A empresa não mostrou qualquer intenção de me resolver o problema e ainda atira para o cliente o ónus da sua resolução.
Cálculos de conversão do consumo em m3 para consumo em kWh
No passado dia 6 de Outubro recebi a fatura nº FT 0001/100152762 sobre a qual tenho dúvidas na forma de conversão dos m3 em kWh. Na página 2 são apresentados cálculos do consumo que convertem o consumo em m3 (dados pelo contador) em consumo em kWh com base num factor de conversão. Enquanto que este cálculo para a contagem efectiva não me apresenta quaisquer dúvidas pois multiplica o consumo de 14m3 pelo factor de conversão de 11,124657, ou seja 156 kWh (número arrendondado). Já na conversão do consumo estimado, que a Galp estima ser de 2m3, não entendo como se chega ao valor de 25 kWh uma vez que o factor de conversão aplicado é de 11,138226. Ou seja, multiplicando 2 por 11,138226 nunca em nenhuma circunstância se chega a 25. Mesmo arredondando para o número inteiro imediatamente seguinte teriamos no máximo 23 kWh e não 25 kWh pelo que gostaria que me clarificassem como se chega ao valor de 25 kWh uma vez que os dados da factura não são esclarecedores.Por último gostaria de referir que esta reclamação não é efectuada pelo valor em causa, pois trata-se de um valor relativamente baixo, mas sim por uma questão de princípio, pois os cálculos deveram sempre estar correctamente efectuados. Por outro lado, presumo que isto se trata de um erro informático pois a Galp esteve cerca de 2 meses sem apresentar facturas e sendo esta a 1ª factura com um novo layout, presumo que tenham alterado algo no sistema informático e que algo tenha falhado. A questão que se coloca é se situação idêntica ocorreu em outros clientes, que porventura possam não estar tão atentos a este tipo de detalhe.
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