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Material sem peças de substituição
Comprei uma Torneira de bancada cromada Delinia Fanny(Ref 82006982) e não consigo substituir o tubo flexível que faz de extensor, a marca alega que a torneira está descontinuada e que não consegue arranjar peças por essa razão, no entanto a mesma ainda se encontra no site disponivel para comprar: https://www.leroymerlin.pt/produtos/torneira-de-bancada-cromada-delinia-fanny-82006982.html Em nenhum lado dizem que é impossivel de comprar peças de substituição. Obtive esta informação na loja das Caldas da rainha com duas colaboradoras.
Placa de indução - Programa e-Lar
No dia 20 de novembro, adquiri uma placa de indução na Worten ao abrigo do programa E-lar, tendo pago o iva da placa e o serviço de instalação. Foi-me indicado que seria posteriormente contactada para agendamento da entrega do equipamento e instalação ( que seria feito tudo no mesmo dia, pela a equipa que iria instalar). Recebi posteriormente informação da empresa de instalação de que a mesma estaria agendada para 10 de dezembro. No próprio dia, fui contactada pela empresa de instalação a questionar se tinha recebido a placa, pois a empresa (que supostamente deveria ter o equipamento) nao o tinha na sua posse. Desde 10 de dezembro que tento resolver esta situação sem sucesso. Já contactei a Worten por duas vezes por telefone, desloquei-me a uma loja e enviei email, queixa no pedido de reclamação online. tendo-me sido sempre comunicado que a placa se encontra em processo de localização, sem qualquer solução concreta até ao momento. Posteriormente fiz queixa no livro de reclamações online, mas nao foi suficiente. O prazo máximo de 45 dias para instalação, previsto nas regras do programa E-lar, está prestes a ser ultrapassado (início de janeiro). Esta situação não me é imputável, pelo que considero inaceitável correr o risco de perder o vale E-lar devido ao extravio do equipamento. Solicito a resolução urgente da situação, nomeadamente através do envio de uma nova placa, garantindo o cumprimento dos prazos e os meus direitos enquanto consumidora.o
Anulo Do Pedido De Adesão Urgente
Exmos senhores... Ontem, dia 02-01-2026, fui abordada por um comercial da Unibanco. Este, abordou-me com simpatia a pedir-me uma "palavrinha". O comercial explicou-me que o intuito da conversa era me dar a conhecer o banco e as suas ofertas. Desde início, deixei claro que não gostava de me envolver com créditos e que não confiava. No entanto, e por falta de inteligência minha confesso, depois de muita explicação, o rapaz convenceu-me a que fosse preenchido um formulário para que o ajudasse em comissões. E assim, na minha boa fé e sem necessidade, forneci alguns dados sem pensar e sem ser avisada que estava a "assinar" uma adesão a um cartão de crédito. Quando me deparei com as críticas, liguei de imediato para a linha de apoio. No entanto, já passava do horário e mandaram-me contactar no dia seguinte. Mesmo estando á espera para contactar novamente, enviei um e-mail a pedir o anulo da adesão, antes mesmo de esta ser aceite. Deste modo, peço que me anulem urgentemente o meu pedido de adesão sem consentimento ( visto que utilizam o fornecimento do cartão de cidadão como assinatura de documentos). Destaco que ainda NÃO RECEBI NENHUM EMAIL DE CONFIRMAÇÃO DE ADESÃO E NEM 250€. NÃO RECEBI E NÃO QUERO. Resumidamente, peço que esta situação se resolva o mais rápido possível, pois sendo que está em análise ainda estou a tempo de resolver a situação... sempre destacando que NÃO ACEITEI NADA, NÃO ASSINEI NADA E NÃO FIZ NENHUM CRÉDITO. Se não se resolver, terei de tomar providências mais drásticas, ao qual espero que não seja necessário! Aguardo resposta urgente. Cumprimentos.
Burla de um valor altíssimo
Exmos. Senhores, no dia 31/12/2025 parei a bomba para abastecer e quando fui pagar por mbway deu não autorizado. Tentou novamente e mais uma vez não autorizado. Entrei de imediato no aplicativo do Activo Bank e havia uma transaçao no valor de 2.038,53€, que não foi feita por mim. Eu nunca realizei uma compra em um valor tão alto de uma vez só. Liguei de imediato ao banco. O cartão físico que se encontrava comigo, então, foi cancelado, mas encaminharam o caso para análise para a Visa. Prestei queixa a polícia e hoje dia 02/01/2026 liguei mais uma vez ao banco e nada foi esclarecido ainda. Tendo em vista que este é o dinheiro para eu pagar a minha renda e as contas do mês, e não o tenho. Fiz uma breve pesquisa pelo nome que aparece para mim na compra desse valor, e é um tipo de site como um Airbnb no continente africano, em Camarões. Isso obviamente é uma burla. E como o banco autoriza uma compra nesse valor? Acabei de ler uma reclamação de uma outra pessoa, que aconteceu algo semelhante e vou deixar aqui também, pois parece que ela tem conhecimentos de lei para tal. Exijo que essa situação seja resolvida o quanto antes. "Tal resposta é manifestamente inadequada e contrária à legislação portuguesa aplicável aos serviços de pagamento. 1. Enquadramento Legal O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e Moeda Eletrónica (RJSPME – DL n.º 91/2018) estabelece que: ➡ Art.º 115.º (Responsabilidade por operações não autorizadas) O prestador de serviços de pagamento deve reembolsar imediatamente o utilizador pelo montante de uma operação não autorizada, desde que comunicada sem atraso injustificado — o que ocorreu de forma inequívoca no meu caso, tendo informado o banco no próprio dia. ➡ Art.º 115.º, n.º 2 O utilizador não suporta quaisquer perdas resultantes de operações não autorizadas quando não tenha agido com negligência grave, situação claramente aplicável, uma vez que nunca autorizei, reconheci ou efetuei tal transação. ➡ Art.º 116.º (Reembolso imediato) O banco está legalmente obrigado a proceder ao reembolso imediato do valor indevido ou, no mínimo, à regularização provisória, enquanto decorre a investigação. ➡ Art.º 117.º (Segurança dos instrumentos de pagamento) O prestador de serviços de pagamento deve assegurar mecanismos de segurança adequados. Caso contrário, o risco da fraude não recai sobre o cliente, mas sim sobre a instituição. ➡ Orientações do Banco de Portugal O Banco de Portugal é claro ao determinar que, perante uma operação não autorizada: o banco deve proteger o consumidor, não pode transferir o risco para o cliente, e deve proceder ao reembolso provisório imediato enquanto aguarda decisão do operador (Visa). 2. Situação Atual Não reconheço a operação. Não conheço a entidade beneficiária. Sou a única titular e única pessoa com acesso ao cartão. O perfil transacional da minha conta evidencia claramente que não realizo compras de valores tão elevados, o que reforça a atipicidade da operação. O banco, apesar de notificado de imediato, não tomou as medidas de proteção previstas na lei. 3. Pedido Formal Face ao exposto, solicito: Reembolso imediato do montante de 2.038,53€, conforme previsto no art.º 115.º e 116.º do RJSPME. Caso o banco entenda que necessita de aguardar a decisão da VISA, que proceda desde já ao crédito provisório, conforme exigido pela lei e orientações do Banco de Portugal. Confirmação escrita das medidas adotadas, bem como do fecho da presente reclamação. Reitero que não existe qualquer fundamento legal para imputar ao cliente a responsabilidade por uma operação não autorizada, sobretudo quando comunicada imediatamente e quando há evidentes indícios de burla. Aguardo resposta formal e resolução célere, nos termos e prazos legalmente previstos."
Pedido não recebido mas dado como entregue
Boa noite, Fiz um pedido na glovo (de um sítio que nunca tinha pedido chamado FRANGUITOS) dia 1 de janeiro pós meia noite, pois queria celebrar com uns amigos meus presentes num bar. O pedido (engraçado foi em mbway uma das poucas vezes que uso mesmo para evitar estes casos) tinha data de entrega para 1 da manhã e alguma coisa, sai do bar com os meus amigos quando faltavam 3 minutos para a entrega, pois ,normalmente, quando diz que o entregador esta chegar, já conseguimos ouvir o veículo na proximidade, mas desta vez não,e, do nada o meu pedido foi dado como entregue e ficamos TDS a olhar uns para os outros abismados. Contactei o estabelecimento, disse para contactar a glovo, contactei a glovo e a mesma não fez absolutamente nada. "Vamos averiguar" - viram como entregue não quiseram mais saber se tinha provas de ter recebido o pedido ou não. Fiquei extremamente decepcionado, pois, a glovo já me tinha falhado antes várias vezes mas sempre compensou, mas desta vez passou todos os limites, burla, recusaram se a cooperar, até um dos meus amigos comentou que "deu uma reportagem sobre os entregadores usarem A.I. para fingir uma entrega nos USA que secalhar foi isso". Mas independentemente, venho por este meio solicitar o meu reembolso devido pois não foi oferecido outra opção. Deixo em anexo prints do pedido, a resposta muito útil da glovo, e felizmente os meus amigos se ofereceram para testemunhar a meu favor caso tenha que ir à PSP. Obg, Bom ano, João
Alteração de contrato ilegal sem informar ao cliente
Em Abril de 2025 fiz a alteração de Vodafone para MEO. Em loja me garantiram que seria possível posteriormente associar o serviço ao programa de parceria da Siemens, empresa em qual ao trabalho. Foi dito pelo colega da MEO de parcerias que essa informação era mentirosa e não poderia ser feito posteriormente. Foi me dito que o contrato deveria estar ativo a 6 meses para utilizar a loja e serviços de parcelamento (mesmo período que os concorrentes oferecem) Pois bem, fui hoje (janeiro/2026) a loja adquirir um novo telemóvel e me foi informado que recentemente foi alterado para 12 meses e não poderia realizar a compra. Bem, isso não foi o acordado quando a venda foi feita e eu adquiri o pacote MEO, em nenhum momento fui informado e não faz sentido uma mudança ser aplicada retroativamente dessa forma, o que denota um caráter ilegal e fraudulento da empresa. Estou extremamente insatisfeito com o serviço e o apoio ao cliente da MEO e me sinto profundamente lesado com as mentiras e enganacoes que a empresa pratica com o consumidor.
Débito direto efectuado com valor errado
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( 311706100). Face ao problema detetado, (débito directo de valor indevido de 453,31 € ) solicito o reembolso da quantia em causa. O respetivo débito foi efectuado após contactar o vosso departamento de facturação no dia 13/12/2025 onde foi verificado o erro no valor apresentado e corrigido para o valor de 76.03 € valor esse liquidado por transferência bancária no dia 1 /1/2026. No mesmo contacto foi pelo vosso operador cancelado o serviço de débito directo a fim de evitar esta situação. Foi-me também enviado um SMS para poder posteriormente reativar o débito directo não entendo como poderam fazer o respetivo débito visto não terem autorização para o mesmo. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos. Joaquim bacala
Pessimo serviço
Esta marca de janelas é de uma incompetência que não tem descrição. Tenho uma casa em obras no Montijo e solicitei orçamentos e tempos de montagem a diversas empresas. Esta não era a mais barata, mas foi a que disse que tinha o material pronto no menor prazo "cerca de 3 semanas, um mês". Perguntei explicitamente quanto tempo demorava a montagem - dia 5 de Novembro. Foi-me dito que dia 5 de Dezembro a fabricação estava terminada e iriam contactar-me para a montagem. Estamos a dia 2 de Janeiro e dizem agora que as janelas só poderão ser colocadas dia 9 ou 10 de Fevereiro! É surreal! De uma incompetência máxima. Tenho custos com a casa entretanto, a obra parada porque não podem finalizar sem as janelas. Não posso vender, nem arrendar entretanto e tudo porque me foi dada uma informação falsa. Péssimo serviço! Não recomendo de forma alguma. Irei dar seguimento ao caso para instancias judiciais, tendo em vista uma indemnização.
Falha de autocarro no dia da passagem de ano
Após um dia de trabalho e querer voltar para casa, para festejar o Ano Novo junto da família (como acredito ser perfeitamente normal e expectável), eis que o último autocarro do dia não aparece. Esta situação passou-se antes de ontem, dia 31 de dezembro de 2025, na linha 1410 no sentido Porto (Campanhã) - São João da Madeira. Assim como eu, outros tantos ficaram a pé no Porto na última noite do ano, sem maneira de regressar a casa. No dia 30 de dezembro, fiz questão de perguntar ao motorista se iria haver autocarro no dia seguinte à mesma hora, isto é, às 19h30 (algo que nem precisava fazer pois o único horário que tinha sido suprimido era o das 21h00, como podem ver na imagem em anexo - aviso que a UNIR afixou no Centro Coordenador de Transportes de São João da Madeira), tendo o mesmo confirmado o que já esperava: Sim, amanhã haverá autocarro às 19h30 para São João da Madeira. Pois bem, cheguei à paragem de autocarros 30 minutos antes da hora (Portanto, não. O autocarro não chegou/saiu antes da hora) e esperei. Esperei. Esperei e esperei: 19h30, 20h00, 20h30... e nada! Como era de esperar, nessa noite, as outras alternativas de transportes públicos estavam suprimidas ou condicionadas, não havendo muitas opções em aberto. E no dia seguinte, 1 de janeiro, os autocarros da UNIR não iriam circular por ser feriado. Eu e mais 3 outras pessoas que estavam à espera do 1410 juntámo-nos para chamar um UBER e dividir a despesa, mas também não tivemos sucesso. Pois sempre que solicitávamos uma viagem, a mesma era recusada pelos motoristas. Com isto, quero dizer que não acho normal toda esta situação. Decidirem não fazer o último horário num dia em que já por si é complicado deslocarmo-nos de transportes públicos, deixando pessoas a pé que dependem dos vossos serviços. É uma falta de consideração pelos passageiros que pagam todos os meses a mensalidade do passe/o vosso salário. Tudo para quê? Quando mais precisamos, a UNIR faz questão de deixar os seus passageiros ao deus-dará, não querendo saber das consequências que os seus atos trazem para a vida dos outros.
Encomenda Não Recebida
Exmos. Senhores, Em 23 de dezembro adquiri café, da marca Nespresso, pelo valor de 158,40euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 26 ou 29 de dezembro de 2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços, dia 29, dia 30, dia 31 de dezembro e dia 02 de janeiro, obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (BEM ADQUIRIDO), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
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