Reclamações públicas

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A. M.
02/11/2020

Alteração da data de pagamento

Venho por este meio demonstrar a minha profunda indignação com a vossa falta de respeito pelos vossos clientes.No dia 4/08/20 fui contactado por uma funcionaria vossa para alterar a data de pagamento para o dia 1 de cada mês situação que a vossa funcionaria me garantiu que estava resolvida e eu não precisava mais de me preocupar. Mas o que é certo e por vossa total incompetência continuam a tentar cobrar ao dia 28 e como a vossa funcionaria me garantiu que eu podia estar descansado , nem sempre ao dia 28 há dinheiro na conta e a vossa atitude de enviar o nome para o banco de Portugal por um erro que é vosso coloca em causa o meu direito ao credito em outras situações ou seja a vossa incompetência impediu o meu direito a ter uma conta-ordenado que o meu banco não autorizou por a vossa instituição ter enviado o meu nome para o banco de Portugal. O facto do meu direito a ter uma conta ordenado e que não me foi atribuída por vossa causa é de extrema gravidade.Por isso vou levar isto até às ultimas consequenciais uma vez que tenho provas que nunca ouve um atraso significativo que justificasse o envio do meu nome para o banco de Portugal com a agravante que foi a vossa funcionaria que alterou a data para o dia 1 e também tenho provas que todos os dia 1 a minha conta tinha saldo.Aguardo a resolução deste assunto pela vossa parte.Cumprimentos.André Martins

Resolvida
D. M.
02/11/2020

Bloqueio e Roube de fundos

Venho por este meio comunicar que fui lesada em cerca de 17000€ pela fintech Monese Ltd. Após domiciliar salário nesta fintech e tudo correr de forma normal até o último dia 28 de Outubro, subitamente a minha conta foi desativada e os meus fundos bloqueados sem qualquer aviso prévio ou justificação. Desde então que não respondem a emails, desativaram o chat de apoio, nem atendem o telefone. Um extrema falta de consideração, tendo em conta que se trata de um banco. Constantemente, vemos nas notícias os fortes investimentos feitos pelos mesmos em Lisboa em centros de apoio ao cliente, mas parece que são investimentos fantasma, à moda do qual já estamos habituados.

Resolvida
M. S.
31/10/2020

Violação da politica de proteção de dados e cobrança excessiva e coacção.

A proteção das pessoas singulares relativamente ao tratamento de dados pessoais é um direito fundamental. O consentimento do titular dos dados deverá ser dado mediante um ato positivo claro que indique uma manifestação de vontade livre, específica, informada e inequívoca de que o titular de dados consente no tratamento dos dados que lhe digam respeito. Em especial, as finalidades específicas do tratamento dos dados pessoais deverão ser explícitas e legítimas e ser determinadas aquando da recolha dos dados pessoais.Neste caso, venho por este meio alegar que a empresa Intrum Justitia, adquiriu de forma ilícita os meus dados, referentes ao contrato de credito n 163940, celebrado com a empresa FCA Capital, e por essa razão tem feito uso dos meus dados pessoais, bem como dos dados do meu fiador para fins de cobrança. Essa cobrança é feita de forma excessiva, com métodos de persuasão tais como contactar o local de trabalho do meu fiador. Este tipo de ação pode ter um impacto profissional, causar danos imateriais às pessoas singulares, danos para a reputação, a perda de confidêncialidade de dados pessoais protegidos por sigilo profissional ou qualquer outra desvantagem económica ou social significativa das pessoas singulares.A Lei dos actos próprios dos advogados e solicitadores, publicada em 2004, define como actos próprios o exercício do mandato judicial, a consulta jurídica, a elaboração de contratos, a preparação de negócios jurídicos e a negociação tendente à cobrança de dívidas, entre outras actividades. Fora destes actos próprios ficam as actividades legalmente regulamentadas, tais como as sociedades de factoring e empresas que adquiram créditos mediante a compra de dívida, actuando depois em nome próprio, como o Cobrador do Fraque ou o Intrum Justitia. Consequentemente, este tipo de serviços não podem ser prestados por quem não seja advogado. explica Luís Filipe Carvalho, ao DN.Ou seja a empresa Intrum Justitia não tem nenhum tipo de jurisdição para efetuar estas cobranças.O contrato de credito n 163940 prevê:17. Domicílio convencionado e comunicações entre as partes As comunicações referidas no contrato presumem-se válidas e eficazes se efetuadas para as moradas nele indicadas, em papel ou outro suporte duradouro, ficando a FCA desde já autorizada a comunicar com o Cliente qualquer assunto relacionado com o Contrato por via postal, telefone, e-mail ou SMS, bem como a proceder à gravação de chamadas para monitorização da qualidade no atendimento. 18. Cessão da posição contratual18.1 O Cliente autoriza a FCA a ceder a sua posição contratual a qualquer entidade do mesmo grupo ou a terceiros devidamente autorizados para o exercício da atividade de crédito ao consumo na UE, produzindo a cessão efeitos a contar da data em que lhe for notificada. 18.2 O Cliente autoriza ainda a FCA a ceder a terceiros os créditos emergentes deste contrato, produzindo a cessão efeitos a contar da data em que lhe for notificada.Mesmo que a empresa FCA Capital alegue que exerceu a alínea 18, 18.1. A mesma foi exercida de forma irregular uma vez que nenhuma notificação foi recebida pelo titular do credito, pelo que não cumpre a alínea 18.2.

Resolvida
C. M.
29/10/2020

Conta ordenado

Venho por este meio solicitar a vossa ajuda na resolução de um problema que tenho com o novo banco.Quando acedi em ter uma conta ordenado solicitei que a mesma fosse de 950$, bem abaixo do que recebia para poder cumprir e cobrir todos os meses a conta ordenado.Acontece que do nada o banco aumentou-me o plafon para 1.150$ alegando saldos médios e que era o sistema que fazia isso sozinho.Reclamei e disse que não queria porém eles disseram que nada havia a fazer.Com o passar do tempo o meu ordenado foi diminuindo e deixou de poder cobrir a conta ordenado.Voltei ao banco para tentar resolver o problema, propus pagar os 150 para voltar aos 950$ e mais uma vez, nada!Disseram-me para escrever uma carta que até hoje não obtive resposta.Como devem imaginar a anos que pago juros de uma conta ordenado que nunca consigo cubrir mensalmente (excepto subsidios) e o banco diz que não pode baixar. Um valor que nunca pedi e nem me foi perguntado se queria.Será que me podem ajudar neste assunto? Não me parece correto que isto aconteça.Caso queiram contatar-me estou disponivel depois das 17H00.Atentamente,Cláudia A.

Encerrada
A. M.
28/10/2020

Problema com encerramento da conta à distância

Venho, por este meio, reclamar perante a entidade CGD sobre a impossibilidade que me estão a colocar de encerrar a minha conta bancária à distância. Sou cidadã portuguesa, a residir actualmente na Grécia e pretendo encerrar a minha conta bancária e o cartão de débito associado, uma vez que estou a pagar 5,50 Euros por mês para a manutenção de uma conta que não uso. Após ter contatado a CGD via telefone e através da Caixa Directa, fui informada que apenas o posso fazer presencialmente em Portugal, ou numa agência da rede Internacional, a qual não existe na Grécia, país onde resido atualmente, sendo por isso uma solução inviável para mim.Querem que pague uma viagem de avião (ida e volta) para encerrar uma conta bancária??Ou devo continuar a colocar dinheiro na conta apenas para pagar comissões de manutenção mensalmente??Não acho de todo correcto da parte desta instituição.

Encerrada
R. P.
27/10/2020

Artigo Apreendido com multa pela Alfandega

NIF 295577266Exmos. Senhores, venho por este meio solicitar ajuda e compreensão sobre meu caso.No dia 05-07-2018 recebi do Brasil uma encomenda por parte de uma amiga via correios, e recebi uma notificação para retirar na alfândega, fui ate o local e informaram me que não poderia retirar certo produto e não informaram me sobre o que era e perguntou se gostaria de retirar o restante e disse que sim e retirei e pronto. No dia 21-10-2020 chegou uma notificação da ASAE - Direito de Audição e defesa de arguido a dizer que fui acusado de compra a distancia transfronteiriça. Só fui informado 2 anos depois via essa intimação do que continha na encomenda que foi uma prenda e cartas normais, onde não sabia o que continha, não tinha a informação que era ilegal e o o que ficou retido na alfândega foi um cigarro eletrónico que foi OFERECIDO e não comprado como estou sendo acusado. Gostaria imenso de saber como recorrer a isso pois a cigarro eletrónico foi uma prenda, não foi comprada e não foi enviada de loja e sim por um particular , constando que era uma oferta.

Encerrada
F. R.
26/10/2020

Conta skrill

Muito bom dia, venho por este meio reclamar por causa da minha conta skrill. Depositei sempre la o meu dinheiro sem problemas e fiz levantamentos e de um momento para o outro bloquearam a conta. Quando questionei o porquê foi me dito que os técnicos iriam analisar. Atendimento ao cliente péssimo, com ausência de respostas ou tardias mesmo, e continuo com a conta bloqueada e sem o meu dinheiro ja la vao mais de 3 meses.

Encerrada

Cobrança indevida

No mês de Maio de 2020 recebi a informação que o meu cartão cetelem estava bloqueado por estar em incumprimento, quando consultei o mapa de responsabilidades verifiquei que a empresa whitestar ,que nem sei de quem se trata, reclamava um valor de 471,21€. Contactei a empresa e fui informado que em 2007 foi consumada uma divida na empresa Norauto, nem me sabem explicar o artigo que comprei, porque passados 13 anos não me lembro de ter adquirido esse crédito. Foi me enviada uma suposta carta em 2012 mas a minha morada á data era Alcochete, morada indicada no contrato, e foi emitada para o Barreiro, não sabemos o motivo, mas a informação que tive foi que o colega se enganou a inserir o código postal. Esta divida está prescrita. Já foi efetuada tambem uma reclamação ao banco de portugal e desde 1/06/2020 que aguardo resposta á mesma. Irônico é que me ligaram da empresa whitestar a semana passada para cobrar uma divida de mais de 1000 euros, quando indiquei novamente que não sabia do que se tratava e tinha sido informado em Maio que eram cerca de 480€ a sra disse, é isso, estava a ver mal! Estas pessoas não sabem o que estão a fazer e a cobrar, o pior é que tenho o meu bom nome no banco de portugal e os meus cartões bloqueados, quero o meu nome limpo. Já contactei várias vezes a empresa que me diz apenas que tenho de pagar!

Encerrada
H. M.
20/10/2020

Colaborador Montepio Guilherme Filipe

Venho por este meio comunicar o meu profundo desagrado com a prestação de serviços que me foi prestada pelo agente de sucursal Guilherme Filipe do Banco Montepio da sucursal de Alfragide (morada: Av. Qt Grande 89B 2610-089 Alfragide, Amadora) e neste âmbito apresentar uma queixa formal contra esta pessoa.Este colaborador do banco, teve o papel de acompanhar e mediar o processo de crédito à habitação bonificado que tive com o Montepio.Durante os 7 meses de processo de crédito, este colaborador mentiu-me múltiplas vezes, o que dificultou a execução do processo que por si só já é burocrático.Quando o processo exigia algo da parte do banco do Montepio (representado por esse colaborador), ou só me eram dadas respostas e pareceres após apelos reiterados da minha parte, ou não me eram dadas de todo.Existiram múltiplas entropias neste processo, e algumas delas este colaborador, como diz a gíria, “passava a batata quente” para qualquer outra entidade participante do processo, alegando que não era da responsabilidade dele nem do Montepio.Este mau serviço, foi tal que eu exigi que quem tratasse da continuidade do processo fosse a chefia desse colaborador, que prontamente se mostrou prestável e disponível (não tenho nada a apontar do Sr. gerente da sucursal, João Silva).Demorou 7 meses para o crédito ficar concluído, no entanto eu gostaria de esclarecer esta queixa com o intuito de ajudar a evitar que futuros vinculantes do crédito a habitação no Montepio, feito através da sucursal de Alfragide, não tenham de passar por isto tudo.Este colaborador mostrou-se irresponsável, mentiroso e insensível quanto às necessidades dos clientes. Durante o processo, os erros cometidos por esta pessoa, quase que comprometeram o processo múltiplas vezes, desde cancelamento da escritura que me poderia fazer perder o sinal da aquisição da casa visto que estava ao abrigo de um CPCV com data limite para a escritura. Quando confrontado com tais erros, houve sempre o interesse desse colaborador em apontar o dedo a quem quer que fosse, menos ele próprio.Mostrou infantilidade e uma falta de profissionalismo enormes, e não é por estar de fato e gravata atrás de um balcão que torna as suas ações infantis em ações profissionais.Esta queixa vai ser apresentada não só á Deco, como ao banco de Portugal (regulador) para que (espero eu) tenha algum impacto, e que sejam apuradas responsabilidades por tal falta de profissionalismo, mentiras consecutivas, erros consecutivos, a negação reiterada de responsabilidades por parte deste colaborador do Montepio.Helder Marques

Resolvida
R. C.
20/10/2020

Devolução de dinheiro roubado

Assunto: Demora na devolução de dinheiro roubado Exmos. Senhores,No Carnaval 2020, viajei até Madrid de 21 a 25 de Fevereiro. Passado uns dias da minha volta, e já em Portugal, no dia 29 de Fevereiro o Activobank bloqueou o meu cartão de débito sob suspeita de ter sido alvo de transação fraudulenta. Dirigo-me ao balcão do Saldanha no dia 9 de Março para proceder à substituição do cartão e perceber o que se passou com a minha conta. Quando sou atendida, o funcionário explica-me que foi feita uma transação suspeita e que, por esse mesmo motivo, o banco bloqueou de imediato a minha conta. A transação em causa foi no valor de cerca de 160€, feita quando eu já estava em território Português, e ao identificarmos a mesma, o funcionário diz-me que vai abrir a minha reclamação, sendo que a devolução do dinheiro seria feita no limite máximo de 6 meses. Tendo passado MAIS de 6 meses e sem ter tido qualquer contacto por parte do banco, no passado dia 10 de Outubro, dirigo-me novamente ao balcão do Saldanha para perceber o ponto da situação. Lá, informam-me que a minha situação foi dada como concluída. Incrédula, ligo para a linha de apoio nesse mesmo dia, explico a situação, e percebo que o meu pedido da devolução do dinheiro à rede VISA NUNCA CHEGOU A SER FEITO em Março. Ficaram de me ligar até à segunda-feira seguinte (12 de Outubro), sem falta, com alguma novidade - o que, de resto, nunca aconteceu.Dia 15 de Outubro ligo eu para o banco, transtornada com esta situação, para pedir esclarecimentos. Nesse dia sou atendida por um funcionário bastante competente que me promete ver o que se passa e voltar a ligar. Assim o fez, ligou-me no mesmo dia para me dizer que a reclamação AINDA não tinha sido feita por ninguém, que a transação fraudulenta foi feita na Indonésia e que ele próprio ia abrir a reclamação. Desde 9 de Março, apenas dia 15 de Outubro consegui que um funcionário compentente me ajudasse neste banco. Recebo finalmente uma mensagem a confirmar a abertura da reclamação e que me iriam dar feedback com a máxima urgência.Hoje, 20 de Outubro, recebo uma MENSAGEM do banco a informar que não lhes foi possível proceder no prazo previsto a análise do meu pedido/reclamação. Que surpresa, a ineficiência e falta de rigor do banco é uma postura que mantêm.Acho completamente surreal esta situação, confiar num funcionário (que venho a saber que já não se encontra a trabalhar lá, pelo que ninguém será responsável pela falta de profissionalismo) que nunca abriu a minha reclamação, darem o meu caso como fechado sem me comunicarem de forma alguma (como é que fecham uma situação que nunca foi aberta?) e deixarem um cliente sem resposta de qualquer tipo.Não recomendo o banco a ninguém, é nas dificuldades que se vê o valor de uma instituição e esta tem dado mais chatices do que outra coisa.Espero receber uma resposta breve, sabendo que pouco mais posso fazer.Com os melhores cumprimentos,Rita Cardoso

Resolvida

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