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Falta de profissionalismo
Esta empresa veio a minha casa, supostamente, sendo empresa especializada em reparação de esquentadores. Veio um avez o técnico, disse que seria problema da pressão do gás e mandou chamar a Lisboa Gás. Veio a Lisboa Gás referiu que o problema era do esquentador. Voltou novamente o técnico desta empresa, com muito má vontade, retirou a tampa do meu esquentador e tratando-a como se de lixo se tratasse, riscou-a. Ademais, ficou de enviar um orçamento e demorou mais de um mês, para dizer que não ia fazer a reparação. Durante a sua deslocação e como tinha pago 20€ à Lisboa Gás pela deslocação em vão por sua indicação, solicitei o livro de reclamações, disse que não têm nem aceitam reclamções. Referi que ia reclamar no electrónico, disse para não o fazer, que a empresa não tem livro electrónico também... Contactei os serviços gerais da empresa, que primeiro disseram iam devolver os 20€ e uns dias depois disseram que afinal não iam devolver. Contactei outra empresa, que presta serviços a electrodomésticos Vulcano, deslocaram-se a minha casa e resolveram o problema em 15 minutos Conclusão, estive 3 meses sem água quente devido a esta empresa Naipe d'ideias, gastei 20€ em vão e fiquei com a tampa do esquentador riscada.
Recusa pagamento do sinistro
Entidade reclamada: Generali Tranquilidade Seguros, S.A. Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à decisão de recusa do sinistro nº 0028083358, associado à ocorrência nº 0025612815, no âmbito da apólice multirriscos habitação nº 0007812720. O sinistro ocorreu na sequência de uma tempestade Kristin ,que provocou ventos fortes, tendo causado danos no telhado do edifício e consequente entrada de água no interior do meu apartamento, localizado em Rua da Escola , 3080-847 Figueira da Foz. Em resultado deste evento verificaram-se infiltrações e danos no interior da habitação, nomeadamente na pintura e em outros elementos do imóvel. Contudo, a seguradora comunicou a recusa de indemnização alegando que os danos não têm enquadramento nas garantias da apólice. Considero esta decisão injustificada, uma vez que a apólice contratada inclui cobertura para riscos de tempestades e danos por água. Importa salientar que os danos verificados não se limitam a elementos exteriores, tendo ocorrido infiltração de água e danos no interior do imóvel em consequência direta da tempestade. Solicitei também fundamentação técnica da decisão e cópia do relatório pericial que sustentou a recusa, informação que considero essencial para avaliar corretamente a situação. Assim, venho solicitar a reapreciação do processo de sinistro e a revisão da decisão tomada, por considerar que os danos se enquadram nas coberturas da apólice. Caso a situação não seja resolvida de forma adequada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e recorrer aos mecanismos legais de resolução de litígios disponíveis. Com os melhores cumprimentos, S.S.
Má fé e burla
Venho por este meio relatar, os acontecimentos em que a Empresa MEO teve uma conduta de má fé perante a minha pessoa. Fui cliente Meo em 2022 até 2023, infelizmente foi uma das minhas piores decisões, fiz um contrato que constava que eu teria um serviço de Tvcabo e net, na qual constava uma box e um router e de cabo que iria para 2 quartos para além daquele que seria ligado a box principal, no entanto o técnico que veio efetuar a instalação na minha residência, não efetuou a instalação dos cabos nos 2 quartos, e passo a citar "Não fazemos furos na parede para passar fio para os quartos", infelizmente eu não me encontrava na minha residência e quem estava presente no dia da instalação era a minha esposa, nesse dia liguei ao apoio ao cliente a relatar a situação e comuniquei, que o técnico não tinha que fazer furos na parede, pois eu já tinha os furos feitos devido a passagem de fio telefónico a uns anos atrás, visto que os furos já estavam feitos era só passar os fios, infelizmente eu teria que pagar uma taxa para a segunda deslocação afim de fazerem a instalação dos ditos fios, portanto acabei por não querer, entretanto umas semanas passaram, e fiquei sem serviço na minha residência, liguei ao apoio ao cliente que me passou para o apoio técnico, na qual enviaram um técnico ao local, e foi substituído um dos equipamentos, no entanto fiquei um fim de semana sem serviço, na qual só me garantiam o serviço na Segunda-Feira, reclamei por chamada sobre a situação, porque era inadmissível ainda por mais quando eu era um cliente recente nesta operadora. Umas semanas depois, surgiu um novo problema, comecei a receber chamadas telefónicas para o meu número de casa, de clientes desta operadora, estavam a ser reencaminhados para o meu numero, liguei mais uma vez a reportar a situação, ficou resolvido, mas infelizmente para mim, vieram mais situações, umas delas foi um E-mail da MEO na qual mencionava que eu teria uma divida para com esta empresa desde 2003, liguei de imediato a reportar a situação, na qual mencionei que seria impossível, pois eu teria nessa altura 11 anos e seria menor de idade, a senhora simplesmente perguntou me se não teria sido um dos meus pais a fazerem um contrato em meu nome, nesse instante respondi que era impossível não só essa situação ter ocorrido como também o facto da própria Operadora MEO, não existir em 2003, pois só surgiu em 2007, entretanto a senhora que estava em ligação comigo, disse para ignorar e que podia ser um erro. Entretanto em 2023 surgiu o problema que fez eu cessar contracto com esta operadora, ou seja fiquei sem serviço durante uma semana, no primeiro dia sem serviço liguei a relatar a situação, na qual me garantiam que seria enviado um técnico, na qual não verifiquei técnico algum, e haveria informação que havia um problema na caixa de derivação da MEO, liguei no segundo dia, acontece que eu estava na residência, e verifiquei realmente que se situava no local o veiculo do técnico da empresa MEO, infelizmente o técnico não se encontrava no local a efetuar a reparação, mas sim no café a beber cerveja. Liguei imediato para o apoio ao cliente a relatar a situação na qual era inadmissível, e que a conduta do técnico não era apropriada para o serviço que estaria a fazer, avisei que tinham até ao final da semana para resolverem o problema, ou eu iria mudar de operadora. O problema persistiu, e mudei para a operadora Vodafone, na qual acabei por descobrir que o problema que a MEO estava a ter devia se a caixa da NOS, a Vodafone teve que ligar para os escritórios da NOS, pois a caixa de derivação deles estava com problemas e por isso os serviços da MEO e da Vodafone não estavam a funcionar corretamente, pois foi a NOS que instalou a fibra nesta zona, e as outras operadoras usam a mesma fibra, foi assim que me foi explicado pela a operadora Vodafone, na qual estou a 2 anos e sem problemas alguns. Entretanto cessei contracto por via telefónica com a MEO, na qual eles me disseram que eu não podia pois estava fidelizado, pois houve uma mudança no contrato por ter inserido 2 números de telemóvel ao serviço, e que eu deveria ter visto o anexo que me enviaram com o documento em estaria inserido estes 2 números, exaltei me perante a situação e disse que era impossível pois existe a regra do mercado livre, esta conversa demorou dias a fio, até que chegou o dia que mandei uma reclamação para ANACOM e a MEO cessou o contrato, e disseram que tinha de entregar os equipamentos, e perguntaram em que local entregaria os equipamentos, e respondi que iria entregar os equipamentos na loja MEO do Strada Outlet, e assim o fiz. Entretanto passaram se 2 anos, e recentemente em janeiro deste ano de 2026, recebi mensagem para o meu numero a relatar que a minha fidelização com a MEO termina em 30 dias, recebi 2 vezes a mensagem no mesmo dia 2 de Janeiro de 2026, na qual ignorei a pensar que era um erro, e eu nem sequer ia dar me ao trabalho para ligar para esta empresa, entretanto recebi uma mensagem da INTRUM a dia 2 de Fevereiro para efetuar um pagamento por MBWay com um link associado, visto desta maneira pensei que seria burla e ignorei a mensagem, dia 26 de Fevereiro recebi outra mensagem da INTRUM para efetuar um pagamento por entidade e referencia de 828,34€ por parte da MEO, na qual liguei para a INTRUM para saber o que se passava, comunicaram me que a situação era referente a faturas não pagas e ao facto de não ter entregue os equipamentos, Liguei para a MEO na qual disseram me que era dos equipamentos, e eu já exaltado comuniquei que já tinha entregue na loja e que não iria a mesma saber do paradeiro dos equipamentos, visto não ser um problema meu, perguntaram me sobre o documento em que me foi entregue no ato da entrega dos equipamentos, simplesmente respondi que já não se encontrava comigo pois já se passou 2 anos e não guardei o documento, porque nunca pensei que iria necessitar do mesmo, visto que o problema estava resolvido, deram me este numero de pedido 3-947138462142 sobre a reclamação que fiz. Dia 6 de Março recebi outra mensagem do género na qual o valor já era de 704,28€, e nesse mesmo dia recebi uma chamada na qual atendi no qual me disseram que esta chamada era confidencial da operadora MEO para a minha pessoa, e se eu aceitava na minha ignorância pensei que seria a resolver o problema que tinha relatado no passado dia 26 de Fevereiro e no entanto foi para aceitar uma penhora de 300€, o que eu fiquei indignado com a situação, pois era surreal. Dia 10 de Março o valor já era de 829,27€, até que veio um documento a dia 16 de Março para a minha entidade patronal afim de penhorarem um terço do meu ordenado, liguei no dia 17 de Março para a ANACOM a relatar a situação desde o inicio, na qual aconselharam me a ligar para os Julgados de Paz Odivelas, e para o Centro de Arbitragem de Lisboa, liguei um dos locais aconselharam me a arranjar um advogado e o outro para arranjar as transcrições das chamadas gravadas da MEO sobre as reclamações que fiz. Dia 27 de Março voltei a receber mensagem com valor diferente de 830,60€, hoje dia 29 de Março desloquei me a Loja MEO no Strada Outlet, para requisitar as transcrições das reclamações feitas desde que eu era cliente MEO, acabei por relatar ao funcionário em loja toda a situação que havia acontecido comigo desde que fui cliente, nisto o funcionário agiu indiferente e perguntou me o que fazia ali visto que está situação deveria ser exposta ao apoio ao cliente na qual expliquei que foi naquela loja que entreguei os equipamentos há 2 anos atrás, o funcionário convicto das suas palavras garantiu me que aquela loja não recebe equipamentos, entretanto disse lhe que precisava das gravações e se não me puderem dar, que me dessem um documento em que não me possam dar as mesmas, ou então teria que fazer reclamação em loja e com esse documento iria proceder em fazer uma nova queixa na ANACOM, Centro de Arbitragem de Lisboa e a DECO Proteste.
Fui enganada por um vendedor NOS
No dia 11/11/2025 recebi a visita em minha residência do senhor Alvaro Ramos que se intitulou como o gerente de vendas da NOS na região de Santa Comba Dão e foi indicação de Rosangela Bernaldo que também foi enganada por este vendedor, assim como outras pessoas da região. Foi proposto o serviço de portabilidade dos meus serviços MEO para os serviços NOS, sendo realizada a portabilidade dos meus dois contatos ativos no plano e a inclusão dos serviços de internet e tv que ate então não existiam, pagando uma diferença mínima do plano atual. Em momento algum eu quis fazer uma nova adesão e sim a portabilidade do meu plano com a promessa de que os valores pagos seriam ressarcidos ate que a portabilidade fosse efetivada. Desde dezembro venho pagando dois planos, sendo que a portabilidade depois de muita insistência só foi concretizada no dia 23/01/26 apenas de um numero. A segunda portabilidade só ocorreu quando fui pessoalmente a sucursal de Coimbra no dia 21/02/26 e o atendente registou o ocorrido com o vendedor e disse que entrariam em contato para a resolução e ainda disse que os vendedores porta a porta sempre geram esse tipo de problemas. O vendedor tem autoexclusão de mensagens mas tenho mensagens que ainda não apagaram e testemunhas. Fui enganada e lesada financeiramente. Realizei contato com a central e disseram que não conseguem tratar tal situação. Em resumo o vendedor quis apenas vender serviços para se beneficiar, nunca sequer quis fazer a portabilidade.
Encomenda não recebida
Pedido nº 101599602287 foi efetuado no dia 19/03/2026 e foi dado como entregue pelo motorista, cujo nome nem temos acesso às 20h49. O mesmo nunca entregou o pedido, nem tentou entrar em contacto seja por via telefónica ou pelo chat da glovo. Após apresentarmos queixa à Glovo apenas recebo a indicação que analisaram os meus pedidos recentes e os detalhes da minha solicitação, neste caso devolução do valor pago, e indicaram que não podem proceder ao reembolso, uma vez que o problema não se enquadra nas circunstâncias elegíveis para reembolso. Sendo o motorista um trabalhador desta entidade, os mesmos também têm de facultar os dados do mesmo, algo que não aconteceu. O valor do pedido foi de 47.98€ e solicito o reembolso total do mesmo.
Repair not completed
I hired an appliance repair technician (Miguel, phone number +351 934 419 686) on February 10th to repair a dishwasher where the detergent dispenser does not open. Since that date, the technician has made multiple visits but has not repaired the appliance. He repeatedly asked me to run different programs without resolving the issue and stated he would order a replacement part, which has not been done. Communication has become irregular, and as of now, the issue remains unresolved after more than one month. I consider the service not provided within a reasonable timeframe and not performed with due competence. I request appropriate action and, if applicable, a refund of any amounts paid.
Fraude e não resolução
Após vários emails, 1 telefonema sem resolução e um cancelamento não solicitado. Há mais de 15 dias que não me resolvem a situação nem me respondem. No passado dia 13 de Março fiz a reclamação no portal da queixa, ainda sem resposta também: Caros Senhores Venho ao vosso contacto por referência à reserva n.º 6117694384, no Hotel Prinsotel La Pineda, Cala Ratjada (Maiorca), para os dias 23 a 27 de agosto. Neste seguimento, gostaria de expor a V. Exas. o seguinte: 1. No dia 23 de fevereiro de 2026, fiz a reserva supra, através da plataforma Booking, nos exatos termos que constavam da plataforma. 2. Concretamente, agendei as datas (23 a 27 de agosto de 2026), reservei e procedi imediatamente ao pagamento do valor de € 226,00, tal como constava da plataforma. 3. Neste contexto, recebi o email de confirmação da reserva, com todas as condições acordadas: de 23 a 27 de agosto de 2026, em regime de meia pensão para dois adultos, pelo valor de € 226,00 - ver documento em anexo. 4. Com o email de confirmação, o contrato celebrado entre mim e V. Exas. tornou-se válido e eficaz, passando a vincular as partes. 5. Não obstante, no passado dia 12 de março de 2026, recebi um novo email a informar que "a acomodação cometeu um erro óbvio quando registrou a tarifa para a [minha] reserva (...)" e que poderia manter a minha reserva se concordasse com a tarifa correcta, i.e., € 3.589,27. 6. Ora, conforme é do vosso conhecimento, os contratos vinculam as partes e o seu cumprimento deve obedecer aos princípios da boa-fé. 7. No caso concreto, verifica-se um incumprimento contratual grave, como a flagrante violação do princípio da boa-fé. 8. Com efeito, eu atuei de acordo com os mais elementares princípios da boa-fé, reservei um hotel através de uma plataforma, que à partida, deveria ser fidedigna, como a Booking, com base nos termos e condições que estavam a oferecer, e cancelam-me a reserva, alegando que houve um erro óbvio no registo da tarifa. 9. Ora, se esse erro existiu, que não aceito, o mesmo não me é imputável, uma vez que o contrato se consumou nos termos acordados e confirmados pela Booking. 10. Como V. Exas. bem sabem, o fornecedor tem deveres de prestar informações claras, objetivas e adequadas, de forma a salvaguardar os interesses económicos do consumidor. 11. Publicitar uma oferta e, mais de 15 dias depois da reserva confirmada, contactar o consumidor a informá-lo de que houve "um erro óbvio" e que, para manter a reserva, deverá pagar mais de € 3.000,00, consubstancia uma prática comercial problemática e em clara violação das regras de defesa do consumidor. 12. Atento o supra exposto, exijo o cumprimento específico da reserva nas condições confirmadas: dias 23 a 27 de agosto de 2026, regime de meia pensão, dois adultos, pelo valor de € 226,00. Fico a aguardar as vossas notícias. Com os melhores cumprimentos Atentamente, José Costa
3 AVARIAS IGUAIS NO ESPAÇO DE 1 ANO!
Caríssimos, Ontem (28/3/2026), pela terceira vez consecutiva, a minha máquina de lavar loiça Candy avariou! Apesar de não ser técnica, sei que problema é rigorosamente o mesmo, uma vez que avariou tal e qual como das outras duas vezes! O técnico que veio anteriormente foi sempre o mesmo. Da última vez perguntei-lhe quando é que me davam uma máquina nova, caso o problema se voltasse a repetir. O técnico diz que não davam, que continuavam a arranjar! Isto é VERGONHOSO! Isto é claramente um EDF, e quem paga é que sai prejudicado! Estou extremamente indignada! Estou constantemente a ser prejudicada e lesada e continuo sempre com o problema por resolver, porque a solução é sempre temporária! Agradeço que se disponibilizem a vir recolher esta porcaria desta máquina de uma vez por todas e que façam chegar outra igual, ou devolvam-me o valor que paguei por um equipamento estragado, para que possa adquirir um que funcione! Obrigada!
Encomenda não recebida
No dia 13 de fevereiro de 2026, efetuei uma compra na loja online Hope Brand (www.hope-brand.com), com o número de encomenda 5186, tendo procedido ao respetivo pagamento no ato da encomenda. De acordo com as condições indicadas no site, o prazo de entrega seria de 20 dias úteis. Contudo, esse prazo já foi ultrapassado, encontrando-se a encomenda em atraso sem qualquer justificação apresentada. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, o fornecedor está obrigado a cumprir o prazo acordado para entrega dos bens, sendo que, na ausência de cumprimento, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao respetivo reembolso. Adicionalmente, no dia 23 de Março de 2026, entrei em contacto com a empresa por email, não tendo obtido qualquer resposta até ao momento, o que demonstra falta de assistência ao cliente. Face ao exposto, venho por este meio: Exigir a entrega imediata da encomenda, no prazo máximo de 5 dias úteis; ou, em alternativa, Solicitar o reembolso integral do valor pago, no prazo máximo de 14 dias, conforme previsto na legislação aplicável. Caso a situação não seja resolvida dentro dos prazos acima indicados, informo que irei recorrer a outros meios legais, incluindo participação junto das entidades competentes e eventual acionamento de mecanismos de resolução de litígios de consumo.
Encomenda danificada
Exmos Srs. Adquiri um termoacumulador à KIBO (encomenda nº 100118020), tendo o equipamento sido entregue no dia 20 de março de 2026 em estado bastante danificado. A entrega foi efetuada de forma totalmente inadequada, tendo o equipamento sido deixado na via pública e com a embalagem selada, o que impossibilitou a verificação imediata do estado do produto. Após o transporte para casa e abertura da embalagem, verifiquei que o equipamento apresentava múltiplas mossas. Contactei de imediato o entregador, que se desresponsabilizou, remetendo-me para o fornecedor. Nesse mesmo dia enviei email com fotografias a reportar a situação. Perante a ausência de resposta, realizei diversos contactos telefónicos e novos emails ao longo dos dias seguintes. A resposta da KIBO surgiu apenas cerca de uma semana depois, limitando-se a informar que apresentou uma reclamação junto da transportadora. Até ao momento, não foi apresentada qualquer solução concreta ao cliente. Importa salientar que: • O contrato de compra foi celebrado com a KIBO, sendo esta responsável pela entrega do produto em condições; • A eventual responsabilidade da transportadora é uma questão interna que não pode prejudicar o cliente; • Existe urgência na resolução, uma vez que o equipamento é necessário para a conclusão de obras em curso. Após múltiplas tentativas de contacto e total ausência de resolução, fui forçado a adquirir o equipamento junto de outro fornecedor. Neste momento, continuo a aguardar: • A devolução integral do valor pago; • A recolha do equipamento danificado, sem quaisquer custos para o consumidor. Trata-se de uma situação claramente evitável e de uma falha grave no serviço ao cliente, tanto ao nível da entrega como, sobretudo, na ausência de resposta e resolução.
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