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Burocracia e demoro
Bom dia! sou taxisto e meu CAP presente vai terminar-se dia 16 maio 2026 . eu pagei e terminei curços renovação de CAP taxisto . Tenho um pedido Nº 44897895 na IMT , mas ate agora não recebi o meu CAP . faz 3 pedidos na IMT . 1 vez recebi resposta pelo Rita Lopes dia 08 abril 2026 "Informamos que o seu pedido se encontra em análise, logo que a mesma se encontre concluída será notificado. Por favor, aguarde." 2 e 3 vez dia 29 abril 2026 pelo Imtonline@imt-ip.pt e gestao.imt@imt-ip.pt . Não foi recebida nenhuma resposta , so publicidade . O meu recamaçao pelo demora e burocracia IMT , para avançar o meu pedido na IMT e receber ,final o meu CAP . em anexo envio 2 fixeiros . 1 fixeiro copia o meu CAP , 2 fixeiro 3 documentos ; copia pagamento , copia que termino curços renovação CAP , comprovativo o meu pedido na IMT . Obrigado . Com meus melhores cumprimentos .
Serviço não realizado
Venho apresentar reclamação contra a Companhia de Seguros Ocidental relativamente ao processo de sinistro n.º 25MR807493/000, associado à Apólice MR83960797, devido à falta de resolução do processo, ausência de resposta aos contactos efectuados e demora manifestamente excessiva na regularização dos danos sofridos na minha fracção. Em consequência de uma inundação ocorrida em 15 de agosto de 2025, proveniente da fracção segurada pela Ocidental, foram causados danos significativos na minha habitação, designadamente: tecto do hall; tecto do corredor; parte do tecto da casa de jantar; danos igualmente verificados no hall do andar. Após participação do sinistro, a seguradora apresentou uma proposta de indemnização manifestamente insuficiente, que não aceitei por não corresponder ao valor real dos prejuízos. Em setembro de 2025 enviei orçamento para reparação dos danos. Contudo, perante a ausência de resolução do processo e o prolongamento injustificado da situação, o orçamento ficou desactualizado devido ao aumento dos custos de materiais e mão-de-obra. Assim, em 27 de março de 2026, remeti novo orçamento actualizado, explicando detalhadamente que: os valores apresentados correspondiam exclusivamente aos danos provocados pela inundação; a separação entre danos no apartamento e no hall do andar teve apenas como objectivo facilitar a análise técnica; o aumento do orçamento resultou unicamente da demora da seguradora na regularização do sinistro. Na mesma comunicação solicitei expressamente uma resolução célere do processo e adverti que, na ausência de resposta, apresentaria reclamação formal junto das entidades competentes. Até à presente data, a Companhia de Seguros Ocidental não respondeu aos meus e-mails nem procedeu à regularização do processo, mantendo uma postura de total falta de acompanhamento e desrespeito pelos direitos da lesada. Considero inaceitável: a demora excessiva na gestão do processo; a ausência de resposta às comunicações enviadas; a falta de resolução do sinistro decorridos vários meses desde a ocorrência; o prejuízo causado pelo arrastar da situação, incluindo o agravamento dos custos de reparação. Face ao exposto, solicito a intervenção dessa entidade no sentido de: apreciar a actuação da Companhia de Seguros Ocidental; promover a regularização urgente do processo; salvaguardar os meus direitos enquanto lesada. Junto cópia das comunicações e dos orçamentos enviados à seguradora. Com os melhores cumprimentos, Ana Maria Peixe
Viagem incluindo bagagem porão
No início deste ano adquirimos uma viagem Lisboa-Ponta Delgada-Lisboa. Aquando da compra, foram incluídos 1 bagagem de porão+1 bagagem de cabine por cada um dos 4 passageiros, para ambos os percursos (ida e volta) sem custos extra. Essa informação pode ser confirmada no documento que anexo. O que acontece é que agora que nos enviaram os bilhetes para fazer check-in não consta a bagagem de porão na viagem de regresso para nenhum dos passageiros(ver documento "Itinerary" em anexo, e que se tivermos de adicionar são + 50€ por cada um. Contactada a empresa telefonicamente foi-nos dito que era um problema do sistema, que após emição não poderia ser corrigido, mas que se tínhamos a confirmação inicial estaria tudo bem, pelo que não haveria problemas. Contudo foi-nos dito para ligarmos à TAP para confirmar essa informação, e efetivamente a TAP informou-nos que não, de acordo com o documento emitido não temos direito à bagagem de porão. Solicito assim que seja emitida nova documentação, correta, onde conste o nosso legal direito a bagagem de porão gratuita, ida e volta para todos os passageiros, tal como a confirmação de reserva recebida. Já tivemos vários constrangimentos com esta entidade e questiono mesmo se para além de corrigirem a situação, não nos deveriam pagar um valor por todos os transtornos causados.
Cancelamento de encomenda ignorado e ausência de reembolso após informações contraditórias de stock
No dia 01/05/2026 adquiri 2 sommiers e 2 colchões na loja Feira dos Sofás da Maia, tendo efetuado o respetivo pagamento. Aquando da compra, fui informada de que um dos colchões existia em stock e que apenas o segundo teria de ser encomendado. Contudo, no dia 11/05/2026, quando o meu companheiro se deslocou ao armazém para levantamento dos artigos, fomos informados de que afinal nenhum dos colchões estava disponível. Posteriormente, no dia 12/05/2026, fui informada de que um dos colchões apenas estaria disponível dentro de aproximadamente 15 dias, continuando sem qualquer informação relativamente ao outro colchão que alegadamente existia em stock no momento da compra. Perante as sucessivas informações contraditórias, a ausência de uma previsão concreta de entrega e o facto de os artigos não terem sido entregues nem expedidos, solicitei formalmente por e-mail, no dia 12/05/2026, o cancelamento da compra dos colchões e o respetivo reembolso. Desloquei-me também presencialmente à loja da Maia para solicitar o reembolso, tendo-me sido informado que a situação teria de ser analisada por outro departamento e que receberia uma resposta no dia seguinte. No entanto, no dia 13/05/2026 fui apenas contactada telefonicamente para informar que afinal existiam colchões disponíveis para entrega imediata, apesar de a encomenda já ter sido formalmente cancelada por mim no dia anterior. Desde então tenho efetuado vários contactos por e-mail e WhatsApp, solicitando esclarecimentos relativamente: - à confirmação do cancelamento; - ao valor a reembolsar; - e à data prevista para devolução do montante pago. Até à presente data, a empresa continua sem apresentar qualquer resposta concreta ou solução efetiva, limitando-se a informar que “a situação está a ser analisada” ou que “não existe feedback”. Considero existir falta de transparência, prestação de informações contraditórias e ausência de resposta adequada ao consumidor. Pretendo: - a confirmação formal do cancelamento da compra dos colchões; - o reembolso integral dos valores pagos relativos aos mesmos; - e uma resolução célere da situação.
Reclamação Formal Contra AquaService por Comportamento Abusivo e Avaliações Suspeitas
Exmos. Senhores, No dia 14 de maio de 2026, recebemos uma mensagem via WhatsApp de uma colaboradora identificada como Daniela R. , associada à empresa AquaService através de uma conta comercial, informando que se encontrava na nossa zona a distribuir garrafões de água e questionando se poderia deixar um exemplar na nossa loja. Respondemos que não tínhamos qualquer serviço contratado com a empresa e que não estávamos interessados, tal como já havia acontecido anteriormente em várias abordagens presenciais realizadas no nosso estabelecimento. Na mesma conversa, solicitámos expressamente a remoção do nosso contacto da base de dados da empresa, manifestando oposição ao tratamento dos nossos dados para fins de marketing direto, nos termos do RGPD. A colaboradora respondeu que “não havia nada que pudesse fazer”, alegando que os contactos provinham “dos contratos das empresas do Google”, ignorando o nosso pedido legítimo de remoção de dados. Após informarmos que recorreríamos à CNPD, várias mensagens enviadas pela colaboradora foram apagadas. Minutos depois, recebemos uma avaliação negativa na nossa página Google através de um perfil identificado como “José Oliveira Moura Costa”, sem qualquer registo de atendimento associado ao referido nome. Posteriormente, contactámos telefonicamente a AquaService para apresentar reclamação formal. Durante a chamada, fomos informados de que a mesma estava a ser gravada, a qual não nos foi informado o número de protocolo, e de que seriam tomadas medidas internas. Contudo, cerca de dois minutos após o término da chamada, recebemos uma segunda avaliação negativa, desta vez através de um perfil identificado como “Maria Teixeira”, também sem qualquer registo de atendimento na nossa empresa. Importa ainda salientar que a nossa empresa é uma barbearia direcionada exclusivamente ao público masculino, não existindo qualquer histórico de atendimento associado à referida utilizadora. Consideramos extremamente grave a recusa em respeitar o pedido de oposição ao tratamento de dados e a coincidência temporal entre os acontecimentos descritos e as avaliações negativas recebidas. Toda a situação encontra-se devidamente documentada através de capturas de ecrã e registos das conversas.
Retenção indevida de fundos e falta de consentimento informado
Espero que se encontre bem. Venho por este meio expor-lhe uma situação relacionada com uma violação de direitos do consumidor por parte da agência de viagens online Kiwi.com. 1. Resumo dos Factos: Efetuei a compra de uma reserva de voos através da plataforma Kiwi.com, no valor total de 944,51€ (paga através de cartão virtual MB WAY associado à minha conta no Crédito Agrícola) no dia 11 de abril de 2026. Posteriormente, iniciei o processo de cancelamento na mesma plataforma no dia 19 de abril de 2026. No entanto, durante todo o fluxo de cancelamento, o sistema nunca me apresentou o valor da penalização nem o montante do reembolso a que teria direito antes de eu confirmar a ação. Fui induzido a concluir o processo "às cegas". Apenas após a confirmação irreversível, fui informado de que me seria reembolsado apenas o valor de 78,89€, tendo a Kiwi.com retido 865,62€ com a justificação de que se tratavam de taxas de serviço e voos não reembolsáveis (ex: Ryanair). 2. O Argumento Central: A minha contestação não incide sobre as políticas de cancelamento das companhias aéreas, mas sim sobre a falta de transparência e a ausência de consentimento informado por parte da plataforma da Kiwi.com. Ao ocultar o impacto financeiro (865,62€) no momento prévio ao clique de confirmação, a plataforma retirou-me o direito de escolha. Se o valor me tivesse sido apresentado, eu teria optado por não cancelar a viagem. Considero que isto viola a Diretiva dos Direitos do Consumidor da UE e constitui uma prática comercial desleal/abusiva. 3. A Prova (Confissão Escrita do Comerciante): Após várias trocas de emails com o suporte da Kiwi.com a exigir provas em como me tinham mostrado os valores antes do cancelamento, o departamento de apoio ao cliente enviou-me a resposta final em que admitem formalmente e por escrito a sua falha no ónus da prova: "we are unable to retrieve or provide evidence of the specific values shown on the interface at the time of your cancellation." 4. Ações já tomadas: Dado que a Kiwi.com encerrou o processo do lado deles sem devolver o dinheiro, consultei o banco para perceber se podia avançar com um pedido de Chargeback, no entanto não me conseguiram prestar auxílio e aconselharam-me a procurar auxílio jurídico. Desta forma quero avançar com o processo de queixa e a aguardar a sua resposta para indicação de possível próximos passos. Obrigado
Burla
Exmos. Senhores, Venho reportar uma burla permitida pela Wallapop, através da própria plataforma. Vendi uma objetiva fotográfica no valor de 290 euros através da mesma, a um comprador em espanha. Ao chegar ao destino, o comprador afirmou que a embalagem e o produto estavam danificados e que ia proceder à devolução, sem apresentar qualquer prova. Estranhei a situação uma vez que o produto foi devidamente embalado e protegido. Alertei a Wallapop para uma possível burla e para solicitarem provas ao comprador antes de aceitarem a devolução da embalagem, alertas esses que foram ignorados. Ao receber a embalagem (a mesma que enviei, em ótimo estado), percebo de imediato pelo peso que esta está completamente vazia. Voltei a contactar a Wallapop para resolverem a situação uma vez que aceitaram a devolução sem qualquer prova de danos e são responsáveis pela burla. Descartaram-se da situação e lamentaram o sucedido sem qualquer disponibilização de apoio, tendo eu ficado sem o produto vendido e sem os 290 euros da venda, que foram reembolsados ao comprador. Desde então, já solicitei em múltiplas ocasiões o apoio da Wallapop, ao qual a resposta tem sido sempre o descarte de responsabilidade. Sempre que solicito diretamente provas dos danos, recebo uma resposta automática a lamentar o sucedido apenas. Realço que segui todas as recomendações de segurança da plataforma e tomei todas as precauções, mas ainda assim não foi suficiente. A situação é grave e abre precedentes para que qualquer transação nesta plataforma resulte em burla, uma vez que não é feita qualquer verificação da embalagem devolvida antes de ser libertado o reembolso do pagamento ao comprador. O comprador pode simplesmente ficar com o produto e devolver uma embalagem vazia e é-lhe reembolsado o valor total da compra.
Encomenda não recebida
Exmo Senhores No dia 30/04 estava prevista a entrega de uma encomenda muito importante a qual estava esperando em casa para recebe-la. Ocorre que o preposto da CTT não se deu ao trabalho de tocar o meu interfone e muito menos entregou a minha encomenda e informou que tinha sido entregue na caixa de correio o que não aconteceu. Informei a remetente que fez a reclamação, e deram a encomenda como extraviada e tiveram a pachorra de indenizar somente o envio, ou seja, fiquei no prejuízo de 80 euros pela manhã prestação de serviço só CTT, acredito que o consumidor tem o direito da indenização integral e não só do envio. Aguardo retorno.
Desrespeito ao contracto de compra
Exmos. Senhores, No dia 30 de Abril adquiri uma máquina de lavar a loiça, da marca Haier, pelo valor de 423.11€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada no dia 5 de maio, foi entretanto adiada para dia 7, e mais tarde para hoje, dia 15. Contudo, o mesmo ainda não foi entregue. Cada um destes dias envolveram um grande esforço pessoal de maneira a garantir que estava em casa para receber o produto na grande janela horária fornecida pela worten (8h às 14h). E nunca me foi dito que a entrega não seria realizada até depois do fim desta espera de 6 horas. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços, nos dias 30, 5, 7, 8, 11, 12, 13, 14 e 15 e obtive variadas respostas, nomeadamente que o produto estava fora de stock, mas que afinal seria entregue no dia 15, e mais tarde que estava fora de stock outra vez. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a entrega do produto que comprei ou um de valor e gama equivalente. Visto que o produto foi comprado em promoção e, adicionalmente, durante os dias sem iva, o valor que paguei não é indicador do valor comercial do produto. Aguardo assim, o mais celeramente possivel, de maneira a minimizar o transtorno pessoal que este longo processo tem tomado, uma resolução que cumpra os meus requisitos. Cumprimentos.
Defeitos em imóvel adquirido — empresa não responde nem repara
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa A.J.F.V., Unipessoal, Lda, NIF 505438429, com sede na Avenida Luísa Todi, 219, 2900-463 Setúbal. Adquiri um imóvel à referida empresa em 30 de maio de 2025, o qual foi apresentado como tendo sido sujeito a remodelação integral. Após a aquisição, o imóvel apresenta os seguintes defeitos: • Infiltrações • Danos estruturais na zona do estendal, instalado pela própria empresa • Intercomunicador inoperacional desde a entrega Contactei a empresa pela primeira vez a 02 de junho de 2025. Desde então, a empresa marcou visitas que não cumpriu e atualmente não responde a qualquer contacto. Solicito a vossa intervenção para que a empresa seja notificada a proceder às reparações devidas, ao abrigo da garantia legal de 5 anos prevista no artigo 1225.º do Código Civil. Atenciosamente,
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