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Encomenda não recebida
Fiz uma encomenda na Druni no dia 4 em setembro, e ainda não o recebi. Hoje estamos no dia 17 de novembro e não recebi a encomenda, ninguém responde às minhas mensagens, nem a Sending nem a Druni. Já escrevi inúmeros emails e ninguém diz nada. Preciso de ajuda para resolver o assunto. Peço por favor que a Sending resolva o assunto ou façam a devolução da encomenda à origem para poder pedir a reembolso do valor. Já não consigo ver o que se passa com a encomenda porque o site da Sending está em baixo a vários dias.
Bagagem perdida
Exmos. Senhores, Em 30 de outubro, embarquei no vosso autocarro (Nº 21 ) com destino a Viseu. Sucede que a minha bagagem, embarcada para o porão do avião, foi perdida. Apesar dos meus sucessivos contactos convosco, tanto à chegada como posteriormente, a bagagem não foi ainda encontrada Passados 13 dias sobre a viagem e sem mais notícias, tenho que considerar que a minha bagagem foi definitivamente perdida. Exijo portanto a indemnização prevista na lei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Avaria no Autocarro e Mau Serviço
Por volta das 11h15, o autocarro 21 vindo de Lisboa Sete Rios com destino a Viseu e com paragem a Coimbra, começou a deitar fumo. Tivemos de evacuar o autocarro. Não havia extintores no sítio certo. O serviço telefónico da Rede Expresso foi extremamente inútil. Estivemos parados e demoraram imenso a arranjarem uma solução para nos levarem ao destino. Podia ter sido um acidente muito mais grave. O autocarro podia ter ficado em chamas ou até explodido e a forma como a rede expressos tratou a solução é uma grande desilusão e inadmissível. Os autocarros claramente não estão a ter a inspeção devida. Vão dar alguma indeminização aos passageiros? Ou vão fechar os olhos e fingir que não aconteceu nada? Bilhete n° 2107803335 Reserva: 9457AKRQ2
Pedido de intervenção – Reembolso recusado e informações contraditórias (Carris Metropolitana)
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação grave e ainda não resolvida com a Carris Metropolitana, relacionada com o carregamento e utilização do passe de transportes do meu esposo. No dia 02/11, carreguei o passe com 40€. Contudo, o passe não funciona, apresentando a mensagem de “inválido” em todas as tentativas de utilização, apesar de não estar caducado. No dia 03/11, contactei a linha de apoio da Carris Metropolitana e pedi o reembolso dos 40€, tendo sido informada de que todo o processo seria tratado exclusivamente por e-mail. Aguardei até ao dia 11/11 sem receber qualquer resposta. Ao contactar novamente, reforçaram que seria apenas necessário aguardar. Finalmente, no dia 13/11, recebi um e-mail a informar que o reembolso não seria possível, justificando que o meu esposo não tem direito ao tarifário Sub23 — um assunto totalmente alheio ao motivo da minha reclamação, visto que nunca mencionei esse tarifário. O pedido foi sempre sobre o mau funcionamento do passe, que impossibilita a sua utilização. Além de não ter recebido solução, tenho vindo a suportar diariamente todos os custos de deslocação do meu próprio bolso, apesar de existir um pagamento válido e comprovado. No dia 14/11, informaram-me telefonicamente que o reembolso de pagamentos feitos em multibanco só pode ser solicitado até 5 dias corridos após o carregamento — informação que não me foi dada nas duas chamadas anteriores. Esta falha de comunicação impediu-me de agir dentro do prazo, sendo eu agora prejudicada por informações contraditórias fornecidas pelos próprios serviços da Carris Metropolitana. É totalmente inaceitável que fique sem o dinheiro e sem o passe funcional, devido a erros e má informação prestada pelo serviço de apoio ao cliente. Assim, solicito a intervenção da DECO para: 1. Garantir o reembolso integral dos 40€; 2. Obter uma resposta formal e esclarecedora por parte da Carris Metropolitana sobre o tratamento inadequado desta situação. Agradeço desde já toda a ajuda possível e fico a aguardar o vosso apoio para a resolução deste problema. Com os melhores cumprimentos, Joana Ramos
Mais de 5 meses aguardando respostas sobre troca de carta estrangeira
No dia 11/08 fiz a entrega de minha carta no imt de guarda. Ao comparecer no int de lisboa, informaram que nao tem a confirmação de que entreguei meus documentos, sendo que ja deixei no balcao, ja tirei foto, confirmaram todos meus dados, mas em lisboa o imt disse que nao tem nada disso. Preciso de uma resolução. Na data de 06/11 estive presente no imt de guarda, informaram que ainda não foi resolvido, mas era para aguardar. Estou aguardando resolverem minha situação a 5 meses, e tudo que entro em contato informam que: "vão ver a situação", "estão resolvendo", "Estão entrando em contato com o setor responsável" mas ainda continuo sem tratativa. 5 meses aguardando. Uma vergonha. Ja encaminhei e-mail e realizei ligações para o IMT, mas ainda assim ninguem consegue informações sobre o prazo do processo. Aguardo resposta, pois dependo disso para trabalhos.
Cobrança de danos inexistentes após devolução do carro
Venho apresentar reclamação contra a empresa Goldcar do aeroporto de Lisboa, por considerar estar a ser alvo de uma tentativa de cobrança indevida, alegadamente por danos num veículo alugado. Esta cobrança não tem fundamento e resulta de um processo de verificação manifestamente deficiente e incoerente por parte da empresa. O veículo foi entregue pela Goldcar em mau estado geral. A carroçaria apresentava riscos em várias zonas, havia danos evidentes na pintura, o interior encontrava-se visivelmente sujo e, na manhã seguinte à recolha, verifiquei que a pressão dos pneus estava incorreta. No momento da entrega, o colaborador da Goldcar afirmou que todos os danos relevantes estavam registados no sistema e que riscos mais pequenos eram considerados irrelevantes. Confiei nessa instrução, mas ainda assim registei fotograficamente o estado do veículo. Passado mais de um mês, fui informada de que tinham sido identificados três alegados danos novos: capô, porta traseira direita e retrovisor esquerdo. Refuto esta alegação. Possuo fotografia datada de 18 de setembro de 2025 que prova que o dano no retrovisor esquerdo já existia antes de utilizar o veículo. Possuo igualmente fotografia da porta traseira direita que demonstra danos pré existentes. Importa referir que a fotografia enviada pela Goldcar como suposto dano novo na porta traseira direita não corresponde ao veículo que me foi entregue. A cor da carroçaria é mais escura e o formato do puxador é diferente. Esta incoerência coloca em causa a credibilidade das provas apresentadas pela empresa. Nas fotografias que anexo comprova-se perfeitamente que o formato do puxador da porta é completamente diferente. Relativamente ao capô, embora não tenha fotografia direta, considero extremamente improvável que esse dano seja novo, tendo em conta que dois dos três danos alegados eram pré existentes, assim como o estado geral do carro no momento da recolha, que documentei em cerca de trinta fotografias. Os relatórios de check in e check out fornecidos pela empresa apresentam várias incoerências. Existem danos representados no croqui que não constam do quadro de danos e faltas, e o inverso também ocorre. Tal demonstra falta de rigor no processo de inspeção inicial, comprometendo a validade das conclusões apresentadas pela Goldcar. No seguimento das minhas comunicações, solicitei repetidamente o envio dos relatórios e fotografias dos alugueres imediatamente anteriores e posteriores, de forma a garantir que não existem danos imputados repetidamente a diferentes clientes. Até à data, a Goldcar ignorou completamente todos os pedidos de documentação. Esta recusa em fornecer informação essencial impede qualquer validação independente do processo. Após o meu último e mail, a Goldcar respondeu indicando que retirou o dano relativo ao retrovisor, o que confirma a existência de falhas na sua avaliação. No entanto, mantém a imputação dos outros dois danos, apesar de não apresentar provas consistentes e de ignorar todos os pedidos fundamentados que lhes foram dirigidos. Tendo em conta tudo o exposto, solicito a intervenção da DECO PROTESTE no sentido de exigir a anulação da cobrança, a apresentação de toda a documentação relevante por parte da empresa e a verificação da conformidade do procedimento seguido. Entendo que o comportamento da Goldcar é prejudicial ao consumidor e coloca em causa a boa fé contratual. Junto em anexo as várias trocas de mail com a empresa, a resposta parcial da Goldcar, as fotografias e os documentos necessários para análise.
Reembolso não reccebido
Exmos. Srs, venho por este meio informar que no seguimento do pedido de reembolso efectuado em Maio de 2025, do qual V.Exas solicitaram que fosse efectuado um pedido entregue junto com o NIB da conta para poderem efectuar o reembolso. O mesmo foi realizado e recebi uma resposta vossa em 12.05.2025 a dizer que iria ser efectuado, contudo até ao dia de hoje não recebi o montante. Solicito que verifiquem esta situação.
Bagagem
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação grave com a TAP Air Portugal. O meu pai viajou de Roma para Lisboa no dia 26 de Outubro, com duas malas despachadas. Uma delas continua por entregar até à data, apesar de já termos fornecido à TAP o link de localização da própria mala, que indica a sua posição. O que considero particularmente inaceitável é o facto de a TAP ter ameaçado encerrar o processo sem que tenha sido fornecida qualquer informação concreta sobre: • O que está a ser feito para localizar e entregar a mala; • Se o link de localização fornecido foi efetivamente utilizado; • Qual o estado atual da busca; • Que medidas estão a tomar para resolver a situação. A falta de resposta e transparência, aliada à ameaça de fechar o processo sem resolução, coloca o consumidor numa posição injusta e gera frustração e prejuízo. A bagagem contém bens pessoais essenciais e o atraso já ultrapassa todos os prazos razoáveis definidos pelos regulamentos europeus aplicáveis ao transporte aéreo. Assim, solicito a intervenção da DECO para: 1. Garantir que a TAP cumpra os seus deveres de informação e de entrega da bagagem; 2. Obter uma atualização formal e concreta sobre o paradeiro da mala; 3. Assegurar que o processo não seja encerrado sem resolução; 4. Orientar nos passos seguintes, incluindo eventual pedido de indemnização pelos danos causados. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio. Com os melhores cumprimentos, Andreia Bessa
Clientes exemplares deixados para trás
Venho por este meio fazer queixa e exigir que se abra processo disciplinar e consequente despedimento do condutor do autocarro 16 de sexta-feira 31/10 , que saiu de Campanhã às 15h15 e que abandonou dois jovens (um deles uma menor muito pequena) no Terminal da Figueira da Foz quando foram à casa-de-banho . Ora , estes jovens só saíram do autocarro , porque o condutor se recusou a disponibilizar a chave da casa-de-banho que existe no autocarro , dizendo que a mesma não estava a funcionar , o que sabemos que não é verdade . E foram deixados para trás , num local que não conhecem , sem os seus pertences valiosos - dinheiro vivo , cartões e documentos de identificação , bagagem , computador , consola , auriculares , roupa e casacos - e estavam condições meteorológicas adversas , com muito vento e chuva . Onde tiveram de permanecer até haver alternativa de transporte , paga pelos familiares dos próprios , para o seu local de destino . Os jovens ficaram extremamente assustados , desorientados e com fome . Não havia representantes da RE neste terminal para prestar apoio nem no local de destino . O serviço automático de apoio ao cliente tardou muito a passar a um operador , quem identifiquei . E que acabou por reservar dois lugares para os jovens , depois de já terem sido comprados bilhetes para o mesmo . NÃO DEVOLVERAM O VALOR DOS BILHETES . Os familiares que iam receber os jovens no Terminal das Caldas da Rainha ficaram transtornados com o sucedido e tiveram que esperar mais de duas do previsto que os jovens chegassem num autocarro que não era o deles . Ao irem levantar a bagagem dos jovens deixados para trás , confirmaram que o condutor não estava identificado e recusou-se a identificar-se . Para além disso , confrontado com o sucedido , não pediu desculpas nem mostrou arrependimento nenhum , mas uma atitude arrogante e de impunidade . Os jovens , depois de tal susto , chegaram cansados e abatidos ao seu destino . E atrasados aos seus compromissos . Sou cliente da Redes Expressos há muitos muitos anos e é inadmissível o que se passou . Uma falta de profissionalismo e de humanismo desnecessários e degradantes para os seus clientes que fazem viagens longas . Esta situação não passará inconsequente . Aproveito para denunciar outra situação , que parece um esquema ilegal , que envolve a cobrança de uma taxa para o uso dos wc em alguns autocarros , SEM PASSAREM RECIBO .
Carga não recebida na totalidade
No dia 30 de outubro de 2025, a empresa Falagutrans Lda, representada pelo Sr. Fábio Pereira, efetuou o transporte de 13 caixas da minha residência em Portugal para a Suíça, serviço orçamentado previamente em 400/450€. Para contextualizar, foram então 7 caixas grandes de 240Lt + 5 caixas médias + 1 televisão. O valor acordado foi pago em duas fases: metade aquando da recolha e o restante no momento da entrega. No entanto, no ato da entrega, constatámos de imediato a falta de uma das caixas médias. O motorista entrou em contacto com o responsável da empresa, que afirmou que “eram apenas 12 caixas” no total e não 13. Esta informação é falsa e possuímos provas, desde mensagens trocadas com a empresa, testemunhas presenciais no momento da recolha e até uma fotografia da nossa carga publicada pela própria transportadora na página oficial do Facebook, entre outros. Desde então e perante a falta da caixa, que contém bens e documentos pessoais importantes, tentámos contactar a empresa em várias ocasiões, sem sucesso. Quando havia resposta, era de forma evasiva e sem qualquer tentativa real de resolução. Apenas após termos referido a intenção de recorrer às entidades competentes é que o Sr. Fábio propôs como única solução a devolução do valor total pago, o que, por si só, confirma a contradição na versão apresentada pela empresa de que nunca houve uma caixa em falta. Estamos perante uma clara tentativa de se eximirem de responsabilidades. Acresce ainda que, no momento da entrega, fomos surpreendidos com uma exigência adicional de mais 50€, alegando que as caixas eram maiores do que o previsto, valor que acabámos por pagar para evitar mais conflitos. Pagámos 500€ na totalidade. Considero que houve um incumprimento contratual grave, bem como uma má-fé evidente na relação com o cliente. Solicito, portanto, que esta situação seja investigada e que a empresa seja responsabilizada pela caixa em falta e pela conduta pouco transparente demonstrada ao longo de todo o processo.
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