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Informação sobre cortes dos serviços básicos
venho por estes meios comunicar a V .Exas. que no seguimento de uma chamada telefónica que eu efectuei ao numero comercial da Lisboa Gas, apos informar que estavamos numa zona, como Vendas Novas, que é considerado pelo governo como de alerta máxima e ainda no estado de calamidade. me foi informado que ja tinham sido emitidos cartas para corte do serviço, neste caso o gas, sendo assim informei que a pessoa que estava a representar tinha 73 anos, considerada uma pessoa de alto risco que morava numa zona considerada de alerta pelo governo e ainda no estado de calamidade, foi informada que não podiam ser fornecidos os dados para referencia MB das faturas pendentes (2 duas) o que obrigava a este Sr. idoso deslocar-se de Amadora ate as laranjeiras (o sitio mais perto de loja lIsboa Gas) para efetuar o pagamento das faturas em questão, com aviso de corte do serviço se nao o fizer. Eu alertei a funcionaria se nao foi comunicadadpela sua empresa que estavam proibidos de cortar qualquer tipo de serviço esencial, nomeadamente o gas, também referi que as outras empresas prestadoras de serviços basicos n estavam a comunicar ainda menos por carta ou por SMs que iriam procede a suspensão do serviço . também alertei a funcionaria que a morada de suministro do serviço foi considerada pelo governo como uma das freguesia de Alto risco e que ainda se encontram no estado de calamidade. Pelo tanto estavam tentando cortar o serviço basico a um idoso considerado de alto risco, numa zona ainda considerada em calamidade pelo governo, como pode ser?A funcionaria muito amavel explicou que sao as regras que o distribuidor do serviço comunicou a empresa e que seriam aplicadas a partir do 1-07-2020. como pode ser que esta empresa tome esta decisão unilateralmente?em zonas onde ainda sºao consideradas com estado de calamidade? obrigando a um idoso deslocar.se para outra zona por que o sistema n esta preparado para fornecer referencias MB (esclareço que anteriormente o faziam sem dificuldade) ainda solicitei a funcionaria se tinha conhecimento do que foi publicado no diario publico do 22-05. Prolongada até 30 de Setembro a proibição de corte de água, luz, gás e telecomunicações (https://www.publico.pt/2020/05/21/politica/noticia/prolongada-ate-30-setembro-proibicao-corte-agua-luz-gas-telecomunicacoes-1917629 )Sendo assim, solicito esclarecimento sobre esta tomada de decisão unilateral da empresa que vai em contra do que o parlamento aprovou por unanimidade.Agradeço feedback e resolução asap deste tipo de situações que vão em contra das decisões que o governo continua a tomar neste periodo de pandemia do codv 19.obrigada
Falta de pagamento
Venho por este meio reclamar o seguinte : tinha dois meses de facturas da água em atraso e ainda dentro do prazo do pagamento das mesmas o balcão do SMAS em Queluz fechou derivado ao COVID-19. Já paguei facturas seguintes via multibanco e qual é o meu espanto que recebo uma carta com um valor mais alto para pagar e uma carta a dizer que se não o fizesse iria ter os meus bens penhorados. O dito balcão continua fechado devido á situação do COVID-19 e o pagamento da mesma continua por ser liquidado. Tenho o dinheiro em numerário comigo para pagar as ditas facturas mas este pagamento só pode ser feito num balcão e em que o mesmo continua encerrado. Gostaria de ter a vossa ajuda jurídica a fim de resolver esta situação.
Estimativa de consumo não corresponde à realidade
Cliente RUBIS n.º C9693, NIF 216445965. Em agosto e novembro de 2018 fiz aqui duas reclamações onde referia que adquiri uma bomba de calor para águas quentes sanitárias em maio de 2018 e que a partir dessa altura o meu consumo de gás canalizado foi 0 m3, tendo, no entanto, a intenção de manter a instalação de gás e a caldeira como sistema de emergência. As reclamações efetuadas tinham por base a faturação de valores de consumo de gás feita pela Rubis com base em estimativas que estimavam valores elevados, apesar da comunicação da leitura real do contador (0 m3) no site da Rubis e por e-mail. Na reclamação de novembro de 2018 a faturação emitida tinha por base até uma suposta leitura efetuada pela empresa com um valor falso, uma vez que o valor no contador se mantém em 1271 m3 desde maio de 2018. O não pagamento daquelas faturas resultou em vários avisos de corte. Depois das reclamações que aqui fiz, a Rubis enviou por correio registado várias notas de crédito para regularizar a situação.Em março passado, ao fim de mais de um ano sem enviarem qualquer fatura e com a leitura do meu contador ainda com o valor de 1271 m3 e com um histórico de leituras que se pode apreciar no documento da área de clientes que anexo, em que o valor de 1271 m3 só é interrompido por estimativas que depois são repostas por leituras reais, voltaram a enviar uma fatura, que se anexa, com base numa estimativa. Depois da reclamação que aqui fiz, a Rubis enviou por correio registado uma nota de crédito para regularizar a situação.Agora que o prédio transitou para o gás natural e todos os moradores rescindiram contrato de fornecimento de gás com a Rubis e foram instalados novos contadores, a Rubis voltou a enviar-me uma fatura, a última, mas tendo por base, novamente uma estimativa errada, pois o consumo foi igualmente de 0 m3.O histórico de leituras pode ser apreciado no verso da fatura e a leitura do contador que foi substituído continua nos 1271 m3 e pode ser verificada na fotografia enviada. É a quarta vez que isto acontece desde maio de 2018 e sempre a ter que recorrer a este meio de reclamação porque da Rubis dizem sempre que a solução é abater o valor desta fatura numa próxima fatura. O problema é que eu não tenciono fazer consumos de gás porque estou a usar uma bomba de calor e neste caso concreto mesmo que usasse o gás o contrato já não é com a Rubis.A solução que pretendo é que a Rubis, relativamente a esta fatura, emita uma nota de crédito a anulá-la, pois não se verificou qualquer consumo de gás.
Denúncia burla
Hoje dia 16/07/2020 bateram-me à porta e o senhor em questão disse que vinha alterar as tarifas da eletricidade. Pediu-me uma fatura para me indicar o que iria alterar. Perante a minha estranheza o senhor disse que trabalhava para uma empresa que estava a fazer aquele trabalho para a edp e que ja deveria ter recebido esta notificação da edp em janeiro. Disse ao senhor que a edp trata tudo por telefone ou e-mail e que não vem bater à porta dar pessoas. O senhor disse que todos os anos um colega ia ao domicílio alterar as tarifas e que caso não o fizesse no momento teria que ir altera-las à loja do cidadão pessoalmente. Pefi a identificação do senhor e o cartão dizia endesa ao que o senhor respondeu que estavam a trabalhar com a edp. Naturalmente fechei a porta ao senhor que insistiu que teria que ir à loja do cidadão das Laranjeiras. Liguei para a edp que obviamente me confirnou que tratam tudo por telefone ou por e-mail. Pretendo com esta reclamação denunciar a endesa por burla porque isto não é angariar clientes e burla-los deliberadamente Também notifiquei a edp desta denúncia que tomará as devidas providências.
Cobrança por reparação
Venho por este meio reclamar de uma cobrança rotulada de Deslocação em avaria Cliente no valor de 40€ que me foi cobrada devido a um episódio no dia 27 de Abril, no qual ficámos sem luz em casa.Nesse dia, ao ligar para o serviço de assistencia técnica do distribuidor EDP, foi-nos dito que apenas nos seria cobrado algum valor no caso do técnico verificar que a responsabilidade da avaria era do cliente.O técnico efetuou a reparação numa caixa que fica numa zona comum do prédio, fora da nossa fração.Questionei a distribuidora sobre esta situação e chegaram à conclusão que o serviço tinha sido cobrado em duplicado, mas que a cobrança dos 20€ da deslocação era devida porque a responsabilidade tinha sido atribuída ao cliente. Os restantes 20€ foram devolvidos na fatura do mês seguinte.Confuso sobre ter-nos sido atribuída responsabilidade numa intervenção que ocorreu num local ao qual nem temos acesso, numa zona comum do prédio, questionei a distribuidora para para perceber o que deveríamos ter feito para prevenir a situação, recebendo a seguinte explicação:---Foi solicitada a intervenção do piquete de assistência técnicaNa sequência do seu contacto no dia 27 de abril de 2020, uma equipa deslocou-se à instalação, de forma a verificar e solucionar uma eventual avaria na rede de distribuição de energia elétrica que, efetivamente, não se confirmou. O incidente ocorreu na instalação coletiva do prédioDa análise efetuada, foi detetada uma anomalia na instalação coletiva do prédio, tendo as nossas equipas restabelecido o fornecimento de energia elétrica. A instalação coletiva do prédio é da responsabilidade do proprietário e/ou condomínio, competindo-lhe a sua reparação definitiva. Assim, é do requerente a responsabilidade pelo pagamento da compensação relativa à deslocação efetuada, conforme estabelece a legislação em vigor.---No entanto, a nossa fração foi a única afetada, havia luz nos apartamentos no mesmo andar e, após contactar a administração do condomínio, dizem não ter sido reportada nenhuma anomalia no prédio ao nível de fornecimento de energia e que, tendo esta anomalia se manifestado apenas no nosso apartamento, não se trata de um assunto do condomínio.Desta forma, ficamos numa situação caricata em que nos é atribuída responsabilidade por uma intervenção efetuada pela distribuidora numa área a que não temos acesso e que apenas afetou o nosso apartamento.Segue o identificador do pedido de informação realizado junto da EDP:PN 2004491430 - 501437992456
Ligação de Agua impropria
Venho por este meio apresentar o meu desagrado pela situação causada pelo tecnico da Camara Municipal das Caldas da Rainha, uma vez que adquiri um imovel ao banco e infelizmente nao tinha torneira de segurança em algumas torneiras e as que tinha estavam ja com defeito devido a idade mas fiz o contrato de fornecimento de agua com a SMAS Caldas da Rainha que enviou um tecnico para instalar o contador de alguma sem a minha presença no local, foi me dito por duas vez que o contador obrigatoriamente iria ficar fechado mas tal nao aconteceu uma vez o contador estar a marcar 45 litros de agua e para meu espanto tinha agua na cozinha e em duas casas de banho. Resultado em agua espalhada até dois quartos que têm piso flutuante original da casa (com 18 anos) que ja demonstra problemas devido a esta situação e a porta de uma das casas de banho como ficou de molho esta a abrir por baixo. Enviei email para os serviços e foi me dito que a responsabilidade nao seria do SMAS mas sim minha por ter as torneiras abertas e dirigi me pessoalmente a Camara Municipal onde uma funcionaria veio falar comigo e me confirmou que sim a torneira junto ao contador deveria ter ficado fechada mas que o tecnico teve que testar a agua para confirmar o seu trabalhar, questionei se seriam precisos 45 litros ao qual me foi respondido que nao tenho como provar que foi o técnico e posso ter sido eu a abrir a torneira. Mas a verdade é que tenho danos graves que so verei daqui a um ano a sua extensão total. Existe algo que possa fazer para a empresa se responsabilizar?
Factura com dados em falta
A factura que me é apresentada pela Endesa enferma de vários erros grosseiros que passo a citar:- as leituras apresentadas são estimativas e ultrapassam largamente os valores que me são apresentados no meu contador- quando procura fazer a actualização das leituras no portal da empresa é-me solicitada a leitura do gás. Só que essa função pertence à BeiraGás e não tenho acesso ao contador- não é descrito na factura o preço pelo KW/h quer na electricidade quer no gás.
FATURA DA ÁGUA
A minha fatura da água tem um valor absurdo, e considero a mesma incorrecta.A contagem, não pode ser efetuada a 123 dias, mas deveria de ser apurado por perído e dividido pelos escalões em cada período.Desde modo o valor iria refletir o consumo as tarifas mais baixas.Ao efetuar o cálculo desta forma, a câmara prejudica de forma leviana os municipes, pois este está a pagar o consumo a tarifa mais alta.Agradeço informação se este procedimento está correcto, na medida em que difere no procedimento das outras câmaras do distrito. Agradeço pois a correcção da minha fatura.Cumprimentos,
Faturação Abusiva e Serviço mal feito.
>Solicitei serviços de reparação de uma Caldeira Vulcano Babystar.>O tecnico esteve 3 horas de intervenção, em 2 idas ao domicilio do reclamante>A factura indica no descritivo um valor de 290€ conforme orçamento mas não houve orçamento nenhum.>Ficamos sem saber o custo individual das peças substituidas.>No geral, o custo por hora, fica em 120€ aproximadamente.>Se considerarmos apenas as peças fica aprox. 150€ cada uma, + mão de obra.>A titulo de exemplo, segue o valor das peças em anexo, conforme consulta na Internet.>Contactei o tecnico por telefone posteriormente à recepção da factura mas este não mostrou qualquer interesse em reduzir o montante exorbitante da factura (que não era com ele).>Obrigado pela vossa atenção, ou pelo apoio que nos possam prestar.
Cobrança indevida
Bom dia, venho por este meio comunicar a vossas excelências a situação com que me deparei recentemente e que já transmiti igualmente por email à Goldenergy (através do goldenergy@goldenergy.pt) e à Lisboa Gás. Enviei um email no dia 5 de junho e ainda não obtive qualquer esclarecimento por parte da Goldenergy, para além dos emails automáticos a dizer que o meu problema foi reencaminhado para quem é devido e que brevemente receberei uma resposta.Fiz um pedido no dia 23 de abril de 2020 para um técnico vir cá a casa verificar o meu gás, uma vez que estava com problemas no esquentador. O técnico tomou a decisão de fechar o gás devido a eventuais problemas.No dia 24 de abril, sexta-feira, depois do problema com o esquentador resolvido, liguei para a Goldenergy para me agendarem um técnico para vir abrir o gás novamente. Recebi um sms por parte da LISBOAGÁS no domingo dia 26 de abril às 19h15 a informar que a visita técnica estava agendada para dia 27 de abril entra as 14h-16h. E recebi o mesmo sms por parte da GOLDENERGY no dia 27 de abril às 12h09 . Liguei na segunda dia 27 de abril de manhã para várias empresas de inspeção (porque o procedimento é trazer um inspetor no mesmo horário que o técnico) e todas me responderam não ser possível marcar tão em cima da hora.Daí liguei novamente à Goldenergy, ainda na segunda dia 27 para me reagendarem a visita técnica e se possível que confirmassem primeiro se podíamos nesse horário.Recebi nova sms da Goldenergy dia 27 de abril às 13h36 a informar que a visita estava marcada para dia 28 de abril das 8h às 10h.Devido à hora de almoço, só consegui falar com a empresa de inspeção da parte da tarde (depois das 14h), a qual me respondeu que para o dia seguinte de manhã, também não era possível fazer o agendamento com uma margem de tempo tão curta.Sendo que depois tive de ligar novamente à Goldenergy para novo reagendamento que ficou marcado, segundo sms dia 27 de abril às 14h44, para dia 28 de abril das 16h às 18h.Agora recebi duas faturas da Goldenergy a cobrarem-me 40 euros por Incumprimento do Cliente - GN - Art.73-2 e 7 RQS, nos dias 24 de abril e 28 de abril (20 euros por cada dia).Várias questões aqui:- Primeiro, nunca me foi informado por parte da Goldenergy que os reagendamentos implicavam incumprimento e consequentemente, cobrança do serviço.- Segundo, ainda me encontro em teletrabalho e confinamento, portanto estou em casa há mais de dois meses e não me podem dizer que foi por deslocação do técnico e ninguém abrir a porta. - Terceiro, como querem que eu garanta a presença de um inspetor se me enviam sms ao domingo ao fim do dia e com menos de 24 horas para a data da visita??!É que já liguei 3 vezes para o atendimento telefónico da Goldenergy e informaram-me que é considerado incumprimento se fizer um reagendamento com menos de 12 horas, mas... e se eu também recebo o agendamento, sem confirmação se me é possível, com menos de 12horas para a visita? Tenho todas as sms por parte de ambas as empresas que comprovam o que estou a dizer.Já fui esclarecida por parte da Lisboa Gás quanto à cobrança de dia 24 de abril. E entendi. Por parte da Lisboa Gás também recebi o seguinte esclarecimento quanto à cobrança do dia 28 de abril: Neste seguimento, no dia 26 de abril de 2020 recebemos do seu comercializador o agendamento da visita para o dia 27 de abril de 2020, no período das 14h00 às 16h00, sendo que, entretanto, no dia 27 de abril de 2020, pelas 13h33, a referida visita foi reagendada para o dia seguinte.Determinado pela regulamentação aplicável ao setor, o cancelamento ou reagendamento de uma visita combinada deve ser realizado até às 17h00 do dia útil anterior. Caso tal não aconteça, o Operador de Rede de Distribuição (ORD) tem direito a uma compensação no valor de 20 EUR.Esta explicação vem ao encontro daquilo que eu já tinha referido em cima. E, como tal, por uma questão de respeito pelo cliente, mas também de melhor organização nestes agendamentos, exijo responsabilização por este péssimo serviço de agendamento e pela falta de respeito que é pedirem uma cobrança por agendamentos feitos ao domingo às 19h (com a nota de que a Goldenergy só me enviou sms a avisar no dia da visita do técnico), e que portanto não foram DE TODO culpa do cliente. Na minha opinião, e como sugestão, penso que deveria haver uma confirmação por parte da operadora para com o cliente (que pode não poder naquele horário), antes de enviarem o sms (em cima da hora e com menos de 12h para a visita). Exijo que me retomem os 20 euros do reagendamento de dia 28 de abril, que já paguei para não estar em incumprimento com as faturas. E também exijo uma resposta com brevidade porque já esperei 1 mês desde que enviei o primeiro email.Melhores cumprimentos,Susana Gasalho
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