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O autocarro não parou na paragem e agora tenho de ir a pé
tenis novos que abriram rasgo
A dez de Março do presente ano de 2026, adquiri um par de ténis na loja ECCO do Norte Shopping. Ao fim de duas ou três utilizações, apareceu um rasgo ao longo de uma costura lateral, como pode ver-se nas fotos. Uma vez que resido a cerca de 100 km da referida loja, entrei em contacto telefónico com a mesma a fim de, numa próxima visita minha, terem preparada a troca ou, não sendo possível, a devolução do valor pago (110 €). Foi-me então referido que o assunto deveria ser reportado ao departamento de qualidade da fábrica. Solicitei a indicação de e-mail ou outro meio pelo qual eu pudesse enviar fotos do ténis deficiente a fim de que, a partir da loja, as submetessem ao referido departamento de qualidade. A sete de Abril, compareci na loja ECCO do Norte Shopping, onde havia adquirido os ténis, na legítima expectativa de ter resolvida a situação. Para minha surpresa, as atendentes transmitiram-me que o departamento de qualidade da fábrica estava persuadido de que o referido rasgo não resultaria de defeito de fabrico mas de algum acidente ocorrido no uso e, portanto, da responsabilidade da cliente. Na opinião da ECCO eu teria rasgado o calçado e, oportunisticamente, tentava obter um novo par a fim de colmatar um prejuízo decorrente da minha imprevidência. Fiquei perplexa. Ao longo da minha vida, já longa, nunca havia sido acusada de desonestidade. Contive a revolta (quem não se sente não é filho de boa gente) e sugeri que encaminhassem os ténis ao departamento de qualidade para exame mais seguro do que aquele que teriam efectuado baseado nas fotos que eu havia enviado. Para o efeito, os ténis foram deixados na loja, que os recebeu. Foi registada reclamação em suporte papel. Junto a fatura de compra bem como um cartão que me foi entregue como comprovativo de ter deixado os ténis na loja. Ao fim de uma semana desde aquela visita à loja, foi-me comunicado, em diálogo telefónico entabulado por minha iniciativa, que o departamento de qualidade da ECCO continuava a não reconhecer o defeito de fabrico como causa do mencionado rasgo. Foi por mim solicitado que me fosse enviada por escrito, através de e-mail, a referida posição do departamento de qualidade, sendo retorquido que o não fariam. O que não se entende! Não é necessário ser grande especialista em sapataria para perceber que um rasgo que ocorre exatamente abaixo e ao longo de uma costura indica que a agulha danificou as fibras do material durante a produção ou que a tensão do fio era excessiva. Por outro lado, o material não apresenta escoriações, sujidade ou outros sinais de que "prendeu" em algo no curso de um acidente durante o uso. Ora, cabe ao vendedor provar que o defeito foi causado por mau uso, e não ao comprador provar o contrário. Entretanto, estou sem os ténis e sem o dinheiro que entreguei na compra. Solicito pois a devolução dos 110 € ou o envio para o meu endereço de um novo par idêntico ao adquirido. Aguardo notícias da Ecco, através do meu e-mail ou telemóvel , solicitando a maior urgência. Ana Moreira
Tinta de cabelo altetada
Exmos. Senhores, Meu nome é Natália, tenho 29 anos e sou residente em vila real. No último dia 10 de abril de 2026 comprei uma tinta da marca Garnier na loja Primor do Nosso Shopping. No outro dia fiz a aplicação do produto como diz na caixa, finalizei com o produto que vinha na caixa também. Na hora de lavar o cabelo notei meu cabelo cair aos montes, achei “estranho” mas pensei que talvez fosse normal por ser uma tintura. Quando me sentei à penteadeira meu cabelo seguia caindo aos montes cada vez que passava a escova, comecei a me desesperar. Entrei em contato com a minha Cabelereira e depois de verificar todos os produtos que eu normalmente uso ela me aconselhou a entrar em contato com a loja que comprei e também com a marca pois algo estava de errado. Entrei em contato com a Garnier e eles me informaram que o lote estava tudo ok e não havia nenhuma reclamação do mesmo. Dito isso fui até a primor para ver o que mais poderia ter acontecido. Lá a gerente Patrícia me disse que ia entrar em contato com o supervisor, tal esse que ainda não sei nem o nome, para ver o que podia ser feito. Nisso passaram-se 6 dias do acontecido e nada de respostas. Hoje dia 17 de abrir de 2026 fui até a loja para questionar o supervisor e o mesmo me disse que na há nada que possa fazer uma vez que não pode garantir que eu usei a tinta corretamente. Também frisou que eu deveria ter feito algum tratamento antes de aplicar o produto e também ter feito um teste de mechas de 48h!!! Questionei então o armazenamento da loja, uma vez que aquilo está sempre um “forno” de tão quente e os produtos lá dentro estão todos expostos a isso e o mesmo me garantiu que as tintas são vendidas diariamente em grande quantidade. Sendo assim existe uma rotatividade grande e não havia hipótese de essa ser a causa da queda do meu cabelo. Ainda nessa linha de raciocínio peço encarecidamente que verifiquem a temperatura da loja e se de fato for necessário façam um teste aos produtos. Pois tenho a plena certeza de que essa não é a primeira e nem a única reclamação em respeito a temperatura dos produtos. Algo de errado aconteceu com este produto e vários outros que vejo pela internet a reclamarem. Isso afetou a minha auto estima, tenho os cabelos quebrados e ralos. Estou custeando (da forma que posso) vários cremes e tratamentos para que meu cabelo volte a crescer. Isso me magoou e levando esta queixa a loja e vendo o supervisou caçoar da minha cara e até insinuar que a culpa era minha me deixou ainda mais magoada. Sai de lá desolada, triste e em prantos chorando. Peço que por favor deem atenção a este pedido, pois é realmente constrangedora a forma como o meu cabelo se encontra. Seguem fotos do produto, da fatura e do meu cabelo. Atenciosamente Natália Freitas Cumprimentos.
Negação de moratória Kristin
Conforme Decreto-Lei n.º 31-B/2026 de 05/02/2026 BdP, as regiões afetadas pela Tempestade Kristin seriam beneficiadas pela Moratória Kristin. Formalizei a solicitação na aplicação do banco e por mais de quatro vezes a solicitação foi rejeitada sob alegação de falta de documentos os quais já havia mandado todos. Fui direto à agência em Leiria e apresentei os documentos que foram lançados na plataforma. Fui novamente contactado sob recusa da assinatura feita no portal GOV.PT na declaração do processo. Reenviei a declaração com a assinatura física e mais uma vez não tive resposta. Ao contactar a central telefônica informaram que a solicitação havia sido rejeitada mas não informaram o motivo. Reforço que resido num sítio afastado e cada correção pedida gera-me tempo e custos. Solicito possibilidade de intermediário visto que percebo a situação como descaso em uma situação regulamentada e realmente crítica. Solicito esclarecimentos e resolução.
Encomenda não recebida / reembolso não efetuado
Exmos srs. Passo a apresentar a cronologia dos factos: • 27/10/2025 – encomenda/pagamento, através do Marketplace da empresa GINOVA, de umas sapatilhas Adidas Superstar, sendo que o parceiro responsável pela entrega seria a empresa SMOOTH SATURDAY LDA. A entrega deveria ser efetuada até ao dia 26/11/2025. • 2/12/2025 – expirado o prazo para a entrega, pedi esclarecimentos, via mail, a SMOOTH SATURDAY LDA • 3/12/2025 – a SMOOTH SATURDAY LDA justificado o atraso com problemas logísticos mas que seria contactado logo que a encomenda fosse enviada. • 26/12/2025 – novo contacto com a SMOOTH SATURDAY LDA solicitando o novo prazo de entrega da encomenda ou, na sua falta, o reembolso imediato do valor já pago (77,49€). • 29/12/2025 - A SMOOTH SATURDAY LDA responde, referindo que a encomenda seria entregue no prazo de 5 a 15 dias úteis. • 22/1/2026 – expirado o prazo anterior, contactei a SMOOTH SATURDAY LDA, exigindo a devolução imediata do valor pago para o IBAN indicado em documento anexo. • 26/1/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA informa que o meu IBAN já se encontra na posse do departamento responsável pelo procedimento. • 2/2/2026 – recebo uma notificação do Marketplace da empresa GINOVA, dando conta do cancelamento da encomenda, pelo que solicito novamente à SMOOTH SATURDAY LDA o reembolso do valor da mesma. • 2/2/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA informa que o meu pedido de reembolso já foi “sinalizado internamente, encontrando-se atualmente em análise, com vista à sua resolução com a maior brevidade possível” • 12/2/2026 – reitero o meu pedido de reembolso junto da SMOOTH SATURDAY LDA • 12/2/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA refere que não tem qualquer intenção de retenção indevida do montante e assume que “o atraso verificado decorre de procedimentos internos e validações administrativas que, infelizmente, ultrapassaram o prazo inicialmente previsto” • 11/3/2026 – contacto a SMOOTH SATURDAY LDA informando iria efetuar as diligências legais e judiciais ao meu dispor contra a empresa • 11/3/2026 - a SMOOTH SATURDAY LDA diz que “o caso foi novamente reforçado junto do departamento responsável, de modo a que a regularização possa ser concluída com a maior brevidade possível” • 13/3/2026 – novo contacto com a SMOOTH SATURDAY LDA a dar conta do meu profundo desagrado com a situação. • 13/3/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA refere que os constrangimentos “everam-se a um volume excecional de encomendas e a algumas dificuldades logísticas pontuais, que acabaram por afetar os prazos inicialmente previstos. Informamos que a sua situação está atualmente a ser analisada e tratada com a maior brevidade possível pelo nosso departamento responsável” Até à data nunca mais voltei a ser contactado pela SMOOTH SATURDAY LDA, não recebi a encomenda, nem tão pouco o reembolso do valor já pago.
Encomenda não entregue
Isto já é um caso sério de má prática — o texto tem de deixar claro: insistência, recusa indevida, exigência ilegal e falta de resolução. Vou estruturar de forma mais “pesada”, quase pronta para Livro de Reclamações ou até ANACOM. Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à encomenda enviada através dos vossos serviços (CTT), expedida no dia 27 de janeiro e dada como entregue a 2 de fevereiro, mas que nunca foi recebida pelo destinatário. Apesar de já terem sido abertos vários processos de averiguação, realizados inúmeros contactos telefónicos e trocas de e-mails, a situação permanece sem qualquer resolução efetiva. Adicionalmente, considero particularmente grave que os vossos serviços tenham insistido em exigir que eu, na qualidade de remetente, proceda à recolha e envio de imagens de videovigilância do local do destinatário. Tal exigência é manifestamente inadequada e contrária às normas legais aplicáveis, nomeadamente no âmbito da proteção de dados, uma vez que: * As imagens de videovigilância estão sujeitas a regras legais restritas; * Não podem ser livremente cedidas a terceiros sem fundamento legal; * Não compete ao remetente intermediar ou recolher esse tipo de informação junto de terceiros. Mais ainda, é incompreensível que os CTT não solicitem diretamente essas informações à entidade destinatária, que seria a via adequada e legal, optando antes por transferir essa responsabilidade para o cliente. Ainda assim, e demonstrando total boa-fé, enviei as únicas imagens que estavam ao meu alcance obter legalmente, tendo as mesmas sido rejeitadas, culminando novamente no encerramento do processo sem qualquer resolução. Acresce que, em contacto recente com o vosso apoio ao cliente, fui informado de forma rude e desinteressada que a resposta seria sempre a mesma, o que demonstra uma clara falta de vontade em resolver a situação e um desrespeito pelos direitos do consumidor. Face ao exposto, venho exigir: * A reabertura imediata do processo de averiguação; * A condução da investigação pelos vossos próprios meios, sem imposição de exigências ilegais ao cliente; * A apresentação de prova inequívoca da entrega da encomenda (incluindo identificação de quem a recebeu); * A indemnização pelos prejuízos sofridos, no valor total de 96,40€ (87,40€ da encomenda + aproximadamente 9€ de portes), caso não seja possível comprovar a entrega. Informo ainda que, na ausência de resolução no prazo máximo de 10 dias úteis, avançarei com reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente através do Livro de Reclamações e da ANACOM, bem como por outras vias legais que considere adequadas. Sem outro assunto de momento, M. P. RL479376794PT
Ligações de cobranças INDEVIDAS
Exmos. Senhores, No dia 31/03 fiz um acordo convosco para pagamento de uma fatura de 212,49€, dividido em 4 partes (65€ pagos no ato + 3x de 49,58€ em 01/05, 01/06 e 01/07). O acordo segue em anexo. Apesar de já ter cumprido a primeira parcela, continuo a receber chamadas constantes como se a totalidade da dívida estivesse em aberto, o que é inaceitável. Estou a cumprir exatamente o plano acordado. Qual o sentido de oferecerem um plano de pagamento e continuarem a cobrar? Isto demonstra falhas no vosso sistema. Caso estejam a passar necessidades, posso avaliar e antecipar. Caso contrário, solicito a cessação imediata das cobranças indevidas. A dívida surgiu após cancelamento de contrato e valor elevado da última fatura, sendo inviável pagamento total imediato. Aguardo regularização urgente da situação. Cumprimentos,
Tampa traseira riscada após tentativa de troca de bateria ( negam ter aberto equipamento )
Deixei o meu Samsung Galaxy Note Fan Edition para uma simples troca de bateria que era suposto ser feita de um dia para o outro e após uma semana sem qualquer informação ou feedback sobre o meu equipamento fui buscá-lo onde me foi indicado pelo Sr.Miguel que a bateria veio incorreta que o tamanho não era o mesmo ( algo que ele só saberia se o equipamento fosse aberto ) e ele alegou que não mexeu no equipamento. Quando estava a sair do estabelecimento retirei o telemóvel do saco de plástico e deparei me com a traseira riscada e danificada no interior o que claramente indica que foi aberto, retornei ao estabelecimento e questionei o Sr.Miguel neste sentido onde fui insultado e maltratado com ameaças à integridade física e injúrias, fui chamado de " filho da p*ta " e que fosse para o " caralh* ", um dos funcionários ainda me veio ameaçar e tentou agredir mas foi impedido pelo Sr.Miguel. Fui cliente deles desde 2020, ou seja fiel cliente à 6 anos e nunca fui tratado desta forma. Ou seja eu enquanto cliente fiquei lesado e prejudicado sem a bateria trocada e com a tampa traseira do meu telemóvel danificada, escrevi no livro de reclamações e apresentei queixa nas entidades competentes. Meus senhores e senhoras evitem este estabelecimento a todo o custo. Para retomas, venda de artigos eles são uma simpatia, agora reparações ? Um pesadelo. Negam tudo e ainda dizem que a culpa é do cliente. Deixo como prova o antes e depois do meu telemóvel, e não caíam com gente desta laia como eu cai.
Recusa indevida de indemnização – Sinistro Allianz 226108318
À Allianz Portugal e DECO PROTESTE, Reclamo a recusa de indemnização relativa ao sinistro de 07/02/2026 (Gondomar), onde o veículo 45-62-VG foi danificado pela queda de revestimento (capoto) de um edifício. A Allianz recusa responsabilidade alegando "Força Maior", porém: Dados do IPMA: Possuo certidão oficial que prova que as rajadas de vento não foram excecionais (abaixo de 100km/h), o que obriga a construção a resistir. Vício de Construção: Fotos provam que o capoto foi aplicado sobre azulejo e sem fixação mecânica (buchas)ou falta delas violando o Art. 492.º do Código Civil. O valor total (reparação + certidões) é de 3.361,89 €. Solicito a reavaliação imediata para evitar o recurso ao Tribunal Judicial de Gondomar. Atentamente, João Ribeiro Tavares
Falta de faturação e valores exorbitantes para pagar
Como foi de conhecimento geral, a vossa empresa esteve em atualizações dos sistemas de faturação, pelo que durante vários meses essas faturas não foram enviadas ao clientes. Quando finalmente voltaram a retornar o sistema de faturação foram enviadas faturas com valores exorbitantes, no entanto, ainda que por erro da empresa, foi disponibilizado o pagamento desses valores elevados por plano de pagamento faseado por meses. Entretanto, no meu caso em específico, começaram a falhar os pagamentos (por parte da empresa), recebendo mensagens, com falhas também onde dizia que o banco tinha rejeitado esse pagamento. O que achei bastante estranho, tendo em que conta que tinha sempre valor disponível na conta. O plano de pagamento foi cancelado por vocês por várias vezes, tendo eu sempre entrado em contacto com a Galp a perceber o porquê. Entrei em contacto então com o apoio jurídico da DECO para ver a melhor solução, porque tinha receio, que novamente por erro vosso, tentassem tirar um valor elevado do banco. Foi-me recomendado então colocar um valor no débito direto para que a Galp não pudesse tirar mais que esse valor. Valor estipulado então por mim de 220€. No entanto, sempre a cancelarem o plano de pagamento e eu sempre a ligar para o apoio ao cliente para entender, tendo em conta que o pagamento, se não estava a ser efetuado, não era por erro ou culpa minha. Em vários dos contatos para a Galp, questionei sempre a questão, de novamente, não estarem a ser faturados os valores mensais, e de não receber mais uma vez após vários meses as faturas. O que me responderam sempre que era uma questão do sistema de faturação e que quando estivesse resolvido iriam enviar tudo junto, ao que eu disse sempre que esperava que não voltasse a acontecer a mesma coisa, de receber uma fatura novamente com valores exorbitantes. Nunca no apoio ao cliente o negaram, nem tentaram dar uma opção para a situação, desvalorizando sempre a minha preocupação enquanto cliente. Recebi então agora uma fatura novamente superior a 500€ para pagar até dia 20/04 desde Dezembro 2025 até Março de 2026. Liguei então novamente para lá no dia 02/04/2026 para saber como resolver essa situação tendo em conta que tenho uma casa para pagar, contas, um bebé... e é completamente impossível proceder a um pagamento desse valor, tendo em conta que já é um erro recorrente da vossa empresa. Ponderei pagar novamente por plano de pagamento faseado, ao que me é dito que não é possível, pois já tenho um, da anterior fatura de 600€ ainda a ser pago (valor esse devido à tal atualização do sistema de faturação deles, que não recebi durante meses). Então teria que ser feito outro plano de pagamento, mas que para isso tinha que pagar primeiro 50% do valor total que ultrapassa os 800€. Disseram-me então que tenho que pagar esse valor primeiro, de 400 e tal euros no fim do mês de Abril, e só depois é que "diminui um bocadinho" o valor a pagar. Depois desta situação, terei e vou mesmo ter que mudar de fornecedora de eletricidade, para evitar que isto se volte a repetir. Mas mesmo que faça isso terei que pagar na mesma estes valores altíssimos, por um erro que claramente não foi nosso (cliente) e sim da Galp. E como eu digo, tenho a minha casa para pagar, as contas, o meu filho bebé para cuidar e isto começa a tornar-se insustentável financeiramente. Porque ao mesmo tempo indo para outro fornecedor de energia, que como já referi, vou mesmo sair da Galp. Iria ter que estar a pagar a duas fornecedoras ao mesmo tempo. A que irei trocar e ainda ao mesmo tempo à Galp por esta situação toda. No entanto também consta da lei que a faturação de serviços essenciais (LEI Nº 23/96): as empresas prestadoras de serviços (água, energia, comunicações), são obrigadas a emitir faturas mensais, detalhando os serviços e tarifas. Que é algo que não foi efetuado durante meses. Peço por favor uma solução ao meu caso, pois é inconcebível pagar um valor tão alto. Após contacto com departamento jurídico, envio esta reclamação por escrito, a qual aguardo a resposta em 8 dias úteis, caso a resposta não chegue dentro desse prazo, medidas serão tomadas.
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