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Cobrança Indevida Worten Resolve
No passado dia 6 de abril, contratei através da plataforma Worten Resolve o serviço de fixação de duas prateleiras pelo valor tabelado de 30€. No entanto, a execução do serviço e o posterior tratamento por parte do apoio ao cliente da Worten foram pautados por diversas irregularidades que passo a expor: 1. Coação ao Pagamento Adicional Ao chegar ao local, o técnico Gustavo Costa alegou incorretamente que o valor pago cobria apenas uma prateleira. Perante a evidência na aplicação de que o serviço incluía as duas unidades, o técnico contactou o seu superior, que admitiu o erro, mas impôs o pagamento extra de 20€. 2. Justificações Contraditórias e Abusivas O técnico justificou o valor de 20€ como sendo relativo a "deslocação" e "material (buchas e parafusos)", alegando que a Worten não cobria a sua deslocação. Note-se que: O serviço contratado pressupõe a deslocação ao domicílio; O valor de 20€ por meia dúzia de buchas e parafusos standard é manifestamente exorbitante e desproporcional, configurando um enriquecimento sem causa. 3. Falta de Transparência e Omissão de Informação Após apresentar reclamação junto da Worten no próprio dia 6, fui informada por uma operadora que o valor era, de facto, absurdo e que a deslocação era responsabilidade da Worten. A operadora assegurou-me que o processo seria breve e eu seria contactada assim que houvesse uma decisão. No entanto: No dia 17 de abril, no segundo contacto da minha parte por falta de feedback, a colaboradora Ana do Carmo informou que o processo fora encerrado a 14 de abril sem que eu tivesse sido notificada. A colaboradora Ana do Carmo alegou que a colega se esqueceu de me notificar. A Worten decidiu dar razão ao técnico, escudando-se no facto de este ter faturado o valor apenas como "material", ignorando o relato de que o técnico utilizou o material como pretexto para cobrar a deslocação por fora A Worten Resolve está a validar uma prática comercial abusiva, onde o técnico fixa preços discricionários de material para compensar custos que deveriam ser acordados entre ele e a Worten, e não cobrados diretamente ao cliente final à margem do contrato inicial. É inadmissível que a Worten considere "normal" a cobrança de 20€ por material básico de fixação, ignorando a má-fé do prestador de serviço.
Reclamação de Faturação Indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à fatura recentemente emitida referente ao atendimento do meu filho, Apolo, nas vossas instalações. Ao analisar detalhadamente os itens cobrados, verifiquei a inclusão de materiais como máscara FFP2 e luvas vinílicas. No entanto, de acordo com a minha observação direta durante os atendimentos, esses materiais não foram utilizados nas situações descritas. Nas ocasiões em que o meu filho recorreu ao sistema eletivo, nomeadamente para realização de exames de sangue e RX, não foi feita qualquer utilização de luvas nem máscara por parte dos profissionais durante os procedimentos. Da mesma forma, nas idas ao serviço de urgência, o meu filho não realizou exames, tendo sido apenas avaliado por enfermeiros e médicos, que igualmente não utilizaram luvas durante o atendimento. Desta forma, considero incorreta a cobrança destes itens, uma vez que não correspondem a materiais efetivamente utilizados no atendimento prestado. Gostaria de salientar que não me oponho ao pagamento de todos os procedimentos e serviços realmente realizados. No entanto, não considero justo assumir custos de materiais que, na prática, não foram utilizados durante o atendimento ao meu filho. Solicito, assim, a revisão detalhada da fatura em questão, bem como a retificação dos valores cobrados indevidamente. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Márcia Aragão (mãe)
Impossível realizar devolução
Exmos. Senhores, venho por este meio enviar reclamação à cerca de uma encomenda realizada no site Diana Lisboa. Deste modo, realizei a encomenda no dia 31/03/2026, encomenda à qual lhe foi atribuída o número #15953, tendo a mesma sido entregue a 14/04/2026. No próprio dia enviei um email a pedir a devolução para info@dianalisboa.com. Um dia após o envio do pedido de devolução e reembolso da encomenda, recebo um email diretamente do serviço de envio do Gmail (Mail Delivery Subsystem) em como é impossível realizar o envio do meu email. Enviei também para este email dianalisboashop@gmail.com. Efetivamente, obtive resposta em como o meu pedido seria reencaminhado para o departamento de devoluções, mas ate agora não obtive qualquer outra resposta ou informação de como proceder à devolução do meu artigo. Sinto-me engana, sendo que artigo enviado muito diferente daquilo que é apresentado no site. De constar que no site fala em devolução de 30 dias mas depois não fazem a devolução. Solicito assim ajuda às entidades competentes na resolução deste problema (devolução e reembolso do valor da minha encomenda).
Reclamação por Prática Comercial Enganosa e Pedido de Anulação de Contrato por Dolo
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a NOS e exigir a anulação imediata e retroativa, por dolo e prestação de informações falsas, do contrato de serviços de comunicações associado ao meu NIF 307421031. No passado dia 26/03/2026, fui alvo de uma manobra de venda concertada e agressiva. Primeiramente, recebi uma chamada de alguém que se identificou como sendo da operadora MEO, informando falsamente que o meu contrato terminaria naquele preciso dia e que, caso não procedesse à alteração ou renovação até à meia-noite, seria penalizada com uma multa pesada. Apenas cinco minutos após esta chamada de coação, fui contactada pelo comercial da NOS, Sr. Paulo Passos. O referido comercial, demonstrando total conhecimento da situação anterior, reforçou a urgência e garantiu-me que a NOS assumiria toda a responsabilidade pelo processo de cancelamento e portabilidade junto da MEO, assegurando que eu não teria qualquer encargo ou burocracia. Baseando-me nestas informações — que agora confirmo serem totalmente falsas — aceitei a instalação. Após verificar junto da MEO, apurei que o meu contrato original possui fidelização até 2027 e que a NOS nunca solicitou qualquer cancelamento ou portabilidade, deixando-me numa situação de duplo faturamento. Esta conduta configura: Dolo e Erro (Art.º 251.º e 253.º do Código Civil): O consentimento foi obtido através de mentiras deliberadas, o que torna o contrato anulável. Prática Comercial Agressiva e Enganosa (DL n.º 57/2008): O uso de falsas ameaças de multas e urgência artificial para forçar uma venda. Slamming: A adesão a um serviço através de métodos fraudulentos. Perante o exposto, exijo: A anulação imediata do contrato com a NOS por invalidade do negócio jurídico; A isenção de qualquer custo de rescisão ou faturação, uma vez que o contrato foi viciado na origem; O agendamento da recolha dos vossos equipamentos e a reposição da situação anterior; O estorno imediato de qualquer valor cobrado via débito direto. Informo que já procedi à inativação do débito direto junto da minha entidade bancária e que esta queixa será remetida à ANACOM para que sejam aplicadas as devidas sanções por práticas abusivas. Aguardo resposta urgente.
Saldo promocional expirado por falta de informação clara sobre validade
Exmos. Senhores, No dia 10 de fevereiro de 2026, efetuei uma compra no site da Worten (encomenda n.º 82082250) no valor de 469,98€, tendo sido atribuído um saldo promocional de 45,99€, no âmbito de uma campanha em vigor à data. A presente reclamação prende-se com o facto de esta condição (nomeadamente a validade extremamente reduzida do saldo) não ter sido apresentada de forma clara, visível e destacada no momento da compra. Trata-se de uma condição que, caso tivesse sido devidamente destacada, teria influenciado a minha decisão de compra. A consulta das condições da campanha exigia o acesso a um regulamento através de elementos pouco evidentes na página do produto, o que não garante uma comunicação transparente para o consumidor médio, especialmente tratando-se de uma condição essencial para a decisão de compra. Considero, por isso, que a comunicação destas condições não cumpre o princípio de transparência exigido nas práticas comerciais. A situação foi já exposta junto do apoio ao cliente da Worten e através do Livro de Reclamações, tendo sido recusada a reposição do saldo, com base na existência do regulamento, sem resposta concreta ao argumento da falta de destaque da informação no momento da compra. Tenho ainda conhecimento de situações semelhantes reportadas por outros consumidores, o que reforça a necessidade de maior clareza neste tipo de campanhas. Considero, assim, que não foi assegurado um nível adequado de transparência na comunicação da campanha, nomeadamente no que respeita à limitação temporal do saldo atribuído. Face ao exposto, solicito a intervenção no sentido de ser reapreciada a situação e promovida uma solução adequada. Mesmo que não venha a ser reposto o saldo, considero importante apresentar esta queixa e dar a conhecer esta situação a outros consumidores, por uma questão de princípio. Com os melhores cumprimentos
Reembolso não recebido
Exmos Srs., Venho por este meio apresentar queixa sobre a empresa PayPal, pois a mesma não assume o seu erro. Passo a explicar, diz uma compra através da aplicação Temu, na qual uso o meio de pagamento através da PayPal e, passados dois minutos, cancelei a compra. Passados momentos, recebi mensagens da Temu em como o reembolso tinha sido efetuado para a PayPal. Ora, passados outros momentos tinha mensagens da PayPal que o reembolso tinha sido efetuado. Tudo isto no dia 24/03/2026. Nas mensagens dizia que entre as datas de 24/03 e 31/03 as quantias seriam creditadas na minha conta. O certo é que recebi as quantias de 16,78€ e 7,84€, mas a quantia de 74,42€, foi retirada da minha conta no dia 26/03/2026 e, até à data não me foi reembolsada. Sobre este assunto já fiz todas as diligências perante a PayPal e a Temu, para ser reembolsado da quantia em questão e, ambas declinam responsabilidade sobre o assunto. Já me dirigi ao meu banco, mas, também não consegui que este me ajudasse no assunto, dizendo que não podiam, tinha de ser eu a resolver com PayPal. Estou farto de mandar mensagens para a empresa em questão, assim como e-mail 's com o extrato bancário em anexo, para provar em como não recebi o reembolso. Até ao momento não consegui nada. Resta-me então recorrer a este serviço e solicitar a vossa ajuda, no sentido de poder reaver a quantia de 74,42€ da parte da PayPal. Junto envio ficheiros para provar o que digo. Com os melhores cumprimentos Adelino Silva adelinosilva65@hotmail.com
Debito ilegitimo
Exmos. Senhores, Sou possuidor dum cartão de crédito UNIBANCO/DECO Proteste. O meu neto de 5 anos fez, inadvertidamente - como é óbvio, nove (9) aquisições enquanto jogava um jogo na Internet. A essas aquisições deveria ter sido, e foram, pedidas a autenticação através da aplicação MBWay. As primeiras oito, de que não dei conta, foram recusadas por se ter esgotado o tempo de confirmação, expirando. A última foi ainda detectada por mim e foi recusada essa mesma autenticação. Como é que apesar de não ter havido autenticação em nenhuma das compras todas elas foram acrescentadas à conta do meu cartão de crédito? Fico a aguardar a retirada daquela divida do meu cartão!
Devolução de artigo
Venho por este meio informar,no dia 15/04/2026 por volta das 17.02 dirigi-me á caixa de criança Zara Braga parque, para proceder a uma devolução de uma peça comprada online,em que a colaboradora em questão,cheirou a peça,dizendo que cheirava a amaciador,alegando que tinha sido lavada. A peça em questão está completamente intacta,com a devida etiqueta. Não entendo que tipo de critérios são utilizados pelos colaboradora. Entretanto peço que as devidas colaboradoras identifiquem para proceder á reclamação,ao qual se negaram a fazer. Obrigada
INCUMPRIMENTO CONTRATUAL E FALHA GRAVE DE SERVIÇO
No dia 29/11, durante a campanha de Black Friday, efetuei a compra de um telemóvel (XIAOMI Redmi Note 14 Pro+ 5G - Smartphone de 12+512GB, Pantalla de 6.67" AMOLED FHD+ 120Hz, Snapdragon 7s Gen 3, cámara de 200MP, HyperCharge 120W, 5110 mAh) na loja oficial Xiaomi através da plataforma Amazon ES, com entrega em Portugal. A data de entrega inicialmente prevista era 10/12, a qual não foi cumprida. A encomenda foi realizada com a finalidade de oferta de presente de aniversário, tendo sido planeada com base na data de entrega anunciada. Face ao incumprimento, vi-me obrigado a adiar a oferta, assumindo o compromisso de que o equipamento estaria disponível até ao Natal, o que novamente não se concretizou. Adicionalmente, na expectativa legítima de receção do telemóvel dentro do prazo anunciado, procedi à aquisição antecipada de acessórios compatíveis (capas, proteção de ecrã, entre outros), os quais foram entregues atempadamente, encontrando-se inutilizados até ao momento devido à não entrega do equipamento principal, o que agravou o prejuízo e o transtorno causados. Posteriormente, a data de entrega foi atualizada para 20/12, sem que a encomenda tivesse sido entregue. Após vários contactos com o apoio ao cliente, fui incentivado a solicitar o reenvio da encomenda, o qual também não foi concretizado. Em contactos subsequentes, solicitei o escalonamento do caso para um supervisor. Aguardei cerca de 30 minutos em linha, tendo sido informado de que seria contactado de imediato, o que não ocorreu. Voltei a contactar o apoio ao cliente, aguardei novamente cerca de 50 minutos, sem qualquer retorno do supervisor. No contacto mais recente, o atendente recusou a transferência para um supervisor, informou inicialmente que o produto já não se encontrava disponível e, após insistência, indicou que o mesmo equipamento estava disponível no site por um valor superior, solicitando que aguardasse até 27/12 por uma eventual equiparação de preço, sujeita a aprovação interna, sem qualquer garantia. Esta atuação causou-me prejuízos concretos e continuados, nomeadamente: atraso excessivo e injustificado na entrega; privação do uso do equipamento adquirido; frustração da finalidade da compra (presente de aniversário adiado e posteriormente falhado para o Natal); despesas antecipadas com acessórios já entregues e atualmente inutilizados; perda da vantagem económica da Black Friday; desgaste excessivo de tempo com múltiplos contactos e longos períodos de espera; atendimento inadequado e informações contraditórias; transtorno, frustração e stress significativos. Face ao exposto, estamos perante um incumprimento contratual e falha grave na prestação do serviço, pelo que exijo: O envio imediato do telemóvel adquirido, pelo preço originalmente contratado na Black Friday, sem qualquer custo adicional; A atribuição de uma compensação indemnizatória, adequada e proporcional, pelos prejuízos causados, incluindo a frustração da finalidade da compra e as despesas associadas; Uma resposta formal e por escrito com a solução definitiva. Na ausência de uma resolução célere e adequada, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e às vias legais que se mostrem necessárias. Aguardo resolução. A queixa será também formalizada na Direção-Geral do Consumidor, no Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Coimbra, à ASAE e ao Centro Europeu do Consumidor para as devidas diligências. Também enviei carta formal registrada à própria Amazon.
INCUMPRIMENTO CONTRATUAL E FALHA GRAVE DE SERVIÇO
No dia 29/11, durante a campanha de Black Friday, efetuei a compra de um telemóvel (XIAOMI Redmi Note 14 Pro+ 5G - Smartphone de 12+512GB, Pantalla de 6.67" AMOLED FHD+ 120Hz, Snapdragon 7s Gen 3, cámara de 200MP, HyperCharge 120W, 5110 mAh) na loja oficial Xiaomi através da plataforma Amazon ES, com entrega em Portugal. A data de entrega inicialmente prevista era 10/12, a qual não foi cumprida. A encomenda foi realizada com a finalidade de oferta de presente de aniversário, tendo sido planeada com base na data de entrega anunciada. Face ao incumprimento, vi-me obrigado a adiar a oferta, assumindo o compromisso de que o equipamento estaria disponível até ao Natal, o que novamente não se concretizou. Adicionalmente, na expectativa legítima de receção do telemóvel dentro do prazo anunciado, procedi à aquisição antecipada de acessórios compatíveis (capas, proteção de ecrã, entre outros), os quais foram entregues atempadamente, encontrando-se inutilizados até ao momento devido à não entrega do equipamento principal, o que agravou o prejuízo e o transtorno causados. Posteriormente, a data de entrega foi atualizada para 20/12, sem que a encomenda tivesse sido entregue. Após vários contactos com o apoio ao cliente, fui incentivado a solicitar o reenvio da encomenda, o qual também não foi concretizado. Em contactos subsequentes, solicitei o escalonamento do caso para um supervisor. Aguardei cerca de 30 minutos em linha, tendo sido informado de que seria contactado de imediato, o que não ocorreu. Voltei a contactar o apoio ao cliente, aguardei novamente cerca de 50 minutos, sem qualquer retorno do supervisor. No contacto mais recente, o atendente recusou a transferência para um supervisor, informou inicialmente que o produto já não se encontrava disponível e, após insistência, indicou que o mesmo equipamento estava disponível no site por um valor superior, solicitando que aguardasse até 27/12 por uma eventual equiparação de preço, sujeita a aprovação interna, sem qualquer garantia. Esta atuação causou-me prejuízos concretos e continuados, nomeadamente: atraso excessivo e injustificado na entrega; privação do uso do equipamento adquirido; frustração da finalidade da compra (presente de aniversário adiado e posteriormente falhado para o Natal); despesas antecipadas com acessórios já entregues e atualmente inutilizados; perda da vantagem económica da Black Friday; desgaste excessivo de tempo com múltiplos contactos e longos períodos de espera; atendimento inadequado e informações contraditórias; transtorno, frustração e stress significativos. Face ao exposto, estamos perante um incumprimento contratual e falha grave na prestação do serviço, pelo que exijo: O envio imediato do telemóvel adquirido, pelo preço originalmente contratado na Black Friday, sem qualquer custo adicional; A atribuição de uma compensação indemnizatória, adequada e proporcional, pelos prejuízos causados, incluindo a frustração da finalidade da compra e as despesas associadas; Uma resposta formal e por escrito com a solução definitiva. Na ausência de uma resolução célere e adequada, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e às vias legais que se mostrem necessárias. Aguardo resolução. A queixa será também formalizada na Direção-Geral do Consumidor, no Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Coimbra, à ASAE e ao Centro Europeu do Consumidor para as devidas diligências. Também enviei carta formal registrada à própria Amazon.
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