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Cancelamento da adesão do cartão de crédito
Exmos. Senhores, Venho por este meio pedir que seja cancelado e interrompido o processo de adesão ao cartão Unibanco. Fui abordado por um colaborador a cerca do vosso produto ao qual cedi os meus dados. Depois de uma pesquisa apercebi-me de não me será vantajoso o vosso produto e venho por este meio pedir que seja cancelado o processo do cartão e que os meus dados sejam removidos do vosso sistema. Tendo acontecido hoje dia 4 de Outubro de 2024 como consta na carta de aceitação dos 14 dias peço que interrompam imediatamente este processo de adesão, uma vez que não concordei com o mesmo nem assinei nenhum documento contratual. Cumprimentos.
Reparação não efetuada e exigência de mais 30 dias adicionais
Exmos. Senhores, Em 02/03/2024 adquiri, nas instalações da TEK4LIFE em Braga um Iphone 13 Pro 128gb Gold grade A+ com a bateria na capacidade de 84% por €597.90 dos quais 10,00€ correspondiam a um serviço premium na loja. Sucede que apesar de ter optado por equipamento classificado como Grade A+ por garantirem que se encontra em muito bom estado, nomeadamente a “ Bateria em Muito Bom Estado (superior a 80% com 6 Meses de Garantia), acontece que nos meses seguintes a bateria desceu consideravelmente e atingiu os 70% (14% em menos de seis meses) e ficou com a indicação que se encontra em estado de assistência nas definições do telemóvel, o que desde já indica que a bateria do equipamento não estaria em muito bom estado no momento da compra. Comuniquei-vos o problema, em 20/08/2024, confirmaram que a bateira do telemóvel estava efetivamente em estado de assistência e em condições de ser aceite na garantia para ser substituída, mas dado que não tinha efetuado cópia de segurança do telemóvel voltei posteriormente no dia 31/08/2024 e entreguei o telemóvel com reposição de dados para procederem a reparação, para o qual me indicaram o prazo de 30 dias a contar dessa data. O artigo encontra-se na vossa posse portanto desde o dia 31/08/2024 mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado. Acontece que no dia 23/09/2024 (24 dias depois) recebi um email vosso com a indicação que o equipamento já estava reparado e se encontrava disponível para levantamento. No dia 24/09/2024, um familiar deslocou-se a loja a fim de levantar o telemóvel e deparou – se que a bateria encontrava – se igualmente em estado de assistência, ou seja, o equipamento encontrava – se no mesmo estado em que foi entregue para a reparação. Uma vez que ao contrário do que indicava o email, o telemóvel não se encontrava reparado, a única opção que restou foi deixar novamente o telemóvel em loja, dado que não iria aceitar o telemóvel nas mesmas condições que o entreguei e agora já com o prazo de garantia da bateria ultrapassado. Entrei imediatamente em contato por email dado não haver nenhum contato telefónico disponível, a reforçar o que já tinha sido evidenciado pela pessoa que foi levantar o telemóvel que só iria aguardar os dias restantes do prazo inicial para procederem a reparação, ainda mais pelo telemóvel ser me imprescindível em contexto de trabalho. Sem qualquer resposta aos dois contatos efetuados por email, dirigi – me a loja no dia 03/10/2024, 34 dias depois de ter deixado o meu equipamento, e apenas alegaram repetidamente sem qualquer outra abordagem e ainda insinuando que eu não tinha capacidades para entender que cumpriram com o prazo de reparação no dia 23/09/2024 (data do email para levantamento) e que ao não levantar o telemóvel (por não estar reparado) e ter ficado novamente na loja implica que a única solução é aguardar novamente mais 30 dias. Tendo em minha posse duas ordens de reparação exatamente com a mesma descrição de avaria, a inicial por minha vontade, do dia 31/08 e a do dia 24/09, involuntária por afinal não estar reparado como me foi indicado, considero que é de muita má-fé alegarem que o telemóvel foi reparado dentro do prazo e não terem a humildade em momento algum de reconhecer que mesmo que tenha vindo da marca como reparado (que não é responsabilidade minha), o equipamento estava exatamente como foi entregue pelo que a reparação não foi efetuada. Posto isto, considerarei o contrato incumprido da vossa parte por não cumprirem o prazo de reparação, e não estando disposta a aguardar mais 30 dias de reparação sobretudo após a vossa atitude de má-fé e o vosso péssimo atendimento em loja e falta de colaboração, tendo ainda eu pago 10.00€ por um serviço premium em loja, exijo a resolução do contrato, pelo que tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos, Estela Barros
Atraso na entrega da encomenda
Fiz uma encomenda na Hipermecado dia 22/09 e até ao dia de hoje não recebi nada, a transportadora segundo a pagina deles recebeu a encomenda dia 27, entretanto já passou mais de uma semana desde que a transportadora a recebeu, tentei por várias vezes contactar com a Hipermecado, a única coisa que me adiantaram foi o traking number e os contactos da TCT Transportes, contactei por varias vezes a transportadora, já lá vão 13 dias e nada. Hipermecado faz preços bons mas trabalha com transportadoras medíocres.
Faturação e cobranças incorrectas e indevidas
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar que reformulem o vosso comportamento. Respondi por mais de 5 vezes as vossas solicitações por email, que pretendo manter plano prestacional como contratado. E não reconheço essas multas que me apresentam pois a facturação não me foi enviada no final do contrato por email ou carta, nem estava disponível na vossa app ou página na minha área de cliente. Somente recebi as vossas faturas através de execuções de dívida e emails de carácter coercivo, onde ninguém responde as minhas solicitações e exposições. Passo a explicar : Os vossos serviços constantemente a falhar Tive de chamar assistência a casa umas 10 vezes em cerca de 3 meses ou pessoalmente ou por telefone. Horas infindáveis de chamadas e presa em casa à merce da disponibilidade da agenda dos técnicos enviados, porque ora era a Internet que não funcionava ou ora era a tv. Em vez de respeitarem uma cliente que teve o vossos serviços em 2 moradas simultaneamente por mais de 10 anos seguidos, forçam me numa situação absurda sem limites. Eu contratei algo convosco que nunca foi cumprido decentemente e só me deu foi dores de cabeça e despesas por um serviço mal prestado. Peço então que definitivamente parem de me enviar emails ameaçadores com agentes de execução por uma situação que está a ser causada pela vossa falta de profissionalismo em compreender que existe um contrato que indica que o valor que estão a cobrar tem de ser no tempo e montantes acordados num contrato. Ou vocês querem explicar que isso não é uma forma de cuação e de criar a obrigação no cliente de manter o contrato de serviços da NOS enquanto existir contrato de aquisição de equipamentos? Supostamente não são produtos que indicam inclusivamente que a aquisição de equipamento não obriga a maior período de fidelização? Rectifiquem as faturas Pretendo pagar com o as prestações acordadas e contratadas para o equipamento. Pior ainda mantive um contrato ainda convosco e até esse não estão a honrar pois está a falhar igualmente. Cumprimentos.
Desonestidade
Exmos. Senhores, No dia 10 de Agosto de 2024, o meu filho que conduzia o meu veículo esteve envolvido num acidente com o meu veículo, um Opel Crossland X, matrícula 17-ZF-58, segurado pela "Logo Seguros" através da apólice Auto Max. De acordo com as condições da apólice, o seguro cobre integralmente os danos decorrentes de choque, colisão ou capotamento, sem franquia aplicável, até ao valor de €18,660. Na sequência do sinistro, foi realizada uma peritagem que concluiu que o para-choques do meu veículo segurado teria de ser substituído, dado que ficou danificado no acidente. No entanto, a seguradora informou que apenas cobriria 50% do custo da substituição, alegando que o para-choques apresentava danos prévios (uma raspagem), anteriores ao sinistro. Questões Legais e Contratuais: Violação das Condições Contratuais: O contrato do seguro Auto Max inclui cobertura total para "Choque, Colisão e Capotamento", prevendo o pagamento integral dos danos materiais causados por sinistros desta natureza. Não existe qualquer cláusula que justifique a desvalorização ou exclusão de peças com danos anteriores, desde que os mesmos não tenham sido a causa do sinistro. Neste caso, o dano foi consequência direta do acidente reportado, sendo a decisão da seguradora injustificada. Violação da Lei (Decreto-Lei n.º 291/2007): O Decreto-Lei n.º 291/2007, que regula o seguro de responsabilidade civil automóvel, assegura que os segurados têm direito à indemnização completa pelos danos materiais causados por sinistros cobertos. A prática de reduzir o pagamento devido com base em danos pré-existentes irrelevantes ao sinistro é contrária à legislação, que visa garantir a proteção dos lesados em acidentes de viação. Prática Ilícita: A decisão da seguradora de aplicar uma dedução de 50% no custo de substituição do para-choques configura uma prática ilícita, ao violar tanto o contrato de seguro como a legislação aplicável. Esta prática lesiva fere os direitos do consumidor e revela um comportamento irregular por parte da seguradora, que tenta evitar cumprir as suas obrigações legais. Pedidos: 1. O pagamento integral da substituição do para-choques, sem qualquer desvalorização indevida. 2. A reparação imediata do veículo, em conformidade com as condições contratuais e legais. 3. Uma compensação pelos danos morais e financeiros causados pela recusa injustificada e a demora da reparação do veículo por parte da seguradora, que insiste em não cumprir com as suas obrigações. 4. Alerta para o vossos leitores/consumidores DECO PROTeste para este tipo de prática abusiva por parte de seguradoras como a LOGO. Considero que a seguradora "Logo" está a agir de má fé, ao tentar reduzir as suas responsabilidades contratuais e legais. Face à gravidade da situação, solicito a intervenção da vossa entidade legal para garantir que a seguradora cumpre com as suas obrigações e que os meus direitos são respeitados. Estou disponível para fornecer toda a documentação relevante e responder a quaisquer dúvidas adicionais. Cumprimentos.
Fatura não corresponde ao valor contratado
Exmos. Senhores, Eu Andreia Alexandra, venho por este meio por parte do meu Avô António Ribeiro, expor uma situação perante a NOS Comunicações. O Serviço foi instalado no passado dia 13 de Setembro, a Fatura é emitida no dia 16 desse mês (passados 3 dias), e o valor não é o que consta no Contrato assinado no dia 4 de Setembro. Uma vez que já passaram 14 dias, há alguma forma de rescindir contrato? Cumprimentos, Andreia Alexandra
Negligencia no parecer do cliente
Exmos. Senhores, Venho por meio desta , solicitar , a revisão e alteração no Parecer, realizado pela Ageas. Conto com vosso olhar mais aberta para a situação elucidada , compreensão e colaboração. Não se tratou de uma fato isolado , e sim a somatória deles * ilicitudes * Burla mediante fraude, furto e fuga , inclusive de observa quando o autor leva o meu portátil, sem consentimento e autorização. Não havendo cooperação da vossa parte , estarei buscando as vias judicias, entre outras mídias , contudo, não acredito que será necessário, uma vez que acredito que a Ageas se trata de uma companhia de seriedade a e que zela pelos seus clientes. Pergunto lhes Para configurar o furto era preciso que ele me espancasse, agredisse ou matasse..... Se tratando de um Furto, sem agressão, com método de engano * burla , na transação e fuga da viatura sem autorização de minha parte , nem consentimento e nem conhecimento , levando consigo pertences pessoais. SOLICITAÇÃO DE INDENIZAÇÃO DEVIDA Prezados Senhores responsáveis, Decorridos o Prazo de 60 dias, a contar a data da participação da ocorrência, 31/07/2024, onde eu RICARDO WINTER, segurado, apresentei imediatamente queixa as autoridades competentes e promovi diante as provas apresentadas inúmeras diligências e inúmeros trabalhos mediante os aditamentos ao meu alcance. Uma vez que a iniciativa de negociação, que NÃO foi cumprida pela outra parte, naturalmente, NÃO sendo concluída e nem consolidada a autorização da minha parte, havendo FRAUDE na transferência da viatura, a subtração da mesma juntamente meu portátil, sem meu conhecimento e consentimento. (Furto). Houve um FURTO, mediante a Burla, na metodologia aplicada, distorção do acordado mediante exposto e diferença nos moldes operantes, uma vez que a Subtração da viatura foi realizada sem AUTORIZAÇÃO, pois, jamais seria autorizada, sem o pagamento efetuado e concretizado mediante (Liberação) e RETIRADA de itens pessoais que se encontravam no interior da viatura, principalmente meu Portátil (conforme 02 boletins abertos junto a GNR -Silveira e GNR -Torres Vedras). Dessa forma não sendo iniciada, mas não, consolidada a venda, que só seria concretizada na segunda feira, após a conclusão do pagamento com a ida ao conservatório, aí sim procederia a liberação oficial da viatura, como procedimento natural de uma negociação particular. Furto ; sem agressão física De acordo com o artigo 203.º do Código Penal português, o crime de furto consiste na subtração (ou tentativa de), para si ou para terceiro, de um bem móvel ou de animal alheio. O crime de furto é punível com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa. Solicito gentileza para tanto um olhar mais aberto para o cliente, que possui o 2ª melhor produto ofertado pela segurado PACK CONFORT (Contra Todos os Riscos), para a revisão do exposto e a indenização devida com máximo de brevidade. Foi apresentado o nome do autor do furto, demais informações, documentos e provas comprobatórias da/s Ilicitude/s dos envolvidos, que, inclusive, pela periculosidade dos fatos, constatei que estão a aplicar furtos, golpes em viaturas e imóveis em toda Região. Salvo que fiz o papel e trabalhos demasiados, que deveriam ter sido realizados e mais intensificados pelas autoridades (polícia, GNR, Santa Cruz, Torres Vedras), que precariamente não o fez, comprometendo ainda mais meu tempo, trabalho e saúde, me gerando transtornos de ordem Financeira, Emocional e Física. Anexo entre outros documentos, também as despesas com a locação de viaturas para meu deslocamento ao trabalho, casa (locomoção diversas) até a data supra, para meu ressarcimento. Sigo à disposição para dirimir quaisquer esclarecimentos mais, Conto com vossa compreensão e colaboração, Melhores cumprimentos, Ricardo W. 920039393
pedido de Reembolso
Exmos. Senhores, Bom dia. Fiz uma reserva para o hotel Maxim Axial Florence com Nº 18257857704, quando cheguei para fazer check- in o hotel disse-me que a minha reserva estava cancelada conforme comprovativo que anexo neste email. Perante esta situação liguei para a Edreams (707 782 829) onde apresentei detalhadamente a situação, tendo-me sido transmitido que o processo iria ser encaminhado para o departamento correspondente. Tendo necessidade de pernoitar, tive que ficar hospedado num outro hotel que paguei, igualmente anexo fatura deste hotel. Já em Portugal liguei vária vezes com a Edemas, tendo submetido nova reclamação de pedido de reembolso com documentos do cancelamento e da despesa que fiz no hotel onde fiquei. Hoje após novo telefonema, dizem mais uma vez que o hotel não era reembolsável, por isso não tendo direito ao reembolso da despesa e indicaram-me para apresentar diretamente a reclamação á Edreams porque o cancelamento não é da minha responsabilidade, como tal é legitimo que a Edreams me reembolse. Recordo que eu não cancelei a reserva, e de acordo com comprovativo que anexo, terá sido o vosso interlocutor a fazer o cancelamnto, por isso reitero a minha legitima pretenção a que me reembolsem. Cumprimentos, Artur Marques.
Recusa em Aceitar a Devolução
Exmos. Senhores, Dirigi-me à vossa loja física para adquirir um extensor de rede e frisei que este deveria funcionar com cabo de rede, previamente aplicado pelo eletricista. O colaborador que me atendeu revelou completa ignorância e pediu opinião a outro colaborador,. Também a este , frisei que deveria funcionar com cabo de rede. O aparelho em causa não trazia cabo (certamente porque não seria para funcionar com cabo) e, por isso, acrescentaram um cabo à venda. O segundo colaborador garantiu que o aparelho iria funcionar, deu-me as indicações de como o fazer (instalar a app, ligar o aparelho à tomada, seguir as instruções da app e apenas nessa altura ligar o cabo). Fiz tudo como indicado e o resultado foi que o aparelho ligou `mas não captava internet. Pedi a um técnico da MEO que fosse verificar o problema e fui informada que o aparelho que me venderam não funcionava com cabo de rede, teria de ser outro tipo de aparelho. Dirigi-me à loja para devolver o artigo, mas recusaram. Propuseram ir a minha casa para instalar, mas tal teria um custo de 21€, mesmo no caso de o aparelho não funcionar. Insisti no pedido de devolução, frisando que não pretendia a devolução do dinheiro, que poderia ficar em vale de compra, mas a recusa continuou. Ora, penso é uma prática comercial errada obrigar o cliente a ficar com um aparelho que não funciona para o que efeito que se pretende e que foi erradamente recomendado pelo vendedor. Posto isto, venho pedir que aceitem a devolução do artigo mediante emissão de um vale de compra. Cumprimentos.
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