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Embarque recusado
Venho por este meio comunicar a minha queixa contra a EasyJet. No dia 7/4 tinha voo de Lisboa para Barcelona. Por overbooking, venda de bilhetes a mais para o tamanho da aeronave, o meu embarque foi recusado. Foi-me proposto voo no dia seguinte às 6 da manhã sem assistência da própria companhia, a assistência que houve quase nula foi da Portway. Apenas me colocariam num voo da mesma companhia e não noutro de outra companhia no próprio dia . A solução de voo no dia seguinte não englobava estadia em Lisboa nem vales de refeição. E não me garantiam indemnização por parte da companhia aérea. Entre hotel já marcado em Barcelona, transportes e outro voo alternativo tive prejuízo de cerca de 400€.
Reembolso da compra cancelada ultrapassou os 10 dias úteis que indicaram
Compra de telemóvel online, mas teve que ser cancelada e disseram que em 10 dias úteis seria reembolsada do valor, mas não reembolsaram no tempo devido e ainda espero dizem-me para ter paciência . Já me queixei e escrevi ao Provedor da NOS, mas não explicam o porquê!
-Vícios do contrato n.º 50100153902 - NIF n.º 272179604
Fui contactado pela Medicare em abril de 2022, tendo me sido proposta a celebração de um contrato para eu, juntamente com a minha família, podermos beneficiar de um plano de saúde. A apresentação que me foi feita do plano de saúde pela V/ funcionária pareceu-me interessante, especialmente tendo em conta o período pandémico que se passava na altura.A funcionária informou-me que poderia experimentar o referido plano, sem qualquer compromisso, aliás, disse-me que nem sequer era preciso assinar nada, pelo que decidi aceitar experimentar o plano de saúde. Face este facto, voltei a questionar inúmeras vezes se não ficaria realmente vinculado ao plano de saúde, ao que a funcionária me respondeu que não, dando-me realmente a entender que poderia experimentar o plano de saúde sem qualquer vinculação.Por carência de meios económicos, e por nunca realmente me terem sido comunicados os termos em que o contrato iria ser celebrado, uns dias após a chamada entrei em contacto com V/Exas. para pôr término ao período experimental, contudo, sem sucesso, pois, para minha surpresa, a colaboradora mudou todo o seu discurso e afirmou não ser possível tal ato, afirmando que o cancelamento só poderia ser feito ao fim de 1(um) ano, e que tinha sido validamente celebrado um contrato.Importa começar aqui por analisar o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores, especialmente para o seu art.5º, nº8, que abaixo se cita: “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efetuado pelo próprio consumidor.”O artigo 8º, n.º 6 da Directiva 2011/83/UE Do Parlamento Europeu e Do Conselho também vai neste sentido, prevendo que: “Se um contrato à distância for celebrado por telefone, os Estados-Membros podem prever que o profissional tenha de confirmar a oferta ao consumidor, que só fica vinculado depois de ter assinado a oferta ou de ter enviado o seu consentimento por escrito.”As supracitadas disposições legais deixam claro que, para que o contrato celebrado por via telefónica se tenha por validamente celebrado, é necessário seja assinada uma oferta, ou que o contraente envie o seu consentimento escrito.Tendo isto em mente, é claro que nunca se efetivou a celebração de qualquer contrato entre a minha pessoa e V/Exas., uma vez que não houve a formalização do consentimento necessário, quer seja por assinatura de oferta ou envio de consentimento escrito.Não se alegue, portanto, que eu me encontro vinculado a qualquer tipo de plano de saúde disponibilizado pela V/ Instituição, sendo que, se o pretenderem fazer, exijo que me seja remetida a oferta assinada, ou a comunicação em que dei o meu consentimento por escrito.Ainda que se tenha o contrato por validamente celebrado, o que se admite por mero benefício da discussão, mas não se concede, teria sempre de haver uma comunicação adequada das cláusulas que regem o mesmo, o que não se verificou.Também, nunca me foi dito, que o contrato era automaticamente renovável, nem na chamada em que, sem sucesso, tentei pôr fim ao período experimental, o que revela a má-fé adotada por V/Exas. na presente situação. Fui, ainda, diversas vezes contactado por V/Exas., chamadas nas quais me exigiram que pagasse o que tinha em dívida. Com toda esta insistência, e com medo e receio do que me pudesse acontecer, procedi ao pagamento de uma prestação de 64,90€, valor este que pretendo que me devolvam, tendo em conta que o contrato nunca foi validamente celebrado. Tentei, após a realização deste pagamento, proceder ao cancelamento do contrato (apesar deste nunca se ter validamente celebrado), nunca tendo conseguido fazê-lo, pois, os operadores afirmam sempre que nunca é com eles, que temos que ligar para a linha de apoio, ou seja, para o contacto 219441113 e pressionar a tecla “9” ou tecla “1”, sendo que não existe qualquer função ou sector para a tecla “9”. Verificando-se assim, que tentam passar a responsabilidade de colaborador para colaborador de modo a fugir à situação. Apesar disto, em todas as chamadas deixei bem claro e permanece gravado que pretendia e pretendo cancelar, mas as referências continuam a vir todos os meses. É importante salientar ainda que, nunca procedi à utilização do seguro, nunca usufrui do cartão uma única vez e cancelei-o, logo, como é claro, não procedi a estes pagamentos, visto que não cheguei a assinar nenhum contrato, não cliquei nos supostos links que referem nos vossos termos e condições e não recebi as condições gerais que dizem enviar. Como referido anteriormente, por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, e por nunca se ter validamente celebrado um contrato, agradeço que procedam ao cancelamento do contrato alegadamente celebrado com V/Exas. com efeitos e que procedam à eliminação de todos os meus dados que existirem no grupo da Medicare.
Cobrança indevida de 64.99€
Exmos Senhores Venho comunicar que é indevido o débito de um valor extra pela reserva (11269585638) da minha viagem comprada no dia 23/02/2023 através do vosso site. Fiz por ser na altura o mais competitivo. Se tivesse a perceção de que seria cobrado mais o valor de 64.99€ não faria sentido reservar através da vossa empresa, mas diretamente através das companhias aéreas. Consideram que agiram de má fé, e no dia 12/04/2023, sem qualquer propósito cobraram utilizando os dados do meu cartão de crédito o valor de 64.99€, é crime. Sendo assim, solicito o reembolso do valor cobrado no dia 12/04/2023, por um serviço que não tinha conhecimento, nem que sabia que tinha de cancelar no prazo de 1 mês, assim como o cancelamento imediato do serviço edreams prime. Volto a dizer, que se soubesse desta informação antecipadamente não teria reservado os voos pela Edreams. Solicito a resolução desta situação, nomeadamente do reembolso do valor acima descriminado.
O artigo não é o que foi encomendado
Venho por este meio reclamar sobre a encomenda que recebi da empresa Mingxing, encomendei uma caixa com 128 verniz de gel que era o que anunciava o vendedor numa rede social pelo preço de 53€ . Tive o cuidado de verificar se era esse o artigo na hora da encomenda . O que me chegou foi uma pequena caixa com 12 verniz gel apenas. Sinto-me enganada e burlada.
Reembolso não obtido
Eu comprei dois fatos de treino e duas t shirts no site da TAX3, passado nem uma semana mandam me um email a dizer que não tinham as t-shirts em stock e mandaram me o dinheiro pouco tempo depois, e passado uns dias recebi dois emails a dizer que ia chegar 22 e outro a dizer 23 de Janeiro, no dia asseguir recebo outro a dizer que ia chegar dia 24 de Janeiro, as encomendas foram feitas dia 2 já agora, e sim lá para dia 25 tava a receber emails a dizer que precisavam da minha identificao e provas que era eu o dono da encomenda que estava preso na alfandega e tinha que pagar para retirar de lá, eu recusei e mandaram a encomenda para lá, eu tentei entrar em contacto com eles desde fevereiro e só me responderam a 3 semanas a pedir o número da encomenda e até agora não me disseram mais nada, e tou por ver os meus 373.75€ desde final de Janeiro!!!Aidan Baguena
Entrega de viatura com danos
Boa tardeEm 2 de abril de 2024 a viatura F-Type entrou na Jop Jaguar ( Porto ) sendo recepcionada por Ricardo Sousa e Pedro Martins. Foi pedido a ambos que protegessem bem a viatura.Ambos disseram que sim e foi assinado um papel em como não apresentava qualquer dano.O intuito da ida à oficina foi de fazet a revisão ,carregamento da bateria e retificação do bug do sistema de ingo intretenimento, que a jaguar já assumido .A jop passado 24 h ,disse-me que a bateria nao carregava e aconselhou a sua substituição. De imediato disse para colocar nova bateria.No dia 3 de abril o sr Ricardo Sousa ,foi-se embora do seu posto de trabalho e nada informou o cliente para levantar a viatura ( desprezo pelo cliente ). Em 4 de abril de 2024 ,o Ricardo a mando do Pedro Martins ligou de manhã, a dizer que não conseguiam corrigir o bug do info entretenimento. Mais disseram que era um problema do cliente e se quissesse, eles podiam forçar ,mas todo o risco tinha de ser assumido pelo clente.( se algo corresse mal teriam que mudar o modulo e o cliente tinha de pagar 600 €).Considero que continuam a desprezar o cliente e a não resolverem um defeito produzido e conhecido pela própria marca ( firmware 21 A ).Perante não assumi tamnha propotas.Fui após almoço levantar a viatura e efetuar o pagamento da revisão/nova bateria/vistoria no valor de 1309.05 €.Após o pagamento o Ricardo foi buscar a viatura para ser levantada.Para meu espanto, verifiquei que tinha danos na porta direita e na esquerda,capot e na pele do banco do condutor.Relembro que a viatura entrou sem DANOS e está registado na folha de admissao da viatura Foi de imediato chamado o Ricardo,Pedro Martins e também teve presente o Paulo Ribeiro ( cf vendas ).que verificaram e apontaram/fotos das reclamações. Hoje 8 de abril o Pedro Martins ligou a dizer que nada assumiam.É de lamentar toda esta atitude que colocam em causa a seriedade do cliente, os danos provocados, bem como os erros assumidos no info entretenimento .Sinto -me completamente desprezado pela marca e ainda por cima colocaram em a minha integridade moral, alegando por esse pedro Martins que os danos eram duvidosos.Este tipo de procedimento e abordagem ao cliente em nada dignificam a Marca JaguarPara esses senhores ( Pedro e Ricardo ) ,não deveriam lidar com clientes. O que pretendo é um pedido de desculpas e uma indemnização que me permita resolver os danos noutra ofina pois já nao3 na JOP.Por fim considero que a JOP não deveria nunca representar a Marca Jaguar Landrover.Para bem da marca penser em obter outros concessionários mais profissionais.
Falha de entrega de viatura automovel
Celebrei um contrato para compra de uma viatura TOYOTA RAV4 PHEV.A data de assinatura do contrato ´22/06/2023, prevendo-se a entrega para 29/12/2023.Comunicaram-me verbalmente que a viatura chegou a Leixões no dia 3/01/2024.Desde então o concessionario culpa o IMT ou a logistica da Salvador Caetano pelo atrazo da entrega.Tenho visitado regularmente o concessionario para tentar pressionar um desfecho para esta situação e cada vez que tal sucede adiam o prazo de entrega.Na expectativa da entrega programada, vendi a viatura que esta viria substituir.
Cuidados Domicilio CUIDA IPSS
Contratei a CUIDA IPSS NIF 510118062 para cuidar do meu pai, o serviço inicio a 1/12/2023 e pagámos 1.800€ - Fatura 2023/26 e recibo 2023/13, infelizmente 8 dias depois o meu pai morre e estamos há 4 meses para receber a devolução parcial do que foi pago, já tentámos por todas as vias (telefone, mensagens, mails) contactar e pedir a devolução sem sucesso.
condutor recusa entrada no autocarro
Venho por este meio solicitar ajuda na resolução da minha reclamação efectuada em livro de reclamação da RNE, Estação do Oriente Lisboa.No dia 29 de Março de 2024, dirigi-me ao terminal de Campanhã- Porto, para embarcar às 8h com destino a Lisboa. Cheguei com a minha família, sendo 3 pessoas e uma das quais uma pessoa com 89 anos e incapacidades, que posso comprovar através de atestado de incapacidade. Chegamos ao local de embarque eram 8h e o autocarro tinha as portas fechadas, o motor a trabalhar mas estava parado. Bati na porta e mostrei os bilhetes, o condutor olhou para nós fez um gesto de desprezo e arrancou. Para poder fazer a viagem para Lisboa tive de trocar os bilhetes para outro autocarro, que só saíu de Campanhã às 9.30h e teve um custo de 11,99x3. Pretendo que me seja devolvidos os custos desta viagem ou seja 11,99x3 e o preço que tinha pago inicialmente 38€, que faz o total de 73,97€, uma vez que a viagem não foi ecfetuada conforme contratada. Responderam à minha reclamação, dizendo que os condutores não podem abrir a porta dos autocarros quando já se encontram em andamento, o que está errado porque estava parado. Também disseram que os passageiros tem de estar no terminal 15 min antes da partida e que o autocarro saiu as 8.o1h, segundo o GPS do autocarro. Também está errado, porque segundo a fita do GPS, que me mostraram quando reclamei, o autocarro não esteva 15 min antes na gare, só chegou ao terminal às 7.52h .Por tudo isto e porque me sinto indignada pela falta de respeito,e consideração, principalmente para com pessoas de idade, vou até onde for necessário para admitirem que aquele condutor foi negligente.Recebi resposta em rel
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