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Fraude
Exmos. Senhores, Com a data de ontem dia 7/10 foram feitos 4 compras no meu cartão de crédito que eu desconheço onde foi fora do país que moro onde nunca fui e o cartão esta comigo em Portugal as compras foram feitas em Amsterdã assim que recebi a notificação pelo aplicativo logo bloquei o cartão e entrei em contato com a universo onde me explicou que as contas estavam cativas para não se preocupar que o departamento iria me ligar para resolver a situação hoje ninguém me ligou a conta já foi processada foi mais de 200 euros só em Uber eats nunca usei esse aplicativo , ligo para a universo e só em diz para aguardar a ser contactada quero meu assunto resolvido acabei de pagar todas as minhas dívidas para receber essa burla? O app quando vc faz o login ele manda um cod para seu telemóvel para poder aceder o app por que essas compras não acontece isso ? Não recebi nenhum tipo de código para autorizar a compra , a compra estava cativa o por que não foi cancelada? Deixaram debitar e agora? Preciso de um parecer da empresa
Medicare- cobrança de prestações do plano PLatinium + nº4500105716, objeto de cancelamento3
Exmos. Senhores, Eu, Anaísa Maria Iria Lelo Estrela, sócia nº 227026-46 da DECO, e o meu marido, António Miguel Pontes Estrela (Titular), subscrevemos em 28-8-2018 o Plano de Saúde Platinium Mais Nº 45001057163, cuja cessação foi solicitada por email de 22-07-2024 (em anexo), no estrito cumprimento no disposto no Art 14.1 das Condições Especiais desse plano. Vimos por este meio solicitar o vossa mediação na litigância com a MEDICARE, por não ter procedido ao cancelamento do Plano de saúde Platinium Mais Nº 45001057163 e o ter prorrogado indevidamente por mais um ano, alegando não ter havido comunicação com antecedência de 30 dias da data de términus do atual contrato que a Medicare considera 8-8-2024 e estar a enviar-nos referências multibanco para proceder aos pagamentos das mensalidades.. Contestámos por email e carta registada, junto da MEDICARE esta data, pois ela só corresponde a um primeiro contacto via Net onde expressámos interesse e ao envio pela MEDICARE de documentação (carta 9/8/2018), que no entanto, não foi objeto da nossa aceitação e não foi ativado, apresentando o cartão de Anaísa Maria Iria Lelo Estrela o nome errado. O contrato viria a ser celebrado em 28-8-2018, ao que correspondeu o envio de nova carta MEDICARE de adesão (29-8-2018)(em anexo) acompanhado de cartões corrigidos e a ativação do débito direto mensal na Caixa Geral dos Depósitos, a favor de MEDICARE e a iniciar em 31 de agosto de 2018 (em anexo). No entanto, os cartões enviados mantiveram indevidamente a data de início de contrato como 8-8-2018. Desde 31 de agosto de 2018, nunca utilizámos ou ativámos os serviços do Plano de Saúde Platinium MEDICARE, pois este revelou-se sempre ser uma opção menos vantajosa às alternativas de que dispomos. O pagamento de 6 anos sem uma utilização de qualquer serviço, sem receber uma comparticipação, sem faturas dos pagamentos por débito direto, sem qualquer informação de início e fim dos períodos de renovação automática, parece-nos suficiente para ter direito à livre resolução do contrato. Acrescenta-se ainda que já em outubro de 2023, suspendemos o débito direto, pelo que fomos contactados pelo Apoio a Clientes da Medicare (chamada gravada), a quem informámos de forma inequívoca, que pretendíamos a resolução do contrato, apesar de termos informado que não pagávamos mais, voltámos a reativar o débito direto e pagar as prestações do contrato até agosto de 2024 porque a anuidade já estava a decorrer . Esta indicação de que queríamos cessar o contrato, também não foi levada em conta e foi abusivamente renovado. Cumprimentos. Anaísa Maria Iria Lelo Estrela
Cancelamento de contrato e cobrança indevida de taxa de cancelamento
Exmos. Senhores, Fui cliente do ginásio Fitness Up desde fevereiro de 2023. Segui todos os procedimentos necessários para cancelar o meu contrato, enviando o aviso prévio por e-mail dentro do prazo estipulado de 10 dias. No meu último dia em Lisboa, tentei também cancelar o contrato pessoalmente, mas fui informada de que, naquele momento, não poderiam atender ao meu pedido, apesar de o ginásio estar vazio. Atualmente, estou no Algarve, o que impossibilita a deslocação a Lisboa para resolver o assunto presencialmente. No dia 8 de outubro, fui contactada pelo Sr. Bruno, do ginásio, que me informou que teria de pagar uma quinzena adicional, mais uma taxa de cancelamento de 50 EUR. Concordei com o pagamento da quinzena, mas recuso-me a pagar a taxa de cancelamento, considerando que segui corretamente o procedimento de término do contrato e que a cobrança é injusta. Os pontos que sustentam a minha reclamação são: Cancelamento dentro do prazo: Enviei o aviso de cancelamento conforme estipulado no contrato e tentei resolver pessoalmente, o que não foi possível por falhas do ginásio. Falta de clareza sobre a renovação automática: Não fui devidamente informada sobre a renovação automática, o que viola a obrigação de clareza e transparência para com o consumidor. Erro no processo de assinatura do contrato: O ginásio apenas entrou em contacto comigo alguns meses após o início do contrato para assiná-lo, o que demonstra desorganização e prejudica o cliente. Atendimento inadequado: Em uma das ligações com a receção, fui tratada de forma rude e ameaçada, sem ter oportunidade de esclarecer a minha situação. Assim, solicito que: A taxa de cancelamento de 50 EUR seja anulada; O cancelamento do contrato seja processado sem encargos adicionais. Aguardo uma resolução rápida e justa para este problema.
TROCA DE PRODUTO RECUSADA
No dia 13/04 efetuo a compra de um equipamento no valor de 230,90€. No dia 7/09 aciono a garantia do mesmo devido à impossibilidade de este ligar. Ao trigésimo dia e sem qualquer aviso, é-me notificado que o mesmo não é possível de arranjar devido à falta de peças, via email. Neste email é-me dito que o fornecedor propõe um upgrade de equipamento por mais 160 €. Ora este upgrade não é de todo um uma vez que teria de gastar mais dinheiro para obter outro produto, ainda para mais que sendo que gastei 230 € pelo meu produto, com mais 160€ perfaz um valor de 390€ cujo valor é similar ao valor do produto vendido na loja com o desconto misero de 9€. Posto isto, nego, e a colaboradora, muito rude e com toda a prepotência, impinge-me em fazer um crédito ou reembolso do valor do produto, sendo que nem sugere qualquer outro tipo de solução, nem questiona se efetivamente é esse o meu desejo. Quando me dirijo ao website reparo que no caso de fazer o reembolso ou crédito, não existe nenhum produto semelhante ao meu tendo esta solução a mesma que a anterior apresentada, incorre em dar prejuízo ao cliente (eu), ficando sem produto e não podendo comprar/ trocar por outro do mesmo valor ou despender de mais 160€ para outro. Realço que a culpa de quer não haver peças para a reparação, quer não haver outro produto não é de todo a minha. A solução possivel é que no minimo me seja trocado o meu produto por um igual ou por um imediatamente superior (que se encontra disponível na loja). Reforço a falta de cuidado para com o cliente em tentar perceber as necessidades do mesmo, por parte da colaboradora onde ao longo da troca de emails nunca esclarece as dúvidas do cliente, onde quando é colocada uma dúvida indica que toda a informação está disponível do website e a Tek4life é assim que trabalha e eu que vá procurar. Durante a troca de emails, após a introdução de mais entidades como o email geral, de suporte e de outras lojas a perpotência da mesma subitamente desaparece e torna-se menos passivo-agressiva.
Guia do tvde em atraso excessivo
Estou a 30 dias a espera já fiz 2 reclamações e nada foi resolvido, estou perdendo trabalho e sao 30 dias sem trabalhar pela falta de interesse em resolver a questão da parte do imt , oque eles sabem é responder de moto automático todas as questões e resolver que é bom nada. São 30 dias de busca em todos os meios e nada. Mais uma reclamações sendo que a outra foi finalizada sem resultados.
incumprimento de horario linha 905
Exmos. STCP A linha 905 dos STCP, que liga Trindade a Vilar do Paraíso, tem-se mostrado completamente ineficiente. Os autocarros estão constantemente atrasados, muitas vezes com mais de 30 minutos de atraso. Esta situação repete-se diariamente, sem qualquer previsão de melhoria. Os utilizadores do serviço entre Santo Ovídio e Vilar do Paraíso ficaram muito prejudicados com a substituição do serviço do autocarro 903 pelo autocarro 905. A falta de pontualidade causa transtornos aos usuários, que têm de esperar longos períodos nas paragens sem qualquer informação sobre a chegada dos autocarros. Essa incerteza gera stress e insegurança, além de prejudicar a vida pessoal e profissional de todos aqueles que como eu dependem desse transporte. É inadmissível que um serviço público essencial como o transporte coletivo seja prestado com tanta negligência. A falta de investimentos e a má gestão da linha 905 não incentiva ao uso do transporte público e contribui para o aumento do trânsito e da poluição. Diante desse cenário, solicitamos à STCP que tome medidas urgentes para solucionar esse problema. Sugerimos o aumento da frequência dos autocarros 905, mais ainda o cumprimento do horário e a melhoria da comunicação com os utilizadores com um sistema de monitorização em tempo real. É fundamental que a STCP compreenda que o transporte público é um direito de todos os cidadãos e que a qualidade do serviço prestado tem impacto direto na vida da população. Cumprimentos. Carlos Machado
Documentação não aceite/analisada
Exmos. Senhores, Tanto a Tranquilidade como a minha companhia de seguros continuam a tomar a decisão sobre responsabilidades sem respeitar o Art. 392 do Código Civil que determina que "A prova por testemunhas é admitida em todos os casos em que não seja directa ou indirectamente afastada". Nenhuma das companhias consultou a testemunha. Continuam alegremente a acenar com o acordo do IDS. Um acordo de conveniencia entre seguradoras, ao qual não me oponho, desde que cumpram com a lei vigente. Recordo que eu já estava fora do local de parqueamento quando o outro condutor embateu na minha viatura, como facilmente poderiam saber se cumprissem com as leis que estão a descartar. Reclamação original sobre a Via Directa: No dia 6 de Agosto 24 vi-me envolvido num sinistro automóvel. O mesmo foi participato à Via Directa através da area de cliente do site. Visto só aceitarem a inclusão da Declaração Amigável de Acidende Automóvel, foi prontamente enviado um email com documentação adicional. Por lapso, a DAAA preenchida no local do sinistro não inclui a informação referente à testemunha presencial. Após troca de emails com a Via Directa (7 ou 8), continuam a não considerar a informação adicional fornecida por email e a não contactar a testemunha. Ao abrigo do Art. 392 do código civíl "prove por testemunhas é admitida em todos os casos em que não seja direta ou indiretamente afastada", não havendo nenhuma menção a quando se pode ou não pode adicionar uma testemunha. Recebi um email esta manhã dizendo claramente que "O processo de sinistro foi aberto com base na Declaração Amigável de Acidente Automóovel (DAAA) demonstrando, mais uma vez, qie a Via Directa está a seguir as indicações de um acordo entre seguradoras ao invés de cumprir a lei vigente. Foi feita uma reclamação na outra companhia a 10 de Agosto 24 que, até à presente data, só me enviou uma resposta automática acusando a receção da reclamação. Cumprimentos.
Erro VM-E1 para certificado TVDE
Exmos. Senhores, Estou tentando emitir meu certificado TVDE, mas o site acusa erro VM-E1. Consegui um atendimento telefonico, onde quem atendeu resetou meu cadastro para correcao, mas continua o mesmo erro. Nao consigo atendimento telefonico, mesmo passando o dia tentando. Ja enviei email, inclusive pelo formulario no site do IMT, mas sem sucesso. Preciso trabalhar e dependo dester documento. Gostaria de uma solucao. Cumprimentos.
Sinistro não coberto
Exmos. Senhores Os meus melhores cumprimentos Ana Daniela Ribeiro Ramalho Carvalho, na qualidade de proprietária do imóvel sito na Travessa de Santa Eufémia, Nº 904, Canidelo – Vila do Conde, no qual procederam à instalação dos painéis solares, por parte da EDP, no dia 28 de julho de 2023, vem pelo presente expor e requerer o seguinte: Conforme é do vosso conhecimento, aquando da instalação anteriormente referida, foram partidas telhas no sitio da colocação dos painéis, bem como, e ainda mais grave, foi deixada uma telha levantada no local onde foi colocado o suporte para segurar o painel. Na sequência dessas imprudências, ocorreram várias inundações dentro do imóvel, ressalvando que chegaram a ultrapassar o 1º piso, chegando até ao rés do chão. Contudo, os estragos verificaram-se ao nível do 1º piso tendo resultado os seguintes danos: flutuante levantado, teto com humidade e um armário visivelmente estragado Relembro que os estragos foram cada vez maiores, face às infrutíferas tentativas de visita de um técnico – a primeira inundação ocorreu em novembro de 2023 e apenas em fins de janeiro de 2024 é que os vossos técnicos lograram subir ao telhado para verificar a situação. Após a visita do técnico e terem utilizado telhas do meu telhado (do alpendre) para substituir as telhas que partiram, visto que não existem mais aquelas telhas para venda, verificou-se que não entrou mais água dentro do imóvel. Todavia, os danos/estragos continuam, e podiam ter sido de valor bem mais elevado, caso não tivesse dado autorização para substituírem as telhas que foram partidas por técnicos da vossa empresa, por telhas de outra parte do telhado (que não interferem com o imóvel). Posto isto, por V. Excia foi requerido um orçamento para os estragos e fotografias do sinistro, que vos foi remetido por correio eletrónico em 08-02-2024. Nesta banda, e após contacto, solicitaram nova visita ao imóvel para medição de divisões, face a dúvidas existentes nas medidas do orçamento apresentadas, pelo que voltei a facilitar o acesso ao imóvel, cumprindo assim comesse desidrato. Posteriormente, mais uma vez, a aqui signatária foi contactada, agora, pela seguradora para deslocação do perito, e nova verificação e de medidas. Somando assim as inúmeras deslocações ao imóvel, em horário de trabalho, no qual fomos os prejudicados. Neste sentido, foi prestada a informação que o seguro iria cobrir os custos para resolução dos danos. Posto isto, sou notificada pela seguradora, por correio eletrónico, a 06-08-2024 e após várias insistências da minha parte, uma vez que não me davam qualquer feedback, a informar que “o perito não aceitou a totalidade da verba reclamada para o pavimento flutuante, uma vez que estão a ser reclamados 55,30m2 e apenas ficaram danificados 26,16m2”. O que está a ser reclamado foi o que sofreu danos, como devem calcular não irei colocar meio quarto com flutuante novo. Ressalvo que o orçamento já foi facilitado, pelo facto de não vos cobrir o 1º piso todo, serão 3 divisões com flutuante diferente devido da vossa falta de cuidado. Não poderá a aqui signatária ficar prejudicada por um sinistro causado por terceiros. Assim, e face ao tudo que se expõe, venho requerer que assumam a responsabilidade dos danos causados, isto é, o valor remanescente não coberto pela seguradora, acrescido do móvel que foi remetido print do site do IKEA (onde foi adquirido) já no e-mail de 08-02-2024, como no e-mail de 05-09-2024, informando desde já, que se no prazo de 7 dias consecutivos, nada me for informado, irá a aqui signatária avançar com a propositura de uma ação judicial. Sem nada mais de momento a acrescentar, Subscrevo-me, atentamente,
Serviço FIXO
Caros O serviço FIXO - Fidelidade foi-me recomendado, mas a minha experiência foi péssima. Inicialmente, o pedido estava agendado para dia 20/09 às 9h. Além de não ter aparecido ninguém, ainda tive que ser eu a ligar várias vezes para entender o sucedido, e às 10h15 fui informada que tinha surgido um imprevisto ao prestador do serviço e que a limpeza já não ia acontecer. Achei uma enorme falta de respeito, já que deixei de trabalhar para estar em casa para abrir a porta, e ainda tive que ser eu a ligar porque nem tiveram o cuidado de me avisar. Reagendaram o serviço para dia 27/09 às 14h. Nesse dia, apareceram às 9h15 e não às 14h, como agendado. Mais uma vez, fui obrigada a desmarcar a minha agenda profissional, porque o prestador apareceu fora do horário previamente agendado. Como se não fosse suficiente, ainda conseguiram piorar o serviço. Paguei por uma limpeza profunda de um T2, e o serviço prestado não foi de limpeza profunda, nem tão pouco poderia ser considerado de limpeza de casa. Limparam estores com um simples pano seco, não usaram água nem qualquer tipo de detergente. O mesmo sucedeu com todos os azulejos dos 2 WC's e cozinha. Foi uma limpeza a seco. Os vidros ficaram com manchas e sujidade em alguns sítios. Não limparam o forno, micro-ondas, frigorífico. Não aspiraram debaixo do sofá, nem tão pouco tiraram as almofadas do sofá para aspirar. Fizeram a limpeza “profunda” dos 2 quartos, 2 WC's e do corredor em 1h15. Quando fui confirmar que estavam a fazer limpeza profunda, que foi o serviço que paguei, disseram que sim e que podia confirmar. Quando fui inspecionar e as confrontei, uma das senhoras "culpou" a outra pelo mau serviço e limitaram-se simplesmente a aspirar de novo. Tenho praticamente a certeza que usaram o mesmo balde de água para limpar todas as divisões, e a esfregona que usaram estava, no mínimo, nojenta. Acho completamente inadmissível! Com esta experiência, como será óbvio, não vou recomendar nem voltar a usar.
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