Reclamações públicas

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T. A.
25/06/2026

PEÇA SUBSTITUIDA

Em Dezembro de 2025, o carro do qual sou proprietária mostrou alguma fragilidade, perdia potencia no andamento. Deslocamos à Ofina Atlas Peneus que pediu para ficar com a viatura e analisar. Ao final do dia fomos contactos para ir levantar a viatura porque não tinha nada. Acreditando na empresa, levamos o carro e após uma semana voltou a fazer o mesmo, sendo que o carro foi para a oficina de reboque. Nesta altura em 17 de dezembro paguei uma fatura c om mudança de peça de sensor, 1 diagnostico de viatura e mão de obra. Na altura sendo o meu marido a tratar do assunto, não questionou a empresa da entrega do diagnostico pago e a devolução da peça velha que foi substituída. Apenas ficou feliz de ver a viatura aparentemente com o problema resolvido. Agora em junho, o carro dá um sinal de alerta e fomos novamente a Atlas Peneus saber o que era, foi feito o diagnostico e aparece a peça que tinha sido substituita em dezembro, pelo que me deu um alerta. Desloquei-me à oficina e tomei conta do processo. Pedi que a peça substituída fosse verificada, podia ter vindo com defeito da fabrica, pedi o diagnostico de dezembro, e pedi que me fosse entregue a peça velha que dizem ter sido retirada, bem como questionei porque paguei este serviço e não tive acesso. Diem que o diagnostico não está guardao, ainda questionei se não tem uma ficha de cliente, dizem que sim, mas não tem acesso a esta informação e que a peça velha não foi entregue mas também não esta em posse da oficina, provavelmente já no lixo. Então insisti para que o carro fosse visto em toda aquela zona, desde aferir se a peça está boa, verificar as tubagens se encontram-se obstruídas e pedi levantamento fotográfico do que foi feito no carro para que pudesse mudar a viatura para a marca renaul – oficinaid com um documento a informar tudo oq eu foi feito e pedir uma nova resolução. A ofcina disse para deixar a viatura, iam chamar um Eng desta áera e fazer esse trabalho. Ontem fomos contactados para levantamento da viatura e foi comunica do o seguinte;: a eça tinha sido removida e limpa e encontrava-se com agua dentro, foram colocadas novamente e tentaram fazer uma regenaração normal na viatura, ou seja, andaram vários km para que o carro sozinho o conseguisse fazer. Acontece que o carro não conseguiu e pedem para que a viatura seja vista pela marca. Questionei pelo relatório do Eng., pedi o diagnostico, apenas tive acesso ao ultimo, e paguei uma fatura com a indicação de mao de obra. Visto que o serviço pelo qual paguei não ficou terminado / incompleto o que peço é a devolução do dinheiro pago nas duas faturas visto que a Atlas Peneus não consegue provar que estes serviços foram efectivamebte feitos. Assim irei colocar o carro na marca. Por muito que as oficinas me tentem prestar serviços sem fatura e apresentando preços mais baixos, eu não o faço, exatamente porque depois ficamos nas mãos alheias e sem argumentos para poder reclamar. Julgo que o que aqui +eço é algo justo e compreensível, mas infelizmente a oficina não acha. Desta forma peço a vossa ajuda neste sentido.

Encerrada
B. B.
25/06/2026

Sem os 2€ e sem os 2 meses/presente

Aderi à campanha onde por 2€ teria direito a dois meses de subscrição mais um presente grátis. Ainda antes de me serem retirados os 2€ da minha conta bancária optei por cancelar a subscrição entrando em contacto com a Deco a solicitar com a maior brevidade possível o cancelamento da mesma. Passados 11 dias após o meu contacto foram retirados os 2€ da minha conta bancária e passados dois dias úteis é que cancelam a minha subscrição perdendo assim os dois meses de subscrição mais o presente grátis que supostamente eram meus por direito por 2€. Se sabiam que queria cancelar porque retiraram os 2€? Ou não retiravam e não tinha direito aos dois meses e ao presente ou então se retiravam os 2€ teria direito aos dois meses mais o presente tal como era garantido na campanha. Sinto que agiram de má fé e fui burlado o que não esperava de todo por parte da Deco. Muito decepcionado.

Resolvida
S. C.
25/06/2026

Avaria e intervenção técnica

Exmos. Senhores, Adquiri uma máquina de lavar de marca Hoover, na Rádio Popular, no dia acima referido. Em abril a máquina deixou de funcionar corretamente, liguei para a assistência técnica da marca, veio um sr., o qual substituiu peças que não resolveram o erro, uma vez que segundo o sr., este substituiu os batentes da máquina e o problema era o fato de não escoar a água (não tenho provas da intervenção realizada pelo técnico, uma vez que ainda hoje aguardo os relatórios), mas a máquina continuou a não funcionar bem. Voltei a contactar a marca e o técnico voltou a vir a casa, mas fez saber que se não pagássemos as substituições anteriores não levantava a máquina. Uma máquina com 3 meses não deve ter substituições de peças e ainda mais dentro da garantia. Voltei a entrar em contacto com a marca a qual não me deu solução para o assunto. Dirigi-me à Rádio Popular, onde adquiri a máquina, e esta fez saber que uma vez que foi a marca que fizemos a queixa da avaria, teria que ser com a marca a sua resolução. Sem quaisquer relatórios das intervenções, uma vez que nada me foi entregue, solicitei os mesmos por mail dirigido à marca. Nunca os recebi, enviei vários mails, anexos, fiz vários contactos telefónicos, a pagar, sem resolução, sem resposta. Já levo mais de uma ano a lavar roupa fora (a pagar), a aguardar a resolução do caso. A máquina está na garantia e já nem quero que a reparem mas sim que a substituem . Também já fiz reclamação junto da CIMAAL, e esta também não teve qualquer resposta da empresa. Cumprimentos.

Resolvida
M. C.
25/06/2026

Danos na entrega do veículo após manutençao

No dia 24 de junho de 2026, entreguei o meu veículo BMW com matrícula 52-PL-56 nas instalações da BMW Caetano Baviera Portimão para a realização de uma ação de recall relacionada com o airbag e para a substituição do líquido dos travões. O veículo foi entregue às 09h27. Antes da entrega, filmei o interior do automóvel e os seus componentes, por precaução, devido a experiências anteriores menos positivas com esta oficina. Nessa gravação é possível verificar, entre outros aspetos, que tinha uma embalagem com 7 pastilhas elásticas no interior do veículo. Regressei para levantar o automóvel às 17h48. Numa primeira inspeção exterior não detetei quaisquer danos aparentes. No entanto, após iniciar a viagem e percorrer cerca de 2 km, comecei a notar várias situações anormais no interior do veículo. Em primeiro lugar, verifiquei que a embalagem de pastilhas elásticas continha apenas 5 unidades, quando tinha 7 no momento da entrega do veículo. Embora o valor das pastilhas seja irrelevante, o facto de terem desaparecido levanta dúvidas sobre a utilização indevida dos meus pertences pessoais. Em seguida, ao tentar abrir a consola central, constatei que um cabo de carregamento se encontrava preso de forma desorganizada, impedindo parcialmente a abertura. Sou particularmente cuidadoso com a organização do interior do veículo e esta situação indicava claramente que alguém tinha mexido nos meus objetos pessoais. Por fim, ao tentar abrir o cinzeiro/compartimento onde habitualmente guardo moedas para a lavagem do veículo, verifiquei que o mecanismo já não funcionava corretamente. Após inspeção mais atenta, constatei que a peça se encontrava partida. Perante esta situação, regressei imediatamente às instalações da BMW Caetano Baviera Portimão e solicitei que o problema fosse analisado. Inicialmente fui informado pela rececionista de que seria chamado o chefe de oficina, o Sr. Nuno Fernandes Guerreiro. O referido responsável observou a peça danificada e reconheceu que seria necessária alguma força para provocar aquele tipo de dano. Contudo, após alegadamente falar com o técnico que efetuou a intervenção no veículo, informou-me de forma categórica que a oficina não assumiria qualquer responsabilidade pelos danos, alegando que o técnico não tinha reportado qualquer incidente. Durante a conversa, expus também que os meus pertences pessoais tinham sido mexidos e que tinham desaparecido duas pastilhas elásticas da embalagem existente no veículo. Em resposta, foram feitas várias referências às pastilhas de forma que considerei inadequada para o contexto de uma reclamação de um cliente, desviando a atenção do problema principal: a existência de um dano no interior do veículo após este ter permanecido durante todo o dia sob responsabilidade da oficina. Foi igualmente referido que existiam fotografias tiradas à entrada do veículo e que, segundo a oficina, o cinzeiro já aparentava estar danificado. Após observação dessas fotografias, mantive a minha posição de que as mesmas não demonstram qualquer dano existente antes da intervenção. Recordo ainda que já tive uma experiência anterior negativa com esta oficina, na qual o veículo me foi entregue com riscos após uma reparação de valor elevado, situação que também não teve um esclarecimento satisfatório. No final da conversa, fui informado de que a única solução seria suportar eu próprio o custo da substituição da peça danificada, estimado em cerca de 36 €, acrescido da mão de obra de montagem. Considero inaceitável que um veículo seja entregue à oficina em determinado estado e devolvido com danos no interior, sem que seja efetuada qualquer averiguação séria ou assumida qualquer responsabilidade. Além disso, a perceção de que os meus pertences pessoais foram manuseados sem necessidade contribuiu para uma quebra total de confiança no serviço prestado. Gostaria ainda de manifestar o meu profundo desagrado pela forma como a situação foi tratada pelo chefe de oficina, Sr. Nuno Fernandes Guerreiro. Para além da recusa em analisar devidamente os factos relatados, senti uma postura de desvalorização constante das minhas preocupações enquanto cliente, bem como comentários e respostas que considerei inadequados e pouco profissionais para o cargo que ocupa. Em diversos momentos, tive a perceção de que as minhas observações estavam a ser tratadas com ligeireza e algum tom de escárnio, o que apenas agravou o meu sentimento de frustração perante uma situação já desagradável. Enquanto cliente de uma marca premium como a BMW, esperava ser tratado com respeito, seriedade, transparência e empatia. Considero que cargos de responsabilidade e contacto direto com clientes exigem elevados padrões de profissionalismo, capacidade de escuta e gestão de conflitos. Infelizmente, a postura demonstrada durante este episódio não correspondeu às expectativas que tenho de uma oficina oficial BMW, contribuindo significativamente para a perda de confiança no serviço prestado e na forma como a reclamação foi conduzida.

Em curso
J. R.
25/06/2026

FACTURAÇÃO INDEVIDA

Exmos. Senhores, Efectuei pedido de cancelamento de serviços prestados pela empresa NOS em 05/03/2026 conforme documentação que anexo, e estou a ser intimado por aquela empresa a pagar mensalidades até 08/06/2026, alegando que o contato só foi cancelado a 19/05/2026. Já efectuei reclamação sobre o assunto, mas a empresa continua a exigir pagamento indevido. Agradecia ajuda no sentido de me informarem como devo proceder para resolver esta situação. Anexo documentos confirmando cancelamento do contrato e mail da empresa a exigir pagamento Melhores cumprimentos Notificacao LRO [notificacao.lro@nos.pt] Anexosquarta, 24/06, 17:05 (há 15 horas) para mim [Este endereço não está programado para receber e-mails. Pode contactar-nos através dos meios alternativos em aqui] Caro Cliente, Analisámos a reclamação que apresentou no livro de reclamações e agradecemos a oportunidade de lhe prestar os esclarecimentos necessários. O seu pedido de cancelamento foi efetivado a 8 de junho Recebemos o seu pedido de cancelamento no dia 19 de maio. De acordo com as condições gerais do seu contrato, os pedidos de cancelamento devem ser feitos por escrito e com 10 dias de antecedência relativamente ao final do período de faturação. Informamos que tem um valor de €141,52 a pagar, referente às faturas FT 2026xxxxxx690, FT 20269xxxxxx501, FT 20269xxxxxx706 e FT 20269xxxxxx658 Pode pagar este valor numa loja NOS ou através de Multibanco (MB). Se tiver dúvidas fale connosco, estamos sempre disponíveis para si no site NOS Ajuda pelo telefone 931 699 000 ou 16990, em dias úteis das 9h00 às 21h00 numa loja NOS 2 anexos • Verificado pelo Gmail

Resolvida
N. S.
24/06/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 30/05/2026 adquiri 6 camislas, da loja online Mistertuga, pelo valor de 147 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada entre 9 a 16 dias uteis. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos por e-mail e WhatsApp ,junto dos vossos serviços , e apenas 1x obtive a resposta de que a encomenda estaria para entrega do distribuidor aos CTT Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito resolução imediata do problema, com reembolso ou garantia de envio de nova encomenda. Cumprimentos.

Encerrada
C. L.
24/06/2026
DPD

Falha na entrega de encomenda e ausência de resposta da DPD (Guia n.º 65842214044225)

Adquiri um artigo com serviço de entrega ao domicílio (pagamento efetuado). A encomenda n.º 65842214044225 encontra-se retida há dois dias pela transportadora DPD, sob a alegação de "dificuldades na morada". Tentei utilizar o link de gestão fornecido pela transportadora para corrigir/confirmar os dados, mas o mesmo apresenta erro técnico e não permite qualquer alteração. Apesar de ter solicitado ajuda, não recebi qualquer contacto, esclarecimento ou tentativa de entrega por parte da DPD. A morada de está correta e completa. O serviço de entrega não está a ser cumprido conforme contratado, existindo o risco iminente de a mercadoria ser devolvida ao vendedor indevidamente.

Resolvida
C. R.
24/06/2026

Colchão defeituoso

Exmos. Srs., ​Venho por este meio expor e solicitar apoio na resolução de um litígio de consumo que se arrasta inadmissivelmente desde outubro de 2024, relativo à compra de um colchão no marketplace da Worten ao vendedor parceiro Lovemynight. ​O colchão apresenta um defeito de fabrico estrutural grave (camadas internas irregulares e perda total de resiliência/suporte sob carga, criando um afundamento/buraco quando utilizado), impossibilitando o descanso e causando dores físicas. O problema foi reportado originalmente em 2024. ​Recentemente, o vendedor reabriu o processo mas tem utilizado evidentes táticas dilatórias para se esquivar às suas responsabilidades legais (DL n.º 84/2021). Inicialmente, alegaram que as fotos de 2024 não serviam. Posteriormente, tentaram culpar a base da cama, exigindo fotografias do estrado. Tudo enviado e nada resolvido

Encerrada
T. C.
24/06/2026

Desativação injusta de conta de Instagram e Facebook após ataque informático

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção e apresentar uma reclamação formal contra a Meta Platforms Ireland Limited, ao abrigo do Regulamento dos Serviços Digitais (DSA) da União Europeia, devido à desativação permanente, arbitrária e injusta da minha conta pessoal de Instagram (Nome de utilizador: tomasfmcardoso), bem como da conta de Facebook associada. A minha conta foi alvo de um ataque informático (hacking) no dia 29 de abril de 2026, por volta das 15:17. O invasor acedeu à conta através de um dispositivo Apple Macintosh localizado em Greece, Nova Iorque (EUA), totalmente alheio à minha residência e aos meus equipamentos. No momento do acesso, a Meta não me enviou qualquer alerta de novo dispositivo, tendo eu apenas recebido uma notificação oficial por e-mail a informar que a minha conta (que sempre foi estritamente privada) tinha sido alterada para "Pública". No momento imediato em que assumiu o controlo ilícito do meu perfil, o invasor utilizou mecanismos automatizados para disseminar em massa conteúdos através das minhas mensagens diretas (DMs) para todos os meus contactos, publicando-as simultaneamente nas minhas Histórias (Stories) e no Feed. Esta atividade fraudulenta ativou os sistemas automáticos de segurança da Meta sob a política de "Fraude, Esquema e Práticas Enganosas" (SCAM_NONFI). No dia seguinte, 30 de abril de 2026, a Meta aplicou a suspensão permanente e irreversível da minha conta. Infelizmente, o suporte automatizado da Meta agiu de forma cega: ignorou o facto de a conta ter sido invadida em Nova Iorque e de ter havido uma alteração repentina de privacidade minutos antes da infração. Para além disso, esgotei os canais de suporte normais da plataforma, onde os próprios agentes humanos admitiram não ter ferramentas ou autoridade administrativa para reverter este banimento automático. Com isto, a Meta privou-me de um direito de defesa justo e bloqueou o meu acesso a anos de dados pessoais, memórias e contactos de enorme importância afetiva e académica. Face a este bloqueio, recorri aos mecanismos extrajudiciais oficiais previstos pelo Artigo 21.º do DSA, através de duas Entidades de Resolução Alternativa de Litígios (ADR) certificadas pela Comissão Europeia. Ambas as entidades independentes emitiram decisões totalmente favoráveis ao meu caso: O ADR Center (Decisão de 24/05/2026): Concluiu que a Meta aplicou uma sanção manifestamente desproporcional, sem apresentar provas credíveis, ordenando a restituição imediata da conta e condenando a Meta ao pagamento de 500€ relativos aos custos do procedimento. O Appeals Centre Europe: Emitiu uma decisão a meu favor, dada a total ausência de resposta ou cooperação por parte da Meta aos contactos da entidade. Contudo, e em claro incumprimento das suas obrigações legais no espaço europeu, a Meta Platforms Ireland Limited continua a ignorar estas decisões e a manter as minhas contas injustamente desativadas. Face à gravidade da situação e à prova documental inequívoca que possuo, exijo que a Meta: - Cumpra de imediato as decisões emitidas pelas entidades de resolução de litígios (ADR Center e Appeals Centre Europe); - Proceda à imediata reativação e restituição da minha conta de Instagram (tomasfmcardoso) e do Facebook associado. Agradeço desde já o vosso prestimoso auxílio na mediação deste conflito e na salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidor digital. Melhores cumprimentos, Tomás Cardoso

Em curso
A. G.
24/06/2026

Prazo para denuncia do contrato

À MGEN Exmo Senhores: O nº 2 do Artigo 14º das Condições Gerais e Especiais 2026 da MGEN, abaixo reproduzido, diz-me que posso, mediante comunicação escrita à MGEN e com 30 (trinta) dias de antecedência em relação à data 1 Fevereiro 2027 da renovação do meu contrato, denunciar livremente este contrato. Ora a minha interpretação deste prazo é que posso comunicar isto com PELO MENOS 30 (trinta) dias de antecedência, em particular que posso fazer tal comunicação por exemplo agora, em Junho 2026. Senão, qual outra interpretação será possível e razoável ? Que tenho de comunicar isto com EXATAMENTE 30 dias de antecedência, ou seja no dia 2 Janeiro 2027 ? Porque se comunicar isto no dia 3 Janeiro 2027 ou em dia posterior então estarei claramente a falhar o prazo, pois tal dia não é com 30 dias de antecedência relativamente a 1 Fevereiro 2027 ! Assim, comunico hoje, por este meio escrito, à MGEN que denuncio o meu contrato, e solicito à MGEN que confirme agora que o meu contrato não será renovado em 1 Fevereiro 2027. Agradeço muito, cordialmente, António Costa de Ornelas Gonçalves, NIF 139 323 309. Nota: O motivo para esta minha reclamação é o facto de a MGEN me ter comunicado por escrito, em 18 Junho 2026, o seguinte: ‘’ verificamos que a renovação sua Apólice nº 26098 ocorre no dia 01-02-2027, sendo que os referidos 30 dias não estão salvaguardados, pelo que sugerimos que remeta novamente este pedido 30 dias antes da data de renovação.’’ Anexo: CONDIÇÕES GERAIS E ESPECIAIS 2026 ARTIGO 14.° - Denúncia do Contrato 2. O Tomador do Seguro pode, mediante comunicação escrita à MGEN e com 30 (trinta) dias de antecedência em relação à data de renovação, denunciar livremente o Contrato. ARTIGO 13.º - Início, Duração e Renovação do Contrato 1. O Contrato é celebrado por 1 (um) ano e produzirá efeitos a partir da data prevista nas Condições
Particulares do mesmo. 2. Tratando-se de seguro em que o Tomador do Seguro seja uma pessoa singular, o Contrato considera-se aceite, em caso de não resposta da MGEN e nos termos e limites legais, no 14° (décimo quarto) dia a contar da data de receção da Proposta e dos documentos solicitados pela MGEN, exceto se o proponente for notificado da recusa ou da necessidade de esclarecimentos adicionais (a aprovação fica dependente do envio e análise dos elementos solicitados). 3. O Contrato será anualmente renovado por período e em condições correspondentes às inicialmente contratadas, salvo comunicação prévia por parte da MGEN, por escrito, em suporte papel ou outro meio duradouro, enviada, pelo menos, 30 (trinta) dias antes da data de renovação do mesmo. 4. Se o Tomador do Seguro não concordar com as condições propostas pela MGEN para a renovação do Contrato, deverá comunicar a sua discordância à MGEN, cessando o mesmo no fim da anuidade em curso.

Encerrada

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