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Reembolso bilhetes
Bom dia, Há mais de um mês que procuro assistência para conseguir o reembolso de dois bilhetes de um concerto que foi adiado. Infelizmente nem a Vibes & Beats e nem a BOL estão disponíveis ou dispostas a me ajudar e estou no prejuízo de 80€.
Reembolso bilhetes
Bom dia, Há mais de um mês que procuro assistência para conseguir o reembolso de dois bilhetes de um concerto que foi adiado. Infelizmente nem a Vibes & Beats e nem a BOL estão disponíveis ou dispostas a me ajudar e estou no prejuízo de 80€
reparaçao de uma viatura
A viatura deu entrada na oficina, no passado dia 13 de dezembro, para diagnóstico de uma avaria sob a garantia Leasy. Desde essa data, a vossa conduta tem-se pautado por um silêncio e inércia inadmissíveis. Não só não recebi qualquer comunicação proativa sobre o estado do processo, como as minhas repetidas tentativas de obter esclarecimentos se revelaram infrutíferas, denotando uma profunda desorganização e desconsideração pelo cliente. Sublinho que apenas a partir do17 de dezembro se verificou algum avanço, e tal deveu-se única e exclusivamente à minha persistente e contínua pressão junto de ambas as entidades – a vossa oficina e a gestão da Garantia Leasy.
Reclamação por incumprimento do prazo legal de reparação
Bom dia, venho por este meio solicitar o reembolso do valor de um frigorífico Hisense que adquiri na vossa loja online no dia 13-05-2024. O frigorífico teve uma avaria e a marca não deu resposta no prazo legal de reparação, tendo-me dado a indicação para entrar em contacto com a loja onde adquiri o produto, uma vez que foi aprovado o reembolso. Anexo a fatura para uma melhor referência. Agradeço que me indiquem quando terei o dinheiro na minha conta, já tentei contactar a vossa loja várias vezes por telefone, mas a linha está sempre ocupada e passados nem 5 minutos a chamada cai. No vosso site a página de contacto não funciona, não encontro o vosso mail no vosso site, só através do facebook é que encontrei este mail... lamentável o vosso apoio ao cliente!
Produto errado
Fiz uma encomenda (#525496) de dois produtos. Enviaram-me um deles errado. Entrei em contacto inumeras vezes com a empresa, enviei fotografias do produto errado e, em nenhum dos casos, obtive resposta. Exijo que seja feita a troca do produto ou que seja reembolsada pelo produto que paguei e não recebi.
Reclamação por incumprimento do prazo legal de reparação
Reclamação por incumprimento do prazo legal de reparação (30 dias) Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à reparação do meu combinado Hisense Rs711n4wce, comunicado no dia 19-11-2025 através do apoio ao cliente (808181818). Até à presente data (19-12-2025) e apesar de já ter decorrido o prazo legal de 30 dias para a reparação, conforme previsto na legislação portuguesa aplicável (nomeadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021), o referido equipamento ainda não foi reparado nem substituído, nem me foi apresentada uma solução definitiva. Esta situação configura um claro incumprimento das vossas obrigações legais enquanto vendedor/prestador de serviços, causando-me prejuízos e transtornos significativos (comida estragada, compra de comida mais cara durante 30 dias no supermercado local e possivelmente não tendo combinado para o Natal e Ano Novo). Assim, solicito que seja dada resolução imediata à presente situação, no mais curto espaço de tempo possível, a seguinte solução legalmente prevista: Restituição do valor pago. Caso não obtenha uma resposta ou solução satisfatória no prazo máximo de 5 dias úteis, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente o Livro de Reclamações e/ou centro de arbitragem de conflitos de consumo, para defesa dos meus direitos. Aguardo uma resposta célere e mais informo em baixo a lista de chamadas que efetuei durante um mês sem qualquer efeito na resolução na reparação urgente (segundo os vossos colaboradores). Hisense 19-11 Lidersat 20-11 Hisense 21-11 Lidersat 21-11 Lidersat 26-11 Hisense 28-11 Lidersat 28-11 (neste dia fiz duas chamadas) Hisense 5-12 Lidersat 5-12 (este dia fiz duas chamadas) Lidersat 16-12 Hisense 17-12 Hisense 19-12 Com os melhores cumprimentos, Vitor Mesquita
Cobrança indevida
Caros, ontem 22/12/2025 foi debitado o valor de 19,99€ da minha conta e os Srs continuam a cobrar o mesmo. Peço que se faça o favor de resolver isto, pois já cancelei a inscrição, e o sistema ruim de vocês, continua a cobrar. Fico a espera de um retorno justo.
Reclamación por cobro no autorizado de suscripción Prime de eDreams
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação em relação à subscrição Prime da eDreams, a qual foi ativada e cobrada de forma não autorizada. A cobrança foi efetuada sem o meu consentimento claro, e considero que as práticas comerciais da empresa não estão de acordo com os direitos dos consumidores, conforme previsto na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96). Detalhes do caso: Nome da conta: Jadany Piedrahita Henao Endereço de e-mail: piedrahitahenaojadany@gmail.com Data da cobrança: 19/12/25 Valor cobrado: 89,99 A subscrição Prime foi ativada sem o meu consentimento explícito, através de estratégias de marketing enganosas, onde a informação fornecida sobre os termos e condições não foi clara e transparente. Em nenhum momento fui informada de forma adequada sobre os custos associados e sobre as condições de renovação automática. Solicito o seguinte: O reembolso total do valor cobrado pela subscrição Prime. Confirmação por escrito de que não serão efetuadas novas cobranças em minha conta. Suspensão imediata de qualquer renovação automática associada à subscrição Prime.
produto incorreto
Exmos: Comprei um computador Samsung (mini) e foi-me entregue uma caixa de ferramentas.
ARTIGO NAO RECEBIDO
No âmbito da encomenda acima identificada, realizada junto da Notino, foi adquirido, entre outros artigos, o produto Calvin Klein Eternity for Women Eau de Parfum 100 ml, o qual não foi recebido, apesar de constar como expedido. A encomenda foi rececionada durante o período natalício, com a caixa ligeiramente amassada, situação comum nesse contexto e que não despertou qualquer suspeita imediata quanto à ausência de um artigo no interior, nem impunha ao consumidor um dever acrescido de verificação ou registo fotográfico preventivo. Assim que verificada a falta do produto, a situação foi comunicada de imediato à Notino, tendo sido fornecidas todas as informações disponíveis e razoavelmente exigíveis, incluindo fotografia da etiqueta da encomenda com identificação do destinatário. Aquando da realização da encomenda, foi pago o valor adicional de 0,80 €, correspondente ao serviço de reclamação prioritária / resolução rápida, cuja descrição comercial indica um tratamento célere das ocorrências relacionadas com a entrega. Ao longo das várias comunicações trocadas, a Notino: • condicionou a aplicação do serviço prioritário ao envio de registos fotográficos extensivos da embalagem (exterior em vários ângulos, interior e materiais de proteção); • manteve o processo em suspenso, alegando falta de “provas suficientes”; • baseou a sua decisão exclusivamente em dados internos, registos da transportadora e análises de peso; • recusou apresentar qualquer solução (reenvio ou reembolso), afirmando não existirem “evidências” de falha no envio. Importa sublinhar que nunca esteve em causa a alegação de que o envio não foi efetuado, mas sim o facto objetivo de o artigo não ter sido entregue ao consumidor, distinção que a empresa insistiu em ignorar. A exigência de documentação que o consumidor não tinha obrigação legal de produzir, nem motivo razoável para antecipar, constitui uma forma de não prestação efetiva de um serviço pago, em violação dos princípios da boa-fé, transparência e equilíbrio contratual. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, a obrigação do vendedor apenas se considera cumprida com a entrega efetiva e integral dos bens ao consumidor, sendo o risco do transporte suportado pelo vendedor até esse momento. A exigência de que o consumidor “prove” a não receção de um bem, mediante registos fotográficos preventivos, traduz uma inversão ilegítima do ónus da prova, sobretudo quando está em causa um facto negativo (não entrega).Adicionalmente, a cobrança de um serviço específico que não é efetivamente prestado configura uma prática contratual desconforme com a lei e com os princípios gerais do direito do consumo. Face ao exposto, venho requerer: 1. O reembolso do valor do artigo não entregue ou, em alternativa, o seu reenvio imediato; 2. O reembolso do valor pago pelo serviço de reclamação prioritária (0,80 €), por manifesta não prestação do serviço; 3. O reconhecimento formal de que a situação configura uma falha de entrega imputável ao vendedor. A presente reclamação não resulta de um mero desacordo comercial, mas sim da não entrega de um bem adquirido e da cobrança de um serviço prioritário que não foi prestado, apesar de reiteradas tentativas de resolução direta por parte da consumidora. Não tendo sido possível obter uma solução extrajudicial equilibrada, recorre-se à presente via para salvaguarda dos direitos legalmente consagrados do consumidor. Importa ainda salientar que, embora a Notino afirme ter efetuado “diligências junto da transportadora” e procedido a uma “verificação detalhada” do processo logístico, não foi apresentada à reclamante qualquer prova concreta dessas diligências, nomeadamente relatórios formais, comunicações da transportadora, comprovativos de entrega assinados ou qualquer outro documento suscetível de verificação independente.A mera invocação de informações internas ou de alegados dados fornecidos pela transportadora, sem a respetiva junção documental, não permite aferir a sua veracidade, fiabilidade ou integridade, nem pode ser considerada prova bastante para afastar a responsabilidade do vendedor. Acresce que a Notino, enquanto parte interessada no processo e entidade que contratou a transportadora, não pode exigir ao consumidor que aceite como verdade absoluta informações às quais não teve acesso nem possibilidade de contraditório. Ao recusar a reclamação com base exclusiva em dados internos e em alegações não comprovadas, a Notino acaba por imputar implicitamente à reclamante a falta de verdade do seu relato, sem qualquer elemento objetivo que sustente tal conclusão. Esta atuação configura uma inversão indevida do ónus da prova, colocando sobre o consumidor o encargo de demonstrar um facto negativo — a não receção do bem — o que é juridicamente inadmissível. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, bem como dos princípios gerais do direito do consumo, compete ao vendedor demonstrar o cumprimento da sua obrigação de entrega efetiva e integral do bem ao consumidor, não bastando, para o efeito, declarações genéricas ou conclusões internas não documentadas. Estamos a falar de uma altura complicada, esta em causa uma prenda de Natal e isso implica não só um prejuízo, mas um duplo prejuízo.
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