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Pagamento sem receber artigo
Em 14 do corrente mês de Novembro, paguei uma encomenda via multibanco que supostamente seria enviada após pagamento do artigo, Como não recebi qualquer notificação, enviei email, não recebi nenhuma resposta. Voltei a enviar para saber como era enviado o artigo, novamente não recebi qualquer resposta. Como não enviaram o artigo, eu solicito a devolução na integra do valor pago, de €:29.90. Cumprimentos. Maria do Céu Lobo
Desistência
Exmos. Senhores, A 23 de outubro, atraves da vossa agente Neuza Pedroso, concordamos em comprar uma Bimby tm7 após demonstração, a agente deu um prazo de entrega de 2 a 3 semanas. a encomenda tem o vp10405399. A 12 de novembro, questionei a agente, de modo a saber o ponto de situação, respondeu que iria saber. Ni dia 14 fiz a mesma questão, e ainda não sabiam de nada, e informou, que afinal o prazo extendeu-se. No qual quisemos cancelar a encomenda, pois não partimos de um bom princípio. A agente, que se disponibilizou para tudo ao príncipio, respondeu com um print screen, com uma pergunta feita à IA do Google. A partir daqui, se ainda havia margem para dar volta a situação, deixou de haver. A seguir a isto, ligou para mim, a dizer que tinham tentado entregar a máquina naquele dia na minha casa, o que é mentira. Havia gente em casa, e falei com a dpd que disse que era mentira que tivesse havido qualquer tipo de entrega. A agente continuo, a dizer que entretanto a dpd já tinha deixado a máquina na loja da vorwerk, em Cascais. E isto tudo a acontecer no mesmo dia, antes da hora de almoço. Foi enviado mail à vorwerk, por duas vezes, e apenas respondem em forma de ticket automático. Tentamos junto da Cetelem cancelar o contrato, dizem que só á vorwerk o pode fazer. Pergunto como resolver isto à agente, e afinal, já não tem nada a haver com a situação. Felizmente percebemos a tempo que esta empresa tem uns valores um tanto ao quanto questionáveis, e passam-nos para os seus agentes. Exijo, portanto, o cancelamento do contrato, é triste a falta de transparência com que trabalham, e a maneira como tentam ludibriar os clientes. Ainda pediram outros contactos para ligarem. Joana Sousa Cumprimentos.
Abastecimento na gasolineira do Auchan
Exmos. Senhores, Hoje, no dia 23/11/2025 às 10:52, abasteci na gasolineira do Auchan numa caixa automática. Selecionei 25€ e prossegui o abastecimento. Saiu me o talão com os 25€ indicados e estava tudo conforme selecionado. Mas após entrei para a minha aplicação do banco e vi que na verdade foram levantados 100€. Perguntei sobre o ocorrido a senhora que estava a atender no balcão da gasolineira e ela pediu para se dirigir ao balcão do apoio ao cliente. Assim o fiz. As senhoras que estavam a atender disseram que não era uma caução que acontece quando se abastece com o cartão estrangeiro e que o dinheiro seria devolvido durante 72h e que eu tinha de contactar o meu banco para resolver está situação. Quando telefonei ao banco a mim foi informado que era sim a política do Auchan e que o dinheiro seria devolvido até 30 dias e não 72h. Quando confrontei as senhoras do apoio ao cliente sobre acontecido logo começaram a dizer que supostamente deveria ter aparecido no ecrã que iria ser levantado os 100€, oque não era de todo a verdade. Pois li tudo com calma durante o procedimento e em nenhum momento me foi passada essa informação. E também, depois de lhes dizer que o banco me falou sobre que o dinheiro iria ser devido durante 30 dias e não 72 horas, elas mudaram logo a sua história e disseram que sim era verdade. De certa forma durante todo o processo fui enganada. Pois, não tinha informação nenhuma sobre o quanto dinheiro seria na verdade levando e depois o apoio de cliente tentou novamente enganar me que não era política dele e pelo prazo em qual seria devolvido me o dinheiro. Muito obrigada, Cumprimentos.
Abastecimento na gasolineira do Auchan
Exmos. Senhores, Hoje, no dia 23/11/2025 às 10:52, abasteci na gasolineira do Auchan numa caixa automática. Selecionei 25€ e prossegui o abastecimento. Saiu me o talão com os 25€ indicados e estava tudo conforme selecionado. Mas após entrei para a minha aplicação do banco e vi que na verdade foram levantados 100€. Perguntei sobre o ocorrido a senhora que estava a atender no balcão da gasolineira e ela pediu para se dirigir ao balcão do apoio ao cliente. Assim o fiz. As senhoras que estavam a atender disseram que não era uma caução que acontece quando se abastece com o cartão estrangeiro e que o dinheiro seria devolvido durante 72h e que eu tinha de contactar o meu banco para resolver está situação. Quando telefonei ao banco a mim foi informado que era sim a política do Auchan e que o dinheiro seria devolvido até 30 dias e não 72h. Quando confrontei as senhoras do apoio ao cliente sobre acontecido logo começaram a dizer que supostamente deveria ter aparecido no ecrã que iria ser levantado os 100€, oque não era de todo a verdade. Pois li tudo com calma durante o procedimento e em nenhum momento me foi passada essa informação. E também, depois de lhes dizer que o banco me falou sobre que o dinheiro iria ser devido durante 30 dias e não 72 horas, elas mudaram logo a sua história e disseram que sim era verdade. De certa forma durante todo o processo fui enganada. Pois, não tinha informação nenhuma sobre o quanto dinheiro seria na verdade levando e depois o apoio de cliente tentou novamente enganar me que não era política dele e pelo prazo em qual seria devolvido me o dinheiro. Muito obrigada, Cumprimentos.
Encomenda não recebida, devolução fictícia
Exmo Senhores, informo que foi enganado na compra online na sua loja. Ponto N.1- produto não foi recebido por pretexto falso de morada não existente e ser incontactável, que é falso. Minha morada é correta e já recebi muitas encomendas nesta morada. A pedir devolução, sem qualquer informação adicional, enviaram nova fatura de transporte recusado que não pedi. A pedir a devolução, por motivo desconhecido recebi outro email, que o meu produto foi reenviado e vai ser entregue no próprio dia , que não pedi, e que não irei pagar extra e obviamente não aconteceu. Ponto N.2 - Em seguida recebi uma fatura de devolução de 17.79€, com minha declaração que recebi este valor e que vai ser reembolsado. No dia seguinte recebi outra factura de devolução com valor apenas de 1.79 €, sem qualquer explicação ou esclarecimentos....Escandaloso. Se isto consta nos seus condições gerais de venda, deviam pelo menos por questão de mínimo de respeito informar antecipadamente o cliente, que irá receber apenas isso na devolução e não o enganar. O que vocês fizeram é um ROUBO. Não é aceitável enganar as pessoas desta forma. Protesto. Pior loja de sempre que já encontrei em Portugal, Casa de "Peixe". Inesquecível, mesmo vergonhoso. Não há palavras.
PUBLICIDADE ENGANOSA
Pedido de Esclarecimento, enviado a MAKRO Alfragide sem qualquer resposta: Caros Senhores, Somos v/ clientes, desde que a Makro se instalou em Alfragide - Cliente: LIGAR, Lda. ROGER GONÇALVES; Utilizador: 001 046054 0301 7 3640 14-01-2014. Por esta via, venho, manifestando a minha indignação, solicitar esclarecimento, para algo, que ultrapassando a denominada "habilidade comercial", enquadra-se na publicidade enganosa, quiçá de má fé. No passado dia 23Outubro2025, recebemos a seguinte v/ mensagem: " Só hoje, 23 outubro: receba 25% desconto em todas as compras. Max. desconto 500euros p/NIPC. Compra mi. 60euros(s/iva). Regulamento em bit.ly/regulamento-23." Obviamente, a interpretação da mensagem, é que naquele dia 23Outubro2025, nas compras efetuadas, sob as descritas condições, repito, naquela mensagem, existiria um desconto de 25%. Ninguém vai pensar/admitir, que o citado "Regulamento", vai alterar/acrescentar aquela afirmação. Naquele dia, efetuámos compras no valor de 176,95euros (s/iva). Fatura Nº FAC 01019202501/004342. Chegados à caixa, liquidámos aquela quantia, sem qualquer desconto. Surpreendido, dirigi-me ao Balcão Central, onde, um v/ colaborador, não fardado, me informou, que entre o dia 15 e 30 de Novembro, naquele mesmo Balcão Central, emitiriam uma Nota de Crédito. Afirmou ainda, que à entrada, o nosso cartão seria bloqueado, para ali nos dirigirmos. NADA MAIS ACRESCENTOU. Hoje dia 17Novembro2025, após um ridículo circuito - Entrámos na Loja, saímos da Loja, fomos ao Balcão Central, onde após a entrega da Nota de Crédito, o v/ colaborador (este fardado...) nos informou, que a mesma só seria aplicável em compras superiores a QUINHENTOS EUROS. Perante a minha surpresa e educada indignação, chamou um outro colaborador, numa tentativa de clarificação. Claro, que este novo colaborador, na realidade educado, nada esclareceu, face à minha argumentação. Voltámos a entrar (!!) na Loja e fomos efetuar compras. E, chegámos ao ponto, onde solicito o v/ esclarecimento, em função da v/ ardilosa mensagem. Eis a minha pergunta: " Qual a razão: 1. Não falam em Nota de Crédito no texto da mensagem? 2. Não falam na necessária compra de 500euros, para a Nota de Crédito ser aplicável. 3. Falam sumidamente em "regulamento", após o anúncio "bombástico" do desconto. Não seria mais correto e honesto a seguinte mensagem, ao invés da enviada: "Só hoje, 23 outubro: receba uma nota de crédito no valor de 25% sobre todas as compras. Max.desconto 500euros p/NIPC. Compra min. 60 euros (s/iva). Nota de Crédito a levantar entre o dia 15 e 30Novembro2025 e só aplicável a compras iguais ou superiores a 500euros (s/iva)" Estava no regulamento?? Mas a pergunta é única: "Qual a razão da mensagem enviada não ser ESCLARECEDORA, como refiro e repito?" Aguardo o solicitado esclarecimento, por esta mesma via. Melhores cumprimentos Roger Gonçalves
Pedido de substituição integral da bateria – Jaguar I-PACE – Avaria com características de vício ocu
Pedido de substituição integral da bateria – Jaguar I-PACE – Avaria com características de vício oculto Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Jaguar Land Rover Ibérica, na sequência de uma avaria grave detetada em 3 módulos da bateria de alta voltagem de meu veículo Jaguar I-PACE, ocorrida pela segunda vez após a substituição de um módulo no ano de 2024 (menos de um ano depois) e considerando que ainda se encontra dentro do termo da garantia contratual de 8 anos ou 160.000 km. A marca reconheceu a avaria no primeiro momento (ano de 2024) e fez a substituição desse módulo. Contudo, e dados os dados nacionais e internacionais, o meu carro, em menos de um ano, voltou a avariar 3 módulos. Desta vez, em setembro de 2025. Contactei a MC Coutinho em Coimbra para fazer a reparação do meu veículo, onde me disseram que teria de aguardar pelo menos 2 ou 3 meses, que existia uma lista de espera de cerca de 15 veículos. Situação que se manteve idêntica até "a passada sexta-feira", quando os voltei a contactar para perceber o andamento do processo. Desta vez, fui notificada de que o meu veículo não será reparado antes do final do ano, pelo que terei de aguardar até que a marca consiga assegurar as peças e a mão de obra (nitidamente insuficiente), dado o volume de avarias e reclamações idênticas a nível nacional. Devido à minha vida profissional, faço imensas viagens longas com o meu carro, que neste momento não carrega mais de 72%, o que duplicou o número de carregamentos que tenho de realizar diariamente, dado que o carro não tem bateria suficiente para fazer uma viagem de Coimbra a Porto em velocidade legal. Todos estes custos acrescidos que não são imputados a nenhuma ineficiência ou imprudência da minha parte, mas sim a um problema estrutural e funcional da bateria de origem, estão a ser integralmente suportados por mim, e agravam-se a cada mês que o carro continua sem reparação. Acrescentar que no dia em que fiz o diagnóstico da avaria na MC Coutinho em Coimbra, perante a minha indignação, disse-me que só poderia apresentar reclamação ao final da terceira avaria. Como que se fosse normal um carro deste valor, ter de aguardar pela terceira avaria para se poder efetivamente reparar convenientemente o carro, com todos os meses de espera por módulos de substituição, o agravamento de custos de carregamento nos meses em que estamos "a espera da reparacao, e o risco inerente de paralizacao do veiculo sem qualquer altrnativa da parte da marca (veiculo de substituicao ou outra forma que possibilite a deslocacao diaria para o trabalho). Por essa razão e dados os argumentos abaixo mencionados, apresento formalmente uma reclamação à Jaguar, frisando que tanto a primeira avaria como a segunda avaria estão dentro dos termos de garantia. A marca reconheceu a avaria do primeiro módulo e fez a reparação, contudo, solicito a substituição integral da bateria HV por uma unidade nova, sem encargos para o proprietário, com base nos seguintes fundamentos: ________________________________________ 1. Avaria com características de vício oculto A falha detetada corresponde inequivocamente a um vício oculto, nos termos do artigo 913.º do Código Civil, porque: • Resulta de defeito de fabrico, comum a diversos veículos com a mesma tecnologia; • Não podia ser detetada pelo consumidor; • Manifestou-se dentro da vida útil técnica normal do componente; • Compromete gravemente a funcionalidade, fiabilidade e valorização do veículo. Desde o surgimento da avaria, a bateria deixou de carregar além dos 72%, o que representa uma perda funcional grave e irreversível, incompatível com a expectativa legítima de durabilidade num veículo premium 100% elétrico.Com custos de carregamento que duplicaram no tempo de espera de reparação do veículo. ________________________________________ 2. Reconhecimento técnico da falha por parte da marca A Jaguar Land Rover tem conhecimento deste problema a nível internacional e nacional, como demonstram: • Casos documentados de falhas semelhantes entre os 120.000 e 180.000 km; Tanto na primeira como na segunda avaria aconteceu no meu veiculo; • Campanhas de substituição integral de baterias HV fora da garantia, nomeadamente nos EUA, Reino Unido, França e Noruega; no meu caso, este ainda se encontra dentro dos termos de garantia. • Decisões de recompra ou comparticipação total baseadas no reconhecimento de defeito de fabrico. A marca tem, portanto, precedentes técnicos e comerciais que validam a natureza estrutural do defeito. ________________________________________ 3. Substituição localizada é tecnicamente insuficiente e insegura A reparação parcial (substituição de módulo) não é uma solução eficaz, pelas seguintes razões: • Os restantes módulos partilham o mesmo histórico de fabrico e desgaste; • A falha num módulo sinaliza risco de falhas progressivas noutros; • Reparações localizadas apenas adiam o problema e prejudicam a valorização futura. O que se comprova pelo historial do meu veículo em menos de 1 ano: avaria de 4 módulos diferentes. Adicionalmente, módulos instáveis no sistema de alta voltagem podem gerar risco real de segurança, incluindo perda súbita de potência ou, em casos extremos, sobreaquecimento ou incêndio — falhas que já foram documentadas noutros mercados. ________________________________________ 4. Fundamento legal A exigência de substituição integral da bateria HV baseia-se nos seguintes diplomas legais: • Art. 913.º e 914.º do Código Civil – Responsabilidade por vício oculto; • Art. 762.º do Código Civil – Boa-fé no cumprimento contratual; • DL n.º 84/2021, transpondo a Diretiva (UE) 2019/771 – Obrigação de garantir a conformidade e durabilidade dos bens durante a sua vida útil; • DL n.º 330/90 (Código da Publicidade) – Proibição de mensagens técnicas enganosas sobre desempenho e fiabilidade. Acresce que: • O veículo foi sempre mantido de acordo com as recomendações da marca; • A avaria ocorreu ainda dentro do prazo temporal da garantia (8 anos)e da quilometragem definida tanto na primeira avaria como neste segunda avaria; • Não existe qualquer indício de má utilização ou desgaste anormal. ________________________________________ 5. Pedido Com base no exposto, solicito que a Jaguar Land Rover proceda à substituição integral da bateria de alta voltagem por uma unidade nova, sem custos para o proprietário, e com garantia adequada, pelos seguintes motivos: • Defeito estrutural evidente e reconhecido; • Redução drástica da capacidade de carga (limite de 72%); • Ineficácia técnica da reparação parcial; • Existência de precedentes de substituição integral fora da garantia; • Proximidade objetiva ao limite contratual. Está em causa a perda de confiança num componente crítico, cuja falência compromete a segurança, autonomia e valor do veículo. ________________________________________ 6. Consequências previstas Caso não seja apresentada uma solução adequada e proporcional, reservam-se os seguintes direitos: • Apresentar queixa formal junto da DECO e outras entidades de defesa do consumidor; • Tornar o caso público em redes sociais, imprensa automóvel e fóruns especializados; • Reportar a situação à sede do fabricante no Reino Unido e às entidades reguladoras europeias; • Considerar ação judicial por responsabilidade civil, desvalorização do bem e vício oculto. ________________________________________ Conclusão Esta reclamação é legítima, bem fundamentada e sustentada em prova técnica e legal. A substituição integral da bateria HV é a única solução proporcional à gravidade da avaria e coerente com os antecedentes técnicos da marca. Aguardo resposta no prazo legal.
Devolução após cancelamento de encomenda (incumprimento do IKEA na entrega) + Informações falsas
Exmos. Senhores, Em 13-11-2025 comprei-vos, na loja IKEA de Alfragide, um colchão Vesteröy por 199€, acrescidos de 10€ (serviço de entrega pela DPD). A referência da encomenda é 1560688438. Tudo o que aqui descrevo já é do vosso conhecimento, uma vez que já contactei o vosso Serviço ao Cliente (nos dias 20-11, 21-11 e 22-11). Na data de entrega (20-11-2025), a DPD não realizou a entrega, não me contactou (apesar de terem o meu contacto telefónico), mas no track&trace da DPD a encomenda surge como entregue, assinado por um "Paulo" (que não sou eu, nem poderia ser, por àquela hora, 13:02, nem sequer me encontrar em Aljezur). Na morada indicada havia familiares que poderiam receber o colchão, foram avisados por mim e estavam munidos do código de confirmação fornecido pela DPD. Pelo que me apercebo, esse código de nada serve, não é segurança nenhuma para o cliente, pois pelo que me foi dito pelo Serviço ao Cliente da DPD os motoristas têm conhecimento do mesmo, podendo assim dar uma entrega como feita e confirmada mesmo que tal seja falso... Após contacto com o vosso Serviço ao Cliente no dia 21-11, decidi desistir da encomenda e solicitar a devolução dos valores pagos, uma vez que, para todos os efeitos, a IKEA se encontra em incumprimento do contrato que celebrou comigo: confiou a entrega a um terceiro, a DPD, mas é a IKEA que não me entregou o colchão que já lhe paguei. Quem me atendeu a 21-11 disse-me que a devolução seria feita no prazo máximo de 15 dias. Solicitei o envio de uma confirmação para o e-mail, mas o assistente, cujo nome não me recordo (mas se até gravam as chamadas, saberão quem é), informou-me que estavam a ter atrasos na recepção por parte do clientes desses e-mails de confirmação da devolução, mas que dali a meia hora (uma hora no máximo) o receberia. Como entretanto não recebi qualquer e-mail, voltei a ligar hoje, 22-11, para o vosso Serviço ao Cliente. O assistente disse-me então que a devolução ainda não foi emitida pois têm de aguardar a entrada do colchão no vosso armazém (depois de a DPD o devolver). Portanto, a informação que me foi dada no dia 21-11 é falsa. Tenho testemunhas, pois a chamada estava em alta-voz. Por outras palavras: um assistente do IKEA achou por bem brincar com um cliente já insatisfeito... Exigi hoje que alguém com poder para tal desse ordem para emitir esta devolução, até porque com base no que me foi dito ontem (cometi o erro de acreditar que o Serviço de Cliente da IKEA age sempre de boa-fé...), realizei a encomenda de novo colchão que irei levantar amanhã. Foi-me dito que é impossível, o colchão teria primeiro de ser devolvido pela DPD. Apesar de eu fazer ver que a devolução do colchão é problema da IKEA e não meu (foi a IKEA que confiou a entrega a uma empresa que falhou, e portanto encontra-se em falta para comigo), mantiveram-se irredutíveis. Quer parecer-me que a faturação da IKEA não permite adiantar o valor de 209€ de uma devolução ao lesado enquanto o infrator (que até agora não deu quaisquer sinais de estar a agir de boa-fé) não vos devolver o colchão. Arrisco-me, pois, a ter de esperar (até quando?) por essa devolução. Isto se a DPD o devolver, quando o quiser devolver... Para cúmulo, a IKEA já recebeu o valor de novo colchão deste cliente, mas mantém-se inflexível. A satisfação de um cliente que confia na IKEA não é por vós minimamente valorizada. Nem mesmo quando um funcionário vosso presta informações falsas e enganadoras. Por tudo aquilo que expus, reitero a minha exigência de que o valor de 209€ me seja devolvido o quanto antes, ou terei de tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos, P. R.
Produto inferior ao descrito
Exmos. Senhores, comprei uma bolsa de couro mas quando recebi fiquei decepcionada a qualidade é péssima,pedi o reembolso até agora nada, já enviei vários e-mails.Pedi o endereço para fazer a devolução me enviaram o endereço da China.Essa loja diz que está fechando mas não deve nem existir.NÃO COMPREM NADA NESSE SITE. (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Política de preço mínimo garantido enganosa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao processo de aplicação da Política de Preço Mínimo Garantido da Worten, referente ao artigo Kobo Libra Colour. No dia 17 de novembro preenchi o formulário disponibilizado pela Worten, anexando um print do produto na loja concorrente Darty.com, onde o mesmo se encontrava por 167,99 €. Lamentavelmente, o formulário da worten apenas permite o envio de uma única imagem, muito reduzida em termos de tamanho, o que limita a possibilidade de apresentar todos os elementos necessários num só printscreen, apesar de eu ter incluído a informação essencial solicitada. Três dias mais tarde recebi a vossa resposta a indicar que não seria possível aplicar a política por alegada falta de informação. De imediato voltei a preencher o formulário, desta vez enviando um print mais completo, contendo a descrição do artigo, o preço, o site concorrente, os custos de entrega e restantes dados relevantes. No entanto, novamente recebi a indicação de que o preço não poderia ser considerado por não estar válido “na data do pedido”. Cumpre referir que o pedido foi submetido no próprio dia em que o preço estava ativo, e que a resposta da Worten demorou três dias, obrigando-me a reenviar a informação para garantir que esta se mantinha atualizada. Não é razoável que essa demora seja agora utilizada como justificação para recusar a aplicação da política. Mais grave ainda, importa salientar que a recusa da Worten contraria o espírito da Política de Preço Mínimo Garantido e revela má fé na sua aplicação. No próprio dia em que a Darty apresentava o artigo por 167,99 €, a Worten também disponibilizou o mesmo produto ao mesmo preço, demonstrando claramente que o valor era legítimo e verificável. A forma como o processo foi conduzido sugere que a Política de Preço Mínimo Garantido é usada sobretudo como instrumento promocional, mas que, na prática, é indevidamente dificultada e raramente aplicada quando verdadeiramente solicitada, o que configura uma prática enganosa. Face ao exposto, solicito a reavaliação do meu pedido de aplicação da Política de Preço Mínimo Garantido, considerando toda a documentação enviada e o cumprimento integral dos requisitos previstos no vosso regulamento. Solicito ainda uma resposta célere e a devida correção desta situação. Anexo o print enviado para a worten, com todos os elementos necessários.
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