Reclamações públicas
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CARTÃO DE CREDITO NÃO EMITIDO
Exmos. Senhores, Sou titular da conta, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, não recebi o meu cartão de crédito ja fiz isto uma vez em vossa linha de atendimento e foi sem êxito, ja a cinco dias voltei a uma agencia e solicitei novamente, ao entrar na aplicação informa que o cartão não foi emitido. Assim, solicito o envio de uma 2ª via do mesmo com a maior brevidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Viatura não entregue na oficina a
Exmos. Senhores, Desde dia 11 agosto que tem a minha viatura e não a entregam na oficina o que me tem causado grandes transtornos. Chamadas para a empresa não adiantam , desligam nas passado um tempo. Preciso de uma resolução rapidamente para esta situação. Cumprimentos.
Fui roubada e o bankinter não me devolveu o dinheiro
Exmos. Senhores, Quero fazer uma reclamação e demonstrar a minha indignação, com o banco BANKINTER que sou cliente há anos e que não oferece qualquer tipo de suporte e segurança ao cliente. Roubaram-me a carteira em espanha, e como se não bastasse ter ficado sem nada, ainda me conseguiram retirar 503 euros da conta numa ATM do aeroporto. A App do bankinter presta um péssimo serviço e não consegui bloquear o cartão no momento, tendo só conseguido falar com o bankinter no dia seguinte pela manhã. Depois disso, e enviada a denúncia feita na polícia a comprovar que tinha sido roubada ao bankinter, não prestaram qualquer tipo de resposta sobre o processo. Quando liguei, informam-me que não conseguiam devolver o dinheiro porque afinal tinha sido através do PIN??!! Como isso é possível??? Não me contactaram a informar do processo, deram-me informações completamente diferentes, e dizem não ser possível devolver o dinheiro?? Banco que brinca com os clientes. Bankinter nunca mais!
Fui roubada e o bankinter não me devolveu o dinheiro
Exmos. Senhores, Quero fazer uma reclamação e demonstrar a minha indignação, com o banco BANKINTER que sou cliente há anos e que não oferece qualquer tipo de suporte e segurança ao cliente. Roubaram-me a carteira em espanha, e como se não bastasse ter ficado sem nada, ainda me conseguiram retirar 503 euros da conta numa ATM do aeroporto. A App do bankinter presta um péssimo serviço e não consegui bloquear o cartão no momento, tendo só conseguido falar com o bankinter no dia seguinte pela manhã. Depois disso, e enviada a denúncia feita na polícia a comprovar que tinha sido roubada ao bankinter, não prestaram qualquer tipo de resposta sobre o processo. Quando liguei, informam-me que não conseguiam devolver o dinheiro porque afinal tinha sido através do PIN??!! Como isso é possível??? Não me contactaram a informar do processo, deram-me informações completamente diferentes, e dizem não ser possível devolver o dinheiro?? Banco que brinca com os clientes. Bankinter nunca mais!
Bankinter quer impor comunicação por via digital!
Pasme-se. Recebo carta do banco, datada de 24 de Julho de 2024, a informar que a partir de 30 de Agosto de 2024, passo a receber a correspondência relativa a "avisos de caráter regulatório", em suporte digital, quando a gravidade é tal que o email mencionado não me pertence. Surreal, a resposta do Bankinter, Sr Jorge Leitão e Paulo Alexandre, em que no 2ç parágrafo não dizem se a comunicação se mantém em papel como sempre esteve e terá de se manter, mas sim o discurso do NIM.... Estamos a falar de uma resposta da Provedoria do cliente!
Bankinter quer impor comunicação por via digital!
Pasme-se. Recebo carta do banco, datada de 24 de Julho de 2024, a informar que a partir de 30 de Agosto de 2024, passo a receber a correspondência relativa a "avisos de caráter regulatório", em suporte digital, quando a gravidade é tal que o email mencionado não me pertence. Surreal, a resposta do Bankinter, Sr Jorge Leitão e Paulo Alexandre, em que no 2ç parágrafo não dizem se a comunicação se mantém em papel como sempre esteve e terá de se manter, mas sim o discurso do NIM.... Estamos a falar de uma resposta da Provedoria do cliente!
Pedido de informações
Exmos. Senhores, João Pedro Pinto Lopes nif-217633706 Venho por este meio, pedir informações relativamente ao processo do qual estou em litígio ano de 2009. No sentido de poder resolver a situação pretendo que facultem dados, tais que fatura do serviço e cópia do contrato do qual me reclamam incumprimento. Mais informo que no sentido de resolver este litígio, eu tentei pedir informações via mensagens email, que foram sempre bloqueadas por vossas excelências. Cumprimentos. João Lopes
Meu prdinwu
Exmos. Senhores, eu fiz um pedido no dia 10/08 ao qual estava escrito que chegaria com 4 dias e até hoje nada, não tive nenhuma notícia, nem sei por onde anda
Fraude Bancária
Sou cliente Banco Santander, tendo sido vítima de fraude, tomei todas as diligências adequadas no início deste ano, tendo me dirigido inúmeras vezes ao balcão do banco de modo a realizar o processo de queixa, tendo realizado a queixa formal na polícia, num processo moroso e pouco claro, sem nunca conseguir entrar em contacto com a minha gestora de conta ou com qualquer outro funcionário bancário por email ou chamada. O dinheiro não me foi reacercido após inúmeras tentativas de contacto com o banco ao longo deste ano, nunca fui informado sobre qual a decisão do banco ou a razão pela qual não iriam ativar o seguro. Após per imenso tempo com todo o processo, sem qualquer resposta do banco, decidi fechar conta pelo que me dirigi a um balcão para o realizar, tendo sido informado que o tinham realizado, pelo agora descubro que a conta permanece aberta e o banco me contínua a cobrar indevidamente a comissão de conta. Toda a situação e todo o processo decorreram de uma forma vergonhosa, pouco profissional, desonesta e ignóbil, pelo que reclamo de toda a atitude e conduta do banco,
Reclamação relativa à decisão de responsabilidade em sinistro automóvel
Exmo(a). Senhor(a), Venho por este meio expressar o meu profundo descontentamento com a decisão da Liberty (agora Generali Tranquilidade), de atribuir-me a responsabilidade pelo sinistro automóvel ocorrido no dia 19 de julho de 2024, em Viseu. A decisão da seguradora foi fundamentada na alegação de que eu não teria acautelado devidamente a manobra de estacionamento, desobedecendo aos artigos 3.º, n.º 2 e 35.º do Código da Estrada. No entanto, considero esta decisão incorreta e injusta, pelos seguintes motivos. Ao estacionar o meu veículo num lugar devidamente sinalizado por parquímetro, procedi com a máxima cautela. Antes de iniciar a manobra, certifiquei-me de que não havia veículos em circulação na via e sinalizei claramente a minha intenção de estacionar, conforme exige o Código da Estrada. A área de estacionamento está sinalizada no início da rua, muito antes do local do acidente, o que deveria ter alertado o outro condutor para a possibilidade de veículos a manobrar para estacionar. A traseira do meu veículo já se encontrava dentro do estacionamento, o que se pode concluir que na altura do início da manobra de estacionamento, não existia qualquer perigo em efetuar a mesma e que a via se encontrava desimpedida. Um outro condutor, que descia a rua, provavelmente em excesso de velocidade, colidiu com o meu carro, não tendo avistado o meu veículo, apesar de este já estar parcialmente estacionado. Após o impacto, a carrinha do outro condutor só parou 6 a 7 metros à frente do meu veículo, evidenciando o excesso de velocidade com que circulava. Os danos causados ao meu veículo também podem evidenciar esse excesso de velocidade. Resposta aos Motivos da Recusa: 1. Artigo 3.º, n.º 2: Justificação: Procedi com toda a cautela ao realizar a manobra de estacionamento, verificando a ausência de veículos e sinalizando a manobra de forma correta. A colisão ocorreu porque o outro condutor não moderou a sua velocidade nem prestou a devida atenção à estrada, não devido a qualquer falha minha na execução da manobra. 2. Artigo 35.º: Justificação: A minha manobra de estacionamento foi realizada em conformidade com o artigo 35.º do Código da Estrada, que requer máxima prudência. Estava numa zona de estacionamento devidamente sinalizada, onde é esperado que os veículos realizem manobras de estacionamento. O facto de o outro condutor não ter visto o meu veículo, e de ter percorrido vários metros após o impacto, demonstra falta de precaução e excesso de velocidade da sua parte, e não qualquer falha da minha parte na realização da manobra. Além disso, o outro condutor reconheceu no local que não viu o meu veículo e admitiu a sua culpa pelo acidente. Durante conversas telefónicas com representantes da seguradora, foi sugerido que, em situações como a descrita, a culpa é automaticamente atribuída a quem está a estacionar, devido a se considerar que esta é uma manobra perigosa. Quero deixar claro que discordo dessa generalização. A culpa não deve ser sempre imputada à pessoa que estaciona, especialmente quando, como no meu caso, todas as normas do Código da Estrada foram cumpridas. O outro veículo simplesmente não viu o meu carro e embateu contra ele. Se a culpa fosse sempre de quem estaciona, o que me impediria de começar a colidir propositadamente com todos os veículos que estão a estacionar, sabendo que a responsabilidade nunca seria minha? Esta lógica não só é falaciosa como perigosa, e ignora o princípio básico de que cada caso deve ser analisado com base nos factos específicos. A Declaração Amigável foi assinada por ambas as partes, e todos os factos que relato nesta reclamação estão claramente presentes nesse documento, tendo sido acordados e verificados com o outro condutor. Solicito que a Generali reveja urgentemente esta decisão, levando em consideração todos os factos apresentados e as normas do Código da Estrada que cumpri rigorosamente. Reforço a necessidade de uma análise imparcial e justa, que tenha em conta as circunstâncias específicas do acidente. Enquanto a decisão não é revista, não hesitarei em recorrer a outras instâncias, como o CIMPAS, a ASF e, se necessário, a via judicial, para garantir que os meus direitos sejam respeitados. Deixo em anexo o relatório da PSP, fotografias do dano causado no meu veículo e a declaração amigável. Aguardo uma resposta célere e a devida retificação desta situação. Atenciosamente, João António Da Cruz Relva
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