Reclamações públicas

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Não despejam os contentores do lixo

Moro numa rua onde a maior parte das pessoas é idosa , temos apenas 1 contentor do lixo que demoram semanas a ser despejado aqui na travessa do mirante , o mesmo está a duas semanas cheio de lixo no contentor no chão e tem monos a volta também tendo assim eu que me deslocar e dar a volta a rua ate um contentor mais próximo que é despejado todos os dias , se levam o lixo da avenida Portela e o de frente ao hotel da arangues porque não despejam este que é na rua de trás ? Ah idosos que não tem capacidade nem saúde para fazer o mesmo vendo se assim obrigados a deixar ali no chão não tem lógica nenhuma , já andam ali ratos é um risco para a saúde pública peço por favor que façam algo , que o despejo de lixo seja feito todos os dias como nos outros lados , obrigada.

Resolvida
J. G.
13/04/2026

não libertou o contracto para outra distribuidora

Exmos Senhores Informo que ao tentar mudar de fornecedor de energia, da Iberdrola para a Plenitude, o mesmo foi recusado pela Iberdrola, ou seja, não libertaram o contrato 9236246 da iberdrola para o contracto nº26200014590 da Plenitude. Agradecia os vossos bons oficios para resolver esta situação o mais rápido possível. Obrigado pela vossa colaboração. Joaquim Gonçalves.

Encerrada
R. G.
12/04/2026

Reclamação contra a E-Redes – cobrança por alegada apropriação indevida de energia sem prova técnica

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar apoio relativamente a uma situação com a E-Redes – Distribuição de Eletricidade, S.A., referente ao processo n.º FF0000288081, no qual me é exigido o pagamento do montante de 1.687,57 €, por alegada “apropriação indevida de energia”. Em 03/10/2025, a E-Redes realizou uma inspeção ao contador da minha instalação elétrica, tendo posteriormente comunicado a existência de uma alegada manipulação interna do contador e exigido o pagamento do referido valor. Contesto integralmente esta cobrança pelos seguintes motivos: O contador já se encontrava instalado no imóvel quando adquiri a habitação, em março de 2023; Possuo fotografia datada de 30/03/2023, enviada à própria E-Redes para efeitos de celebração do contrato, onde se verifica o mesmo contador e o mesmo número de série; Nessa data, o equipamento apresentava selo EDP, enquanto nas fotografias da inspeção efetuada em 03/10/2025 o selo já é E-Redes, o que demonstra que existiu pelo menos uma intervenção técnica intermédia, da qual nunca fui notificado; O contador encontra-se na via pública, acessível a terceiros, não estando sob o meu controlo exclusivo; A E-Redes não apresentou, até à presente data, qualquer relatório laboratorial da Labelec, apesar de o próprio auto de vistoria referir expressamente que o equipamento seria enviado para análise laboratorial; A empresa limita-se a afirmar que o valor é devido, sem responder de forma concreta aos vários pedidos de esclarecimento já apresentados, nomeadamente: data e motivo da intervenção intermédia no contador; identificação do técnico que alterou o selo; fundamento técnico da alegada manipulação interna; critério exato de cálculo do valor reclamado; relatório técnico/pericial da Labelec. Acresce que já foi apresentada reclamação formal e pedido de reapreciação, inclusive através de mandatária legal, sem que a E-Redes tenha dado resposta fundamentada aos pontos levantados, limitando-se a reiterar a cobrança. Entendo que está a ser exigido um valor elevado sem prova técnica conclusiva, sem contraditório efetivo e sem resposta aos factos relevantes apresentados, motivo pelo qual solicito o apoio da DECO Proteste para apreciação do caso e orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
A. M.
12/04/2026

Incoerência na aplicação de saldo Continente nas faturas de energia Galp

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO face à ausência de resolução e de esclarecimentos coerentes por parte da Galp relativos à aplicação de saldos do Cartão Continente nas minhas faturas. Até à data, efetuei os seguintes contactos sem obter uma justificação fundamentada para a anomalia: 20 de fevereiro: contacto telefónico com a duração de 12 minutos e 21 segundos. 09 de março: submissão de formulário no site às 17h42. 10 de março: contacto telefónico. 23 de março: contacto telefónico com a duração de 14 minutos e 50 segundos. No dia 20 de março, recebi uma mensagem escrita da Galp com a seguinte informação: "Caro Cliente, no seguimento do contacto de 10/03/2026, respeitante ao contrato n.º (XXXX), informamos que a modalidade Cashback prevê a utilização do valor acumulado na APP Mundo Galp, com limite máximo de 80% mais IVA 23%, sobre o valor faturado. O desconto no valor de 2,09 €, encontra-se aplicado na fatura n.º 345656522289. O desconto no valor de 12,58 €, encontra-se aplicado na fatura n.º 361616112771. O valor remanescente, será descontado na próxima fatura." Não consigo conciliar os valores referidos nesta mensagem (2,09 € e 12,58 €) com os movimentos registados no meu saldo, nem os consigo identificar nas respetivas faturas como sendo aplicação do saldo do Cartão Continente. A prestação de dados avulsos e sem correspondência factual impossibilita o acompanhamento da situação. Acresce que, na fatura Galp n.º 332727245415, constato a aplicação de dois descontos sob a rubrica "Utilização de Saldo Cartão Continente": um no valor de 19,42 € (IVA a 6%) e outro de 4,62 € (IVA a 23%). Também não é possível reconciliar estes montantes com o saldo efetivamente acumulado e visível na aplicação Mundo Galp, que perfaz o total de 117,36 €, resultante das seguintes transações: 23/03/2026 às 14h23: 14,00 € 08/02/2026 às 20h40: 1,02 € 01/02/2026 às 18h49: 7,07 € 29/01/2026 às 06h48: 3,88 € 26/01/2026 às 09h28: 14,91 € 07/12/2025 às 15h33: 6,80 € 01/12/2025 às 20h50: 28,97 € 20/11/2025 às 14h54: 40,71 € As condições da Galp estipulam que o saldo acumulado deve ser descontado na fatura seguinte, com um limite máximo de 80% sobre o valor faturado, acrescido de IVA. A fatura n.º 361616112771 (mencionada na mensagem da Galp como tendo recebido um desconto de apenas 12,58 € - que não consegui identificar) teve um valor superior a 300,00 €. Sendo este montante suficientemente elevado, a totalidade do meu saldo de 117,36 € deveria ter sido integralmente descontada nesse documento. Dois meses afiguram-se como tempo mais do que suficiente para o esclarecimento e resolução definitiva deste tema. Pretendo que a Galp seja instada a: Esclarecer a que transações exatas do histórico correspondem os descontos aplicados nas várias faturas mencionadas. Aplicar o montante em falta, apresentando a respetiva reconciliação contabilística de forma clara. Com os melhores cumprimentos, André Mota

Em curso

Estimativas de contagem ridículas

Boa tarde. Venho por este meio contestar a(s) fatura(s) recentemente emitida(s), cujo valor considero totalmente desajustado face ao consumo real da minha habitação. Somos duas pesssoas na habitação, onde acontecem 2 banhos de 5 minutos por dia, realização de jantar e 1 máquina de roupa e loiça por semana. Tratando-se de uma casa com apenas duas pessoas, com reduzido consumo energético (ausência durante grande parte do dia, pouca utilização de equipamentos e raras utilizações de cozinha), os valores apresentados (ex: 50€ numa semana e cerca de 220€ num mês) fora faturas anteriores a estas igualmente ridículas que obviamente não correspondem à realidade, pois todas elas, durante meses rondaram os 130 euros mensais. Solicito, com carácter de urgência: A revisão da(s) fatura(s) com base em leituras reais do contador A verificação do contador por possível anomalia O envio do histórico detalhado de leituras (estimadas vs reais) A suspensão de qualquer valor em disputa até conclusão da análise Informo ainda que irei proceder neste mesmo email ao envio da leitura atual do contador para validação dos consumos. (Enviei através de EMAIL para Galp.galp@gmail.com, devido a não conseguir enviar por aqui) Caso a situação não seja resolvida com brevidade, irei apresentar reclamação junto do Livro de Reclamações Eletrónico e da ERSE. Aguardo resolução célere desta situação.

Resolvida
M. G.
11/04/2026

1ª Estimativa de consumo Exagerada

Segue texto descritivo, enviado por email em 04-04-2026, e sem resposta. A minha Reclamação inicial foi feita directamente no site da Goldenergy em 27-03-2026 no qual anexei cópias de Facturas do anterior Fornecedor de energia com datas de 29-08-25, 29-10-25 e 29-12-25, para analisarem consumos. Seguem em anexo, Factura reclamada e fotos das contagens ao dia 10-04-2026, que totalizam 83 Kw em 44Dias, contra a "Estimativa de 414 em 28 dias utilizada M L G 04/04/2026, 09:33 (há 7 dias) para GOLDENERGY Bom dia. A Goldenergy continua a não assumir a responsabilidade pela discrepância da situação. 1- Fui informado na vossa loja do Barreiro que os contadores estavam preparados para fazer leitura automática, pelo que a mesma não foi fornecida por mim, ESTA É A FUNDAMENTAÇÃO DA QUESTÃO. Agora afirmam que "Os seus contadores ainda não estão preparados para comunicar leituras de forma remota" e o que está a ser feito para resolver o problema ???? Se mudei de fornecedor de energia, o mínimo que exijo é que o sistema de leitura esteja a funcionar plenamente não com falhas, esta sim é a SOLUÇÃO PARA EVITAR ESTIMATIVAS. 2- O valor por vós imputado, uma vez que assumem não existir historial de consumo, não tem qualquer sustentação matemática ou estatística e não é uma Estimativa, é uma medição provisória (estimativa é um número redondo, 50,100,150) atribuida por um qualquer funcionário que nem sequer se deu ao trabalho de verificar que o Contrato corresponde a ESCADA (que foi bem explícito por imposição minha) e não tem perfil de consumo doméstico relacionável com quantidade de consumo. Respeita sim a necessidade de potência de alimentação mínima necessária, conforme Empresa de Manutenção, para funcionamento do elevador, (13,8 Kva, 30 A, Trifásica), e ao qual, em conjunto com a iluminação, corresponde um baixo consumo mensal. Aliás acabei de tomar conhecimento em contacto que fiz com ACP esta manhã, a solicitar umas informações deste contrato, que existe um outro Trifário, ACP e não o ACP+ em vigor, destinado exactamente a estas situações e para o qual quero Alterar de imediato. 3- O valor por vós atribuído, 414Kw, que tanto poderia ser 414 como 4140, porque não tem justificação, corresponde, mesmo tomando o consumo máximo verificado durante o ano de 2025,(em vez do médio habitualmente usado em orçamentação), de 118kw num período de 61 dias, corresponderá a 7 MESES DE CONSUMO. Ora não vou pagar o valor atribuído e estar, sabendo que ao valor do consumo se somam as diversas taxas em vigor, 4 ou 5 meses até ser ressarcido do valor pago a mais. 4- O que espero da Goldenergy, é o procedimento de qualquer empresa no mercado, inclusivé da minha Contabilidade, de emitir uma Nota de Crédito, anulando a FT anterior, e emitindo uma nova considerando um consumo estimado de, até admito 100kw que era o valor médio para 2 meses, no fornecedor anterior, se teêm dúvidas. Fico a aguardar resposta Cumpr L G

Encerrada
A. L.
10/04/2026

Publicidade enganosa

Exmos. Senhores, Em (02/02/26), assinei o contrato nº ( NÚMERO DE CONTRATO), onde consta a promoção (que teria um valor de factura diferente não aquela que foi emitida) ou seja 40€ por factura não 65€. Como podem verificar pela(s) fatura(s) anexa(s), o desconto acordado não está a ser aplicado, pelo que solicito a devida correção já na próxima fatura. Cumprimentos.

Encerrada
A. C.
10/04/2026

Exigido pagamento de Reparação em período de Garantia

Exmos. Senhores, Em setembro de 2024 adquiri um esquentador modelo WTD11-4 KME, da marca Vulcano numa loja Leroy Merlin, sob o código de fatura FT 20240036501/006670, acima referido. No dia 3 de abril de 2026 o equipamento deixou de funcionar. Uma vez que estava ao abrigo da garantia da marca por um período de 3 anos, acionei a garantia através do serviço pós-venda da referida loja, em vez de recorrer ao nosso habitual técnico de manutenção/instalação de equipamentos. Em 8/04/2026, perante a ausência de notícias, entrei em contato com o apoio ao cliente da Vulcano. Minutos depois telefonou um técnico com o qual acertei a hora da intervenção. Informando-me este repetidamente que, caso a avaria não estivesse coberta pela garantia, teria de pagar €77 da deslocação e €18 da peça (?), acrescidos do respetivo IVA. Naquele momento: • Achei algo estranha a forma como a informação foi avançada - como se a exclusão fosse a norma e não a exceção e me estivesse a preparar para o inevitável. • Perguntei-me como saberia ele com tanta certeza qual a peça avariada e o preço desta, • Achei exorbitante o valor cobrado pela deslocação (longe dos 20/30 euros habituais). Mas, como estava em garantia e não havia quaisquer sinais de má utilização ou espaço para alegar ausência de manutenção num equipamento instalado há ano e meio, na ausência de alternativa e perante a situação crítica em que nos encontrávamos, decidimos avançar, • Preparando-me, no entanto, para estar presente no momento da intervenção e atento a quaisquer manobras conducentes à malfadada conclusão. No local, o técnico informou-me que a avaria não estava incluída no âmbito da garantia porque a turbina evidenciava uma cor amarelada. Razão pela qual a reparação teria de ser paga. Solicitei que me mostrasse a peça avariada e a água residual drenada do equipamento. A turbina (cujo rotor o técnico afirmou ser originalmente de cor branca) apresentava de facto uma cor amarelada, sem sinais de entupimento ou desgaste nas respectivas pás e, a água drenada do esquentador, tinha ligeiros vestígios de caliça ou areia, os quais julgo terem caído do tubo de escape dos gases da caldeira (junto fotos de uma e de outros). Insatisfeito com a explicação do técnico - a mudança de cor de um rotor dificilmente provocaria o colapso da turbina, nem constitui prova que esteve sujeito a uma tração inusitada, mas tão só que as águas da rede não são quimicamente puras ou que o material das pás é demasiado poroso e frágil para o efeito ali em vista - apelei para o apoio ao cliente para obter instruções sobre como atuar em semelhante situação. A pedido do operador, passei o telefone ao técnico que manteve a posição inicial. Como estavam de acordo quanto à conclusão, perguntei ao operador do apoio ao cliente como poderia reclamar daquela decisão unilateral e absurda, remetendo-me este para o email do apoio técnico da marca (assistencia.tecnica@pt.bosch.com). Paguei e assinei de boa-fé a quitação devolvida pelo técnico sem colocar, como provavelmente deveria, qualquer referência à minha discordância ou protesto quanto a tão infeliz desfecho. Dirigi-me à DECO de cujos serviços sou subscritor, onde fui aconselhado a apresentar a presente reclamação. Com esta pretendo, em primeiro lugar: 1. Ser ressarcido dos valores pagos, porque não considero provada qualquer má utilização, por alegada incúria ou falta de manutenção do equipamento. À vista desarmada a água abastecida não evidencia colorações que possam indiciar a existência de rupturas na rede pública ou o transporte de matérias que provoquem entupimento, cujo impacto seria imediatamente notado na redução do fluxo de água quente ou fria. Em segundo e último lugar, gostaria de; 2. Ser esclarecido sobre se existe alguma alínea da lista de exclusões que refira a cor das pás da turbina. Ou se foi entre os técnicos no terreno e os agentes do apoio ao cliente que foi acordado excluir as turbinas “amareladas” das reparações em garantia, criando jurisprudência assente na multidão de clientes desesperados que acabaram por calar a sua indignação e pagar em silêncio o exorbitante preço da deslocação e a substituição das aparentemente frágeis turbinas. Num mundo no qual as percepções tantas vezes se substituem à crua realidade dos factos, estranharia que uma marca que, arrisco afirmar, tem uma elevadíssima quota de mercado possa estar desatenta quanto às consequências que casos como o que aqui acabo de descrever têm na sua reputação. Ainda assim, permito-me o atrevimento de vos colocar as três questões/sugestões que seguem: • Se, dos processos de melhoria interna, faz parte a recolha do número de turbinas avariadas dentro do período de garantia e se esse elemento de alarme é divulgado às áreas de desenho técnico e fabrico de equipamentos ou dos seus componentes (turbinas, neste caso)? • Pergunto-me ainda se é recolhido e objeto de análise o volume de reparações que são negadas, apesar de ao abrigo de uma garantia válida, e a identidade dos agentes da Vulcano e das empresas contratadas, que nelas intervieram. A bem de uma certa transparência e da defesa da boa imagem da Marca, seria interessante que estes dados fossem cruzados. • E que a existência desse mecanismo de auditoria interna fosse divulgada aos agentes como elemento dissuasor de eventuais, ainda que raras, “solidariedades” com os agentes no terreno. Não pretendo insinuar que os dois agentes aqui envolvidos e cuja identidade me esforcei por ocultar, tenham agido de má-fé. Não sei. Baseio-me na firme convicção de que estes instrumentos não colocam em risco a reputação dos agentes, antes os defendem de eventuais processos de intenção e reduzem o risco de que se instalem no seio da estrutura ou do sistema processos que a parasitam e o corrompem. Incluo cópia das faturas de compra do equipamento e da reparação, imagens da turbina avariada (que continua na minha posse) e das águas residuais drenadas do esquentador. Cumprimentos

Encerrada

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº AG-251013-2704917. Face ao problema já detetado e reclamado anteriormente via atendimento ao cliente (telefone) e via formulário de contacto, e do qual junto comprovativo da reclamação enviada, solicito o reembolso da quantia em causa em caráterde extrema urgência, justificado pela cobrançater sido feita sob o último montante restante para suprir as necessidades da minha família até o fim deste mês de abril/2026 (ao qual inclui minha filha de apenas 08 meses de idade). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Resolvida
M. B.
10/04/2026

Impossibilidade de acesso à área de cliente e desaparecimento de contrato

Exmos. Senhores, Tinha acesso à área de cliente da EDP e, de um momento para o outro, deixei de o ter, sem qualquer explicação. Desde então, tenho passado os últimos 2 dias a contactar a EDP Empresas, uma vez que se trata do condomínio do prédio onde habito e do qual sou administrador, tentando perceber a origem do problema e solicitar o restabelecimento do acesso. Após vários contactos telefónicos (já falei com 3 ou 4 colaboradores), a situação é, no mínimo, preocupante: nenhum dos operadores consegue encontrar o contrato associado ao fornecimento. Foi-me inclusive transmitido que o contrato “não aparece” no sistema. No entanto, possuo uma fatura de janeiro de 2026 com todos os dados do contrato, o que comprova inequivocamente a sua existência. Ainda assim, o contrato não é localizado através de qualquer elemento: NIPC, e-mail, morada, nome do condomínio, CPE ou número de contrato. Adicionalmente, ao tentar aceder à área de cliente, recebo um código de validação no e-mail, mas, após a sua introdução, o sistema não permite avançar. Isto reforça que o contrato existe, apesar de não estar acessível. O atendimento prestado tem sido extremamente insatisfatório: após longos períodos em espera, a única resposta obtida é que o assunto será “reportado”, sem qualquer resolução concreta ou prazo de resposta. Importa referir que assumi recentemente a administração do condomínio, herdada de uma empresa de gestão anterior que deixou pagamentos em atraso à EDP. A minha intenção é regularizar todas as faturas pendentes com a maior brevidade, evitando a acumulação de juros ou outras penalizações. No entanto, estou impossibilitado de o fazer devido à falta de acesso à área de cliente e à inexistência de suporte eficaz por parte da EDP. Considero esta situação grave e demonstrativa de uma total falta de organização e de respeito pelo cliente. Solicito a resolução urgente deste problema, com: • Restabelecimento imediato do acesso à área de cliente; • Identificação e recuperação do contrato; • Disponibilização de todas as faturas em dívida para regularização. Aguardo uma resposta célere e uma solução definitiva para esta situação.

Resolvida

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