Classificação
- Total de reclamações
- 30
- Número de reclamações*
- 21
- Reclamações resolvidas*
- 90%
- Média de dias para responder*
- 17 dias
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Faturação única de 2 e 3 meses
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato comuniquei-vos já em momentos anteriores o facto de não receber faturas num período de 2 a 3 meses. Esta situação já ocorreu duas vezes: a Galp deixa de emitir/enviar as faturas mensais durante um período e, posteriormente, emite uma única fatura acumulando 2 a 3 meses de consumo (02/10 a 27/12 e 28/12 a 03/03). Esta situação não me é imputável e não corresponde a qualquer pedido ou acordo da minha parte para faturação bimestral/trimestral. De acordo com o artigo 44.º do Regulamento de Relações Comerciais da ERSE, salvo acordo em contrário no interesse do cliente, os comercializadores devem emitir as faturas com periodicidade MENSAL. A acumulação de vários meses numa única fatura cria uma obrigação de pagamento muito superior à que resultaria da emissão regular das faturas mensais, colocando-me numa situação financeira que não existiria se a comercializadora tivesse cumprido atempadamente a sua obrigação de faturação; em suma, para além de pagar as faturas acumuladas através de um plano de prestações, estou, simultaneamente e mensalmente, a pagar as faturas correntes neste momento. Solicito que a presente reclamação seja devidamente registada e que me seja dada resposta escrita e fundamentada, com uma solução, pois não tenho capacidade para continuar a pagar duas faturas de uma só vez todos os meses. Caso não seja apresentada uma solução viável, reservo-me o direito de apresentar a situação junto das entidade legais competentes e responsáveis, incluindo faturas, comprovativos de pagamento, avisos de interrupção e demais comunicações necessárias. Solicito, frisando expressamente e novamente, que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem uma solução viável, pois mesmo com um plano de pagamentos, não minimiza os efeitos no meu orçamento familiar, sendo que estou a pagar, simultaneamente, as faturas correntes neste momento e tendo em conta o motivo principal que levou a esta situação: incumprimento por parte da comercializadora Galp/ Petrogal. Atenciosamente.
FACTURA NÃO COBRADA
Sou cliente da Galp e hoje após verificar que o débito da minha factura não ocorreu na minha conta conforme mensagem recepcionada no passado dia 05.08, a qual avisava que o débito iria ocorrer no valor de 45,50 € ( que nem é o valor da factura)a dia 10.08. Além destes tinha a última prestação no valor de 2,64 € de um plano anterior a pagamento no início deste mês Ambos não foram efectuados os débitos na minha conta, não foram devolvidos, verifiquei logo isso antes de entrar em contacto com a linha da Galp. Portanto detectando isto entrei em contacto agora com a linha da Galp que qual não foi o meu espanto me disse que poderiam dar-me os dados os quais deram e já efectuei o pagamento do valor em falta do plano, mas da factura não pois a mesma encontrava-se em contencioso, onde me facultaram então os dados da advogada que tinha o processo. Lamentavelmente não tenho um contacto, uma mensagem nada da parte da Galp tirando estas que menciono e posso provar com os sms recebidos e apenas isso, não recebi sequer um único e-mail e tenho uma factura com data limite ultrapassada de 8 dias em contencioso? Segundo o operador que me atendeu na linha da Galp não sabe explicar o porquê do débito não ter sido efectuado uma vez que me confirmou antes, estar activo o débito, assim como também não sabia explicar o facto da factura estar em contencioso, de certo que acedendo às gravações da mesma uma vez que as chamadas são todas gravadas conseguiram verificar o que aqui indico. Posto isto enviei e-mail á advogada ( o qual junto cópia em anexo)a solicitar os dados para pagamento da FT No: 396363545801 emitida a 08.07 - data limite de pagamento 10/08 e valor de 52,40 € - valor correcto e total a pagamento uma vez que os 45,50 € são apenas de serviços não incluindo o seguro, que foi outra novidade que recebi agora até o valor do débito é em separado! É lamentável mas desde que a Galp alterou o seu software o funcionamento decresceu e tem sido situações umas atrás das outras que infelizmente não decorrem de boas políticas de funcionamento para continuar a decidir ter este comercializador. De lamentar também que com esta transição para contencioso de certo irão cobrar encargos á factura. Já é o segundo incidente que comunico e faço queixa deste comercializador aqui. Grata
Demora em correcção fatura
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a Galp Energia, relativamente a um erro de faturação no fornecimento de gás natural, situação que continua por resolver apesar de já ter apresentado uma reclamação diretamente junto da empresa e de ter efetuado diversos contactos ao longo dos últimos meses. Sou cliente identificado com o NIF 253448042. Recebi uma fatura com um valor extremamente elevado e, após análise da mesma, verifiquei que a origem do problema se encontra na leitura inicial do contador de gás aquando do início do contrato, em julho de 2025. Na faturação emitida, foi incorretamente assumido que o contador de gás se encontrava nos 0 m³, quando tal não corresponde à realidade. Conforme documentação que enviei à Galp, em julho de 2025 o contador registava 886 m³, valor confirmado quer pelo meu anterior comercializador, a G9 Energy, quer pela Lisboa Gás. Adicionalmente, fui informado pela Lisboa Gás de que a leitura desse mês foi comunicada à Galp como 858 m³, através do documento identificado com o número 00000000000000534513. Importa ainda referir que o contador de gás nunca foi substituído, pelo que não existe qualquer fundamento técnico para que tenha sido considerada uma leitura inicial de 0 m³. Apesar de já ter apresentado uma reclamação formal junto da Galp, de ter facultado toda a documentação comprovativa e de ter solicitado a respetiva correção, a situação continua sem qualquer resolução efetiva. Durante este período, tenho apenas sido informado para aguardar, sem que me seja prestado qualquer esclarecimento concreto sobre quando ou como o problema será resolvido. A última comunicação que recebi da Galp sobre este assunto foi uma mensagem SMS datada de 29 de maio, com o seguinte teor: > "Caro Cliente, Mediante a impossibilidade de resposta à sua reclamação, por se tratar de um assunto da competência da Lisboagás, que é o Operador da Rede de Distribuição da sua área, informamos que as questões que nos colocou foram reportadas ao mesmo e estamos ainda a aguardar resposta. Reforçámos a solicitação de brevidade nos esclarecimentos. Caso se mantenha pendente, voltaremos ao seu contacto dentro de 15 dias úteis." Desde essa data, passaram já várias semanas sem que tenha recebido qualquer atualização, esclarecimento ou solução para o problema. Esta situação está a causar-me uma pressão indevida para pagamento de um valor que não corresponde ao meu consumo real, sendo evidente que o prazo para resolução deste erro de faturação ultrapassou largamente o que pode ser considerado razoável. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de me prestar apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, promovendo as diligências necessárias para que a Galp proceda à correção da faturação com base nas leituras reais e documentalmente comprovadas, bem como à regularização de quaisquer valores indevidamente cobrados. Junto a esta reclamação toda a documentação comprovativa já remetida à Galp, bem como os elementos que demonstram as leituras corretas do contador. Com os melhores cumprimentos, Diogo Lopes
Reclamação formal – falhas de faturação, contestação de valores e pedido de cessação contratual
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a PETROGAL, S.A., mais especificamente a Galp relativamente ao serviço de fornecimento de eletricidade e às sucessivas falhas graves na faturação do meu contrato. Esta é já a segunda vez que a empresa incumpre a obrigação de emissão regular e mensal das faturas, conforme previsto contratualmente e exigível nos termos da legislação aplicável aos serviços públicos essenciais. Já no ano passado ocorreram vários meses sem faturação, tendo posteriormente sido emitida uma fatura acumulada com valores elevados. Na altura aceitei a situação como excecional, mas a mesma voltou a repetir-se este ano. Durante os meses de fevereiro, março e abril não recebi qualquer fatura mensal, sendo posteriormente emitida uma única fatura no valor de 334,02€, agregando consumos de vários meses. Considero esta prática abusiva, desrespeitosa para com o consumidor e contrária ao dever de boa-fé contratual. Acresce que o valor apresentado é completamente desproporcionado face ao meu histórico de consumo, que ronda habitualmente os 70€ mensais. A média implícita nesta faturação ascende a cerca de 114€ por mês, valor que não corresponde à realidade do meu consumo. Importa ainda referir que a habitação possui contador digital, pelo que não existe qualquer justificação plausível para recurso frequente a estimativas ou para falhas prolongadas na emissão de faturação mensal. Quando contactada, a Galp alegou que as leituras são fornecidas por uma entidade externa e independente, a ORD, e que os valores faturados correspondem alegadamente a consumos reais. Contudo, essa justificação contradiz os próprios elementos constantes nas faturas emitidas, onde surgem simultaneamente valores reais e valores estimados. Mais grave ainda, após a emissão da fatura de 334,02€, foi posteriormente emitida uma nova fatura no valor de 43,35€, valor já muito inferior e demonstrativo da inconsistência dos montantes anteriormente cobrados. Posteriormente, essa mesma fatura foi novamente corrigida, com a informação de que deveria ignorar a fatura enviada anteriormente, mas apesar da informação não anulam a fatura anterior, deixando as duas em ativo. Essa fatura foi corrigida para apenas 2,11€, situação que evidencia contradições claras por parte da própria empresa e levanta sérias dúvidas sobre a fiabilidade, rigor e transparência da faturação apresentada ao consumidor. Entendo que esta situação representa: Incumprimento reiterado das obrigações contratuais, nomeadamente quanto à obrigação de faturação mensal; Violação do dever de prestação de serviços de forma contínua e de qualidade; Falta de transparência e clareza na faturação; Utilização abusiva de estimativas apesar da existência de contador digital; Falta de respeito pelo consumidor ao acumular vários meses de consumo e apresentar valores excessivamente elevados sem qualquer aviso ou solução preventiva. Considero igualmente que estão a ser violados direitos fundamentais do consumidor previstos na Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), bem como na Lei n.º 23/96 (Lei dos Serviços Públicos Essenciais), nomeadamente no que respeita ao direito à informação clara, ao dever de faturação rigorosa e ao direito a um serviço adequado e prestado com qualidade. Face ao exposto, solicito: A revisão integral e detalhada de toda a faturação emitida; A anulação e correção dos valores faturados que considero indevidos e desproporcionados, tendo em conta que a própria empresa incumpriu repetidamente a obrigação contratual de emissão de faturação mensal; A verificação técnica dos consumos apresentados e das leituras consideradas; A confirmação expressa de que não será aplicada qualquer penalização, encargo adicional ou consequência financeira relacionada com a cessação do contrato já efetuada; A confirmação escrita da regularização integral desta situação. Com os melhores cumprimentos, Nuno Vieira Nif: 242150802 Número de contrato: AG-251013-2907649 Contacto: 918 982 484
Débito direto abusivo - sem contrato de fornecimento!
Exmos. Senhores, Sou sócia gestora de uma empresa e não possuo qualquer contrato com a GALP/Petrogal. No entanto, apercebi-me que no dia 26.05.2026 foi criado um débito direto para a PETROGAL SA na conta da minha empresa, sem o meu conhecimento ou autorização, e debitado o valor de 126.6€, a 28.05.2026, de forma totalmente abusiva. Não me foi enviada nenhuma comunicação por email ou via telefónica referente a este débito. Quando contactada a linha de apoio ao cliente dizem não existir internamente qualquer referência ao débito do valor em causa, valores ou pagamentos em dívida associados à minha empresa, nem qualquer faturação referente a esse valor. Foi-me ainda reconfirmado pelo colaborador da Petrogal que não possuo qualquer contrato com esta empresa. Exigo um esclarecimento célere e a devolução do valor abusivamente debitado. Envio em anexo o comprovativo do débito no valor de 126.6€ realizado hoje e ainda o comprovativo de início de débito direto a 26.05.2026, realizado sem o meu conhecimento. Cumprimentos, Sónia Moreira
Precisa de ajuda?
Esta empresa responde em menos de 17 dias.
Após este período, entre em contacto connosco.
