Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. C.
08/01/2026
MEO

Avaria nos serviços

Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 1320776155 comunico que os problemas técnicos reportados desde 22/12/2025 ainda se mantêm, após vários contactos a reportar a situação através das diversas vias de contacto da MEO. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: - televisão - internet fixa - telefone Cumprimentos.

Resolvida
A. C.
08/01/2026

Prestação Deficiente de Serviços de Lavandaria 5aesc El Corte Ingles Gaia Hugo Teixeira Unipessoal

Prestação Deficiente de Serviços de Lavandaria da loja 5 á SEC El Corte Ingles Gaia (Hugo Teixeira Unipessoal, Lda.) – Danos em Peças de Vestuário de elevado valor, Perda de Artigos, não cumprimento de prazos e erros de Entrega ao Longo do Último Ano. Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra os serviços prestados pela rede de lavandarias 5 à Sec, nomeadamente na loja do El Corte Ingles de Vila Nova de Gaia, pelos motivos que passo a expor de forma detalhada. Sou cliente habitual da vossa rede há vários anos, tendo confiado inúmeras peças de vestuário para limpeza a seco, engomadoria e outros tratamentos. Contudo, no decurso do ano de 2025, verifiquei uma série de incidentes graves e recorrentes que me causaram enormes prejuízos patrimoniais e não patrimoniais, estimados em centenas de euros sem que tenha obtido uma resolução satisfatória em QUASE todos os casos expostos por parte da referida loja. Os principais factos são os seguintes: 1. Danos em peças de vestuário causados por produtos químicos inadequados: Várias camisas e vestidos foram devolvidos com alteração irreversível da cor, manchas permanentes e descoloração, presumivelmente devido à aplicação de produtos que danificaram os tecidos, violando as Condições Gerais da Prestação de Serviços da Lavandaria e Limpeza a Seco, nomeadamente as alíneas 5 e 13. Exemplos em anexo. 2. Perda de artigos: Pelo menos uma camisa foi extraviada e nunca devolvida, tendo me sido oferecido um voucher de 250 euros para gastar na própria loja que eu não usufrui na sua totalidade, dado que depois de detetar mais um artigo com uma alteração irreversível de cor, deixei de entregar os meus artigos á responsabilidade da loja. 3. Erros na entrega de peças: Em diversas ocasiões, foram entregues camisas ou outras peças a mais, pertencentes a outros clientes, gerando perda de tempo e desconfiança quanto à gestão dos processos internos. 4. Atrasos contínuos na entrega do produto: Nas últimas semanas, era constante o atraso dos artigos de vestuário, tendo ido muitas vezes ao Corte Inglês sem que os produtos estivessem prontos, criando-me despesas extras no transporte e demais custos associados ao parqueamento. Estes incidentes ocorreram de forma recorrente principalmente a partir de Maio do ano transato (2025), apesar das reclamações verbais efetuadas na loja, que não resultaram em qualquer medida corretiva. Tal situação revela uma clara falta de cuidado profissional, violando os deveres de diligência e responsabilidade previstos na lei nomeadamente a Lei de Defesa do Consumidor n.º 24/96 de 31 de julho e pelo Código Civil, estabelecendo que as lavandarias são responsáveis pelos danos causados aos artigos dos clientes, a menos que possam provar que a culpa não lhes é imputável, algo que não aconteceu, nem justificação deram para tal. Em consequência, sofri prejuízos significativos, incluindo o valor das peças danificadas ou perdidas, custos adicionais com substituição de roupa e incómodo pessoal. Exijo, assim: • O pedido formal de desculpas por escrito dado que o/a responsável, nunca, mas nunca se prestou a pedir desculpas ao cliente nas inúmeras situações, deixando para as suas colaboradoras dar a cara. • Exijo uma camisa nova ou a reparação dos danos provocados à camisa da minha esposa da marca Tommy Hilfinger. Ultimo artigo detetado danificado. Mais informo, que com base nos fatos supramencionados, solicitarei uma auditoria à casa mãe 5 á SEC ao seu franchisado, e uma investigação junto da ASAE, pois trata-se de danos sistemáticos em roupas. A empresa alega nas condições gerais do serviço na alínea 16 que as reclamações devem ser apresentadas aquando do levantamento da peça, devendo o cliente examinar a peça e, caso encontre alguma anomalia na mesma, preencher, em conjunto com a lojas 5àsec, o competente formulário. Acontece que todas as minhas peças de vestuário vêm no plástico que me é cobrado e em qualquer momento o permite ao cliente a sua verificação peca a peca, imaginem verificar +30 pecas (camisas e vestidos). Em anos, nunca me foi informado para analisar e verificar cada peca em frente as colaboradoras no ato da entrega, mesmo depois de vários defeitos encontrados. Sinto-me traído pela falta de cuidado e profissionalismo que esperava de um serviço como este. Fomos tolerantes durante muito tempo, até ao momento que vimos muita desorganização, queixas de muitos clientes e acima de tudo, falta de respeito pelos nossos produtos que são de valor elevado. Pior que qualquer indemnização é a imagem criada e o passa palavra puxa palavra no seio da comunidade, tudo aconteceu este ano, até então, tive sempre um excelente serviço. Algo mudou, algo transpôs os procedimentos internos e procedimentos gerais da 5 á SEC. Alguém tem de ser responsável pela destruição dos bens materiais de terceiros, que confiam as suas roupas a outros. A pessoa responsável nunca, mas nunca deu a cara, nem satisfações, demonstrando um total desprezo pelo cliente. Estes foram apenas 2 exemplos de muitos estragos. Aguardo contacto urgente. Com os melhores cumprimentos, Antonio Costa

Em curso
L. E.
08/01/2026

Ma Fé, roubo, incumprimento.

Não recomendo o aluguer com esta empresa. Fui enganado no aeroporto de Madrid após chegar com uma reserva paga. Sugeriram que pagasse um depósito que seria reembolsado no momento da devolução do carro. Quando regressei ao meu país, descontaram-me 632€, para além dos 401,16€ que já tinha pago por 10 dias de renda. Foi o aluguer mais caro que já paguei durante 10 dias. Além disso, não me entregaram o carro que solicitei. Enchi o depósito de combustível na devolução e descontaram o valor do depósito desse valor. Tomarei medidas legais. Má-fé por parte da pessoa que nos atendeu.

Em curso
R. D.
08/01/2026

Produto vendido sem data de validade

Exmos. Senhores, Hoje dia 8/01/2026 comprei uma pizza na loja Aldi em Vila Franca Xira com a etiqueta €aproximação fim de validade", porem a data de validade não está afixada nem no produto nem na embalagem pelo que não sei se é seguro comsumir o mesmo nem quando é o prazo limite , imaginamos que consumia dia 12 de janeiro de 2026 e o prazo terminava dia 9 de janeiro de 2026 e por conta disso ficava internado por consumir um produto vencido...acho isto um problema gigante e exijo ser compensado alem de reembolsado pelo menos caso contrario terei de fazer a exposição da situação nas redes sociais todas e avançar para o lado legal, todos os documentos estariam afixados em anexo se desse para enviar fotos acima de 3Mb de tamanho( fatura , produto frente e verso) Cumprimentos, Rui Andrade

Encerrada
P. W.
08/01/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, No dia 7 de novembro de 2025, utilizei o site PDFGO para compactar um ficheiro, serviço que indicava ter um custo único de 0,10 €. Efetuei o pagamento e o ficheiro foi compactado normalmente. No entanto, dia 8 de novembro de 2025, fui surpreendido com uma cobrança de 49,90 €, alegadamente referente a uma subscrição que nunca autorizei nem fui informada no momento da compra. O valor em causa ainda não foi debitado da minha conta, mas encontra-se já retido e indisponível no meu saldo, o que demonstra que a cobrança está em processamento. A página não apresentava de forma clara qualquer política de subscrição ou renovação automática. Assim que percebi o sucedido, cancelei de imediato a subscrição. Solicito, portanto, à DECO PROTeste o apoio necessário para garantir o reembolso total do valor cobrado e a resolução breve desta situação. Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
L. P.
08/01/2026

Débito não autorizado

Está a ser debitado na minha conta, o valor de 4,99€ todos os meses, desde outubro. Não fiz qualquer subscrição da Uber One. Não consigo encontrar na aplicação forma de pedir o reembolso. Conseguem ajudar? Obrigada Aguardo resposta

Encerrada
T. D.
08/01/2026

Falha de garantia e recusa de substiuição

Adquiri em setembro de 2024 um frigorífico Silver IPC344L/S à Castro Eletrónica. Em julho de 2024 o equipamento começou a apresentar avaria no painel LCD, tendo sido realizadas várias intervenções técnicas sem sucesso. Existem relatórios técnicos que confirmam que a substituição de peças (display) não resolveu o problema e que é recomendada a substituição do equipamento. Apesar disso, a empresa tem vindo a adiar a resolução, encaminhando a responsabilidade para a marca e apresentando como única “solução” a recolha do frigorífico para eventual destruição e posterior reembolso, o que me deixaria sem equipamento por tempo indeterminado, sem substituição imediata e sem qualquer compensação pelos meses de transtornos. Recusei essa proposta por não corresponder a uma solução adequada nem proporcional, após mais de cinco meses sem resolução. Ainda assim, a empresa declarou a reclamação como “resolvida” no Livro de Reclamações, sem que o problema estivesse efetivamente resolvido. Saliento que, nos termos da lei, a responsabilidade pela garantia é do vendedor, e que, quando a reparação falha, o consumidor tem direito à substituição do bem ou reembolso, sem prejuízo indevido. Desde julho de 2025 que tento resolver o problema, mas a empresa tem demonstrado um padrão contínuo de má‑fé e práticas comerciais desleais. Este comportamento repetido demonstra má‑fé, tentativa de manipulação do processo e incumprimento claro da garantia legal.

Encerrada
A. S.
08/01/2026

Falta de comunicação do resultado final da formação e ausência de resposta a pedidos escritos

Exmos. Senhores, Celebrei um Contrato de Formação Profissional com a empresa Intelcia Portugal Inshore, S.A., com início em 27/11/2025 e termo em 18/12/2025. Nos termos do contrato, nomeadamente do n.º 2 da Cláusula 5.ª, a empresa encontra-se obrigada a comunicar ao formando o resultado final da avaliação da formação, com a indicação de parecer “Favorável” ou “Não Favorável”, bem como a esclarecer a situação relativa à bolsa de formação prevista na Cláusula 7.ª. Apesar de ter solicitado por escrito essa comunicação e esclarecimento, através de email enviado em 19/12/2025, e posteriormente reiterado, não obtive qualquer resposta até à presente data. A ausência de resposta impede a correta regularização da minha situação administrativa enquanto beneficiário de prestações sociais e configura incumprimento do dever de informação assumido contratualmente pela entidade formadora. Assim, venho por este meio apresentar reclamação, solicitando a intervenção da entidade competente para que a empresa proceda à comunicação formal do resultado final da formação e ao esclarecimento da não atribuição da bolsa de formação, nos termos do contrato celebrado. Cumprimentos, André Silva

Resolvida
N. P.
08/01/2026

Reembolso Cirurgia Hospital Lusíadas

No passado dia 5 de Novembro de 2025, o meu filho Miguel Maria Varandas Pereira foi sujeito a um cirurgia, no hospital Lusíadas lisboa, ao dedo da mão esquerda. No dia da cirurgia foi feito um pagamento "adiantamento/valor estimativo " de 1880€, tendo sido submetido ao seguro pedido de autorização para comparticipação. Posteriormente foi ainda feito um pagamento de 620€ para perfazer o valor total da cirurgia. Por parte do seguro foi emitido um Termo de Responsabilidade, enviado por e-mail para mim e par o Hospital Lusíadas. No Termo de Responsabilidade é explicito que a seguradora MGEN AdvanceCare se responsabiliza pelas despesas relativas ao segurado. Até ao dia de hoje 08/01/2026 e após muitas tentativas de contacto telefónico e muitos e-mail enviados ao Hospital Lusíadas, este não me dá resposta os meus pedidos de informação acerta da restituição do valor que me é devido.

Em curso
R. M.
08/01/2026

Encomenda nao recebida

Exmos. Senhores da Direção da Notino Portugal, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal por incumprimento contratual, nos termos da legislação portuguesa aplicável à defesa do consumidor, relativamente à encomenda efetuada junto da Notino Portugal. No dia 13 de dezembro de 2025, celebrei um contrato de compra e venda à distância através do vosso website, correspondente ao pedido nº 9342881752. Não obstante, a encomenda nunca me foi entregue, apesar de a Notino afirmar reiteradamente que a mesma teria sido entregue no dia 18/12/2025, o que não corresponde à realidade. Importa esclarecer que: • Não recebi qualquer encomenda na data indicada ou em data posterior; • Não me foi apresentado qualquer comprovativo de entrega válido, nomeadamente documento assinado por mim ou por terceiro autorizado; • Os e-mails que junto em anexo demonstram que a própria Notino reconhecia que a encomenda se encontrava em atraso, o que contraria a alegada entrega. Apesar de ter contactado o serviço de apoio ao cliente no dia 01/01/2026, a situação permanece por resolver, mantendo-se uma posição infundada por parte da Notino, o que consubstancia uma falha grave na prestação do serviço. Nos termos do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, o vendedor tem a obrigação de entregar os bens ao consumidor no prazo acordado, sendo igualmente responsável pela correta execução do contrato. Acresce que, nos termos do artigo 12.º do mesmo diploma, a responsabilidade pela entrega efetiva do bem ao consumidor recai integralmente sobre o vendedor, até ao momento em que este adquira a posse física do bem. Adicionalmente, nos termos dos artigos 798.º e 801.º do Código Civil, o incumprimento da obrigação contratual confere ao credor o direito a exigir a resolução do contrato e a correspondente restituição das quantias pagas. Face ao exposto, exijo: • A resolução imediata do contrato, com o consequente reembolso integral dos valores pagos, no prazo máximo de 10 dias úteis, ou, em alternativa, • O envio imediato de nova encomenda, com garantia de entrega comprovada. Na ausência de resposta escrita, fundamentada e resolutiva dentro do prazo acima indicado, irei recorrer, sem novo aviso, aos meios legais ao meu dispor, nomeadamente: • Livro de Reclamações Eletrónico; • Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente; • Outras vias judiciais legalmente previstas. Aguardo resposta formal por escrito. Com os melhores cumprimentos, Rui Manuel dos Reis Pereira de Oliveira Marques rom@netcabo.pt +351 917 545 035 Avenida Edmundo Lima Basto n.º 10, 4.º-A

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

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