Reclamações recentes

T. N.
08/06/2026

Pedido de intervenção e esclarecimento sobre decisão de não aptidão

Concluí recentemente a formação para a área de BackOffice, tendo recebido ao longo do processo avaliações e feedback positivos relativamente ao meu desempenho, conforme documentação que se encontra na minha posse. No entanto, no último dia da formação, fui informada verbalmente pela formadora de que seria considerada não apta. A justificação apresentada prendeu-se alegadamente com o número de faltas registadas durante a formação e com a alegada inexistência de elementos suficientes para avaliação durante o período de on-job. Importa referir que tive apenas duas faltas injustificadas e uma falta devidamente justificada por motivo de doença. Durante a formação foi transmitido que apenas a ultrapassagem do limite de duas faltas injustificadas teria consequências ao nível do aproveitamento da mesma, situação que não ocorreu no meu caso. Adicionalmente, a comunicação escrita posteriormente recebida não faz qualquer referência às faltas como fundamento da decisão, limitando-se a indicar uma avaliação final “Não Favorável”, sem apresentar elementos concretos que sustentem tal conclusão. Estranho igualmente o facto de esta situação me ter sido comunicada apenas no último dia da formação, sem que ao longo do processo me tivesse sido sinalizada qualquer insuficiência de desempenho, sobretudo quando as avaliações intermédias e o feedback recebido foram positivos. Mais informo que analisei o contrato de formação que assinei e verifiquei que o mesmo contém apenas duas cláusulas, não existindo qualquer disposição relativa à não remuneração em consequência de uma avaliação não favorável. Face ao exposto, solicito a vossa análise da situação e, se possível, o vosso esclarecimento relativamente aos critérios efetivamente aplicados e à conformidade deste procedimento, atendendo às circunstâncias descritas.

Em curso
A. S.
08/01/2026

Falta de comunicação do resultado final da formação e ausência de resposta a pedidos escritos

Exmos. Senhores, Celebrei um Contrato de Formação Profissional com a empresa Intelcia Portugal Inshore, S.A., com início em 27/11/2025 e termo em 18/12/2025. Nos termos do contrato, nomeadamente do n.º 2 da Cláusula 5.ª, a empresa encontra-se obrigada a comunicar ao formando o resultado final da avaliação da formação, com a indicação de parecer “Favorável” ou “Não Favorável”, bem como a esclarecer a situação relativa à bolsa de formação prevista na Cláusula 7.ª. Apesar de ter solicitado por escrito essa comunicação e esclarecimento, através de email enviado em 19/12/2025, e posteriormente reiterado, não obtive qualquer resposta até à presente data. A ausência de resposta impede a correta regularização da minha situação administrativa enquanto beneficiário de prestações sociais e configura incumprimento do dever de informação assumido contratualmente pela entidade formadora. Assim, venho por este meio apresentar reclamação, solicitando a intervenção da entidade competente para que a empresa proceda à comunicação formal do resultado final da formação e ao esclarecimento da não atribuição da bolsa de formação, nos termos do contrato celebrado. Cumprimentos, André Silva

Resolvida
D. A.
29/07/2025

Incumprimento dos direitos dos trabalhadores

Exmos Srs, Já fui trabalhadora da Intelcia durante 3 meses nos quais obrigavam-nos a fazer horários pós laborais não remunerados e todos os trabalhadores eram alvo de pressão psicológico, nomeadamente ameaças de despedimento constantes. Quando apresentei a minha carta de rescisão junto com o relatório médico pelos danos causados pela empresa, os mesmos não aceitaram e pedem uma indemnização sem justificação aparente. Faço esta queixa porque, tal como eu vários trabalhadores já passaram por situações semelhantes ou piores e mais passarão se nada for feito contra a empresa. Obrigada pela atenção Daniela Costa

Resolvida
J. N.
28/07/2021

Burla

Boa noite,Venho expôr a situação que se tem vivido aqui por casa.Eu era cliente NOS (desde Dezembro de 2019), cujo contrato estava ao nome da minha esposa Soraia Santos com o NIF 248030809 e estava insatisfeita com o serviço, nomeadamente, a Internet.Através de facebook conheci a Senhora Bruna Mannarino, funcionária do grupo Intelcia. Após uma publicação da mesma, no Facebook, na qual questionava “Mais alguém está a ter problemas com a internet da Nos?” e à qual eu respondi que sim, começámos a trocar mensagens e falar por telefone sobre o problema.Referi à Senhora Bruna que ainda estava fidelizada à NOS até Dezembro de 2021 e a Senhora Bruna referiu que não havia qualquer problema. Com os prints que eu fiz do ecrã e que justificavam a velocidade lenta da internet, conseguíamos rescindir contrato com a NOS, por justa causa e eu não teria de pagar qualquer valor por estar a rescindir o contrato durante o período de fidelização. Questionei várias vezes e disse-lhe sempre que não queria problemas por causa de estar fidelizada e a resposta era sempre a mesma “Não há qualquer problema. Não se preocupe. Com os prints provamos que não tinha um bom serviço e rescinde o contrato sem penalizações.”A Meo foi instalada em minha casa no dia 24 de Fevereiro e, segundo a senhora Bruna, feito o cancelamento da NOS, pela mesma. Contudo não temos papeis nenhuns a confirmar isso mesmo, apesar de termos sempre pedido que nos fossem enviados os documentos da rescisão de contrato.Acontece que hoje, dia 13 de Julho a situação ainda não está resolvida. no passado dia 8 de Julho fomos à NOS do Forum Coimbra onde nos foi mostrado que não houve entrega de rescisão de contrato e sim suspensão do contrato por falta de pagamento das faturas...pois já não tínhamos o serviço ativo e supostamente teria sido rescindido pela Bruna que ficou de nos enviar o comprovativo. Como até hoje nunca se resolveu temos falado tanto com a Bruna Mannarino como com o seu chefe Pedro. Atualmente nem um nem outro nos atende as chamdas, rejeitam mesmo e também não respondem a mensagens. A mim, o chefe Pedro bloqueou-me no whatsapp para não lhe enviar os e-mails e mensagens da NOS a informar das faturas para pagar, disse que me iria enviar os documentos da rescisão por CTT e até hoje nada chegou. A Bruna Mannarino igual, bloqueou-me no messenger e não responde a mensagens tem atende chamadas. ao meu marido o chefe Pedro nunca atendeu e a Bruna Mannarino atendeu a primeira chamada pois não sabia de quem se tratava e a partir daí nunca mais atendeu nem responde a mensagens tanto de telemóvel como no messenger.Os contactos da Bruna Mannarino são 969614355 e 961226374 e do seu chefe Pedro é 915235953.Anexo a esta reclamação vou enviar tudo o que tenho de registos escritos (mensagens), fotografia do contrato da Meo (tudo tratado por telefone e nem foi assinado por mim...portanto n sei como permite uma operadora fazer um contrato sem estar assinado pelo titular...), prints da má internet da NOS.Grata pela atenção!Com os melhores cumprimentos,Soraia Santos----------------------------------------Peço que nos resolvam esta situação da melhor forma possível!À NOS estamos a dever as faturas de Março em diante que totalizam 120€ e o imcunprimento do contrato no valor de 162,50€. No dia 8 de Julho fizemos a entrega dos aparelhos porque recebemos um e-mail a dizer que tentaram vir cá a casa para nos desligar o serviço e recolher os aparelhos, no entanto não recebemos nenhuma chamada da NOS a informar que viria cá um técnico!A MEO está tudo atualizado, pois é o serviço que estamos a utilizar.Das duas uma:- conseguir rescindir contrato com a NOS sem termos de pagar os 162,50€ (incumprimento do contrato) porque não tínhamos bom serviço e os prints mostram isso e não pagarmos os 120€ porque os documentos da rescisão de contrato deveriam ter sido entregues na NOS pela Bruna Mannarino... e desta forma continuamos com o serviço que temos, MEO!- ou, a segunda hipótese, rescindir contrato com a MEO porque eu não assinei o contrato efetuado, foi tudo tratado por telefone e não há registo da chamada pelo que já me foi confirmado, por e-mail, pela MEO, uma vez que as chamadas foram feitas de números particulares não registados na MEO. Os funcionários da Intelcia (Bruna Mannarino e o chefe Pedro) deviam ter feito todo o trabalho em condições e honestamente e não o fizeram. Para arranjar um cliente, prejudicaram-no! Conseguindo esta hipótese de rescisão com a MEO sem penalização porque foi erro da Bruna e do Chefe, seria voltar à NOS (reativação) pelo restante período de fidelização que faltava que seria até dezembro de 2021 e pagando as faturas e atraso no valor de 120€!

Encerrada

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