Reclamações públicas

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T. R.
14/05/2026
Uzo

Devolvi um TV. Stick. Onde está o meu dinheiro?

Estou à espera desde Março do reembolso de um TV Stick novo comprado no dia 24/03/26 num quiosque UZO e que fui devolver no dia seguinte no mesmo lugar onde o comprei, e que se recusaram a reembolsar-me. Teve que ir por remessa livre e deram-me a morada com o código postal errado ( papel com a morada errada que me deram em anexo) a encomenda andou à deriva até voltar para minha casa sem justificação. Tive que falar com os CTT, andar a pesquisar a morada correta e voltar aos Ctt para enviar de novo o TV Stick que e chegou em Abril à UZO Meo. Enviaram-me uma nota de credito dia 22 de Abril e até hoje dinheiro, nem Vê-lo. Cada vez que ligo, dizem-me que está em processamento e nunca sabem a data de reembolso. Resposta é sempre a mesma - está em análise?Mas em análise o quê? o aparelho nunca foi usado nem a caixa aberta. Não têm brio nem seriedade nenhuma. A data que ponho da ocorrência é a data que comprei fui à loja devolver o stick TV o stick e se recusaram a reembolsar-me. (Dia seguinte à compra). Na minha opinião, deveriam ser obrigados por lei a reembolsar onde foi comprado. Tem máquina multibanco, vendem, aceitam o dinheiro mas não o podem devolver como qualquer outra loja? Porquê? Que privilégios têm em relação outras empresas? Obrigam a remessa livre e dão a morada com erros? O cliente tem de se deslocar aos CTT, comprar um envelope, preencher documentos para a remessa livre e ainda por cima com uma morada errada? Têm o aparelho e o meu dinheiro. Quanto tempo tem de passar e não pagarem até ser considerado uma burla?

Em curso
P. Q.
14/05/2026
MEO

Muita má resolução

Ex.Venho por este meio reclamar da resolução da falha de internet WiFi 1gb que tive a pagar 75,87,98,... A um ano que não tive usufruir paguei sem ter e a resolução do problema foi baixarem a minha prestação para 20 e poucos euros quando tive um ano a pagar 2 e 3 vezes mais e propôs uma compensação de um vale para levar um equipamento no valor que paguei nestes meses e não usufrui e não me fizeram nada até agora .

Em curso
J. C.
14/05/2026
DPD

Encomenda retida em armazém

Enviei pacote vinted com etiqueta digital em 5 de maio de 2026. Após mais de 1 semana não foi enviada qualquer comunicação sobre o paradeiro do pacote. Vinted informou que necessitava de informações da transportadora ou cancelava o pedido em 2 dias. Contactei DPD via telefone, fui informado que a encomenda estava retida em armazém por causa desconhecida e que tinham gerado outro número de envio. Enviei posteriormente todas as informações sobre o pacote e seu conteúdo. Pacote não foi enviado, Vinted cancelou a venda por falta de informações da transportadora. DPD informa que a reclamação para devolução da encomenda tem que ser através da plataforma vinted. Por sua vez a vinted diz que o assunto está terminado a partir do momento em que o pedido foi cancelado e ainda se encontrar em armazém e que tem que ser resolvido diretamente com a transportadora... DPD lê emails e não responde de volta na maior parte das mensagens. ...E eu só quero o meu artigo de volta...

Em curso
L. G.
13/05/2026

Sem sinal/serviço contratado

Sou vosso cliente há mais de vinte anos e estou repudiado pelo serviço prestado atualmente. As minhas queixas já iniciaram a várias semanas e após várias intervenções técnicas em minha casa passei dum sinal tv de deplorável a um sinal inexistente. Os vosso técnico vieram a cerca de um mês e meio atrás e mais duas vezes estas últimas duas semanas e sempre disseram que não havia problema dentro de minha casa mas sim no posto exterior sendo aconselhado por eles a rescindir o contrato no prazo de 24 h se não viesse o sinal. O problema repete-se constantemente e já estou nesta situação sem sinal há vários dias, assim como meus vizinhos também que são seus clientes e que já fizeram queixa. Por esse motivo, se não for resolvido até amanhã dia 14/06/2026 irei rescindir o contrato e cancelar o débito direto da fatura em curso. Vou também abrir queixa na ANACOM e decoprotest. É uma pura vergonha.

Em curso
D. L.
13/05/2026

Recusa de assistência em garantia – Pixel 6 Pro de substituição

Sou consumidor residente em Portugal. Adquiri um Google Pixel 6 Pro na Google Store da Alemanha. Na sequência de uma avaria, a Google emitiu um equipamento de substituição, entregue em Portugal a 21 de agosto de 2023 (RMA n.º RMA99110776). Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o equipamento substituto beneficia de um novo período de garantia legal de três anos a contar da data da sua entrega, ou seja, até 21 de agosto de 2026. Em 1 de setembro de 2025, a Google confirmou-me por escrito: "the warranty remains valid until August 21, 2026… coverage remains active." O equipamento encontra-se inutilizável, bloqueado em modo fastboot, incapaz de iniciar o sistema operativo. Trata-se de um defeito amplamente documentado em fóruns oficiais da Google, associado a actualizações de software da própria Google. Não obstante esta confirmação escrita e a garantia legal em vigor, a Google recusa a reparação ou substituição gratuitas, exigindo pagamento. A última resposta (maio de 2026) ignora por completo a legislação portuguesa e a garantia que ela própria confirmou. Solicito que a Google seja obrigada a reconhecer a garantia legal até 21-08-2026 e a proceder à reparação ou substituição gratuita do equipamento. Modelo: Google Pixel 6 Pro, Stormy Black, 256 GB | IMEI: 357721789852589 | S/N: 24021FDEE002C1 | RMA: RMA99110776

Em curso
L. C.
13/05/2026

fibra

acho que e uma vergonha 6 predios camararios da camara municipal so ter fibra da meo e a digi nada voces enquanto empresa so investem em cidade onde ha concorrência e uma vergonha vai continuar as reclamações nao existir concorrência

Em curso
J. S.
13/05/2026
MEO

Alteração indevida das condições contratuais após exercício do direito de livre resolução

No dia 03 de dezembro de 2024 celebrei com a MEO um contrato M3 (TV + Internet + Telefone) pelo valor mensal de 31,49€. No dia 08/05/2026 aceitei uma proposta apresentada pela MEO para alteração do meu serviço para um pacote M4, passando a incluir TV + Internet + Telefone + Telemóvel com dois cartões móveis, pelo valor mensal total de 50,99€. Contudo, após analisar outras propostas de mercado, decidi exercer o meu direito de livre resolução relativamente a essa alteração contratual, tendo solicitado o cancelamento da mesma no dia 12/05/2026, ou seja, dentro do prazo legal previsto no artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. Dessa forma, considero que deveriam ter sido integralmente repostas as condições do contrato anteriormente em vigor, incluindo o valor mensal originalmente contratado de 31,49€. No entanto, fui posteriormente informado pela MEO de que o serviço M3 passaria agora a custar 34,49€, alteração com a qual não concordo, por considerar que o exercício do direito legal de cancelamento não pode resultar numa penalização indireta do consumidor nem numa alteração desfavorável das condições anteriormente contratadas. Manifesto assim o meu profundo desagrado perante esta situação e solicito a reposição imediata das condições originais do meu contrato, nomeadamente do valor mensal de 31,49€. Caso esta situação não seja corrigida, irei ponderar a cessação definitiva dos serviços e apresentação da situação junto da ANACOM e demais entidades competentes.

Em curso
C. S.
13/05/2026

Denúncia Contratual

Após vários contactos telefónicos por parte da Vortal para nos vender os serviços, no dia 21 de Fevereiro de 2025 a empresa Workfer, Lda realizou um contrato com a Vortal. Contratámos desta forma, via telefone, o Plano V e como tinham a decorrer a campanha promocional de acesso ao mercado privado, ofereciam-nos também esse serviço. Teríamos ao dispor uma gestora para acompanhamento permanente para nos ajudar com qualquer questão, dúvida ou com a submissão de alguma proposta. Ficámos a pagar mensalmente por este serviço 223,98€ No decorrer do contrato, quando necessitava de apoio para submissão de propostas ou tinha alguma dúvida contactava a gestora que se encontrava sempre indisponível, tendo sempre que ligar para a linha geral para tentar falar com alguém que me pudesse esclarecer. As justificações dadas foram que a minha gestora estava ocupada a dar outros apoios ou em reuniões. O apoio contratado foi assegurado pela linha geral. Durante 1 ano de serviço consegui falar com a gestora que me tinha sido atribuída 2 vezes, facto que foi confirmado através das gravações de chamadas, prática efetuada pela Vortal e comum na maioria das grandes empresas. A ausência de prestação do serviço de assessoria e acompanhamento da gestora de conta dedicada constitui incumprimento das obrigações contratuais assumidas pela Vortal no momento da venda telefónica. No dia 28 de Fevereiro de 2026 recebemos uma fatura no valor de 420,96€, no sentido de perceber o porquê do valor, liguei para a gestora que mais uma vez se encontrava indisponível e por esse motivo tive que ligar como sempre para a linha geral. Foi-me dito que o contrato tinha sido renovado automaticamente, que o valor tinha sido atualizado e que teria que falar com a minha gestora se tivesse alguma questão. Como não consegui falar com a gestora, nem consegui, após a solicitação, que a gestora me devolvesse a chamada, voltei a ligar para a linha geral a expor a situação e a contestar o valor. Disse que não era correto da parte da Vortal aumentar o valor mensal sem um aviso prévio, que o valor em causa era abusivo, não tinha justificação e que estava disposta a manter o serviço pelo valor mensal que pagava anteriormente. Fiquei a aguardar a resposta à minha reclamação, mas não a recebi, como tal no dia 4 de Março preenchi o formulário de denúncia contratual. No seguimento da denúncia contratual recebi um email de confirmação da Vortal a informar que o formulário tinha sido encaminhado para a gestora, pelo que fiquei a aguardar um contacto que uma vez mais não aconteceu. O fim de uma campanha promocional obriga a empresa ao aviso prévio do cliente sobre o novo valor aplicável para o período seguinte, em respeito pelo princípio da boa-fé e transparência contratual. Também não fomos consultados sobre se queríamos subscrever o serviço que inicialmente tinha sido oferta, limitaram-se apenas a debitar o respetivo valor na fatura. Ao omitirem o valor real da renovação até à emissão da fatura, que foi enviada após o término do contrato, inviabilizaram qualquer hipótese de exercer o direito de cancelamento dentro do prazo regulamentar, inviabilizaram o direito de aceitar ou recusar pagar aquele valor pelo serviço. Recebi até à presente data 3 faturas indevidas com o valor de 420,96€ cada uma, e assentes num valor nunca acordado e correspondentes a um período pós-denúncia. Considero que a Vortal age de má fé e de forma abusiva, ao debitar e faturar valores indevidos, atua desta forma com a generalidade das pequenas empresas, faz um contrato ambíguo e vago, isto porque deixa em aberto valores e a oferta de determinados serviços, que podem ser oferta por um período limitado, mas não especifica quais são esses serviços. A Vortal reserva-se ao direito de atualizar valores sem mencionar percentagens ou margens, e de retirar ofertas quando entender sem aviso prévio. Nada destas questões são abordadas quando nos contactam para realizar o contrato. Prometem um serviço que não cumprem, além de que o serviço que prestam não se coaduna com o valor que cobram, o que leva à conclusão que o valor pago serve apenas para ter acesso aos concursos. Neste caso o contrato terá sido renovado automaticamente no dia 21 de Fevereiro de 2026, sendo que recebi a fatura com o valor da renovação no dia 28 de Fevereiro, 7 dias depois da renovação automática, conforme comprova a data da própria fatura. Foi apenas no dia da receção da fatura que tive conhecimento do novo valor. Entre a tomada de conhecimento do valor a pagar daí em diante, e a denúncia do contrato seguiram-se 5 dias corridos que correspondem a 3 dias úteis, prazo que considero legitimo para a denúncia do contrato e para a anulação das faturas, e que se devem ao período de espera de resposta por parte da gestora ou da Vortal. Face ao exposto, a Workfer, Lda. exige: O cancelamento imediato do contrato com efeitos retroativos a 4 de Março de 2026 data da submissão do formulário de denúncia, por justa causa imputável à Vortal. A anulação integral das 3 faturas emitidas no valor de 420,96€ cada, uma vez que o serviço foi denunciado e o valor faturado nunca foi objeto de acordo entre as partes nem informado antecipadamente. A cessação de qualquer cobrança ou ameaça de contencioso baseada nestas faturas indevidas.

Em curso
O. E.
13/05/2026
MEO

Atendimento e resolução de avaria

Exmos. Srs. No dia 22/04//2026, detectamos ausência de serviço de internet e TV e tentamos reportar a avaria ao operador. Após inúmeras tentativas de contacto em que só falamos com um assistente digital, conseguimos registar a avaria. Recebemos um SMS indicando que seríamos contactados para o agendamento da visita de um técnico, pois a avaria era no exterior. Esperámos até quase ao final da tarde de quinta feira e apos várias novas tentativas de contato telefónico, em que o assistente digital nos queria novamente fazer passar por todo o processo de despiste já efetuado anteriormente e após chamadas desligadas pelo próprio assistente digital indicando que esperássemos pelo contacto da Meo através de SMS, conseguimos falar com um assistente que fez a marcação da visita do técnico para o dia seguinte, sexta feira, 24/04/2026. Os técnicos vieram e indicaram que seria intervenção de pessoal técnico na caixa da Vodafone no exterior onde alegadamente a Meo aluga o serviço de fibra. Disseram que iriam tentar que o tema fosse resolvido com urgência e recebemos um SMS com a mesma indicação. Sábado, 25/4 vimos uma equipa a reparar os cabos na via publica, mas continuamos sem internet e Tv o fim de semana todo e não recebemos qualquer ponto de situação por parte da Meo. Segunda feira, dia 27/4 voltei a ligar para a Meo e depois de mais tentativas de despiste por parte do assistente digital, e após insistir incessantemente que precisava de falar com um operador, este indicou que o nosso reporte anterior de avaria tinha sido dado como concluído(!), como se já estivesse resolvido e o cliente já tivesse serviço. Não tínhamos serviço desde quarta feira dia 22 de abril e novo pedido de visita foi efetuado pelo assistente humano e nova marcação para dia 30 de abril, mais de uma semana após o reporte da avaria. O novo técnico veio e mais uma vez, como se fosse algo novo, referiu que nada poderia fazer sem abrir a caixa da Vodafone e sem apoio policial. Foi embora e não mais tive notícias da Meo. Segunda feira, dia 4/05, voltei a ligar para a Meo e após mais de 30 minutos consegui falar com um assistente humano que nada conseguiu informar sobre o estado de resolução da avaria. Hoje, 13/05, semana e meia após o meu último contacto, recebo um SMS da Meo a indicar que estaria um técnico a caminho de minha casa, sem qualquer agendamento prévio (!). Por sorte, ao regressar dos meus compromissos no final da manhã, ainda encontrei o técnico da Meo que passou a manhã toda a passar novos cabos para repor o serviço. O técnico é esforçado e fez o seu melhor, por sua vez o serviço de atendimento ao cliente e tratamento de avarias da Meo é péssimo e precisa ser revisto. O mero crédito dos dias sem serviço não cobre os danos havidos em desgaste dos equipamentos móveis por sobrecarga em utilização de hotspots, danos em perca de tempo de trabalho, sem falar da perca de tempo em tentativas de contacto com a Meo. Todas as comunicações havidas com a Meo, salvo alguns Sms recebidos e que apenas confirmavam informação já sabida, foram da minha iniciativa e sempre com dispêndio de vários minutos em tentativas e poucas vezes com sucesso. Sequer tiveram o cuidado de agendar a reparação definitiva e para a qual tiveram de solicitar apoio policial. A Meo deve apresentar uma proposta de revisão do serviço em preço que compense devidamente o cliente. Obrigada. Cumprimentos,

Em curso
H. M.
13/05/2026
Discord Inc. (ou Discord Netherlands B.V.)

Incumprimento DSA Artigo 20.º - Retaliação contra Whistleblower

Venho por este meio apresentar uma contestação formal contra a plataforma Discord por incumprimento das suas obrigações legais ao abrigo do Artigo 20.º da Lei dos Serviços Digitais da União Europeia (Digital Services Act - DSA).A minha conta legítima (criada em Abril de 2020) foi desativada no dia 12 de Abril de 2026 devido a uma onda de denúncias falsas e coordenadas (bot-net mass-reporting). Esta ação foi uma retaliação direta cometida por uma entidade comercial não autorizada ativa na plataforma (verifiedseller0310), a qual eu expus formalmente como denunciante (whistleblower) por venda de software não autorizado e atividades lesivas. Abri um processo formal de contestação jurídica junto do canal oficial da Discord no próprio dia 12 de Abril (ID do Caso: #64765926). Prestei depoimento voluntário e anexei provas da atividade abusiva da referida rede.À data de hoje, 13 de Maio de 2026, passaram exatamente 31 dias seguidos sem que a Discord me tenha fornecido uma 'Decisão Fundamentada' (Reasoned Decision) ou reposto o acesso à minha conta de utilizador histórico, violando o prazo máximo de conformidade regulamentar. Solicito a intermediação da DECO para que a Discord proceda à célere reposição da minha conta e à proteção dos meus direitos de consumidor contra a negligência da plataforma.

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