Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Encomenda nao recebida apos 3 semanas de compra
Boa tarde, Efectuei 3 encomendas no site da Worten no dia 14 de Setembro das empresas Saravedi Shop e Pikolin Loja oficial. Até a presente data, não recebi sobre os seus pacotes (números de seguimento: 1ZK0F9806813177013 e 1ZK0F9806820918100) e Vendedor Saradevi shop sobre a encomenda n.º 83569422-C. O problema acontece porque nao há qualquer comunicacao entre o serviço da DPD com o estafeta de serviço, nao conseguem identificar o estafeta ou partilhar infos actualizadas sobre a entrega com o cliente. Estou há cerca de 3 semanas a aguardar pelas encomendas e tem sido desgastante aguardar e não receber sequer nenhum feedback da DpD via telefone a confirmar. Ontem, desesperada liguei a reclamar, foi me dito que hoje fariam a entrega e até ao momento nada. Ligo novamente e não sabem dizer nada nem dar actualizacoes sobre a hora de entrega. Pessimo serviço que obriga o cliente e pedir o reembolso dos produtos encomendados porque as empresas de transporte nao sao capazes de comunicar atempadamente, colocando os clientes reféns no tempo perdido sem qualquer actualizaçao!
Fidelização Forçada por parte da Vodafone
Assunto: Reclamação formal – Falhas continuadas do serviço desde 10/09/2026 e pedido de resolução do contrato Exmos. Senhores, No dia 10 de setembro de 2026 mudei o meu serviço de telecomunicações para a Vodafone. Desde o primeiro dia da instalação/ativação que o serviço nunca apresentou a qualidade e estabilidade esperadas, tendo enfrentado problemas de funcionamento que se mantêm até à presente data. Entre os problemas verificados encontram-se, nomeadamente: problemas de qualidade e estabilidade da ligação à Internet; velocidades inferiores às esperadas para o serviço contratado, conforme testes realizados; problemas no serviço de televisão; a luz CATV do equipamento apresenta-se vermelha e intermitente; dificuldades e interrupções que afetam a utilização normal dos serviços; problemas com equipamentos e serviços que dependem da ligação à Internet, após a mudança de operador. Estas situações foram comunicadas à Vodafone e, apesar dos contactos e tentativas de resolução, o problema não ficou devidamente solucionado. Considero particularmente relevante o facto de os problemas existirem desde 10/09/2026, ou seja, praticamente desde o início da prestação do serviço, e não se tratar de uma simples decisão de desistência do contrato. Por esse motivo, não aceito que o meu pedido seja simplesmente recusado com o argumento de que já terminou o prazo de 14 dias. Solicito que a Vodafone proceda à análise de todo o histórico de avarias, contactos e reclamações associados ao meu serviço desde 10/09/2026, bem como dos períodos em que o serviço apresentou problemas. Face à persistência das falhas, solicito a resolução do contrato sem aplicação de penalização por fidelização, caso se confirme o incumprimento das condições de prestação e qualidade do serviço contratado. Solicito ainda: A análise técnica e contratual da situação; A identificação de todas as avarias/reclamações registadas desde 10/09/2026; A resolução do contrato sem penalização, caso se confirme o incumprimento; A indicação, por escrito, da fundamentação legal e contratual caso a Vodafone mantenha a recusa; A confirmação de que não serão cobrados encargos de fidelização caso a resolução seja devida por incumprimento da prestação do serviço. Caso a situação não seja resolvida, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e aos mecanismos de resolução de litígios aplicáveis às comunicações eletrónicas. Aguardo resposta por escrito. Com os melhores cumprimentos, João Teixeira Data: 29/09/2026
resolução de contrato
Exmos. Senhores, Em 23 de Setembro de 2026 entrei em contacto, através da linha de apoio, com a MEO para cancelar o contrato que têm com o Sr. Alfredo Fernando Cristóvão, tio do meu pai e já com 95 anos. O meu pai já o tinha tentado fazer, na loja da MEO em Mirandela, mas sem sucesso. Informaram-me de que tinha de ter uma declaração do lar e ir a uma loja da MEO. OK mas o meu pai já tinha ido a uma loja e não trataram, mas pensei vai correr bem é só ir a uma loja. Reuni os documentos e hoje dia 30 de Setembro dirigi-me à loja, em que nem para os papeis olharam e informaram que me iriam ligar por volta das 14:30h. Sai da loja com a sensação de que algo estava a correr mal. Ligaram, mas, qual o meu espanto quando me perguntam em que me podem ajudar? E qual o meu espanto quando me dizem o mesmo que me disseram quando liguei pela primeira vez. Acho que gozam com as pessoas, ou seja o senhor que estava na loja não tinha interesse em trabalhar. Pelo que percebi porque a pessoa que me ligou nem sabia o motivo pelo qual me estava a ligar. Isto é, ou não ficou tudo registado ou fingem que não sabem. Digo fingem, porque sou franca, eu, nem sabia qual tinha sido o dia em que liguei com a MEO mas no decorrer da conversa a operadora retificou-me dizendo que tinha sido dia 23, apesar de eu a contrapor de que estamos à um mês a tentar cancelar o serviço e nos fazem andar de traz para a frente, mas disse que não tem referencia nenhuma de parte do meu pai, adiante não importa. Claro está, que eu mostrei o meu descontentamento , mais, quando me diz que teria de ir a uma loja. Espera foi o que eu fiz, o que me disseram para fazer, e não resultou. Querem que volte a uma loja? Há qualquer coisa que não está bem. Disse-lhe que estava fora de questão e que queria cancelar o contrato imediatamente, enrolou, enrolou e sinceramente nem sei se ficou cancelado. Vamos aguardar. Agora, face a tudo isto, a minha reclamação vem de que, e apesar de ser do conhecimento publico, para se fazerem contratos vale tudo, fazem-se por telefone, correspondência de qualquer maneira, para cancelar há uma serie de entraves. Mas o pior é fazerem as pessoas perder tempo. Foi solicitado qual a forma de proceder a um cancelamento era cancelar e pronto. ALIAS FOSSE QUAL FOSSE O MOTIVO. O CONSUMIDOR DEVE TER O DIREITO DE RESCINDIR QUALQUER CONTATO NO MOMENTO QUE QUISER. Acho um abuso o que fazem as pessoas, Cumprimentos.
Cobrança em Roaming
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 141 597 57 50. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas : estivemos de férias no Brasil e levamos dois dos nossos cartões de telemóvel, apesar ter o roaming ativo para receber SMS por motivos bancários relacionados a trabalho, porém não utilizamos o serviços para acesso aos DADOS MÓVEIS, mesmo assim foram cobrados valores abusivos como se tivéssemos utilizado os dados móveis com frequência. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) de AGOSTO (já paga) E SETEMBRO, e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Reclamação – Faturação indevida após pedido de cancelamento
Boa noite, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à emissão de uma fatura que considero indevida, na sequência do pedido de cancelamento dos serviços. No dia 15 de setembro de 2026, solicitei o cancelamento dos serviços numa loja física da NOS, em Santarém. Na mesma data, recebi um e-mail da NOS a confirmar o pedido e a informar que o mesmo seria tratado no prazo de 3 dias úteis, ou seja, até ao dia 18 de setembro de 2026. Importa ainda esclarecer que a minha última fatura, paga no dia 21 de setembro de 2026, correspondia ao período de utilização entre 23 de agosto e 22 de setembro de 2026 e não apresentava qualquer valor relativo a fidelização ou outro encargo adicional. Nessa fatura constavam igualmente apenas 3 números de telemóvel. Entretanto, recebi uma nova fatura, com vencimento em 19 de outubro de 2026, referente ao período de utilização entre 23 de setembro e 22 de outubro de 2026. No entanto, esta fatura apresenta novamente 5 números de telemóvel, apesar de eu não ter solicitado qualquer serviço adicional. O que efetivamente ocorreu foi a portabilidade de dois números de telemóvel e, posteriormente, o pedido de cancelamento de todos os restantes serviços, efetuado presencialmente na loja da NOS em Santarém, cerca de uma semana antes da data de vencimento da fatura anterior, a qual já se encontrava integralmente paga. Assim, não reconheço qualquer valor em dívida perante a NOS relativamente ao período faturado e não concordo com a emissão desta nova fatura, uma vez que o serviço havia sido objeto de pedido de cancelamento e este pedido foi devidamente confirmado pela própria NOS. Deste modo, solicito a anulação da fatura em causa, bem como a confirmação, por escrito, de que não existe qualquer valor em dívida da minha parte e de que todos os serviços associados ao contrato foram efetivamente cancelados. Agradeço ainda que me seja prestado um esclarecimento relativamente à razão pela qual continuam a constar na fatura cinco números de telemóvel, quando não foi solicitado qualquer serviço adicional e nenhum tipo de utilização. Fico a aguardar a regularização da situação e a respetiva confirmação por escrito. Com os melhores cumprimentos, Leandro Macieira.
Incumprimento Contratual Grave, Prejuízos Patrimoniais Diretos, Violação dos Direitos do Consumidor
EXPOSIÇÃO DE RECLAMAÇÃO E DENÚNCIA FORMAL ASSUNTO: Incumprimento Contratual Grave, Prejuízos Patrimoniais Directos, Violação dos Direitos do Consumidor e Atendimento Abusivo Vem o abaixo-assinado expor, pela presente via e sob os mais rigorosos ditames da razoabilidade e do Direito, o quadro de reiterado e culposo incumprimento contratual perpetrado pela operadora Vodafone Portugal, o qual assume contornos de flagrante atropelo às garantias básicas e constitucionalmente tuteladas do consumidor. Desde o transato sábado, dia vinte e sete de setembro, o signatário encontra-se privado da totalidade dos serviços contratados integrantes do pacote "TV, Net e Voz". Esta privação assume uma gravidade extrema na medida em que exerço a minha atividade profissional sob o regime de teletrabalho, dependendo intrínseca, diária e impreterivelmente de uma ligação estável por fibra ótica para o desempenho das minhas funções e subsequente angariação do meu sustento e do da minha família. Confrontada com a paralisia do serviço, a Vodafone remeteu a calendarização do reparo técnico para o inacreditável dia seis de outubro, dilatando a privação por um período excessivo, desproporcional e absolutamente inadmissível à luz do dever de diligência que incumbe a um prestador de serviços essenciais. Perante esta manifesta perturbação, o signatário encetou múltiplos contactos através das linhas de apoio telefónico da operadora. Contudo, em vez da devida solicitude, deparei-me com uma sucessão de condutas deploráveis no atendimento remoto. Numa das chamadas telefónicas, a ligação foi-me sumariamente desligada sem que para tal tenha concorrido qualquer atitude indelicada ou intempestiva da minha parte. Em chamadas posteriores, os operadores limitaram-se a protelar a resolução, demonstrando total incapacidade para concretizar prazos e denegando categoricamente a transferência da chamada para um quadro superior da empresa, sob o argumento inacreditável de que tal se devia ao facto de já existir uma queixa aberta e de o caso ser urgente. Na tentativa esgotante de obter a resolução da avaria, dirigi-me a expensas próprias a um balcão presencial da Vodafone. Contudo, constatou-se que o procedimento padrão da operadora para estas situações se revela manifestamente inoperante e desfasado das necessidades do cliente, na medida em que a solução protocolar disponibilizada pela empresa passava por obrigar o consumidor a deslocar-se, novamente a seu próprio custo, até Viana do Castelo para recolher um "hotspot" temporário. Trata-se de uma alternativa absolutamente inócua prevista pelos procedimentos da Vodafone, porquanto uma ligação móvel temporária não substitui a estabilidade da rede de fibra ótica exigida para assegurar as minhas tarefas laborais. Os canais de suporte e o modelo de resposta da empresa pautam-se por uma ausência total de empatia operacional, funcionando à base de guiões pré-formatados e inflexíveis que se mostram alheados do impacto real que a falha do serviço provoca na vida do cidadão. Revela-se inaceitável que uma empresa da dimensão da Vodafone não disponha de equipas técnicas de piquete para responder a situações extraordinárias e urgentes. Para agravar o quadro de total desproteção, até à presente data e não obstante os reiterados pedidos, a operadora ainda não me forneceu qualquer documento comprovativo do registo da avaria, elemento imperativo para efeitos de justificação de faltas perante a entidade patronal, o que me coloca na eminência do incumprimento laboral e do consequente risco de perda de emprego. Atendendo a que já formalizei queixa no Livro de Reclamações Online, no Balcão Presencial e no Portal do Consumidor, reitero no presente fórum as minhas irrenunciáveis exigências. Exijo a dedução imediata e integral na fatura dos montantes correspondentes aos dias em que o serviço esteve indisponível ou prestado de forma defeituosa, nos termos do regime legal aplicável à prestação de serviços públicos essenciais. Exijo igualmente a emissão e envio imediato de declaração oficial idónea que ateste a avaria na infraestrutura de fibra ótica no período compreendido entre vinte e sete de setembro e a data da sua efetiva reparação, destinada à justificação formal de ausências laborais. Por fim, exijo a reparação financeira pelos danos emergentes traduzidos no decréscimo remuneratório sofrido, uma vez que, mesmo com faltas justificadas, a privação do exercício laboral culmina num corte no salário líquido mensal, prejuízo esse imputável a título de culpa exclusiva à Vodafone Portugal. A experiência a que fui submetido consubstancia uma devassa do direito de proteção do consumidor e uma degradação inaceitável das obrigações contratuais. A atitude mercantilista da Vodafone demonstra que as grandes corporações continuam a sobrepor os seus fluxos procedimentais à subsistência e dignidade dos utilizadores que as sustentam. Informa-se que não aceitarei, como resposta a este articulado, a mera reprodução de "guiões" de call center ou ofertas pífias de deduções pontuais de mensalidade. O pacto comercial encontra-se irremediavelmente irrevogável na sua confiança: cessarei a relação contratual assim que garantidas as reparações legais, não voltando a ser cliente desta operadora cujos preços, ademais, se encontram desfasados da realidade do mercado e cuja flexibilidade negocial é nula. Face ao exposto, solicito à DECO PROTESTE a sua douta intervenção e mediação junto da Vodafone Portugal – Comunicações Pessoais, S.A., por forma a pôr termo a esta grave lesão dos meus direitos e a responsabilizar a operadora pelos danos causados. (Nota: infelizmente não consegui adicionar prints e outras imagens que verifiquem as queixas que já realizei e os contactos)
Cabos e infraestruturas de telecomunicações da MEO instalados na minha propriedade
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que se mantém por resolver há vários meses e que envolve cabos e infraestruturas de telecomunicações da MEO instalados junto à fachada da minha habitação e/ou que atravessam/passam sobre a minha propriedade. Esta reclamação diz respeito exclusivamente à MEO, tendo sido apresentadas reclamações autónomas relativamente às restantes operadoras envolvidas. Sou proprietário e residente na Rua Maria Flôr, 96, 4435-319 Rio Tinto, Gondomar. Conforme é possível verificar pelas fotografias que anexo, existe uma quantidade significativa de cabos e infraestruturas de telecomunicações junto à minha habitação, sendo que parte destas infraestruturas está associada à MEO. Estes cabos não me pertencem, não foram instalados por mim e não autorizei a sua instalação na minha propriedade. Para além disso, a forma como estão atualmente instalados interfere diretamente com a habitação: alguns dos cabos tocam e batem na fachada, no capoto e em tubos existentes na casa. Esta situação provoca incómodo e perturba a utilização e vivência normal da habitação, não sendo, portanto, uma questão meramente estética. A movimentação dos cabos e o contacto com a própria estrutura da habitação tornam a situação particularmente desagradável e justificam, na minha opinião, uma intervenção técnica adequada para que os mesmos sejam removidos ou devidamente desviados e fixados, quando a sua permanência seja efetivamente necessária. Pretendo, por isso, que as infraestruturas sejam devidamente identificadas e que sejam removidos ou desviados os cabos cuja permanência não seja necessária ou devidamente fundamentada. Esta situação foi comunicada formalmente à MEO através do Livro de Reclamações Online em 30/04/2026. Apesar de a empresa ter respondido à reclamação, a situação continua sem resolução efetiva. Relativamente à resposta da MEO, recebi-a em 02/06/2026, tendo sido informado de que o pedido de desvio de infraestruturas, com a referência 3-965626108030, tinha sido encaminhado para a respetiva área técnica. No entanto, a MEO não apresentou qualquer prazo para a realização da intervenção, limitando-se a informar que o processo se encontrava em fase de avaliação. Ou seja, passaram-se aproximadamente cinco meses desde a apresentação da reclamação, tendo a MEO encaminhado o pedido para a área técnica sem indicar qualquer prazo, e sem que até ao momento a situação tenha sido efetivamente solucionada. Considero particularmente preocupante que uma situação que envolve infraestruturas instaladas junto da minha habitação e sobre a minha propriedade permaneça durante tanto tempo sem uma solução concreta, apesar das várias comunicações formais efetuadas. Não pretendo continuar a receber respostas genéricas ou sucessivos encaminhamentos internos. Pretendo uma solução concreta. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste junto da MEO, no sentido de: 1. Serem devidamente identificados os cabos e restantes infraestruturas existentes junto da minha propriedade que pertençam à MEO; 2. Serem removidos ou desviados os cabos que não sejam necessários ou cuja permanência não esteja devidamente fundamentada; 3. Ser indicada pela MEO uma data concreta para a intervenção; 4. Ser obtida da MEO uma posição concreta e um prazo para a conclusão do processo que se encontra alegadamente em avaliação desde junho. Saliento ainda que, apesar da demora na resolução, não procederei por iniciativa própria à remoção ou corte dos cabos, uma vez que não tenho forma de determinar quais as infraestruturas que se encontram ativas nem a que operador pertencem. Aguardo, por isso, que a MEO proceda à respetiva identificação e intervenção técnica. Não me foi possível deixar as fotografias em anexo por erro da plataforma. Face ao tempo decorrido e à resposta já obtida, agradeço a intervenção da DECO Proteste no sentido de procurar obter uma resolução efetiva desta situação, e não apenas um novo encaminhamento da reclamação entre departamentos. Com os melhores cumprimentos, Rui Silva
Cabos e infraestruturas de telecomunicações da NOS instalados na minha propriedade
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que se mantém por resolver há vários meses e que envolve cabos e infraestruturas de telecomunicações da NOS instalados junto à fachada da minha habitação e/ou que atravessam/passam sobre a minha propriedade. Esta reclamação diz respeito exclusivamente à NOS, tendo sido apresentadas reclamações autónomas relativamente às restantes operadoras envolvidas. Sou proprietário e residente na Rua Maria Flôr, 96, 4435-319 Rio Tinto, Gondomar. Conforme é possível verificar pelas fotografias que anexo, existe uma quantidade significativa de cabos e infraestruturas de telecomunicações junto à minha habitação, sendo que parte destas infraestruturas está associada à NOS. Estes cabos não me pertencem, não foram instalados por mim e não autorizei a sua instalação na minha propriedade. Para além disso, a forma como estão atualmente instalados interfere diretamente com a habitação: alguns dos cabos tocam e batem na fachada, no capoto e em tubos existentes na casa. Esta situação provoca incómodo e perturba a utilização e vivência normal da habitação, não sendo, portanto, uma questão meramente estética. A movimentação dos cabos e o contacto com a própria estrutura da habitação tornam a situação particularmente desagradável e justificam, na minha opinião, uma intervenção técnica adequada para que os mesmos sejam removidos ou devidamente desviados e fixados, quando a sua permanência seja efetivamente necessária. Pretendo, por isso, que as infraestruturas sejam devidamente identificadas e que sejam removidos ou desviados os cabos cuja permanência não seja necessária ou devidamente fundamentada. Esta situação foi comunicada formalmente à NOS através do Livro de Reclamações Online em 30/04/2026. Apesar de a empresa ter respondido à reclamação, a situação continua sem resolução efetiva. Relativamente à resposta da NOS, esta foi enviada em 01/06/2026, tendo a empresa reconhecido a situação relacionada com as infraestruturas e informado que a resolução da questão dos cabos teria um prazo expectável de até 120 dias. Esse prazo termina aproximadamente em 29/09/2026, ou seja, na presente data, não tendo sido concretizada a resolução nem apresentada uma data concreta para a intervenção. Ou seja, passaram-se aproximadamente cinco meses desde a apresentação da reclamação, tendo a NOS reconhecido a existência da situação e indicado inclusivamente um prazo para a sua resolução, sem que até ao momento esta tenha sido efetivamente solucionada. Considero particularmente preocupante que uma situação que envolve infraestruturas instaladas junto da minha habitação e sobre a minha propriedade permaneça durante tanto tempo sem uma solução concreta, apesar das várias comunicações formais efetuadas. Não pretendo continuar a receber respostas genéricas ou sucessivos encaminhamentos internos. Pretendo uma solução concreta. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste junto da NOS, no sentido de: 1. Serem devidamente identificados os cabos e restantes infraestruturas existentes junto da minha propriedade que pertençam à NOS; 2. Serem removidos ou desviados os cabos que não sejam necessários ou cuja permanência não esteja devidamente fundamentada; 3. Ser indicada pela NOS uma data concreta para a intervenção; 4. Ser considerada a situação, tendo em conta que o prazo de 120 dias indicado pela NOS termina aproximadamente em 29/09/2026, sem que tenha sido concretizada a resolução. Saliento ainda que, apesar da demora na resolução, não procederei por iniciativa própria à remoção ou corte dos cabos, uma vez que não tenho forma de determinar quais as infraestruturas que se encontram ativas nem a que operador pertencem. Aguardo, por isso, que a NOS proceda à respetiva identificação e intervenção técnica. Anexo fotografias que demonstram a situação existente junto à minha habitação. Face ao tempo decorrido e à resposta já obtida, agradeço a intervenção da DECO Proteste no sentido de procurar obter uma resolução efetiva desta situação, e não apenas um novo encaminhamento da reclamação entre departamentos. Com os melhores cumprimentos, Rui Silva
Cabos e infraestruturas de telecomunicações da Vodafone instalados na minha propriedade
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que se mantém por resolver há vários meses e que envolve cabos e infraestruturas de telecomunicações da Vodafone instalados junto à fachada da minha habitação e/ou que atravessam/passam sobre a minha propriedade. Esta reclamação diz respeito exclusivamente à Vodafone, tendo sido apresentadas reclamações autónomas relativamente às restantes operadoras envolvidas. Sou proprietário e residente na Rua Maria Flôr, 96, 4435-319 Rio Tinto, Gondomar. Conforme é possível verificar pelas fotografias que anexo, existe uma quantidade significativa de cabos e infraestruturas de telecomunicações junto à minha habitação, sendo que parte destas infraestruturas está associada à Vodafone. Estes cabos não me pertencem, não foram instalados por mim e não autorizei a sua instalação na minha propriedade. Para além disso, a forma como estão atualmente instalados interfere diretamente com a habitação: alguns dos cabos tocam e batem na fachada, no capoto e em tubos existentes na casa. Esta situação provoca incómodo e perturba a utilização e vivência normal da habitação, não sendo, portanto, uma questão meramente estética. A movimentação dos cabos e o contacto com a própria estrutura da habitação tornam a situação particularmente desagradável e justificam, na minha opinião, uma intervenção técnica adequada para que os mesmos sejam removidos ou devidamente desviados e fixados, quando a sua permanência seja efetivamente necessária. Pretendo, por isso, que as infraestruturas sejam devidamente identificadas e que sejam removidos ou desviados os cabos cuja permanência não seja necessária ou devidamente fundamentada. Esta situação foi comunicada formalmente à Vodafone através do Livro de Reclamações Online em 30/04/2026. Apesar de a empresa ter respondido à reclamação, a situação continua sem resolução efetiva. Relativamente à resposta da Vodafone, a empresa informou posteriormente que as pendências que condicionavam a conclusão do processo se encontravam ultrapassadas e que os trabalhos de remoção dos cabos estavam previstos para estar concluídos até 18/09/2026. Essa data já foi ultrapassada e, até à presente data, não me foi confirmada a conclusão dos trabalhos nem a efetiva resolução da situação. Ou seja, passaram-se aproximadamente cinco meses desde a apresentação da reclamação, tendo a Vodafone indicado inclusivamente um prazo para a sua resolução, sem que até ao momento esta tenha sido efetivamente solucionada. Considero particularmente preocupante que uma situação que envolve infraestruturas instaladas junto da minha habitação e sobre a minha propriedade permaneça durante tanto tempo sem uma solução concreta, apesar das várias comunicações formais efetuadas. Não pretendo continuar a receber respostas genéricas ou sucessivos encaminhamentos internos. Pretendo uma solução concreta. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste junto da Vodafone, no sentido de: 1. Serem devidamente identificados os cabos e restantes infraestruturas existentes junto da minha propriedade que pertençam à Vodafone; 2. Serem removidos ou desviados os cabos que não sejam necessários ou cuja permanência não esteja devidamente fundamentada; 3. Ser indicada pela Vodafone uma data concreta para a intervenção; 4. Ser considerada a situação, tendo em conta que o prazo indicado pela Vodafone para conclusão dos trabalhos (18/09/2026) já foi ultrapassado. Saliento ainda que, apesar da demora na resolução, não procederei por iniciativa própria à remoção ou corte dos cabos, uma vez que não tenho forma de determinar quais as infraestruturas que se encontram ativas nem a que operador pertencem. Aguardo, por isso, que a Vodafone proceda à respetiva identificação e intervenção técnica. Anexo fotografias que demonstram a situação existente junto à minha habitação. Face ao tempo decorrido e à resposta já obtida, agradeço a intervenção da DECO Proteste no sentido de procurar obter uma resolução efetiva desta situação, e não apenas um novo encaminhamento da reclamação entre departamentos. Com os melhores cumprimentos, Rui Silva
Cobrança indevida de 300€ após cancelamento
Venho contestar formalmente a cobrança recorrente de 300 € que continuo a receber da Vodafone, apesar de o meu contrato já ter sido cancelado. Tenho em minha posse o comprovativo do cancelamento do contrato e o comprovativo da entrega dos equipamentos à Vodafone. Apesar disso, tenho recebido desde os meses anteriores novas comunicações/faturas no valor de 300 €. Não reconheço esta dívida e considero a cobrança indevida, uma vez que o contrato foi cancelado e os equipamentos foram entregues. Solicito a verificação imediata da situação, a anulação de qualquer valor indevidamente faturado e a confirmação, por escrito, de que o contrato está encerrado, os equipamentos estão registados como devolvidos e não existem valores em dívida da minha responsabilidade. Solicito também a cessação de novas cobranças relacionadas com este contrato. Caso considerem que os 300 € são devidos, solicito que indiquem por escrito o fundamento concreto da cobrança e a que período ou serviço corresponde. Anexo os comprovativos do cancelamento, da entrega dos equipamentos e a fatura/comunicação de 300 €. Aguardo resposta e resolução definitiva da situação.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
