Reclamações públicas

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encomenda não entregue

ENCOMENDA ENVIADA A 21 JANEIRO 2026, PARA MADRID. NAO ENTEGUE ATE ESTA DATA. QUERO REEMBOLSO DO VALOR PAGO DE 23,84€. MAU SERVIÇO.

Em curso
R. M.
06/02/2026

Problemas na TV há meses, e no Wifi 5G

Após mais um dia de trabalho, para por exemplo, pagar a mensalidade da NOS, o objetivo seria ver a novela Dona de Mim, que está na última semana. Como se pode ver em anexo, na 2ª feira deu o ep. 216 (o mesmo que sábado, que já tinha visto), na 3ª feira novamente o ep. 216, na 4ª feira novamente o ep. 216, e finalmente na 5ª feira o ep. 217. Mas tudo isto é informação falsa. Sempre que meti o ep. 216, foi de facto sempre o mesmo episódio. Mas quando meti o ep. 217, claramente saltou vários episódios para a frente. Ou seja, nós perdemos vários episódios da última semana da novela. Este bug, já tem vindo a acontecer há meses, mas sempre apenas à 2ª feira. Já se ligou para a NOS, e a resposta foi que era um bug conhecido, e que estavam a tentar resolver. Passaram meses, e o bug desta vez abrangeu também 3ª e 4ª feira! Chega! Além disto, o wifi 5G também não está a funcionar há semanas. Já se reiniciou o router, já se trocou o cabo ethernet de entrada, já se fez tudo, e nada. E isto veio na sequência de uma chamada da NOS a ameaçar que algumas funcionalidades deixariam de funcionar se não "atualizasse o contrato". A NOS queria mais dinheiro, queria novo contrato e portanto voltar ao inicio do periodo de fidelização de 2 anos, e ameaçou que algumas funcionalidades deixariam de funcionar se não "atualizasse o contrato", ou seja, ameaçou de não cumprir o contrato ao não ser fornecido alguns serviços do atual contrato em vigor. Em resumo, TV com bug de meses e problemas na internet. O que está a funcionar sem problemas? Nem sei. Ou a NOS resolve tudo e repõe os episódios em falta na novela Dona de Mim, ou o contrato será cancelado por falta de qualidade de serviço.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
P. D.
06/02/2026

Encomenda ao domicílio não entregue

Gostaria de perceber porque é que a DHL tem a morada de minha casa para entregar a encomenda mas constantemente NUNCA o faz. Dessa forma, pára numa tabacaria a 3 quarteirões e despacha todas as suas encomendas. Isto já é apanágio com esta empresa. Ao fazer uma compra online, pagos mais para que no seja entregue na morada destinada mas os colaboradores da DHL tendem a mudar a morada de entrega. Um serviço cada vez pior e menos confiável para os clientes.

Em curso
H. G.
06/02/2026

Reclamação – Cobrança indevida de chamada para apoio ao cliente NOS

Venho apresentar reclamação formal contra a operadora NOS por cobrança indevida de uma chamada para o apoio ao cliente. No dia 26 de janeiro de 2026, após ter sido abordado por uma comercial da Digi com uma oferta mais vantajosa, contactei o apoio a clientes da NOS com o objetivo de renegociar o meu contrato. Durante a chamada permaneci mais de 30 minutos em linha, enquanto o operador analisava o meu processo e apresentava propostas que acabaram por não me convencer. Antes de terminar a chamada, questionei expressamente o operador se a ligação teria custos, tendo-me sido garantido que não seria cobrado qualquer valor. Contudo, na fatura recebida verifiquei que fui cobrado pela chamada para o número 16990 (Apoio ao cliente NOS) no valor de €0,54, conforme comprovado nos detalhes da fatura que junto em anexo. Considero esta situação inadmissível, pois baseei a minha decisão na informação prestada pelo colaborador da NOS. Trata-se de uma clara cobrança indevida ao consumidor. Exijo a retificação da fatura e devolução imediata do valor cobrado, bem como um esclarecimento formal sobre esta situação. Espero que a NOS resolva este assunto com brevidade, de forma a restabelecer a confiança nos seus serviços.

Em curso
E. B.
06/02/2026

Portabilidade

Exmos. Senhores, Solicitei alteração de serviço e cancelamento de contrato junto da Vodafone para uma operadora que me presta os serviços que tinha junto da Vodafone, telemóvel com internet sem limites a um custo abismal de 30,92€ por mês e adicionalmente, cancelei internet em casa, prestada por outra operadora com um valor de 30€ por mês. No total estava a pagar mais de 60€ por mês só para internet no telemóvel e em casa, pois não tenho televisão há mais de 15 anos. O cancelamento do serviço foi feito em Novembro de 2025 e a portabilidade do número tratada junto da nova operadora. Desde 11 de Novembro de 2025 estou a pagar um novo serviço prestado pela WOO, no valor de 22€ por mês, para internet Telemóvel e internet em casa. Acontece que a Vodafone, não contente, sistematicamente me está a enviar emails via INTRUM, a solicitar que pague 91,22€, por 3 meses de serviço que já não estou a usar, alegando que faz parte do contrato de fidelização que anui. Considero inadmissível, uma operadora agir desta forma e exigir aos clientes, pagamentos de faturas, no valor de 30,40€ cada, por um serviço que já não estão a prestar. Isto é abuso de poder e viver às custas de um serviço que não prestam. Solicito a vossa ajuda no sentido de não só ajudarem a deixar de ser importunada por emails de carácter injurioso; pois sempre paguei as minhas faturas e serviços. Não aceito é pagar por um serviço que não está a ser prestado. Pretendo de volta o valor referente a Novembro, Dezembro e Janeiro que paguei, num total de 91,20€, pois já não estou a usar a Vodafone desde dia 11 de Novembro de 2025, data em que a Portabilidade ficou concluida e comecei a usar os serviços WOO, passando a pagar mensalidade na nova operadora, desde essa data. Deixo em anexo: - um das dezenas de emails recebidos da INTRUM, - COMPROVATIVO DE PAGAMENTOS feitos à Vodafone após portabilidade e após cancelamento de serviço junto da Vodafone; - pagamento de mensalidades a serem feitas à WOO desde 11/11/2025. Não percebo porque tenho de pagar a uma entidade que já não me presta nenhum serviço, é cara e sem qualquer atenção para com o cliente, principalmente na saída. Sempre pedi junto das operadoras um tarifário adequado a mim, sem TV e sem Telefone fixo e nunca souberam responder aos meus pedidos. E ainda tentam me roubar à saída. Considero um roubo e inadmissível, ter de pagar por um serviço que já não prestam. E ainda têm a lata de me enviar um email com ameaças de processo judicial. Solicito a vossa ajuda neste tema e pretendo devolução de valor já pago por um serviço que já não está a ser prestado. Cumprimentos. Eunice

Em curso
M. L.
06/02/2026

Cobrança indevida e valor contratual incorreto contrato de 10,37€

Exmos. Senhores, No momento da adesão ao serviço Vodafone foi-me apresentado e acordado um valor mensal de 10,37€ No entanto, posteriormente comecei a ser faturada com o valor de 28€, sem nunca ter sido informada de qualquer alteração, nem ter dado consentimento para a mesma. Desloquei-me duas vezes a uma loja Vodafone, onde os próprios colaboradores confirmaram que no sistema interno o meu contrato se encontra registado com o valor de 10,37€, reconhecendo tratar-se de um erro por parte da Vodafone. Apesar desse reconhecimento, continuam a ser emitidas faturas com valores incorretos, tendo sido criada uma alegada dívida no montante de 166€, a qual não reconheço, por resultar exclusivamente de cobranças indevidas. Acresce ainda que nunca me foi entregue qualquer cópia do contrato, o que constitui uma falha grave no dever de informação ao consumidor. Face ao exposto, solicito a anulação integral da dívida, a correção imediata do valor contratual para 10,37€, e a suspensão de qualquer ação de cobrança enquanto a situação se encontra em análise. Caso não seja possível a regularização do contrato nos termos acordados, solicito a rescisão do contrato por justa causa, sem qualquer penalização ou encargos.

Em curso
C. S.
06/02/2026

Publicidade Enganosa- 1 mês de oferta ocultando 1 ano de fidelização

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor a minha total discordância e apresentar queixa contra a DAZN Portugal, baseando-me nos seguintes pontos: Publicidade Enganosa: Aderi ao serviço através de uma promoção de "1 mês grátis". No entanto, a comunicação da oferta omitia de forma clara que a aceitação do período experimental me vincularia a uma fidelização de 12 meses. Tentativa de Cancelamento Atempada: Solicitei a rescisão ainda dentro do período gratuito. Para minha surpresa, o suporte informou-me que estou vinculado até 29/08/2026, ameaçando-me com uma situação de "inadimplência". Aproveito ainda para referir, que já efetuei 4 pagamentos sempre contra a minha vontade, uma vez que tenho o cartão associado e tenho inúmeros pedidos de suporte mensais em que me é sempre dito que tenho de cumprir o pagamento anual. Cheguei a um ponto em que é mais que lamentável esta situação e não paguei esta última mensalidade. Situação essa que já me foi alertada inúmeras vezes. Ausência de Consentimento Informado: A DAZN falhou no seu dever de informar (Decreto-Lei n.º 24/2014), uma vez que nunca consenti expressamente uma anuidade. Respostas automáticas não substituem a prova de aceitação de cláusulas de fidelização. Padrão de Abuso: É notório que este é um comportamento reiterado da empresa, visível em inúmeras queixas idênticas, onde se utiliza a oferta gratuita como "isco" para contratos de longa duração não solicitados. Face ao exposto, exijo: A anulação imediata de qualquer vínculo contratual e da alegada fidelização de 12 meses. A confirmação por escrito de que não existem valores em dívida nem penalidades a aplicar. A retificação das vossas práticas comerciais de acordo com o Decreto-Lei n.º 57/2008. Exigo ainda o reembolso dos meses de Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro.

Em curso
D. F.
05/02/2026

Alteração contratual

Boa noite, Venho por este meio relatar que, no sábado passado, me dirigi à loja do Braga Parque, uma vez que tinha dois pacotes em nome de um familiar e pretendíamos que ambos os pacotes tivessem NIBs diferentes, pois estavam a ser debitados no mesmo NIB. A assistente aconselhou-nos a efetuar a troca de titularidade de um dos pacotes, mas não informou que, no pacote que incluía um equipamento a prestações, essas prestações teriam posteriormente de ser renegociadas com a equipa de faturação. Como essa informação não foi prestada, avançámos com a troca de titularidade desse mesmo pacote. Posteriormente, voltei à loja ao verificar que, na fatura emitida recentemente, não constava o valor da prestação do equipamento. A assistente informou-me então de que seria necessário renegociar a prestação e que os valores apresentados eram absurdos. Se fosse para pagar esses valores, nunca teria considerado a opção de adquirir o equipamento a prestações. Após esta situação, fui ainda informado de que tinha o direito de reverter as alterações efetuadas, uma vez que ainda não tinham decorrido 14 dias desde a celebração do novo contrato. Apresentei uma reclamação por escrito na loja e foi-me dito que seria contactado no prazo de 24 horas, o que não aconteceu. Contactei posteriormente a linha de apoio da NOS para exercer o meu direito de reversão do contrato, tendo-me sido indicado que a reversão era possível, mas que a prestação teria novamente de ser renegociada. Esta situação é inacreditável, pois, tendo o direito de reverter o contrato, não deveria ser obrigado a renegociar novamente os termos. O valor de entrada apresentado pela linha de apoio é igualmente absurdo, bem como o valor mensal. Mais uma vez, se tivesse de pagar esses valores pelo equipamento, não teria optado pelo pagamento em prestações desde o início. Por fim, o facto de a assistente da loja ter omitido a informação relativa à necessidade de renegociação dos termos da prestação agrava ainda mais esta situação, uma vez que, se tivesse sido devidamente informado, nunca teria procedido à troca de titularidade.

Em curso

Levantamento indevido através débito direto

Exmos. Srs. A empresa Trust in news, proprietária da revista Visão, da qual era assinante , mas cuja assinatura tinha terminado em 2024, no dia 3 do corrente mês, através do débito direto, fez um levantamento indevido. Sei que já tem acontecido a outros antigos assinantes . Bloquiei o débito direto, mas passado poucas horas apareceu o nome de Medipress, outra empresa ligada a revistas e jornais.

Em curso
A. D.
04/02/2026
MEO

Garantia equipamento

Boa tarde, Em 29/10/2025, atraves da loja Meo ON line ,adquiri um smartphone Xiaomi Redmi Note14 5G 256Gb, pela quantia de 177.09€+meos, o qual anexo a copia da fatura. O equipamento só foi entrege na minha morada em Angra do Heroismo, atraves do transitario via Directa, no dia 24 de Novembro de 2025. Logo nos primeiros dias, verifiquei uma anomalia, no equipamento, ao nivel do audio, ficava de repente sem som, apesar de estar com o volume no maximo ( os 3 pontos da coluna do volume desapareciam). Verifiquei em varios foruns, que este modelo tinha esse problema, e só reiniciando o equipamento é que voltava a ter o som normal. No dia 28/11/2025, telefonei para a linha de apoio da Meo, e aconselharam me a ir à loja mais proxima, apesar de ter insistindo que o equipamento estava dentro da garantia e fazia questão que queria a devolução do valor, ou em alternativa a aquisição de outro equipamento de outra marca. Na loja da Meo de Angra do Heroismo, o assistente verificou a anomalia, in vivo, e informou-me que não podiam fazer nada, que as instruções eram para devolver à marca, para a analise e reparação, apesar de contrariado, o equipamento foi enviado via CTT, por um formulario proprio, o qual anexo a copia. Em 23/12/2025, a meo devolve o equipamento, informando que a marca não detectou nenhuma anomalia, segue em ficheiro anexo copia da devolução. Após varios dias com problemas , no dia 22.01.2026, voltei à loja Meo de Angra do Heroismo, com o mesmo problema, tendo a assitente verificado, in vivo, a anomalia, mencionando isso, e voltou a proceder à devolução do equipamento para reparação à Marca, continuando eu a insistir na garantia. Entretanto, fiz varias tentativas para a Meo, atraves da linha de apoio, a exigir a devolução do dinheiro, e as respostas eram sempre que tinham que esperar pela resposta da marca. No dia 03/02/2026, recebi uma mensagem da Meo, a informar que o equipa,mento se encontrava na Loja de Angra do Heroismo, já reparado ( ver relatorio da Marca em ficheiro anexo). Mal cheguei a casa, a anomalia voltou a acontecer. Telefonei para a linha de apoio da Meo, a assistente disse me que apos estas situções todas, que me dirigisse à loja e exigisse um voucher ( as conversas ficaram todas gravadas). Não reinicei o telemovel de proposito para que o assistente vericasse, mais uma vez a anomalia. no dia 04/02/2026, dirigi me à loja, e o assistente verificou a avaria, tendo eu insistindo num voucher, mas o chefe de loja informou que não era possivel, sendo obrigatório voltar , a enviar para a Marca, para reparação, ou seja pela terceira vez, e assim aconteceu, mencionando isso na folha da reparação. Sei que aquilo que vai acontecer é o seguinte, o equipamento vai ser reiniciado, depois volta a ter som , e dizem que está tudo bem. mais grave que isso, é o provedor do cliente, que é mais procedor da meo, ter enviado um email, ontem dia 03/02/2026, com o seguinte teor "Caro Álvaro Duarte, Agradecemos a sua comunicação dirigida à Provedoria do Cliente. Relativamente ao equipamento Xiaomi Redmi Note 14 5G 256GB (IMEI: 864335079306747), informamos que, em nenhuma das verificações realizadas nas assistências técnicas autorizadas pela marca, incluindo as correspondentes às ocorrências, foi detetada a anomalia descrita ou qualquer outra não conformidade de fabrico. Nestes termos, e uma vez que o diagnóstico técnico não confirmou a existência de defeito, não se encontra reunido fundamento para a devolução do valor pago ou substituição do equipamento. Junto remetemos o relatório técnico, para sua verificação do que foi realizado e das respetivas conclusões. Estamos sempre disponíveis pelo 16 200 ou através da Área de cliente em mymeo.pt. Com os nossos cumprimentos. Jorge Barata Direção Provedoria do Cliente MEO meo.pt " Face a todo este historico, apelo a vossa ajuda no sentido do dinheiro pago ser devolvido, até porque sou reformado e com uma pensão muito baixa, porque eles vão andando , e daqui a dias dizem que o equipamento não tem a garantia , para ser efetuado o reembolso. Cumprimentos, Alvaro Montez Duarte

Em curso

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