Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
E. F.
01/10/2026
DPD

Encomenda nao recebida apos 3 semanas de compra

Boa tarde, Efectuei 3 encomendas no site da Worten no dia 14 de Setembro das empresas Saravedi Shop e Pikolin Loja oficial. Até a presente data, não recebi sobre os seus pacotes (números de seguimento: 1ZK0F9806813177013 e 1ZK0F9806820918100) e Vendedor Saradevi shop sobre a encomenda n.º 83569422-C. O problema acontece porque nao há qualquer comunicacao entre o serviço da DPD com o estafeta de serviço, nao conseguem identificar o estafeta ou partilhar infos actualizadas sobre a entrega com o cliente. Estou há cerca de 3 semanas a aguardar pelas encomendas e tem sido desgastante aguardar e não receber sequer nenhum feedback da DpD via telefone a confirmar. Ontem, desesperada liguei a reclamar, foi me dito que hoje fariam a entrega e até ao momento nada. Ligo novamente e não sabem dizer nada nem dar actualizacoes sobre a hora de entrega. Pessimo serviço que obriga o cliente e pedir o reembolso dos produtos encomendados porque as empresas de transporte nao sao capazes de comunicar atempadamente, colocando os clientes reféns no tempo perdido sem qualquer actualizaçao!

Em curso
J. T.
30/09/2026

Fidelização Forçada por parte da Vodafone

Assunto: Reclamação formal – Falhas continuadas do serviço desde 10/09/2026 e pedido de resolução do contrato Exmos. Senhores, No dia 10 de setembro de 2026 mudei o meu serviço de telecomunicações para a Vodafone. Desde o primeiro dia da instalação/ativação que o serviço nunca apresentou a qualidade e estabilidade esperadas, tendo enfrentado problemas de funcionamento que se mantêm até à presente data. Entre os problemas verificados encontram-se, nomeadamente: problemas de qualidade e estabilidade da ligação à Internet; velocidades inferiores às esperadas para o serviço contratado, conforme testes realizados; problemas no serviço de televisão; a luz CATV do equipamento apresenta-se vermelha e intermitente; dificuldades e interrupções que afetam a utilização normal dos serviços; problemas com equipamentos e serviços que dependem da ligação à Internet, após a mudança de operador. Estas situações foram comunicadas à Vodafone e, apesar dos contactos e tentativas de resolução, o problema não ficou devidamente solucionado. Considero particularmente relevante o facto de os problemas existirem desde 10/09/2026, ou seja, praticamente desde o início da prestação do serviço, e não se tratar de uma simples decisão de desistência do contrato. Por esse motivo, não aceito que o meu pedido seja simplesmente recusado com o argumento de que já terminou o prazo de 14 dias. Solicito que a Vodafone proceda à análise de todo o histórico de avarias, contactos e reclamações associados ao meu serviço desde 10/09/2026, bem como dos períodos em que o serviço apresentou problemas. Face à persistência das falhas, solicito a resolução do contrato sem aplicação de penalização por fidelização, caso se confirme o incumprimento das condições de prestação e qualidade do serviço contratado. Solicito ainda: A análise técnica e contratual da situação; A identificação de todas as avarias/reclamações registadas desde 10/09/2026; A resolução do contrato sem penalização, caso se confirme o incumprimento; A indicação, por escrito, da fundamentação legal e contratual caso a Vodafone mantenha a recusa; A confirmação de que não serão cobrados encargos de fidelização caso a resolução seja devida por incumprimento da prestação do serviço. Caso a situação não seja resolvida, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e aos mecanismos de resolução de litígios aplicáveis às comunicações eletrónicas. Aguardo resposta por escrito. Com os melhores cumprimentos, João Teixeira Data: 29/09/2026

Em curso
S. S.
30/09/2026
MEO

resolução de contrato

Exmos. Senhores, Em 23 de Setembro de 2026 entrei em contacto, através da linha de apoio, com a MEO para cancelar o contrato que têm com o Sr. Alfredo Fernando Cristóvão, tio do meu pai e já com 95 anos. O meu pai já o tinha tentado fazer, na loja da MEO em Mirandela, mas sem sucesso. Informaram-me de que tinha de ter uma declaração do lar e ir a uma loja da MEO. OK mas o meu pai já tinha ido a uma loja e não trataram, mas pensei vai correr bem é só ir a uma loja. Reuni os documentos e hoje dia 30 de Setembro dirigi-me à loja, em que nem para os papeis olharam e informaram que me iriam ligar por volta das 14:30h. Sai da loja com a sensação de que algo estava a correr mal. Ligaram, mas, qual o meu espanto quando me perguntam em que me podem ajudar? E qual o meu espanto quando me dizem o mesmo que me disseram quando liguei pela primeira vez. Acho que gozam com as pessoas, ou seja o senhor que estava na loja não tinha interesse em trabalhar. Pelo que percebi porque a pessoa que me ligou nem sabia o motivo pelo qual me estava a ligar. Isto é, ou não ficou tudo registado ou fingem que não sabem. Digo fingem, porque sou franca, eu, nem sabia qual tinha sido o dia em que liguei com a MEO mas no decorrer da conversa a operadora retificou-me dizendo que tinha sido dia 23, apesar de eu a contrapor de que estamos à um mês a tentar cancelar o serviço e nos fazem andar de traz para a frente, mas disse que não tem referencia nenhuma de parte do meu pai, adiante não importa. Claro está, que eu mostrei o meu descontentamento , mais, quando me diz que teria de ir a uma loja. Espera foi o que eu fiz, o que me disseram para fazer, e não resultou. Querem que volte a uma loja? Há qualquer coisa que não está bem. Disse-lhe que estava fora de questão e que queria cancelar o contrato imediatamente, enrolou, enrolou e sinceramente nem sei se ficou cancelado. Vamos aguardar. Agora, face a tudo isto, a minha reclamação vem de que, e apesar de ser do conhecimento publico, para se fazerem contratos vale tudo, fazem-se por telefone, correspondência de qualquer maneira, para cancelar há uma serie de entraves. Mas o pior é fazerem as pessoas perder tempo. Foi solicitado qual a forma de proceder a um cancelamento era cancelar e pronto. ALIAS FOSSE QUAL FOSSE O MOTIVO. O CONSUMIDOR DEVE TER O DIREITO DE RESCINDIR QUALQUER CONTATO NO MOMENTO QUE QUISER. Acho um abuso o que fazem as pessoas, Cumprimentos.

Em curso
T. D.
30/09/2026
MEO

Cobrança em Roaming

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 141 597 57 50. Alerto-vos para o erro existente na(s) fatura(s) enviadas : estivemos de férias no Brasil e levamos dois dos nossos cartões de telemóvel, apesar ter o roaming ativo para receber SMS por motivos bancários relacionados a trabalho, porém não utilizamos o serviços para acesso aos DADOS MÓVEIS, mesmo assim foram cobrados valores abusivos como se tivéssemos utilizado os dados móveis com frequência. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) de AGOSTO (já paga) E SETEMBRO, e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Em curso
L. M.
30/09/2026

Reclamação – Faturação indevida após pedido de cancelamento

Boa noite, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à emissão de uma fatura que considero indevida, na sequência do pedido de cancelamento dos serviços. No dia 15 de setembro de 2026, solicitei o cancelamento dos serviços numa loja física da NOS, em Santarém. Na mesma data, recebi um e-mail da NOS a confirmar o pedido e a informar que o mesmo seria tratado no prazo de 3 dias úteis, ou seja, até ao dia 18 de setembro de 2026. Importa ainda esclarecer que a minha última fatura, paga no dia 21 de setembro de 2026, correspondia ao período de utilização entre 23 de agosto e 22 de setembro de 2026 e não apresentava qualquer valor relativo a fidelização ou outro encargo adicional. Nessa fatura constavam igualmente apenas 3 números de telemóvel. Entretanto, recebi uma nova fatura, com vencimento em 19 de outubro de 2026, referente ao período de utilização entre 23 de setembro e 22 de outubro de 2026. No entanto, esta fatura apresenta novamente 5 números de telemóvel, apesar de eu não ter solicitado qualquer serviço adicional. O que efetivamente ocorreu foi a portabilidade de dois números de telemóvel e, posteriormente, o pedido de cancelamento de todos os restantes serviços, efetuado presencialmente na loja da NOS em Santarém, cerca de uma semana antes da data de vencimento da fatura anterior, a qual já se encontrava integralmente paga. Assim, não reconheço qualquer valor em dívida perante a NOS relativamente ao período faturado e não concordo com a emissão desta nova fatura, uma vez que o serviço havia sido objeto de pedido de cancelamento e este pedido foi devidamente confirmado pela própria NOS. Deste modo, solicito a anulação da fatura em causa, bem como a confirmação, por escrito, de que não existe qualquer valor em dívida da minha parte e de que todos os serviços associados ao contrato foram efetivamente cancelados. Agradeço ainda que me seja prestado um esclarecimento relativamente à razão pela qual continuam a constar na fatura cinco números de telemóvel, quando não foi solicitado qualquer serviço adicional e nenhum tipo de utilização. Fico a aguardar a regularização da situação e a respetiva confirmação por escrito. Com os melhores cumprimentos, Leandro Macieira.

Em curso
J. S.
29/09/2026

Incumprimento Contratual Grave, Prejuízos Patrimoniais Diretos, Violação dos Direitos do Consumidor

EXPOSIÇÃO DE RECLAMAÇÃO E DENÚNCIA FORMAL ASSUNTO: Incumprimento Contratual Grave, Prejuízos Patrimoniais Directos, Violação dos Direitos do Consumidor e Atendimento Abusivo Vem o abaixo-assinado expor, pela presente via e sob os mais rigorosos ditames da razoabilidade e do Direito, o quadro de reiterado e culposo incumprimento contratual perpetrado pela operadora Vodafone Portugal, o qual assume contornos de flagrante atropelo às garantias básicas e constitucionalmente tuteladas do consumidor. Desde o transato sábado, dia vinte e sete de setembro, o signatário encontra-se privado da totalidade dos serviços contratados integrantes do pacote "TV, Net e Voz". Esta privação assume uma gravidade extrema na medida em que exerço a minha atividade profissional sob o regime de teletrabalho, dependendo intrínseca, diária e impreterivelmente de uma ligação estável por fibra ótica para o desempenho das minhas funções e subsequente angariação do meu sustento e do da minha família. Confrontada com a paralisia do serviço, a Vodafone remeteu a calendarização do reparo técnico para o inacreditável dia seis de outubro, dilatando a privação por um período excessivo, desproporcional e absolutamente inadmissível à luz do dever de diligência que incumbe a um prestador de serviços essenciais. Perante esta manifesta perturbação, o signatário encetou múltiplos contactos através das linhas de apoio telefónico da operadora. Contudo, em vez da devida solicitude, deparei-me com uma sucessão de condutas deploráveis no atendimento remoto. Numa das chamadas telefónicas, a ligação foi-me sumariamente desligada sem que para tal tenha concorrido qualquer atitude indelicada ou intempestiva da minha parte. Em chamadas posteriores, os operadores limitaram-se a protelar a resolução, demonstrando total incapacidade para concretizar prazos e denegando categoricamente a transferência da chamada para um quadro superior da empresa, sob o argumento inacreditável de que tal se devia ao facto de já existir uma queixa aberta e de o caso ser urgente. Na tentativa esgotante de obter a resolução da avaria, dirigi-me a expensas próprias a um balcão presencial da Vodafone. Contudo, constatou-se que o procedimento padrão da operadora para estas situações se revela manifestamente inoperante e desfasado das necessidades do cliente, na medida em que a solução protocolar disponibilizada pela empresa passava por obrigar o consumidor a deslocar-se, novamente a seu próprio custo, até Viana do Castelo para recolher um "hotspot" temporário. Trata-se de uma alternativa absolutamente inócua prevista pelos procedimentos da Vodafone, porquanto uma ligação móvel temporária não substitui a estabilidade da rede de fibra ótica exigida para assegurar as minhas tarefas laborais. Os canais de suporte e o modelo de resposta da empresa pautam-se por uma ausência total de empatia operacional, funcionando à base de guiões pré-formatados e inflexíveis que se mostram alheados do impacto real que a falha do serviço provoca na vida do cidadão. Revela-se inaceitável que uma empresa da dimensão da Vodafone não disponha de equipas técnicas de piquete para responder a situações extraordinárias e urgentes. Para agravar o quadro de total desproteção, até à presente data e não obstante os reiterados pedidos, a operadora ainda não me forneceu qualquer documento comprovativo do registo da avaria, elemento imperativo para efeitos de justificação de faltas perante a entidade patronal, o que me coloca na eminência do incumprimento laboral e do consequente risco de perda de emprego. Atendendo a que já formalizei queixa no Livro de Reclamações Online, no Balcão Presencial e no Portal do Consumidor, reitero no presente fórum as minhas irrenunciáveis exigências. Exijo a dedução imediata e integral na fatura dos montantes correspondentes aos dias em que o serviço esteve indisponível ou prestado de forma defeituosa, nos termos do regime legal aplicável à prestação de serviços públicos essenciais. Exijo igualmente a emissão e envio imediato de declaração oficial idónea que ateste a avaria na infraestrutura de fibra ótica no período compreendido entre vinte e sete de setembro e a data da sua efetiva reparação, destinada à justificação formal de ausências laborais. Por fim, exijo a reparação financeira pelos danos emergentes traduzidos no decréscimo remuneratório sofrido, uma vez que, mesmo com faltas justificadas, a privação do exercício laboral culmina num corte no salário líquido mensal, prejuízo esse imputável a título de culpa exclusiva à Vodafone Portugal. A experiência a que fui submetido consubstancia uma devassa do direito de proteção do consumidor e uma degradação inaceitável das obrigações contratuais. A atitude mercantilista da Vodafone demonstra que as grandes corporações continuam a sobrepor os seus fluxos procedimentais à subsistência e dignidade dos utilizadores que as sustentam. Informa-se que não aceitarei, como resposta a este articulado, a mera reprodução de "guiões" de call center ou ofertas pífias de deduções pontuais de mensalidade. O pacto comercial encontra-se irremediavelmente irrevogável na sua confiança: cessarei a relação contratual assim que garantidas as reparações legais, não voltando a ser cliente desta operadora cujos preços, ademais, se encontram desfasados da realidade do mercado e cuja flexibilidade negocial é nula. Face ao exposto, solicito à DECO PROTESTE a sua douta intervenção e mediação junto da Vodafone Portugal – Comunicações Pessoais, S.A., por forma a pôr termo a esta grave lesão dos meus direitos e a responsabilizar a operadora pelos danos causados. (Nota: infelizmente não consegui adicionar prints e outras imagens que verifiquem as queixas que já realizei e os contactos)

Em curso
R. S.
29/09/2026
MEO

Cabos e infraestruturas de telecomunicações da MEO instalados na minha propriedade

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que se mantém por resolver há vários meses e que envolve cabos e infraestruturas de telecomunicações da MEO instalados junto à fachada da minha habitação e/ou que atravessam/passam sobre a minha propriedade. Esta reclamação diz respeito exclusivamente à MEO, tendo sido apresentadas reclamações autónomas relativamente às restantes operadoras envolvidas. Sou proprietário e residente na Rua Maria Flôr, 96, 4435-319 Rio Tinto, Gondomar. Conforme é possível verificar pelas fotografias que anexo, existe uma quantidade significativa de cabos e infraestruturas de telecomunicações junto à minha habitação, sendo que parte destas infraestruturas está associada à MEO. Estes cabos não me pertencem, não foram instalados por mim e não autorizei a sua instalação na minha propriedade. Para além disso, a forma como estão atualmente instalados interfere diretamente com a habitação: alguns dos cabos tocam e batem na fachada, no capoto e em tubos existentes na casa. Esta situação provoca incómodo e perturba a utilização e vivência normal da habitação, não sendo, portanto, uma questão meramente estética. A movimentação dos cabos e o contacto com a própria estrutura da habitação tornam a situação particularmente desagradável e justificam, na minha opinião, uma intervenção técnica adequada para que os mesmos sejam removidos ou devidamente desviados e fixados, quando a sua permanência seja efetivamente necessária. Pretendo, por isso, que as infraestruturas sejam devidamente identificadas e que sejam removidos ou desviados os cabos cuja permanência não seja necessária ou devidamente fundamentada. Esta situação foi comunicada formalmente à MEO através do Livro de Reclamações Online em 30/04/2026. Apesar de a empresa ter respondido à reclamação, a situação continua sem resolução efetiva. Relativamente à resposta da MEO, recebi-a em 02/06/2026, tendo sido informado de que o pedido de desvio de infraestruturas, com a referência 3-965626108030, tinha sido encaminhado para a respetiva área técnica. No entanto, a MEO não apresentou qualquer prazo para a realização da intervenção, limitando-se a informar que o processo se encontrava em fase de avaliação. Ou seja, passaram-se aproximadamente cinco meses desde a apresentação da reclamação, tendo a MEO encaminhado o pedido para a área técnica sem indicar qualquer prazo, e sem que até ao momento a situação tenha sido efetivamente solucionada. Considero particularmente preocupante que uma situação que envolve infraestruturas instaladas junto da minha habitação e sobre a minha propriedade permaneça durante tanto tempo sem uma solução concreta, apesar das várias comunicações formais efetuadas. Não pretendo continuar a receber respostas genéricas ou sucessivos encaminhamentos internos. Pretendo uma solução concreta. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste junto da MEO, no sentido de: 1. Serem devidamente identificados os cabos e restantes infraestruturas existentes junto da minha propriedade que pertençam à MEO; 2. Serem removidos ou desviados os cabos que não sejam necessários ou cuja permanência não esteja devidamente fundamentada; 3. Ser indicada pela MEO uma data concreta para a intervenção; 4. Ser obtida da MEO uma posição concreta e um prazo para a conclusão do processo que se encontra alegadamente em avaliação desde junho. Saliento ainda que, apesar da demora na resolução, não procederei por iniciativa própria à remoção ou corte dos cabos, uma vez que não tenho forma de determinar quais as infraestruturas que se encontram ativas nem a que operador pertencem. Aguardo, por isso, que a MEO proceda à respetiva identificação e intervenção técnica. Não me foi possível deixar as fotografias em anexo por erro da plataforma. Face ao tempo decorrido e à resposta já obtida, agradeço a intervenção da DECO Proteste no sentido de procurar obter uma resolução efetiva desta situação, e não apenas um novo encaminhamento da reclamação entre departamentos. Com os melhores cumprimentos, Rui Silva

Em curso
R. S.
29/09/2026

Cabos e infraestruturas de telecomunicações da NOS instalados na minha propriedade

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que se mantém por resolver há vários meses e que envolve cabos e infraestruturas de telecomunicações da NOS instalados junto à fachada da minha habitação e/ou que atravessam/passam sobre a minha propriedade. Esta reclamação diz respeito exclusivamente à NOS, tendo sido apresentadas reclamações autónomas relativamente às restantes operadoras envolvidas. Sou proprietário e residente na Rua Maria Flôr, 96, 4435-319 Rio Tinto, Gondomar. Conforme é possível verificar pelas fotografias que anexo, existe uma quantidade significativa de cabos e infraestruturas de telecomunicações junto à minha habitação, sendo que parte destas infraestruturas está associada à NOS. Estes cabos não me pertencem, não foram instalados por mim e não autorizei a sua instalação na minha propriedade. Para além disso, a forma como estão atualmente instalados interfere diretamente com a habitação: alguns dos cabos tocam e batem na fachada, no capoto e em tubos existentes na casa. Esta situação provoca incómodo e perturba a utilização e vivência normal da habitação, não sendo, portanto, uma questão meramente estética. A movimentação dos cabos e o contacto com a própria estrutura da habitação tornam a situação particularmente desagradável e justificam, na minha opinião, uma intervenção técnica adequada para que os mesmos sejam removidos ou devidamente desviados e fixados, quando a sua permanência seja efetivamente necessária. Pretendo, por isso, que as infraestruturas sejam devidamente identificadas e que sejam removidos ou desviados os cabos cuja permanência não seja necessária ou devidamente fundamentada. Esta situação foi comunicada formalmente à NOS através do Livro de Reclamações Online em 30/04/2026. Apesar de a empresa ter respondido à reclamação, a situação continua sem resolução efetiva. Relativamente à resposta da NOS, esta foi enviada em 01/06/2026, tendo a empresa reconhecido a situação relacionada com as infraestruturas e informado que a resolução da questão dos cabos teria um prazo expectável de até 120 dias. Esse prazo termina aproximadamente em 29/09/2026, ou seja, na presente data, não tendo sido concretizada a resolução nem apresentada uma data concreta para a intervenção. Ou seja, passaram-se aproximadamente cinco meses desde a apresentação da reclamação, tendo a NOS reconhecido a existência da situação e indicado inclusivamente um prazo para a sua resolução, sem que até ao momento esta tenha sido efetivamente solucionada. Considero particularmente preocupante que uma situação que envolve infraestruturas instaladas junto da minha habitação e sobre a minha propriedade permaneça durante tanto tempo sem uma solução concreta, apesar das várias comunicações formais efetuadas. Não pretendo continuar a receber respostas genéricas ou sucessivos encaminhamentos internos. Pretendo uma solução concreta. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste junto da NOS, no sentido de: 1. Serem devidamente identificados os cabos e restantes infraestruturas existentes junto da minha propriedade que pertençam à NOS; 2. Serem removidos ou desviados os cabos que não sejam necessários ou cuja permanência não esteja devidamente fundamentada; 3. Ser indicada pela NOS uma data concreta para a intervenção; 4. Ser considerada a situação, tendo em conta que o prazo de 120 dias indicado pela NOS termina aproximadamente em 29/09/2026, sem que tenha sido concretizada a resolução. Saliento ainda que, apesar da demora na resolução, não procederei por iniciativa própria à remoção ou corte dos cabos, uma vez que não tenho forma de determinar quais as infraestruturas que se encontram ativas nem a que operador pertencem. Aguardo, por isso, que a NOS proceda à respetiva identificação e intervenção técnica. Anexo fotografias que demonstram a situação existente junto à minha habitação. Face ao tempo decorrido e à resposta já obtida, agradeço a intervenção da DECO Proteste no sentido de procurar obter uma resolução efetiva desta situação, e não apenas um novo encaminhamento da reclamação entre departamentos. Com os melhores cumprimentos, Rui Silva

Em curso
R. S.
29/09/2026

Cabos e infraestruturas de telecomunicações da Vodafone instalados na minha propriedade

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que se mantém por resolver há vários meses e que envolve cabos e infraestruturas de telecomunicações da Vodafone instalados junto à fachada da minha habitação e/ou que atravessam/passam sobre a minha propriedade. Esta reclamação diz respeito exclusivamente à Vodafone, tendo sido apresentadas reclamações autónomas relativamente às restantes operadoras envolvidas. Sou proprietário e residente na Rua Maria Flôr, 96, 4435-319 Rio Tinto, Gondomar. Conforme é possível verificar pelas fotografias que anexo, existe uma quantidade significativa de cabos e infraestruturas de telecomunicações junto à minha habitação, sendo que parte destas infraestruturas está associada à Vodafone. Estes cabos não me pertencem, não foram instalados por mim e não autorizei a sua instalação na minha propriedade. Para além disso, a forma como estão atualmente instalados interfere diretamente com a habitação: alguns dos cabos tocam e batem na fachada, no capoto e em tubos existentes na casa. Esta situação provoca incómodo e perturba a utilização e vivência normal da habitação, não sendo, portanto, uma questão meramente estética. A movimentação dos cabos e o contacto com a própria estrutura da habitação tornam a situação particularmente desagradável e justificam, na minha opinião, uma intervenção técnica adequada para que os mesmos sejam removidos ou devidamente desviados e fixados, quando a sua permanência seja efetivamente necessária. Pretendo, por isso, que as infraestruturas sejam devidamente identificadas e que sejam removidos ou desviados os cabos cuja permanência não seja necessária ou devidamente fundamentada. Esta situação foi comunicada formalmente à Vodafone através do Livro de Reclamações Online em 30/04/2026. Apesar de a empresa ter respondido à reclamação, a situação continua sem resolução efetiva. Relativamente à resposta da Vodafone, a empresa informou posteriormente que as pendências que condicionavam a conclusão do processo se encontravam ultrapassadas e que os trabalhos de remoção dos cabos estavam previstos para estar concluídos até 18/09/2026. Essa data já foi ultrapassada e, até à presente data, não me foi confirmada a conclusão dos trabalhos nem a efetiva resolução da situação. Ou seja, passaram-se aproximadamente cinco meses desde a apresentação da reclamação, tendo a Vodafone indicado inclusivamente um prazo para a sua resolução, sem que até ao momento esta tenha sido efetivamente solucionada. Considero particularmente preocupante que uma situação que envolve infraestruturas instaladas junto da minha habitação e sobre a minha propriedade permaneça durante tanto tempo sem uma solução concreta, apesar das várias comunicações formais efetuadas. Não pretendo continuar a receber respostas genéricas ou sucessivos encaminhamentos internos. Pretendo uma solução concreta. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste junto da Vodafone, no sentido de: 1. Serem devidamente identificados os cabos e restantes infraestruturas existentes junto da minha propriedade que pertençam à Vodafone; 2. Serem removidos ou desviados os cabos que não sejam necessários ou cuja permanência não esteja devidamente fundamentada; 3. Ser indicada pela Vodafone uma data concreta para a intervenção; 4. Ser considerada a situação, tendo em conta que o prazo indicado pela Vodafone para conclusão dos trabalhos (18/09/2026) já foi ultrapassado. Saliento ainda que, apesar da demora na resolução, não procederei por iniciativa própria à remoção ou corte dos cabos, uma vez que não tenho forma de determinar quais as infraestruturas que se encontram ativas nem a que operador pertencem. Aguardo, por isso, que a Vodafone proceda à respetiva identificação e intervenção técnica. Anexo fotografias que demonstram a situação existente junto à minha habitação. Face ao tempo decorrido e à resposta já obtida, agradeço a intervenção da DECO Proteste no sentido de procurar obter uma resolução efetiva desta situação, e não apenas um novo encaminhamento da reclamação entre departamentos. Com os melhores cumprimentos, Rui Silva

Em curso
I. C.
29/09/2026

Cobrança indevida de 300€ após cancelamento

Venho contestar formalmente a cobrança recorrente de 300 € que continuo a receber da Vodafone, apesar de o meu contrato já ter sido cancelado. Tenho em minha posse o comprovativo do cancelamento do contrato e o comprovativo da entrega dos equipamentos à Vodafone. Apesar disso, tenho recebido desde os meses anteriores novas comunicações/faturas no valor de 300 €. Não reconheço esta dívida e considero a cobrança indevida, uma vez que o contrato foi cancelado e os equipamentos foram entregues. Solicito a verificação imediata da situação, a anulação de qualquer valor indevidamente faturado e a confirmação, por escrito, de que o contrato está encerrado, os equipamentos estão registados como devolvidos e não existem valores em dívida da minha responsabilidade. Solicito também a cessação de novas cobranças relacionadas com este contrato. Caso considerem que os 300 € são devidos, solicito que indiquem por escrito o fundamento concreto da cobrança e a que período ou serviço corresponde. Anexo os comprovativos do cancelamento, da entrega dos equipamentos e a fatura/comunicação de 300 €. Aguardo resposta e resolução definitiva da situação.

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