Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Pontos CTT

Desloquei me a um ponto CTT que tanto pode ser uma padaria como uma papelaria hoje em dia , e enviei uma encomenda , escrevi os dados do destinatário e do remetente, saí descansado. A senhora de 80 anos não avisou que tinha que pagar mais para que fosse entregue directamente na empresa de destino, eu não adivinho e espero que colocando os dados do destinatário seja entregue no destinatário . Resumindo, tenho uma encomenda nos CTT de Gaia desde dia 5 que ainda não foi devolvida , perdi a possibilidade de devolver a encomenda na loja por isso perdi dinheiro e fiquei com algo caro que não preciso , na linha telefónica não sabem dar um prazo estimado para a devolução , perguntei ironicamente se podia demorar 6 meses e disseram me que sim . Enfim , estamos entregues aos bichos .

Em curso
P. P.
23/06/2026

Encomenda não produzida, nem recebida em tempo útil

Assunto: Má prestação de serviços e ausência de resposta – pedido de reembolso ignorado Apresento reclamação formal contra a empresa 360imprimir (BIZAY, S.A.) devido à má prestação de serviços. Solicitei a produção de 4 artigos (encomenda 4903355 de 20 de maio de 2026). Dois foram entregues. Dois não foram produzidos, nem entregues em tempo útil. A empresa informou ter tido um problema na produção. Dei margem de tolerância de entregue até 15 de junho. A APP da transportadora (GLS) informava entregue a 15 de junho. Depois passou para 16. No dia 16, cerca das 20h, recebi uma chamada do entregador, a perguntar onde era a morada. Expliquei. Ele disse que passaria nesse dia. Não passou. Fiz 3 chamadas não atendeu nenhuma. No dia 15 e 16 estive todo o dia em casa à espera da encomenda. Ligaram-me a 17 para fazer a entrega. Não estava ninguém em casa. Já tinha solicitado reembolso e o tempo útil de entrega estava esgotado. Pretendo reembolso total do valor da encomenda não entregue (128,54€). Declino crédito em conta, pois não quero usar mais serviços desta empresa. Obrigado

Em curso
H. C.
22/06/2026

Burla

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação contra o Fitness UP Paços de Ferreira relativamente a uma situação de cobrança indevida e aplicação de uma penalização que considero injustificada. No dia 27 de maio de 2026 efetuei a minha inscrição no Fitness UP Paços de Ferreira. Durante o processo de adesão, fui informada pela colaboradora responsável pela inscrição de que a mensalidade seria de 19,20 €, sendo efetuada uma cobrança quinzenal de 9,60 €. Foi-me igualmente dada a possibilidade de escolher a data de início da utilização do ginásio, tendo optado pelo dia 10 de junho de 2026. No momento da inscrição, paguei o valor de 9,60 € referente à primeira quinzena, bem como os valores relativos ao seguro e ao chip de acesso. Foi-me ainda explicado que, apesar da data de início escolhida, poderia frequentar o ginásio antes dessa data mediante autorização da receção, uma vez que o chip apenas ficaria ativo posteriormente. Além disso, foi-me expressamente comunicado que a cobrança seguinte apenas ocorreria no dia 26 de junho de 2026. Contudo, para minha surpresa, foi efetuado um débito direto no dia 12 de junho de 2026, antecipando a cobrança que me tinha sido apresentada no momento da adesão. Considerando que esta cobrança não correspondia às condições que me foram comunicadas e com base nas quais celebrei o contrato, solicitei a devolução do débito junto da minha instituição bancária. Posteriormente, fui informada de que o Fitness UP pretende cobrar uma penalização por alegada falta de pagamento. Não concordo com esta penalização, uma vez que a situação teve origem numa cobrança efetuada em data diferente da que me foi indicada aquando da contratação do serviço. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste para que o Fitness UP Paços de Ferreira proceda à anulação da penalização aplicada e à regularização da situação, respeitando as condições que me foram comunicadas no momento da adesão. Com os melhores cumprimentos, Helder Carneiro NIF: 223063525

Em curso
L. P.
22/06/2026

Faturação indevida

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação contra o Fitness UP Paços de Ferreira relativamente a uma situação de cobrança indevida e aplicação de uma penalização que considero injustificada. No dia 27 de maio de 2026 efetuei a minha inscrição no Fitness UP Paços de Ferreira. Durante o processo de adesão, fui informada pela colaboradora responsável pela inscrição de que a mensalidade seria de 19,20 €, sendo efetuada uma cobrança quinzenal de 9,60 €. Foi-me igualmente dada a possibilidade de escolher a data de início da utilização do ginásio, tendo optado pelo dia 10 de junho de 2026. No momento da inscrição, paguei o valor de 9,60 € referente à primeira quinzena, bem como os valores relativos ao seguro e ao chip de acesso. Foi-me ainda explicado que, apesar da data de início escolhida, poderia frequentar o ginásio antes dessa data mediante autorização da receção, uma vez que o chip apenas ficaria ativo posteriormente. Além disso, foi-me expressamente comunicado que a cobrança seguinte apenas ocorreria no dia 26 de junho de 2026. Contudo, para minha surpresa, foi efetuado um débito direto no dia 12 de junho de 2026, antecipando a cobrança que me tinha sido apresentada no momento da adesão. Considerando que esta cobrança não correspondia às condições que me foram comunicadas e com base nas quais celebrei o contrato, solicitei a devolução do débito junto da minha instituição bancária. Posteriormente, fui informada de que o Fitness UP pretende cobrar uma penalização por alegada falta de pagamento. Não concordo com esta penalização, uma vez que a situação teve origem numa cobrança efetuada em data diferente da que me foi indicada aquando da contratação do serviço. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste para que o Fitness UP Paços de Ferreira proceda à anulação da penalização aplicada e à regularização da situação, respeitando as condições que me foram comunicadas no momento da adesão. Com os melhores cumprimentos, Ana Luísa Pinto NIF: 266995179

Em curso
A. A.
22/06/2026

Vitima de práticas comerciais desleais pela NOS

Exmos. Senhores, sou Cliente da MEO , ao qual fui contactada por "alguém" que se identificou como sendo da MEO a informar me que quando o meu contrato terminasse que ia aumentar o valor mensal pelo pacote que TENHO. Passado uns dias contactaram-me da parte da NOS a "oferecer" um pacote mais barato e com mais benefícios e me dizem que o meu contrato com a MEO ía acabar no mês seguinte (julho). Pôs-to isto decidi avançar com o contrato da NOS visto que o contrato da MEO iria terminar no mês seguinte. Tudo isto falado por telefone. No dia 15/6/2026 veio um comercial então á minha casa com o contrato para assinar, ao qual ainda não tenho contrato absolutamente nenhum, não me foi facultado nesse dia nem por email. Procedi então á portabilidade dos meus contactos da MEO para a NOS, passado uns dias recebo um telefonema da MEO a perguntar o porquê da portabilidade visto que o meu contrato da MEO só termina em Setembro, percebendo nesta altura que fui burlada pela parte da NOS. Liguei de imediato para a NOS para proceder então á anulação do contrato, dizendo me a senhora que a podia fazer visto que ainda não tinha passado 14 dias , enviou-me inclusive um link para fazer então a anulação ou então dirigir-me a uma loja NOS. Decidi então dirigir-me a uma loja ( loja da NOS no retail de Coina) para proceder a anulação do contrato, ao qual me dizem que tenho que pagar a instalação no valor de 340€ como coima. Fui burlada e ainda tenho que pagar uma instalação??!! Fiz reclamação no livro de reclamações dessa mesma loja , envio em anexo a mesma. Venho então exigir a anulação do contrato sem qualquer custo para mim e ainda exigir a ligação dos cabos da MEO visto que fui enganada pela NOS, fui vítima de práticas comerciais desleais pela NOS.

Em curso
T. N.
22/06/2026

Cobrança abusiva por serviços nunca prestados

Subject: Reclamação — Fitness Up — Cobranças Indevidas e Incumprimento de Prazo no Livro de Reclamações Exmos. Senhores da DECO, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Fitness Up, relativa a um contrato de prestação de serviços desportivos do qual nunca usufruí, e que me tem vindo a cobrar valores indevidos. **Resumo da situação** A minha adesão à Fitness Up resultou de uma campanha de captação particularmente agressiva, com contactos telefónicos repetidos e insistentes por parte da empresa, no âmbito da inauguração de uma das suas unidades. Tenho registo dessas comunicações. Desde a data de inscrição, nunca utilizei qualquer serviço da Fitness Up — nem o ginásio, nem qualquer serviço adicional faturado. Apesar disso, foram acumuladas cobranças no valor de 274,80€, referentes a serviços de que nunca beneficiei. Encontro-me atualmente grávida de 32 semanas, com ferropenia clinicamente documentada, condição que torna impossível a prática de exercício físico. Comuniquei esta situação à empresa por escrito, solicitando a suspensão imediata e o cancelamento do contrato, com cessação de todas as cobranças associadas. **Cronologia** - Comuniquei à Fitness Up, por escrito, o pedido de suspensão/cancelamento do contrato, com fundamento em motivo de saúde (gravidez e ferropenia) e em não utilização dos serviços; - A empresa respondeu condicionando a suspensão a um período máximo de 90 dias e à apresentação de atestado médico, sem se pronunciar sobre o cancelamento das cobranças já acumuladas; - Reiterei o pedido de cancelamento definitivo, juntando documentação clínica comprovativa da gravidez e da ferropenia; - Os débitos diretos continuaram a ser processados mesmo apos a minha comunicação formal; - Apresentei reclamação no Livro de Reclamações em 29/05/2026, que permanece em análise sem resposta até à presente data, ultrapassando o prazo legal de resposta. **Fundamentos** 1. O Decreto-Lei n.º 10/2013, de 25 de janeiro, que regula os contratos de prestação de serviços desportivos, prevê o direito de resolução do contrato por motivo de saúde devidamente comprovado, sem penalização; 2. A cobrança de serviços nunca prestados nem utilizados constitui prática indevida, independentemente de questões de saúde; 3. A prática de captação através de contacto telefónico insistente e repetido pode configurar prática comercial desleal ou agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. **Pedido** Solicito a intervenção da DECO junto da Fitness Up para: 1. Cancelamento definitivo do contrato, sem penalizações; 2. Anulação integral das cobranças acumuladas (274,80€), por ausência de utilização dos serviços; 3. Confirmação escrita da regularização da situação, incluindo a cessação de quaisquer débitos futuros. Anexo toda a documentação relevante: correspondência trocada com a Fitness Up, comprovativo da reclamação no Livro de Reclamações, e documentação clínica. Agradeço a vossa atenção e fico à disposição para qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos, Th

Em curso
R. S.
22/06/2026

Cobrança indevida / Direito de Livre Resolução do Contrato

Boa tarde, Eu tenho uma conta na DAZN, que abri em fevereiro de 2026, e venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato, assim como a devolução de todos os pagamentos realizados. Sucede que, do ponto de vista legal, a contratação realizada entre mim e a DAZN encontra-se em desconformidade com a lei portuguesa e as normas europeias. Ora vejamos. Em primeiro lugar, nos termos do Art. 4 do DL n.º 24/2014, de 14 de Fevereiro, cabe ao fornecedor informar o consumidor sobre a existência de um direito de livre resolução. Não obstante, nos termos do Art. 11 essa resolução pode ser realizada através de uma declaração inequívoca. Consequentemente, quando eu cancelei a minha subscrição efetuei uma declaração inequívoca de como desejava a resolução do contrato. Deste modo, nos termos do Art. 15, no momento em que cancelei a minha subscrição, tendo exercido o meu direito de livre resolução, deveria ter pago, somente, o montante equivalente ao serviço prestado até então. Dito isto, no que toca ao consentimento prévio que, supostamente, afastaria o meu direito de livre resolução do contrato, gostaria de relembrar as disposições do Art. 17. Em primeiro lugar, a alínea m) não é aplicada ao meu caso, visto que não se trata de um serviço destinado à reparação ou manutenção no meu domicílio. Para além disso, o consentimento teria de ser realizado conforme as disposições do art. 9º, nº2. Ao abrigo do presente artigo, referente a contratos celebrados fora do estabelecimento comercial, os mesmos devem ser redigidos a escrito, e uma cópia deve ser entregue ao consumidor, em suporte duradouro. Algo que não aconteceu, visto que não me foi entregue nenhuma cópia do contrato. Deste modo, o contrato celebrado entre mim e a DAZN é nulo, visto que viola a lei portuguesa e europeia. Finalmente, no que toca à recusa de DAZN em devolver-me o valor pago, e continuar a cobrar-me a mensalidade, mesmo após eu ter cancelado a minha subscrição, convém recordar os termos do Decreto-lei n° 446/85. Ao abrigo das disposições legais presentes no diploma, os termos e condições da DAZN são ilegais, pois constituem cláusulas contratuais absolutamente proibidas. Ora vejamos, nos termos do Artigo 12 do decreto-lei, essas cláusulas são nulas, carecendo de valor jurídico. Segundo dispõe o art 21, são absolutamente proibidas claúsulas que: "c)Permitam a não correspondência entre as prestações a efectuar e as indicações, especificações ou amostras feitas ou exibidas na contratação; d) Excluam os deveres que recaem sobre o predisponente, em resultado de vícios da prestação, ou estabeleçam, nesse âmbito, reparações ou indemnizações pecuniárias predeterminadas;". Como tal, a DAZN não pode continuar a cobrança, mesmo tendo eu cancelado a subscrição, se eu não usufruir do serviço. Para além disso, não pode haver nenhuma cláusula que exclua um dever do predisponente, como, por exemplo, o dever de informar o consumidor sobre o direito de livre resolução. Acresce que a falta de informação sobre esse direito extende o prazo de livre resolução para 12 meses. Como tal, sendo os termos e condições da DAZN nulos, venho, por este meio, solicitar o cancelamento da minha subscrição e a restituição de todos os valores pagos. Atenciosamente,

Em curso
C. C.
22/06/2026

Cancelamento de serviço

Já vai fazer uma semana desde que liguei para cancelar o serviço da Vodafone e quero cancelar até dia 23 senão vão me cobrar apartir do dia 23 de uma serviço que já não vai estar instalado. Eu ligo e só me sabem dizer que tenho de preencher um formulário e mandar para um mail inexistente , eu procuro e não encontro nenhum email. Vou estar com dois serviços em casa enquanto a Vodafone não se decide cancelar. Porque eu aviso que não vou passar a próxima fatura porque eu nao vou estar a usa la. Quero por este meio que os pressione e facilite o meu cancelamento porque eu tenho todo o direito de cancelamento , vai fazer 2 anos a 1 agosto , tenho noção que vou fazer um valor 33€ e alguns cêntimos. Farto me de ligar e dizem todos o mesmo.

Em curso
R. J.
22/06/2026

livre resolução no prazo de 14 dias

Estava prestes a terminar o período de fidelização com a MEO. Utilizo apenas os serviços de internet e telemóvel, pelo que tentei contratar apenas estes serviços. No entanto, verifiquei que nenhuma das principais operadoras em Portugal disponibiliza estes serviços de forma independente, o que configura, na prática, uma venda associada forçada. Devido a uma oferta com desconto, decidi mudar para a NOS no dia 12 de junho de 2026. Contudo, ao constatar que a box de televisão era significativamente inferior à da MEO, acabei por aceitar uma contraproposta desta última e solicitei o cancelamento do contrato com a NOS no dia 16 de junho. No dia 17 de junho, fui contactado por uma colaboradora da NOS que me informou de que teria de pagar cerca de 400€ relativos à instalação, apesar de apenas ter sido efetuada a substituição de equipamentos da MEO pelos da NOS. Considerei este valor manifestamente abusivo. Posteriormente, no dia 19 de junho, recebi uma mensagem SMS a indicar que teria de pagar o valor correspondente à rescisão antecipada de 23 meses de contrato, no montante de 689,89€. Perante esta situação, no dia 20 de junho procedi à devolução de todos os equipamentos da NOS, deixando de ter qualquer serviço ativo desta operadora na minha morada. Considero que a NOS não está a cumprir o direito legal de livre resolução no prazo de 14 dias. Além de terem mal atendentes e nos tratar com total desrespeito.

Em curso
R. R.
22/06/2026

Novo contrato

Estimados, celebrei novo contrato a 05-05-2026, com alteração do router, até hoje ainda não me vieram entregar nenhum router, conforme indicação na chamada de 05-05-2026, hoje dia 22-06-2026, liguei para a nós, pois a minha internet cai com frequência e disseram que tinha o router 5.0 e eu disse que aguardava o novo router e que queria abrir uma reclamação, mudou logo a conversa e disse que já tinha o 6.0 , o que contratualização indica, reclamei que fui informada que este router era bastante antigo como era possível indicou que não sabia e que estava tudo bem, insisti que queria abrir reclamação, disse que ia transferir e desligou a chamada, as alterações da mensalidade foram logo cobradas , quero um router novo, conforme acordo

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.