Reclamações públicas
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Multa/Dívida
No dia 07-01-2026, dirigi-me a uma loja da vossa empresa no Centro Comercial Colombo para abrir uma conta, deixando claro que não pretendia qualquer período de fidelização, pois o serviço seria de utilização temporária. O funcionário informou-me que a conta só seria ativada após o pagamento do mês de janeiro, o que nunca cheguei a efetuar nem sequer utilizei o cartão SIM que me foi entregue. Por me encontrar numa situação de grande stress naquele dia, não analisei em detalhe o contrato que me foi enviado. Ao reler agora o contrato, verifico que foi registada uma fidelização de 24 meses, o que contraria claramente a informação que me tinha sido transmitida pessoalmente. Qualquer cliente, perante essa informação, legitimamente entenderia que não havia fidelização nem encargos associados à cessação do contrato, especialmente tendo sido esse o pedido explícito do cliente. Fui contactada a exigir uma penalização baseada numa fidelização que nunca solicitei. Para além deste contacto, apenas recebi mensagens de correio eletrónico para um endereço ao qual perdi acesso temporariamente, pelo que só agora tive conhecimento dessas comunicações. É inaceitável que, após a informação prestada na loja, me seja agora reclamada uma penalização contratual que não corresponde ao que foi acordado no momento da contratação. Além dos emails, nunca me foi feito qualquer contacto alternativo, apesar de terem sido solicitados e fornecidos na altura. Por tudo isto, considero a dívida reclamada injusta e aguardo esclarecimentos detalhados e resposta por escrito no prazo de 15 dias úteis.
Cobrança indevida de chamadas não efectuadas - agora de valor baixo, no futuro de valor exorbitante
Envio esta reclamação ou protesto por esta via pelo facto de já ter abordado telefonicamente o problema (algures em Abril do corrente ano) com uma assistente do Apoio ao Cliente da NOS e com o respectivo supervisor, mas com completo insucesso e com respostas quase em tom de desprezo e, mais grave, por ter dirigido por escrito este protesto (a 24 de Maio) à dita "Provedoria da NOS", a qual, ao fim de quase um mês, ainda não se dignou a responder. Não faço esta reclamação para reaver menos de meia dúzia de euros, mas sim porque o problema se baseia em erros da parte dos sistemas da NOS e porque, sabe-se lá, não venha um dia a NOS faturar-me outro hipotético valor, mas desta vez muito alto. Transcrevo pois de seguida o texto enviado à "Provedoria da NOS" e anexos os documentos comprovativos: “Sou o cliente NOS nº C210546502 Venho por este meio protestar sobre a cobrança indevida, para além de prepotente da NOS, tendo em conta a contra-argumentação dos funcionários da mesma com quem expus o problema, de chamadas que pretensamente terei efectuado nos meses de Fevereiro e Março pelo meu telefone fixo, de acordo com a factura do mês de Março do corrente ano que recebi da NOS. De acordo com essa factura são-me cobrados "Consumos Adicionais" no montante de €2,27 (ver Fig.1), referente a duas pretensas chamadas feitas do meu telefone fixo (2147***39) para o meu telemóvel (9652*****) nos dias 27 de Fevereiro, às 16:14:27 e durante 4 minutos, e no dia 3 de Março, às 15:21:28, durante 1 minuto (Fig.2). Ora, acontece que essas chamadas NUNCA FORAM REALIZADAS, pois por um lado não me lembro de todo que as tenha feito (tenho aliás a certeza de que as não realizei), como no histórico do meu telemóvel não constam a sua recepção, em ambas as alturas (Figs.3 a 5). De facto, como se pode ver nas figs. 3 e 4, o registo histórico do meu telemóvel não assinala quaisquer chamadas do meu telefone fixo. Pelo contrário, exactamente nessas alturas, no dia 27 de Fevereiro às 16h14 estava a receber uma chamada de outro número (965***861), tal como às 15h21 do dia 03 de Março recebia uma chamada de uma pessoa amiga. E isso poderá a NOS verificar nos seus próprios registos. De facto, procurando no meu telemóvel pelo historial de chamadas efectuadas de e para o meu telefone fixo, verifica-se que o último registo que existe é referente a uma chamada efectuada para o meu telefone fixo a 29 de Novembro de 2025 (Fig.5)! Claro que podem argumentar que o que apresento nas Fig.3 a 5 é uma montagem e que terei adulterado os registos no meu telemóvel. Pois bem, posso pôr o meu telemóvel à disposição para confirmar que digo a verdade. A verdade é que de facto essas chamadas não foram feitas de todo, devendo ser antes um erro do sistema da NOS, seja nas linhas ou nos processadores. Para além do já referido sobre a inexistência de registos no meu telemóvel quanto à recepção de alguma chamada proveniente do meu telefone fixo a partir de Novembro de 2025, às horas em que essas chamadas foram feitas eu encontrava-me no meu local de trabalho e seguramente não se encontrava ninguém em casa (como aconteceu em todos esses meses), a não ser as minhas duas gatas. Mesmo que eu ou alguém em minha casa tivesse feito alguma chamada do fixo para o meu telemóvel (para mim ou, sabe-se lá, para alguém com ele na sua posse), pelo menos os seus registos teriam ficado nos históricos do telemóvel. Mas não, Zero, Nada! A presente exposição não tem a ver necessariamente em ser ressarcido em uns meros 2,27 euros, tanto mais que de acordo com os funcionários da NOS com quem falei, não poderei ser ressarcido, por me ter sido já dado um crédito de 4,87€ euros (na factura de Janeiro de 2026), quando para saber onde se encontrava o meu telemóvel, efectuei algumas chamadas, NÃO ATENDIDAS, do meu telefone fixo para o meu móvel para saber onde este se encontrava. Não atendi, mas foram-me cobradas porque segundo a NOS foram parar ao "Voice-mail". Ora conforme a própria NOS confirma o "O voice mail está pré-ativo" (https://www.nos.pt/ajuda/outros/voz-fixa/configurar-o-telefone#sem-atender), desconhecendo eu que a minha conta de telemóvel na NOS estivesse assim e, portanto, não tendo sido essa a minha vontade. Ou seja, o que a NOS fez em devolver-me o crédito foi mais que justo. Enfim, o meu protesto em relação à COBRANÇA INDEVIDA por parte da NOS terminaria aqui, com ou sem necessidade de ser ressarcido, mas como uma alerta para a NOS CORRIGIR o problema das FALSAS CHAMADAS do meu telefone FIXO (214715739) para o meu telemóvel (965205160), quando na factura do mês de Maio me aparece novamente uma cobrança de outra chamada FALSA do meu fixo para o meu móvel (no valor de 0,45€) (cf. excerto da Fatura com Detalhe na Foto 6), que não consta mais uma vez do histórico do meu telemóvel (Foto 7)! Isto é muito GRAVE, pois qualquer dia ainda me aparece uma FACTURA ASTROMÓMICA no mesmo sentido e que a NOS me obrigará a pagar, sendo que EU SOU COMPLETAMENTE ALHEIO, uma vez que só se pode tratar DE UM ERRO DA NOS, nas suas linhas, aparelhos, software, etc. Quero pois que a NOS se RETRATE, que os seus colaboradores e superiores no "Apoio ao Cliente" sejam menos frios e sensíveis relativamente à resolução de um problema com origem exclusiva no "hardware" e/ou "software" da NOS e que o resolvam definitivamente, caso contrário eu próprio de tomarei outras iniciativas ou opções, apesar de ser um cliente fiel, pois já desde 2009 que o sou, na altura da NetCabo, que em 2013 se fundiu com a Optimus para formar a NOS! EXIGO, POIS, UMA RESOLUÇÃO DEFINITIVA da FALHA POR PARTE DA “NOS” E QUE A MESMA ADMITA ESSES SEUS ERROS! Caso não seja resolvido pela Provedoria da NOS, enviarei o Protesto para o “Livro de Reclamações” da “Direção-Geral do Consumidor” e para a “DECO Proteste”, na sua página de “Reclamações a Empresas”. Atentamente, Nuno Onofre”
Desativação Injusta da minha conta pessoal do Facebook
Senhores, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Meta Platforms devido à desativação permanente e injustificada da minha conta pessoal do Facebook . No dia 17/06/2026, a plataforma desativou o meu perfil sob a alegação genérica de violação dos padrões de integridade da conta. No entanto, a minha conta é totalmente real, utiliza as minhas fotografias reais e nunca violou quaisquer Termos de Serviço da comunidade. O sistema automatizado solicitou uma verificação por selfie. Enviei as imagens conforme pedido, mas o robô de inteligência artificial rejeitou o recurso em menos de duas horas, removendo permanentemente a minha opção de pedir uma nova revisão humana dentro da aplicação.
Problemas técnicos
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º C843714551, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: Internet. Serviço agendado por vocês que falharam e nova data para semana depois. Inconcebível!!! Cumprimentos.
Falha prazos entrega de encomendas
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o número de registo de encomenda LR287011486NL, comunico o problema que após a chegada da encomenda ao centro de destribuição do Funchal, na Ilha da Madeira a encomenda parou desde o dia 26 de Maio. Simplesmente esta e todas as outras encomendas que tenho param por várias semanas sem razão aparente. Hoje dia 17 de Julho continuo sem perceber o seguimento das encomendas. O argumento de muito tráfego de encomendas não pode ser sufeciente para ter todas as encomendas ao cargo desta empresa várias semanas paradas no centro de destribuição. Cumprimentos. Nuno Freitas
Falha nos serviços contratados
Exmos senhores. Venho por este meio apresentar a minha reclamação referente aos vossos serviços. 1..No dia 12/06 pelas 19 horas ficamos sem serviço internet fixa, móvel e TV o que ainda se mantém, vem contato com os meus vizinhos verifico que estão na mesma situação. 2.. Após 4 contactos (1 presencial e 3 com apoio ao cliente, obtive sempre a mesma resposta, não sabemos quando a avaria estará resolvida. 3.. Devo lembrar que passamos 4 meses com a situação da tempestade Kristin, e apenas 15 dias de serviço já vão 5 dias sem serviço. 4.. No meu caso tenho uma pessoa que trabalha a partir de casa, e eu e minha esposa somos pessoas com deficiência, necessitamos de contacto com SNS e família, eu estou á espera de duas cirurgias e o contato é via telefone, se me ligarem não vou saber. 5..Nos contactos que fiz com a loja e apoio , coloquei a possibilidade de me emprestar um router, mas foi negado. 6.. É dever da empresa informar os seus clientes referente a situação da avaria e previsão, com esta informação pode se salvar empregos e vidas. Cumprimentos António Coelho ajmcoelho30@gmail.com 928034558 NIF 127284362
Demora na devolução de valor cobrado indevidamente
Exmos, senhores da meo comunicações. Fiz a compra de um telemovel em 30/04/2026 no site da meo, onde fiz o pagamento com meu cartão de credito e no dia 02/05/26 recebi um sms alegando o cancelamento da compra por falta de pagamento e constei a mesma informação no site. Então fui a loja da meo no shopping de Leiria onde vivo e perguntei a um dos vendedores o que ocorreu, apenas me disse que foi cancelado e não me chegaria o telemovel, e seria feito a devolução do valor que paguei. Então resolvi comprar ali mesmo e fiz o pagamento novamente, porem no dia 05/05/26 chegou o outro aparelho em minha casa. Então no dia seguinte 06/05/26 fui a loja devolver o que tinha chegado e me fizeram uma nota de devolução dizendo que eu receberia em 7 dias uteis, porém não aconteceu e ja estive na loja mais 3 vezes e até hoje 17/06/26 não recebi nada e tenho minhas despesas todas atrasadas devido essa não devolução do valor de 1150€ .
Encomenda entrega a outra pessoa/não recebi
Estava à espera de uma encomenda (urgente) a qual se encontrava a aguardar marcação de entrega no dia 09/06. No dia 12/06, como não tinha recebido nenhuma informação relativa à entrega, consultei o site e verifiquei uma anomalia operacional (???). Aguardei... No dia 15/06, sem qualquer alteração ao estado da encomenda, entrei em contacto com a empresa a qual me voltou a dizer que tinha existido uma anomalia e que já iam dar ordem para seguir para distribuição. Hoje, dia 16/06, recebo uma mensagem com o horário de entrega e fui contactada nesse horário. Contudo, estava a trabalhar, não estava em casa, e não consegui atender a chamada, pelo que aguardei receber um email/mensagem com a local para ir levantar... O dia passou e nada... Consultei novamente o site da transportadora para ver onde andava a encomenda e se havia local de levantamento. A meu espanto, leio que a encomenda foi entregue (!!!????) e consulto a prova de entrega. Foi entregue a uma Cristina! (?????) Quem é a Cristina? Como assim a minha encomenda com PIN de entrega é entregue a uma Cristina???? Não recebi informação. Pelo meio de tantos questionamentos, lembro-me que a dona do café da rua se chama Cristina........ Fui ao café e a encomenda estava lá. Mas como é possível o estafeta deixar uma encomenda num café, sem me consultar, sem a minha autorização?! E pior que isso foi mesmo o estado em como se encontrava a encomenda. A caixa praticamente aberta, rasgada num canto (anexo foto). Inadmissível esta situação toda!!!
cobrança indevida
Assunto: Contestação da cobrança por alegado incumprimento contratual e pedido de prova documental Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa resposta à reclamação apresentada. Não posso aceitar a vossa conclusão de que o valor de €279,30 é devido, uma vez que subsistem dúvidas sérias quanto à existência e oponibilidade da alegada fidelização até 12-08-2027. No momento em que solicitei o cancelamento dos serviços, consultei a Área de Cliente My NOS, canal oficial disponibilizado pela própria NOS para consulta das condições contratuais. Nesse local, no separador "Período de fidelização", constava expressamente: Data de fim: "Não aplicável"; Valor com IVA: "Não aplicável". Conservo prova documental dessa informação através de capturas de ecrã efetuadas antes do cancelamento. Perante a informação disponibilizada pela própria NOS, qualquer consumidor médio concluiria legitimamente que não existia qualquer período de fidelização em vigor nem qualquer encargo associado à cessação do contrato. Agi, portanto, de boa-fé e com base na informação oficial fornecida pela vossa empresa. É inadmissível que, após o cancelamento, a NOS venha exigir uma penalização contratual alegando uma fidelização que não se encontrava refletida na Área de Cliente e cuja existência nunca me foi devidamente demonstrada. Acresce que, até à presente data, a NOS não me facultou: A gravação integral da chamada de 12-08-2025; A prova técnica do SMS alegadamente enviado; O registo técnico da alegada resposta "SIM"; A documentação contratual completa resultante dessa adesão; Qualquer explicação para a discrepância entre a fidelização agora invocada e a informação apresentada na Área de Cliente. Assim, reitero o pedido de envio de toda a documentação acima identificada, sob pena de não considerar demonstrada a existência da obrigação que a NOS pretende exigir. Caso a NOS mantenha a cobrança sem apresentar prova bastante e sem esclarecer a contradição entre os seus registos internos e a informação disponibilizada ao cliente, reservarei o direito de: Apresentar nova reclamação junto da ANACOM; Recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente; Solicitar a intervenção das entidades de defesa do consumidor; Promover os competentes meios judiciais para ver reconhecida a inexigibilidade da quantia reclamada, bem como para obter indemnização pelos prejuízos causados pela prestação de informação contraditória e suscetível de induzir o consumidor em erro. A presente comunicação deverá ser considerada uma contestação formal da dívida reclamada, permanecendo a mesma integralmente impugnada até apresentação da prova solicitada e esclarecimento cabal dos factos expostos. Aguardo resposta escrita no prazo máximo de 10 dias úteis. Com os melhores cumprimentos, João Moreira Cliente n.º C420672402 NIF 193052229
Falta de Transparência, Informações Contraditórias e Péssimo Atendimento ao Cliente
Sou cliente da NOS há mais de 3 anos e, infelizmente, ao longo desse período, as minhas experiências com a empresa têm sido marcadas por sucessivos problemas, falta de comunicação interna, informações contraditórias prestadas pelos colaboradores e uma evidente dificuldade em resolver situações simples de forma clara e eficiente. Desde o início da relação contratual, já enfrentei diversos transtornos. Entre eles, colaboradores do setor comercial garantiram que a minha morada tinha cobertura para fibra ótica, enquanto posteriormente o setor técnico informou que tal cobertura não existia, impossibilitando a instalação do serviço que me havia sido vendido. Além disso, também já tive problemas relacionados com cobranças indevidas, falhas no serviço de internet e uma frequente falta de interesse por parte de alguns colaboradores em apresentar soluções efetivas. Recentemente, a minha intenção era cancelar o contrato e migrar para outra operadora que oferecia melhores condições e preços mais competitivos. Para tentar realizar algo tão simples como um cancelamento, passei mais de 1 hora e 40 minutos ao telefone, sendo transferido entre mais de 5 colaboradores e diferentes departamentos. Em nenhum momento houve uma comunicação eficiente entre os setores, obrigando-me a repetir a mesma situação inúmeras vezes. Após toda essa desgastante experiência, fui encaminhado para um colaborador que me apresentou uma proposta de renovação contratual bastante vantajosa. Durante essa negociação, manifestei claramente o meu interesse em adquirir dois telemóveis a prestações, um para mim e outro para a minha esposa. Questionei expressamente se existiria qualquer impedimento para essa aquisição. O colaborador garantiu-me que seria possível adquirir os dois equipamentos sem qualquer problema, limitação ou restrição futura. Com base nessa informação, aceitei renovar o contrato e manter a minha fidelização com a NOS. Algum tempo depois adquiri o primeiro equipamento sem qualquer dificuldade. Contudo, os problemas não terminaram aí. Quando fui adquirir o primeiro telemóvel, dirigi-me à loja do Parque Nascente, no Porto. Fui informado de que o processo não poderia ser realizado porque o meu Título de Residência, apesar de válido e dentro do prazo legal, supostamente não era aceite pelo sistema. O atendimento foi pouco prestável, sem qualquer esforço para encontrar uma solução alternativa. Ao sair da loja, realizei exatamente o mesmo processo através do site da NOS e, em menos de 10 minutos, a compra foi aprovada sem qualquer problema. A situação deixou-me perplexo, não apenas pela evidente falta de conhecimento demonstrada na loja, mas também pela postura pouco profissional e empática demonstrada pelo colaborador. Passados cerca de 8 meses, tentei adquirir um segundo telemóvel para oferecer à minha esposa como presente pelos nossos 5 anos de casamento. Foi nesse momento que descobri a existência de um limite de crédito que me impede de realizar uma nova aquisição enquanto o primeiro equipamento não estiver totalmente liquidado. A minha indignação surge porque esta informação nunca me foi comunicada durante a renegociação do contrato, apesar de eu ter questionado especificamente sobre a possibilidade de adquirir dois equipamentos. Pelo contrário, foi-me garantido exatamente o oposto. Mais grave ainda é o facto de não me terem apresentado qualquer alternativa ou solução. Mesmo dispondo de capacidade financeira para aumentar significativamente o valor da entrada, reduzir o montante financiado ou encontrar outra forma de viabilizar a aquisição, a resposta recebida foi simplesmente que “não é possível”. A sensação transmitida ao cliente é clara: quando o objetivo é vender e garantir a renovação do contrato, tudo parece possível. Porém, quando surge um problema real que exige apoio e flexibilidade, a solução desaparece e o cliente fica abandonado. Neste momento encontro-me numa situação extremamente frustrante. Tenho duas linhas móveis associadas ao meu pacote, sou cliente há mais de 3 anos, mantenho os meus pagamentos em dia e, ainda assim, não consigo obter qualquer apoio para resolver uma situação criada por informações incorretas fornecidas pela própria empresa. Sinto-me profundamente insatisfeito, desrespeitado enquanto cliente e impotente perante a falta de transparência e coerência demonstrada pela NOS ao longo destes anos. Solicito uma análise séria desta situação, bem como uma resposta concreta e fundamentada relativamente às informações contraditórias que me foram prestadas e à ausência total de soluções apresentadas. Um cliente não deve ser valorizado apenas no momento da venda. Deve ser respeitado e apoiado durante toda a relação contratual.
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